TSE impede a PF de investigar pesquisas eleitorais em que Bancos gastam milhões

Impedida de investigar empresas de pesquisas pelo ministro Alexandre de Moraes, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a Polícia Federal não poderá ajudar a desvendar o misterioso interesse de bancos e corretoras de investimentos na contratação de pesquisas eleitorais. Gastam milhões. Isso tem despertado suspeitas de experientes parlamentares como o líder do governo na Câmara, deputado Ricardo Barros (PP-PR), convencido de que se trata de “um negócio bilionário”.

Suspeita sólida

Ricardo Barros acha que pesquisas eleitorais podem ter sido usadas para influenciar votos e também para afetar o comportamento da Bolsa.

Olha a dinheirama

A corretora e banco Genial gastou com a novata Quaest quase R$2,6 milhões (R$2.585.831,61) somente em setembro e outubro.

Pesquisa para quê?

O banco de investimentos BTG Pactual, cujo dono é ligado a Lula, pagou R$1 milhão (R$1.031.662,64) à empresa FSB por pesquisas eleitorais.

Dinheiro não falta

A XP Investimentos gastou R$168 mil com duas pesquisas do Ipespe e o Banco Modal R$907 mil por 14 pesquisas da Futura Inteligência.

Coluna do Claudio Humberto

 

 

Câmara de Mediação e Arbitragem do Rotary São Luís Praia Grande com mais conciliadores

Rodrigo Bezerra, Carlos Nina, Sílvia Dino e Darlon Guimarães

O presidente do Rotary Club São Luís Praia Grande, Carlos Nina, está implementando a ampliação do quadro de conciliadores, mediadores e árbitros da Câmara de Mediação e Arbitragem criada no clube no início de sua gestão, em julho deste ano. A reunião contou com a presença do professor e empresário Darlon Frazão Guimarães, vice-presidente do Clube, e Silvia Jorge Dino, tesoureira e próxima presidente do RI SLZ Praia Grande.

Passaram a integrar os quadros da CMA do Rotary o advogado Rodrigo de Barros Bezerra, com quem Carlos Nina já havia criado uma Câmara no Grêmio Lítero Português, e mais Marcio Basílio Pereira, Sthella Marques Balata e Tammy Rabelo Aroucha, portadores do certificado do Curso de Formação de Conciliadores e/ou Mediadores Judiciais, promovido pela Escola Superior da Magistratura do Estado do Maranhão.

Para os dirigentes do RC Praia Grande, além da disponibilidade da Câmara no Rotary para a solução alternativa de conflitos, um dos objetivos do Clube é difundir a prática, levando informação à comunidade, para que as pessoas que se vejam diante de um conflito tentem, antes de partir para um embate judicial, resolver a pendência de forma conciliada, negociada, mediada ou, finalmente, através da arbitragem. A CMA do Rotary é um caminho, disse Nina.

Nina informou que a Câmara de Mediação e Arbitragem do Rotary São Luís Praia Grande pode ser acessada pelo site viaconsensual.com.br. O interessado cadastra-se, se já não estiver cadastrado, informa os dados de seu caso e a questão será encaminhada para solução consensual, totalmente de forma virtual. Se for necessária audiência presencial, será agendada em consenso e realizada na sede do Clube, na Ponta d´Areia.

Fonte: Rotary São Luís Praia Grande

 

 

 

16 partidos não terão fundo e propaganda após fracasso nas urnas

Somente 12 atingiram votação prevista em lei, e os demais ficarão quatro anos sem dinheiro público e propaganda gratuita

Apenas 12 dos 28 partidos e federações que disputaram as eleições deste ano conseguiram alcançar a cláusula de desempenho fixada pela Emenda Constitucional 97, de 2017. Durante os próximos quatro anos, somente essas 12 legendas vão poder receber dinheiro do Fundo Partidário e usar o tempo de propaganda gratuita de rádio e televisão. O balanço foi divulgado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Atingiram a cláusula de barreira as federações PT/PCdoB/PV, PSDB/Cidadania e Psol/Rede, além dos partidos MDB, PDT, PL, Podemos, PP, PSB, PSD, Republicanos e União. Dos 16 partidos que não alcançaram a meta, sete até conseguiram eleger deputados federais. Mas o número não foi suficiente para alcançar o critério de desempenho fixado pela legislação. São eles: Avante, PSC, Solidariedade, Patriota, PTB, Novo e Pros. Os demais — Agir, DC, PCB, PCO, PMB, PMN, PRTB, PSTU e UP — sequer tiveram parlamentares eleitos.

De acordo com a Emenda Constitucional 97, só podem ter acesso aos recursos do Fundo Partidário e à propaganda gratuita no rádio e na televisão os partidos políticos que alcançarem um dos seguintes critérios de desempenho:

      eleição de pelo menos 11 deputados federais, distribuídos em pelo menos 9 unidades da Federação; ou

       obtenção de, no mínimo, 2% dos votos válidos nas eleições para a Câmara dos Deputados, distribuídos em pelo menos 9 unidades da Federação, com um mínimo de 1% dos votos válidos em cada um deles.

Os 16 partidos que não atingiram a cláusula de barreira continuam a existir, embora não recebam mais suporte financeiro de origem pública a partir de fevereiro de 2023. Para evitar essa restrição, eles têm algumas alternativas: podem recorrer a fusão, incorporação ou federação com legendas que obtiveram melhor desempenho nas urnas.

A cláusula de desempenho passou a ser aplicada a partir das eleições gerais de 2018 e será reajustada de forma escalonada em todos os pleitos federais até atingir o ápice nas eleições gerais de 2030. Na ocasião, só terão direito a recursos do Fundo Partidário e ao tempo de rádio e televisão os partidos políticos que:

  • elejam pelo menos 15 deputados federais, distribuídos em pelo menos um terço das unidades da Federação; ou
  • obtenham, nas eleições para a Câmara dos Deputados, no mínimo 3% dos votos válidos, distribuídos em pelo menos um terço das unidades da Federação, com um mínimo de 2% dos votos válidos em cada uma delas.

No Senado

O critério para a cláusula de barreira não leva em conta o resultado das eleições para o Senado, mas apenas o desempenho obtido pela legenda na composição da Câmara dos Deputados. Apesar disso, as limitações impostas pela Emenda Constitucional 97 se aplicam ao funcionamento de todo o partido.

“Se não atinge a cláusula de desempenho, as implicações são para a sobrevivência do partido como um todo. Se uma legenda não alcança a cláusula e decide não se fundir ou não se incorporar a outra, isso tem implicações. Nas próximas eleições, não vai ter tempo de rádio e TV, nem dinheiro do Fundo Partidário para pagar o aluguel da sede ou para comprar passagens para os dirigentes. O partido vai ter que se virar com outros recursos”, explica Clay Souza e Teles, consultor legislativo do Senado na área de direito constitucional, administrativo, eleitoral e processo legislativo.

Diário do Poder

 

Pará acumula 5.440 denúncias de abusos e tráfico de crianças e adolescentes

Ao longo de seis anos, entre 2016 e 2022, foram registradas mais de 5.440 denúncias de abuso sexual e/ou tráfico de crianças somente no Estado do Pará, segundo levantamento realizado pelo Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, encaminhado ao Ministério Público Federal (MPF). O levantamento reforça afirmações da ex-titular da pasta e senadora eleita Damares Alves (Rep-DF), durante culto em Goiânia, quando ela até relatou detalhes dos abusos denunciados.

Proteção às vítimas

As denúncias são encaminhadas aos órgãos que compõem a rede de política pública de proteção à vítima de violação de direitos humanos.

55 mil órgãos

Atualmente, as denúncias são levadas a 55 mil órgãos assistenciais e de persecução penal, como conselhos tutelares, polícia e Ministério Público.

Detalhes considerados

O encaminhamento de denúncias leva em conta o tipo da violação, o público e a idade dos afetados, além do local de ocorrência do fato.

Pedindo mais prazo

Como o MPF fixou prazo de apenas três dias para o levantamento, o ministério pedirá mais prazo para detalhar cada caso.

Coluna do Claudio Humberto

 

TSE impede a PF de investigar pesquisas eleitorais em que Bancos gastam milhões

Impedida de investigar empresas de pesquisas pelo ministro Alexandre de Moraes, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a Polícia Federal não poderá ajudar a desvendar o misterioso interesse de bancos e corretoras de investimentos na contratação de pesquisas eleitorais. Gastam milhões. Isso tem despertado suspeitas de experientes parlamentares como o líder do governo na Câmara, deputado Ricardo Barros (PP-PR), convencido de que se trata de “um negócio bilionário”.

Suspeita sólida

Ricardo Barros acha que pesquisas eleitorais podem ter sido usadas para influenciar votos e também para afetar o comportamento da Bolsa.

Olha a dinheirama

A corretora e banco Genial gastou com a novata Quaest quase R$2,6 milhões (R$2.585.831,61) somente em setembro e outubro.

Pesquisa para quê?

O banco de investimentos BTG Pactual, cujo dono é ligado a Lula, pagou R$1 milhão (R$1.031.662,64) à empresa FSB por pesquisas eleitorais.

Dinheiro não falta

A XP Investimentos gastou R$168 mil com duas pesquisas do Ipespe e o Banco Modal R$ 907 mil por 14 pesquisas da Futura Inteligência.

Coluna do Claudio Humberto

 

 

MP Eleitoral recomenda reprovação de contas de Lula de 2018 e pede devolução de quase R$ 9 milhões

Órgão avisou o TSE sobre irregularidades em recursos aplicados na campanha do ex-presidente há quatro anos

O MPE (Ministério Público Eleitoral) recomendou ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) que a prestação de contas da campanha do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao Palácio do Planalto em 2018 não seja aprovada. Além disso, o órgão sugeriu que o petista devolva aos cofres públicos R$ 8,8 milhões que foram aplicados de forma irregular, quase metade dos R$ 19,7 milhões que ele utilizou na campanha daquele ano.

As recomendações partiram do vice-procurador-geral eleitoral, Paulo Gustavo Gonet Branco. Ele analisou um relatório produzido pela Asepa (Assessoria de Exame de Contas Partidárias) do TSE sobre a prestação de contas de Lula que encontrou inconsistências como recebimento indireto de recursos de origem não identificada ou oriundos de fonte vedada e falta de capacidade operacional de fornecedores da campanha, entre outras.

“Diante das irregularidades expostas, as contas não podem ser tidas como aprovadas e o Ministério Público Eleitoral sugere a determinação de recolhimento ao Tesouro Nacional do montante de R$ 275.265,77 e ressarcimento ao erário da importância de R$ 8.562.170,42, devidamente atualizados”, ressaltou Gonet.

A Asepa informou ao vice-procurador-geral eleitoral que os indícios de irregularidades na aplicação dos recursos financeiros da campanha de Lula “podem configurar ilícitos eleitorais”. Gonet informou que o MPE vai investigar as denúncias. “Em decorrência, a Procuradoria-Geral Eleitoral encaminhou as informações ao órgão do Ministério Público Eleitoral competente para apuração da materialidade e demais providências cabíveis.”

Gonet concordou com a maioria das irregularidades apresentadas pela Asepa, sobretudo com a que diz que Lula teve gastos desproporcionais em relação ao período em que pôde fazer campanha. Em 2018, o ex-presidente começou a campanha eleitoral em 16 de agosto, mas a candidatura dele à Presidência foi barrada pelo TSE 16 dias depois, em 1º de setembro.

Parte dos contratos foi aproveitada por Fernando Haddad (PT), que foi lançado à Presidência no lugar de Lula. De todo modo, o vice-procurador-geral eleitoral constatou R$ 8,04 milhões utilizados de forma indevida pelo ex-presidente e sugeriu que esse valor seja ressarcido ao erário.

Gonet também considerou que Lula não detalhou de forma adequada gastos de R$ 253,6 mil com serviços gráficos. Segundo a instituição, houve falta de comprovação da materialidade do gasto e do vínculo com a campanha.

O vice-procurador-geral eleitoral ainda concluiu que o ex-presidente emitiu notas fiscais em nome próprio, mas não registrou os documentos na prestação de contas. Dessa forma, segundo o órgão, Lula deixou de comprovar o pagamento de despesas no valor R$ 210,5 mil, o que configura doação vedada de fornecedor.

Do mesmo modo, Gonet destacou que Lula não comprovou R$ 161,3 mil em despesas com o fretamento de aeronaves. Ele teria de apresentar notas fiscais, indicar quais passageiros usaram o transporte e explicar o vínculo do gasto com a campanha, mas não enviou as informações.

As recomendações de Gonet serão analisadas pelo ministro Benedito Gonçalves, responsável pelo julgamento das contas de Lula em 2018. O R7 pediu uma manifestação do ex-presidente, mas não teve resposta até a publicação desta reportagem. O espaço segue aberto para manifestação.

Fonte: R7

 

Presença de Sérgio Moro no debate da Band desestabilizou Lula

Senador eleito no Paraná com um milhão e novecentos mil votos, Sergio Moro foi elemento surpresa na equipe que acompanhou o presidente Jair Bolsonaro ao debate da Band onde confrontou com o ex-presidiário Lula.

Quando Moro apareceu no ‘Lounge’, feito para convidados VIPs e assessores, a equipe petista ficou num silencio absoluto. Um misto de surpresa e falta de reação. Ficou claro que não esperavam por isso. No decorrer do debate até comentaristas da GloboNews ressaltaram que Lula estava muito nervoso. Com certeza a presença de Moro ajudou nisso.

A ideia de convidar Moro ao debate foi do próprio Bolsonaro. Ambos se reuniram na quarta passada. A articulação teria sido mantida em sigilo até a hora do debate, quando Moro surgiu na Band como “elemento surpresa” para desestabilizar Lula. A interlocutores, Moro tem dito que a união entre ele e Bolsonaro é “pragmática” e visa derrotar um “inimigo comum”.

Mas, mais um elemento surpresa vem por aí…

Sergio Moro, e o ex-procurador da Lava Jato, agora deputado federal Deltan Dallagnol, irão gravar inserções para a propaganda eleitoral na TV do presidente e candidato à reeleição Jair Bolsonaro (PL). A informação é do site O Antagonista.

O núcleo da campanha de Bolsonaro acredita, de acordo com o portal, “que Moro pode converter votos nulos e brancos de eleitores que se decepcionaram com Bolsonaro, após o desembarque do ex-ministro em 2020”.

Jornal da Cidade Online

Piso da enfermagem pode ser bancado por novo projeto de repatriação de recursos

Entre as propostas que serão analisadas pelo Senado para custear o piso salarial da enfermagem está um projeto de lei que reabre por 120 dias o prazo de adesão ao programa que permite a repatriação de recursos não declarados. O PL 798/21 reabre o RERCT – Regime Especial de Regularização Cambial e Tributária. O texto é de autoria do atual presidente da Casa, Rodrigo Pacheco.

O Programa de Repatriação de Recursos foi criado em 2016 e, até o ano seguinte, trouxe de volta ao Brasil cerca de R$ 175 bilhões.

Na avaliação de Pacheco, o RERCT (lei 13.254/16) demonstrou ser uma alternativa legislativa bem-sucedida para regularização de recursos, bens e valores, de origem lícita, cuja existência não tenha sido declarada tempestivamente aos órgãos públicos brasileiros.

Inúmeras pessoas físicas e jurídicas fizeram uso do programa. Inicialmente, o período de adesão se esgotou no fim de 2016. O prazo foi reaberto em 2017, por força da lei 13.428, daquele ano. Ao final, o governo Federal estima que cerca de R$ 175 bilhões foram repatriados, com grande impacto positivo para os cofres públicos, em virtude das multas e dos impostos recolhidos.

O PL 798/21 deixa claro que o contribuinte que aderir ao RERCT deverá identificar a origem dos bens e declarar que eles têm origem em atividade econômica lícita, sem obrigatoriedade de comprovação. Assim, o ônus da prova de demonstrar que as informações prestadas são falsas recai, em qualquer tempo, sobre a Receita Federal, ressalta Rodrigo Pacheco na justificativa do projeto.

De acordo com o autor da proposição, o projeto propõe multa de 167% do valor do imposto devido, de modo que o percentual total a ser pago pelo declarante que aderir ao RERCT durante o novo prazo será de 40% sobre o valor do ativo objeto de regularização, em contraponto aos 35,25% e 30% devidos em prazos anteriores.

Ao defender a aprovação do projeto, Rodrigo Pacheco avalia que a abertura de novo período para adesão ao RERCT poderá colaborar para que novos recursos advindos do exterior auxiliem o Brasil a superar a atual crise econômica que atinge a sociedade brasileira.

O relator Renan Calheiros já apresentou voto favorável ao PL, sem propor modificações. A matéria seria analisada no dia 6/10, mas acabou adiada. Agora, não tem data prevista para retornar à pauta de votações.

Relembre

Em 2015, Everardo Maciel, ex-secretário da Receita Federal, concedeu uma entrevista ao Migalhas e abordou o projeto de repatriação. Em sua avaliação, a repatriação é bem-vinda, mas “tem limites”, de modo que “não faça uma premiação de quem praticou irregularidades” e não afete o risco moral.

Fonte: Migalhas

 

 

Ministros do STJ se sentiram afrontados por Lula

Ministros integrantes do Superior Tribunal de Justiça se consideraram afrontados pela atitude do ex-presidente Lula (PT), que em visita a Maceió fazia elogios ao aliado Paulo Dantas (MDB), o governador acusado de corrupção, no exato momento em que a Corte Especial do STJ confirmava por esmagadora maioria o afastamento do político de suas funções. As declarações de Lula, ao lado de políticos de má fama no Estado, ligaram o alerta no tribunal sobre riscos institucionais.

Insultos covardes

A afronta ao STJ começou antes, quando a ministra Laurita Vaz passou a ser covardemente insultada por haver afastado o governador do cargo.

Saques criminosos

Paulo Dantas é acusado de se beneficiar de um esqueça corrupto que furtou R$54 milhões dos cofres públicos por meio de saques criminosos.

Quadrilha do cartão

Ele é responsabilizado pela nomeação de 93 pessoas cujos salários de mais de R$15 mil eram sacados por cúmplices usando cartões de débito.

Coluna do Claudio Humberto

 

TSE manda PT retirar sórdido fake news com meninas venezuelanas

Até mesmo o ministro Alexandre de Moraes se surpreendeu com o baixo nível que a campanha petista atingiu. Imediatamente ele determinou que as redes sociais TikTok, Instagram, LinkedIn, Facebook, Youtube, Telegram e Kway retirem do ar vídeos em que Jair Bolsonaro (PL) afirma que “pintou um clima” entre ele e meninas venezuelanas de 14 e 15 anos.

Moraes considerou que as postagens traziam “fato sabidamente inverídico, com grave descontextualização e aparente finalidade de vincular a figura do candidato ao cometimento de crime sexual”.

Na decisão, o presidente do TSE cita publicação da presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann. Segundo o ministro, o post de Gleisi se “descola da realidade, por meio de inverdades, fazendo uso de recortes e encadeamentos inexistentes de falas gravemente descontextualizadas do Representante, com o intuito de induzir o eleitorado negativamente, diante da autoria de fato grave (pedofilia)”.

É uma safadeza que ultrapassou todos os limites de falta de respeito ao povo venezuelano e muito mais ao brasileiro, se constituindo numa das piores baixarias de todos os tempos praticada pelo PT e que mereceu o repúdio imediato ao presidente do TSE. Agora é esperar pelas providências criminais da própria corte eleitoral.

Jornal da Cidade Online