Ministra Rosa Weber libera repasses de emendas do orçamento secreto

Magistrada entendeu que resolução editada pelo Congresso atende a critérios de publicidade em relação ao pagamento da verba

A ministra Rosa Weber, do STF (Supremo Tribunal Federal), autorizou a retomada dos pagamentos do orçamento secreto. Em decisão desta segunda-feira (6), a magistrada acolheu pedido dos presidentes da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), que alegam ter publicado resolução dando transparência aos repasses.

No despacho, a magistrada pediu que o mérito do caso seja pautado para decisão dos pares por meio do plenário virtual. As chamadas emendas de relator tinham sido suspensas por decisão da ministra, sob o argumento de ausência de publicidade nos repasses financeiros e de regras claras para definir quem seria beneficiado.

Os recursos são repassados pelo Poder Executivo a parlamentares da Câmara e do Senado. A decisão da ministra Rosa gerou tensão entre os dois Poderes. O Congresso editou uma resolução que cria regras e adota publicidade nos gastos, mas não obriga que seja informado o nome dos congressistas que recebem os valores.

Para a relatora do caso no Supremo, a princípio, a resolução atende aos quesitos determinados na decisão anterior. “Em conclusão, as providências adotadas pelo Congresso Nacional em cumprimento da decisão proferida pelo Supremo Tribunal Federal no julgamento conjunto das ADPFs 850, 851 e 854 mostram-se suficientes, ao menos em exame estritamente delibatório, para justificar o afastamento dos efeitos da suspensão determinada por esta Corte diante do risco de prejuízo que a paralisação da execução orçamentária traz à prestação de serviços essenciais à coletividade”, escreve a ministra em um dos trechos da decisão.

Recursos bilionários

Nesta segunda, a CMO (Comissão Mista de Orçamento), da Câmara dos Deputados, aprovou o parecer preliminar do projeto de lei orçamentária de 2022. O texto prevê a reserva de R$ 16 bilhões para as emendas de relator. O valor é parecido com o reservado para este ano, que foi de R$ 18 bilhões.

Após a decisão que suspendeu o envio do dinheiro aos deputados e senadores, cerca de R$ 5 milhões ainda teriam sido liberados. O caso foi tema de uma ação apresentada no Supremo sob a alegação de descumprimento da determinação da Corte. No entanto, na decisão, esse pedido ainda não foi avaliado.

As regras aprovadas pelo Congresso preveem a publicação em um endereço eletrônico dos detalhes sobre a movimentação dos recursos, projetos que seriam beneficiados e a destinação dos valores nos estados. O assunto foi alvo de intensas conversas entre Congresso e Supremo e visitas de parlamentares ao Tribunal.

Fonte: R7

 

Quem são os ministros do STF e quem os indicou

O ministro mais antigo é Gilmar Mendes, na Corte há quase 20 anos; o mais novo é André Mendonça, indicado por Bolsonaro. O STF é o guardião da Constituição. A Suprema Corte é composta por 11 ministros, todos indicados pelo presidente da República.

São pré-requisitos para ocupar uma cadeira na Corte ser brasileiro, ter mais de 35 e menos de 65 anos de idade, com notável saber jurídico e reputação ilibada. Após nomeação pelo presidente, o nome indicado deve ser aprovado por maioria absoluta do Senado.

Veja quem são os atuais ministros, e quem os indicou.

Gilmar Mendes, 2002

O decano – o ministro mais antigo do Supremo – é Gilmar Mendes. Ele ocupa a cadeira desde 2002. Ele era chefe da AGU quando foi indicado por Fernando Henrique Cardoso.

Ricardo Lewandowski, 2006

O ministro Ricardo Lewandowski entrou na Corte em 2006 por indicação de Lula. Antes de compor o Tribunal, Lewandowski foi juiz e desembargador do TJ/SP.

Cármen Lúcia, 2006

Também em 2006, Lula indicou a ministra Cármen Lúcia. Antes de ser ministra, Cármen atuou como procuradora do Estado de Minas Gerais.

Dias Toffoli, 2009

Dias Toffoli foi mais uma indicação de Lula, e entrou no Supremo em 2009. Toffoli também era chefe da AGU quando foi indicado para a vaga.

Luiz Fux, 2011

Luiz Fux passou a integrar o Supremo em 2011, por indicação de Dilma Rousseff. Ele foi juiz, desembargador do TJ do Rio e ministro do STJ antes de integrar a Corte.

Rosa Weber, 2011

Também em 2011, Dilma indicou a ministra Rosa Weber, então ministra do TST.

Luís Roberto Barroso, 2013

Em 2013, Dilma Rousseff indicou Luís Roberto Barroso. Ele era advogado antes de exercer a atual função.

Edson Fachin, 2015

E, em 2015, também indicado por Dilma, Edson Fachin, que era professor e advogado, entrou para a Corte.

Alexandre de Moraes, 2017

Alexandre de Moraes se tornou ministro em 2017, por indicação de Michel Temer. Antes de ser ministro, foi promotor, Secretário da Segurança Pública de São Paulo, e ministro da Justiça.

Nunes Marques, 2020

Ministro Nunes Marques foi a primeira indicação de Bolsonaro para o Supremo, em 2020. O magistrado integrava o TRF da 1ª região quando foi escolhido para a vaga.

André Mendonça, 2021

O ministro mais recente a pertencer à Corte é André Mendonça, segundo indicado de Bolsonaro. Mendonça já atuou como advogado concursado da Petrobras, foi servidor de carreira e chefe da AGU, e foi Ministro da Justiça.

O presidente do STF, que também é presidente do Conselho Nacional de Justiça, e o vice-presidente são eleitos pelo plenário da Casa e têm mandatos de dois anos. Segundo o Regimento Interno do STF, isso deve ser feito na segunda sessão ordinária do mês anterior ao do fim do mandato do presidente atual. Hoje quem integra a cadeira de presidente é o ministro Luiz Fux. A vice-presidente é Rosa Weber. Ela assumirá a chefia da Corte em setembro de 2022.

Turmas do STF

O STF tem duas turmas, cada uma delas constituída por cinco ministros e presidida pelo mais antigo dentre seus membros, por um período de um ano, vedada a recondução, até que todos os seus integrantes hajam exercido a Presidência, observada a ordem decrescente de antiguidade.

Confira a composição atual:

Primeira Turma

Ministro Dias Toffoli – PRESIDENTE

Minstra Cármen Lúcia

Ministra Rosa Weber

Ministro Luís Roberto Barroso

Ministro Alexandre de Moraes

Segunda Turma

Ministro Nunes Marques – PRESIDENTE

Ministro Gilmar Mendes

Ministro Ricardo Lewandowski

Ministro Edson Fachin

Se não for alterada a composição, o ministro André Mendonça deve preencher cadeira vaga na segunda turma.

Por: Redação do Migalhas

 

 

Comoção no velório de Luiz Phelipe Andrés, restaurador do Centro Histórico de São Luís

São Luís e o Maranhão perderam na noite de sábado, o engenheiro Luiz Phelipe Andrés, vítima de leucemia. O engenheiro era mineiro e radicado no Maranhão desde 1977, quando com o seu trabalho, dedicação e compromisso fez do Maranhão, também seu torrão natal.  Foi criador do Estaleiro Escola do Sítio Tamancão. Era Membro efetivo da Academia Maranhense de Letras, ocupando a cadeira 23, que tem como patrono o escritor Graça Aranha. Ele estava com 72 anos e muita gente lamentou que a homenagem que estava sendo prestada ao ilustre engenheiro deveria ter sido em vida.

Luiz Phelipe Andrés, embora tenha sido secretário de Estado da Cultura do Maranhão anos de 1993 a 1995 e era, desde 2010, conselheiro do Conselho Consultivo do Instituto do Patrimônio Histórico Artístico Nacional – IPHAN, a sua visão e sensibilidade estavam sempre acima de fazer sempre mais e melhor pelo Maranhão e o Centro Histórico sempre fez parte do coração e naturalmente tinha mais planos ousados e que com absoluta certeza iria transformá-los em realidade.

O passamento de Luiz Phelipe Andrés causou uma comoção nos mais diversos segmentos sociais do Maranhão. A revitalização do Centro Histórico de São Luís e todo o trabalho feito para que a nossa capital se tornasse Patrimônio Mundial da Humanidade, passou pela sua sensibilidade e um trabalho de avaliação inimaginável. O velório foi realizado na sede da Academia Maranhense de Letras e o seu corpo foi cremado, de acordo com manifestação aos seus familiares. Durante o velório na AML, muitos amigos e admiradores de Luiz Phelipe destacaram o trabalho e o amor do engenheiro e escritor ao Maranhão, alguns sentiram fortes emoções com lágrimas, enquanto outros registraram que todo o seu trabalho fará parte da história do Maranhão.

Fonte: AFD

 

Retrato do abandono do Alto Turu, área de São José de Ribamar

O sentimento da população do bairro Altos do Turu, com o prefeito de São José de Ribamar é de indignação, de desrespeito e de estelionato, haja vista que ele fez acordo com a população de que com o apoio da comunidade ganhasse as eleições, trataria de cumprir com a sua obrigação de gestor público, fazendo a devida e necessária recuperação do bairro. A princípio informava que a prefeitura não dispunha de recursos, mas depois de ter efetuado um empréstimo de R$ 29 milhões, o habilidoso e conversador e médico Júlio Matos, garantiu que as obras seriam iniciadas.

As lideranças comunitárias revelam, que o prefeito Julinho Matos, chegou a colocar algumas máquinas no Alto do Turu, que logo foram deslocadas para outro bairro. A indignação dos moradores é bem acentuada, quando registram que o prefeito é um contumaz mentiroso e não tem compromisso com a população, alguns chegaram a lembrar que a prefeitura gasta muito dinheiro com advogados para defender seus interesses particulares.

A comunidade do Alto Turu decidiu fazer um abaixo assinado, destacando os sérios problemas de toda a comunidade e encaminhar para o Ministério Público, esperando que seja feito um Termo de Ajuste de Conduta com a Prefeitura de São José de Ribamar para que possa cumprir o que é da sua responsabilidade. A verdade é que o prefeito Julinho Matos, tem procurado enganar a população com algumas ações e divulgação na mídia, mas na realidade, o município de São José de Ribamar, está vivendo um verdadeiro retrocesso e abandono com o novo gestor, simplesmente por falta de um mínimo de respeito aos direitos das comunidades do município.

Fonte: AFD

Copom dele elevar a taxa básica de juros em 1,5% nesta semana

Copom, do BC, realizará a última reunião do ano na terça e quarta-feira. Mercado espera que Selic feche 2022 a 9,25% ao ano

O Copom (Comitê de Política Monetária) do BC (Banco Central) realiza nesta terça (7) e quarta-feira (8) a última reunião do ano para definir a taxa básica de juros, a Selic. Atualmente, a taxa está em 7,75% ao ano. Com a alta da inflação, a expectativa do mercado financeiro, consultado pelo BC, é de que os juros básicos subam 1,5 ponto percentual para 9,25% ao ano. O atual ciclo de alta da Selic começou em março deste ano, quando a taxa subiu de 2% para 2,75% ao ano.

A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos emitidos pelo Tesouro Nacional no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas da economia.

É o principal instrumento do Banco Central para manter a inflação sob controle.

O BC atua diariamente por meio de operações de mercado aberto – comprando e vendendo títulos públicos federais – para manter a taxa de juros próxima ao valor definido na reunião.

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Ao reduzir a Selic, a tendência é de que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.

Entretanto, as taxas de juros do crédito não variam na mesma proporção da Selic, pois a Selic é apenas uma parte do custo do crédito. Os bancos também consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

O Copom reúne-se a cada 45 dias. No primeiro dia do encontro, são feitas apresentações técnicas sobre a evolução e as perspectivas das economias brasileira e mundial e o comportamento do mercado financeiro. No segundo dia, os membros do Copom, formado pela diretoria do BC, analisam as possibilidades e definem a Selic.

Inflação

Para 2021, a meta de inflação (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – IPCA), que deve ser perseguida pelo BC, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3,75%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 2,25% e o superior é 5,25%.

Segundo os últimos dados divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o IPCA ficou em 10,67%, no resultado acumulado de 12 meses encerrados em outubro deste ano.

Fonte: R7

 

O Maranhão está fora dos 09 estados que atingiram 90% da população vacinada com 1ª dose

A Campanha de Vacinação contra a Covid-19 no Brasil superou a marca de 90% da população-alvo com a primeira dose da vacina, em nove estados. A informação foi divulgada pelo Ministério da Saúde, neste domingo (5).

Entre as unidades da federação que conquistaram o resultado estão São Paulo, Roraima e Santa Catarina. A lista é completada por Minas Gerais, Espírito Santo, Piauí, Paraíba, Rio Grande do Sul e Paraná.

O secretário Executivo do Ministério da Saúde, Rodrigo Cruz, atribui o desempenho à iniciativa de adquirir mais de 550 milhões de doses de vacina contra a doença. Segundo ele, desse total, mais de 378 milhões já foram distribuídas e 314 milhões foram aplicadas.

Ainda de acordo com a pasta, 159,5 milhões de brasileiros começaram o ciclo vacinal e 140,5 milhões já completaram o esquema com a segunda dose ou dose única do imunizante. Com o envio de doses de reforço, mais de 14 milhões de pessoas já reforçaram a imunidade no Brasil. O ministério informou, ainda, que mais de 354 milhões de doses estão garantidas para dar continuidade à campanha em 2022.

Brasil 61

 

O aumento das tarifas de energia elétrica impacta no custo de vida e no poder de compra da população

É o que aponta estudo da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Alto custo da energia também pode impactar negativamente na geração de emprego. O Brasil pode perder até R$ 8,2 bilhões do PIB em 2021, devido ao aumento no preço da energia elétrica. É o que estima a Confederação Nacional da Indústria (CNI), no estudo “Impacto econômico do aumento no preço da energia elétrica”. Para 2022, a queda pode chegar a R$ 3,8 bilhões em relação ao PIB que ocorreria sem o aumento do preço da energia.

O reajuste médio das tarifas de energia entre 2020 e 2021 foi de 7,04%. No entanto, além das tarifas cobradas pelas concessionárias, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) estipula bandeiras tarifárias adicionais, ao longo do ano, para compensar possíveis custos extras para geração de energia elétrica. Com isso, o aumento nas contas de luz pode chegar a 16,87%.

Em 2020, dez meses estiveram sob a bandeira verde, ou seja, sem nenhum custo adicional. Já em 2021, todos os meses foram de bandeira amarela ou vermelha, com custos extras por quilowatts-hora consumidos. O valor mais caro chegou a R$ 14,20/100 KWh.

O motivo, segundo a Aneel, é a pior crise hídrica dos últimos 91 anos, que secou os reservatórios das hidrelétricas e tornou necessário o uso de outras fontes de energia, como as termelétricas.

O economista Carlos Eduardo de Freitas, ex-diretor do Banco Central, ressalta que o custo de produção de energia pelas termelétricas também encareceu.

“Foi o caso desse ano de 2021, quando houve uma superposição de uma crise hídrica, que afetou a capacidade de produção das usinas hidrelétricas, e ao mesmo tempo houve uma explosão dos preços do petróleo nos mercados internacionais. Nos últimos doze meses, o preço do petróleo bruto mais do que dobrou o mercado internacional. Isso tem um impacto no óleo combustível, derivado do petróleo, que movimenta as usinas termelétricas.” 

Impacto na economia

O economista Carlos Eduardo de Freitas explica que o aumento das tarifas de energia impacta diretamente no custo de vida e no poder de compra da população. “Empobrece os consumidores, que têm que reduzir o consumo de outros itens da sua cesta de produtos e serviços”. 

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) revisou na última quarta-feira (24) a previsão de inflação para 2021. A previsão para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passou de 8,3% para 9,8%. Já a do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) subiu de 8,6% para 10,1%. 

E o custo da energia foi um dos fatores apontados pelo instituto: “Entre estes, está a estiagem verificada no país este ano, que gerou uma baixa histórica nos níveis dos reservatórios, levando a adoção da bandeira de escassez hídrica e de reajustes da bandeira vermelha para cobrir o custo mais elevado da energia produzida pelas termelétricas.”

“O preço de energia mais alto faz um efeito dominó: todos os produtos e serviços ofertados pelo sistema econômico ficam mais caros, porque a energia, que é um fator de produção, está mais cara. O que afeta o bolso do consumidor negativamente e, portanto, é mais um impacto de empobrecimento da sociedade”, acrescenta o economista Carlos Eduardo.

Custo para o setor produtivo

Mesmo antes da crise hídrica, o alto custo da energia já era um dos principais entraves ao aumento da competitividade da indústria brasileira. No ranking do estudo Competitividade Brasil 2019-2020, elaborado pela CNI, o Brasil fica em último lugar, entre 18 países, no fator Infraestrutura de energia, devido ao alto custo de energia elétrica e à baixa qualidade no fornecimento.

Ainda de acordo com o estudo “Impacto econômico do aumento no preço da energia elétrica” da CNI, em 2021:

  • O PIB industrial, relativo à indústria total – que contempla a indústria extrativa, a indústria de transformação, os serviços industriais de utilidade pública e a construção – deve se reduzir em R$ 2,2 bilhões a preços de 2020. Já a indústria de transformação terá queda de R$ 1,2 bilhão em seu PIB em 2021 frente ao que ocorreria sem o aumento de custos com energia.
  • Neste mesmo ano, estima-se que os efeitos diretos e indiretos do aumento de preço da energia gerem uma perda de cerca de 166 mil empregos em relação à quantidade de pessoas que estariam ocupadas sem o aumento no preço da energia.
  • O consumo das famílias se reduzirá em R$ 7 bilhões a preços de 2020. Já a inflação às famílias, em 2021, sofrerá um aumento de 0,16%.
  • A perda nas exportações será o equivalente a R$ 2,9 bilhões.

Já para 2022, estima-se que:

  • O aumento no preço da energia elétrica resultará em uma perda no PIB de R$ 14,2 bilhões a preços de 2020. Seu efeito sobre o PIB industrial é de queda equivalente a R$ 3,8 bilhões a preços de 2020, em relação ao PIB que ocorreria sem o aumento no preço da energia.
  • A perda estimada no PIB da indústria de transformação em decorrência do aumento no preço da energia elétrica é de R$ 1,7 bilhão em 2022. O impacto sobre o emprego é uma perda de cerca de 290 mil empregos em relação à quantidade de pessoas ocupadas entre abril e junho de 2021.
  • O consumo das famílias se reduzirá em R$ 12,1 bilhões a preços de 2020. Já o aumento no preço às famílias será de 0,41%.
  • As exportações devem cair aproximadamente 5,2 bilhões de reais.

Novo Marco Legal do Setor Elétrico

Atualmente tramita no Congresso Nacional o projeto do Novo Marco Legal do Setor Elétrico (PL 414/2021), que poderá ser vantajoso para o bolso do consumidor e aumentar a competitividade do setor. A proposta pretende que os consumidores de todos os níveis tenham liberdade para escolher o próprio fornecedor de energia; o que só é permitido, atualmente, para grandes consumidores.

O deputado Alexis Fonteyne (Novo-SP), afirma que, sem competitividade, as empresas de fornecimento de energia ficam confortáveis em um mercado já cativo.

“Havendo essa abertura de competição, elas vão ter que atender melhor seus clientes; vão ter que baixar o preço para competir e poder conquistar mais clientes”.

O projeto de lei já foi aprovado no Senado e aguarda despacho para ser analisado pela Câmara dos Deputados.

Brasil 61

 

Amigos de Alcolumbre culpam presidente do senado por demora na sabatina

Após a derrota humilhante na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), que aprovou por 18×9 votos André Mendonça para o Supremo Tribunal Federal (STF), amigos do senador Davi Alcolumbre (DEM-AP) saem em sua defesa. Alegam que são injustas as críticas, pela atitude de “segurar” a sabatina do indicado por quase cinco meses. E apontam o papel do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, nessa demora. “Vocês jornalistas estão criticando a pessoa errada”, garantem.

‘Unha e carne’

Lembram os amigos as ligações do presidente da CCJ a Pacheco, cuja candidatura a presidente foi inventada pelo senador do Amapá.

O início da jogada

Pacheco recebeu a indicação oficial de André Mendonça em 13 de julho e só a encaminhou à CCJ em 18 de agosto, 35 dias depois. Nos quase 5 meses de demora, Pacheco ignorou todos os apelos para interferir na molecagem. Em um só dia, 17 senadores protestaram. Advogado atuante no STF e agora presidente do Senado, Pacheco queria ter sido “consultado” antes da indicação de Mendonça.

Coluna do Claudio Humberto

 

Demissão em massa na Globo vai cortar mais de 150 jornalistas

Após demitir muitos profissionais, e mais recente os veteranos Renato Machado, Francisco José, José Hamilton Ribeiro e Eduardo Faustini, a Rede Globo mira agora mais de 150 jornalistas que estão numa lista dos próximos a serem desvinculados da empresa.

As demissões irão atingir filiais em São Paulo, Rio, Brasília e sucursais internacionais, pois a emissora deixou de operar em 43 países da Europa; permanecendo apenas em Portugal.

Para evitar ser notificada por sindicatos ou mesmo ir parar nos tribunais, a Globo vai demitindo os funcionários aos poucos.

Ela não pode ter pendências trabalhistas, se quiser continuar sonhando em renovar a concessão por mais 15 anos com o Governo Federal, no ano que vem.

Entre os funcionários da “poderosa”, o que se cogita é que só vai ficar quem produzir muito e custar pouco.

Fonte: IG

Escola de Música Carlos Augusto Lopes com o 24º BIS formaram mais uma turma de flautistas na Liberdade

Dentro das perspectivas de professores, em pouco tempo, o bairro da Liberdade se tornará uma importante referência no contexto musical, diante do forte interesse acentuado de crianças e adolescentes em aprender não apenas a tocar um instrumento, mas a música em sua essência. A Escola de Música coronel Carlos Augusto Castro Lopes foi iniciativa de Cézar Bombeiro, que transformou em realidade um sonho do seu irmão, que levou muitos jovens da Liberdade para aprender música na Polícia Militar. Quando vereador Cézar Bombeiro não mediu esforços em criar a escola e para tanto contou com a contribuição importante da Adecres e Remanescentes dos Quilombolas, associações comunitárias, além de abnegados professores, que solidariamente deram importante impulso. O mais surpreendente é que o número de interessados ultrapassou as expectativas, levando-se em conta que muitos jovens e adolescentes vieram de outras comunidades. As entidades, professores e Cézar Bombeiro não mediaram esforços para garantiram a matriculas de todos.

A Escola de Música coronel Carlos Augusto Castro Lopes se tornou uma referência e havia necessidade de parcerias, foi quando a direção procurou o coronel Sérgio Henrique Lopes Rendeiro, Comandante do 24º Batalhão de Infantaria e Selva e dele recebeu o maior apoio, para a formação de estudantes na arte tocar flauta, contando para tanto com os decisivos conhecimentos repassados pelos cabos José Rodrigues Chaves Neto, Wilson Almeida Barros Júnior e Marcos Aurélio Teixeira Rodrigues, que acabaram transformando sonhos dos estudantes e das suas famílias, em realidade. Todo o trabalho dos militares na Escola de Música foi coordenado pelo primeiro sargento Alex Sandro.

Na última terça-feira, por ocasião da solenidade de conclusão do curso de flauta, a Adecres e a Associação dos Remanescentes Quilombolas, juntamente com os pais dos alunos procuraram Cézar Bombeiro informando-o, que gostariam de homenagear os militares pelo importante serviço prestado a uma comunidade carente, que tinha a avidez de aprender música e entre os instrumentos, estava a flauta, o que foi feito em solenidade simples, mas bastante emocionante.

O coronel Sérgio Henrique Lopes Rendeiro, Comandante do 24º BIS foi distinguido com uma placa de agradecimento de todas as comunidades que integram o bairro da Liberdade, assim como certificados aos cabos José Rodrigues Chaves Neto, Wilson Almeida Barros Júnior e Marcos Aurélio Teixeira Rodrigues.

Marcaram presença na solenidade, o dirigente estadual da Cruz Vermelha no Maranhão, Carlos Rangel, o secretário da Fiema, Pedro Robson e Anísia Nascimento, diretora da biblioteca comunitária João Damasceno Correa.

Um registro bem marcante feito pelos presentes, trata da dedicação permanente de Cézar Bombeiro para com o bairro da Liberdade e de forma bastante acentuada, voltada para a educação em seus mais diversos segmentos.

Fonte: AFD