USB na urna eleitoral representa risco, avalia especialista

“Inovação” celebrada pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ministro Luís Roberto Barroso, a substituição de cartões de memória por entradas USB, no novo modelo de urna eletrônica, escancara as portas “para vários tipos de ataques”, explicou o especialista em segurança cibernética Douglas Lopes. Ele avalia que se a entrada for exposta a hackers, há “alto risco” para a eleição.

Ataques possíveis

“Existe o ataque hacker físico”, esclarece Lopes, que citou o “backdoor shell e bash script” entre ataques possíveis a partir de um drive USB. Há ferramentas (programas) específicas para hackers utilizarem drives USB, como Bash Bunny, LanTurtle, Rubber Ducky e USB Armory.

Risco à votação

“Caso a porta USB não esteja desativada ou desinstalada, significa um alto risco às votações”, adverte o especialista Douglas Lopes. Além do USB, as novas urnas agora têm uma tela touchscreen para os mesários, processadores mais rápidos e bateria mais duradoura.

Coluna do Claudio Humberto

 

Falcatruas do Consórcio Nordeste coloca governadores do PT na mira da PF

A casa finalmente caiu para o Consórcio Nordeste! A CPI da Covid no Rio Grande do Norte pediu o indiciamento do governador da Bahia, Rui Costa (PT), da governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra (PT), e de mais 11 pessoas, pela compra frustrada de 300 respiradores que custaram R$ 48,7 milhões e nunca foram entregues.

E essa descoberta parece ser apenas o começo de uma linha investigativa que pode derrubar de vez os esquerdistas do estranho consórcio vermelho. Caso o Ministério Público queira apurar os fatos e estender as investigações, elas poderão chegar a outros governadores e secretários estaduais de saúde, que teriam envolvimento na roubalheira de recursos da covid.

Para falar sobre esse assunto e também sobre os desmandos e absurdos protagonizados pelo governador petista Rui Costa (coincidentemente, presidente do Consórcio Nordeste). O JCO vai receber o vereador Alexandre Aleluia, participante ativo da Brado Rádio, que promete soltar o verbo e explicar tudo que sabe em detalhes da verdadeira quadrilha que atuou para roubar dinheiro destinado para o enfrentamento da pandemia.

Jornal da Cidade Online

Escola de Música Carlos Augusto Lopes forma a primeira turma de 19 jovens habilitados ao teclado

A solenidade foi realizada na quadra do Japão e todos os formandos são da Escola de Música coronel Carlos Augusto Castro Lopes, administrada pela Associação Desportiva Cultural, Recreativa e Social do bairro da Liberdade – Adecres. O curso de teclado foi ministrado pelo professor Moisés Dias e contou com a parceria da Associação dos Remanescentes Quilombolas Urbano do Bairro da Liberdade.

A Escola de Música coronel Carlos Augusto Castro Lopes é a maior referência do bairro da Liberdade, no ensino de música para crianças e adolescentes, com a preocupação voltada para que a teoria preceda a prática e posteriormente as duas caminham juntas, fazendo com os estudantes possam sem maiores dificuldades ingressar em outros estabelecimentos mais avançados com referenciais de conhecimentos. O professor Moisés Dias registra, que apesar da escola ter pouco tempo de criação, inúmeros alunos já trabalham em várias bandas e conjuntos profissionais, além dos que desejam fazer carreira e tentam vagas na Escola de Música do Maranhão, levando uma certa vantagem, em razão de que já são portadores de conhecimentos e avançam sempre mais rápido. Como o campo da música é muito amplo e bastante criativo, logo o bairro da Liberdade, além de músicos terá compositores, sendo que muitos já ganharam o mundo em busca de mais aprendizados e lutar pelos seus sonhos, afirma o professor.

Além dos familiares dos 19 formandos, prestigiaram a solenidade, a vice-presidente da Adecres, Luana Rosa e Costa, o líder comunitário Cézar Bombeiro, presidente da Associação dos Remanescentes Quilombolas Urbano do Bairro da Liberdade, o presidente do Sintsep, Cleinaldo Bil Lopes e o produtor musical Anízio Galvão.

Fonte: AFD

 

 

 

 

As vergonhosas panes mecânicas de coletivos de todos os dias no trânsito de São Luís

O problema é sério e da mais expressiva irresponsabilidade dos consórcios que dominam o Sistema Municipal de Transportes Coletivos, garantidos por uma concorrência pública em que vêm apenas os seus direitos. Do outro lado está a indignação e desrespeito aos usuários. Apesar do problema ser diário, se desconhece qualquer ação da Secretaria Municipal de Trânsito e Transporte e da Prefeitura de São Luís para dar um basta na afronta que os empresários fazem a população e tripudiam do poder público.

Há poucos dias tive oportunidade de ver dois coletivos com pane mecânica na avenida Jerônimo de Albuquerque, mas quantos também não ficam parados por problemas idênticos nas mais diversas ruas e avenidas da capital. Se a atual frota de coletivos existente em São Luís, não atende à demanda, causando aglomerações nos mais diversos terminais e nas paradas de coletivos, com as panes, o problema passa a ser mais acentuado e mais sofrimento aos usuários.

A foto acima é de um coletivo do Terminal da Cohab, que abandonou os passageiros no Anel Viário, próximo ao cruzamento com a avenida Kennedy. Uma viatura da SMTT estava no local, mas não se sabe se era para evitar engarrafamento no trânsito ou para adotar qualquer procedimento contra a empresa proprietária do coletivo, está última hipótese não deve proceder.

A verdade é que os serviços de transportes coletivos em São Luís estão cada vez mais precários, proporcionando muita indignação aos usuários. Discursos, improvisações e os constantes engodos com paliativos que nunca apresentam resultados, não se sustentam e o povo já está cheio de lorotas.

                   Cadê da CPI dos Transportes: As panes diárias de coletivos são fatos contundentes para mostrar a ineficiência dos consórcios vencedores da concorrência pública, sem falarmos nas aglomerações nos terminais, nas paradas de coletivos e em plena pandemia, as superlotações são riscos diários de contaminações com a covid-19.

O poder público não vê e nem adotada qualquer providência, é porque não quer, e a população não aprende em defender os seus direitos e assim vai sendo levada no bico por aproveitadores, que lhes tiram direitos e ferem as suas dignidades humanas.

Fonte: AFD     

PEC que tramita na câmara pode favorecer gestores públicos que não aplicaram recursos na educação

Proposta invalida penalidades para entes da federação e agentes públicos que não aplicaram 25% da arrecadação na manutenção e desenvolvimento do ensino. Na próxima segunda-feira (20), prefeituras recebem repasse de R$ 2 bi do FPM. A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 13/2021, que permite aos estados, Distrito Federal e municípios descumprirem o mínimo de 25% em educação nos anos de 2020 e 2021, avançou na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados nesta semana. 

De acordo com a Constituição, os entes federados são obrigados a aplicar, pelo menos, 25% do que arrecadam com impostos na manutenção e desenvolvimento do ensino. As próprias unidades da federação e os gestores estaduais e municipais que descumprirem essa determinação podem sofrer penalidades.

Os municípios, por exemplo, podem sofrer intervenção estadual, ter as contas rejeitadas pelo Tribunal de Contas e deixar de receber transferências de recursos. Já os agentes públicos podem ser condenados por improbidade administrativa e ficar inelegíveis.

São justamente essas punições que a PEC invalida, mas apenas para os exercícios de 2020 e 2021. O argumento é que, com a pandemia da Covid-19, e o fechamento das escolas, os estados e municípios tiveram menos custos com a educação do que teriam em condições normais. Gastou-se menos com limpeza das unidades, alimentação e, sobretudo, transporte escolar, por exemplo.

Especialista em Orçamento Público, Cesar Lima explica que, sobretudo em 2021, a obrigatoriedade de os gestores aplicarem o mínimo de 25% em educação encontrou obstáculos tanto do ponto vista das receitas quanto das despesas.

“Houve uma queda nas despesas, porque os alunos estavam fora de sala, muitos municípios não fizeram contratos para suprir aqueles professores que saem de licença, de férias, de atestado e, ao mesmo tempo, tivemos essa alta da arrecadação gerada pela inflação, o que dificultou ainda mais para os municípios chegaram ao mínimo investido em educação, porque você tinha, ao mesmo tempo, aumento das receitas, mais do outro lado uma diminuição das despesas”, explica.

Márcia Aparecida Bernardes, secretária de educação de Mairiporã (SP), elogia a proposta. “O projeto é muito positivo. Ano passado, acompanhei toda essa angústia, essa preocupação dos secretários, até porque nós não tínhamos uma previsão de que as aulas iam voltar ou não. Então, muitos investimentos deixaram de acontecer”, conta.

Apesar da flexibilização, a PEC estabelece que o estado ou município que não cumprir o mínimo constitucional em 2020 e 2021 deverá aplicar na manutenção e desenvolvimento do ensino o percentual necessário para completar os 25% até 2023. Dessa forma, a prefeitura que gastou apenas 22% este ano, por exemplo, deverá investir 3% adicionais no próximo ano. Segundo dados do Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Educação (Siope), dos 5,2 mil municípios brasileiros que fizeram as declarações, 316 não conseguiram aplicar o 25% em educação, em 2020.

Fonte: Brasil 61

 

Globo “acusa o golpe” e escancara fúria com Faustão

Com a saída de Faustão, a Globo não queria fazer “propaganda” para o novo contratado da Bandeirantes, que terá, inclusive, uma atração concorrente com a da sua antiga empregadora. Dessa vez, a emissora deixou claro que “acusou o golpe”: apagou da ‘Globoplay’ mais de 30 anos em edições do “Domingão do Faustão”.

A postura pegou os funcionários da emissora carioca de surpresa porque a empresa não costuma apagar registros de programas passados, muito menos o de Faustão que durou décadas.

Segundo bastidores, a Família Marinho está furiosa com a saída do apresentador e está disposta a criar dificuldades na justiça para seja adiada a estreia do apresentador na Band. Para empresas especializadas em aferir percentuais de audiências, a iniciativa da Globo, acaba favorecendo ainda mais o Faustão, devendo muitos dos atuais telespectadores dela, migrarem para Band e tornar o programa do Faustão imbatível no seu horário de apresentação. Faustão terá um programa de segunda a sexta-feira, a partir do dia 17 de janeiro, das 20:30 às 21:30, justamente no horário nobre das novelas e próximo do BB.

Fonte: Jornal da Cidade Online

Brasil virou um país de caloteiros endinheirados, do Itaú a Itapemirim

O Brasil realmente segue ladeira abaixo, virou uma republiqueta de caloteiros e sonegadores endinheirados. De offshores a calotes, os muito ricos são os que mais reclamam e os que menos pagam impostos e contas. Até mesmo as igrejas entraram no barco, e conseguiram, através de um congresso oportunista e sem nenhum compromisso com o país, isentar até mesmo pagamento de IPTU.

Os escândalos só acumulam. O último, da semana, foi aplicado pelo dono da Itapemirim, Sidnei Piva de Jesus, que havia conseguido há menos de 6 meses, autorização para voos de sua companhia aérea Itapemirim, mesmo estando sua empresa de transportes terrestres sob recuperação judicial. O resultado são milhares de passageiros revoltados nos aeroportos por conta da suspensão de voos por parte da empresa, calotes em funcionários e fornecedores e claro, dívidas junto à União. O golpista mora em uma cobertura de R$ 12 milhões e abriu uma empresa na Inglaterra, avaliada em R$ 6 bilhões. Até agora não foi expedido nenhum mandado de prisão e ele segue livre, leve e solto. Mas, no país onde até o Ministro da Economia e o Presidente do Banco Central tem offshores, o calote é normalizado.

O mesmo país que abriga, sob a toga do Presidente do Supremo Tribunal Federal, a mais alta Corte de Justiça, banqueiros caloteiros como os do Banco Itaú, que se recusa a pagar uma dívida bilionária de um processo que não tem mais o que ser discutido, foi periciado, transitado em julgado e o banco chegou a ser condenado por litigância de má-fé. Mas Luiz Fux, que jurou proteger e defender a Constituição e as leis, simplesmente as ignorou, favorecendo o banco em uma decisão altamente questionável, ilegal e imoral.

O Itaú deve mais de R$ 30 bilhões na praça, acumulando débitos junto a União, estados, municípios, pessoas físicas e jurídicas. Os proprietários do banco abriram uma empresa apenas para gerenciar o patrimônio pessoal, blindado através de milhares de brechas legais. Não pagam o que devem ao povo brasileiro, não pagam o que devem a empresas, mas são os primeiros a reclamar de ‘corrupção’ e defendem o ‘estado mínimo’, evidente, em um estado forte e eficiente eles estariam presos, ou certamente bilhões mais pobres.

Fonte: Painel Político

 

 

Em apenas cinco dias 04 presos fugiram da Penitenciária de Timon. Suspeitas de corrupção

 No período de 08 a 13 deste mês, 04 presos fugiram do presidio Maracujá, da Penitenciária de Timon. Caso não hajam providências por parte da Secretaria de Administração Penitenciária, novas fugas podem ocorrer, pelas facilidades, que suscitam suspeitas de que estaria havendo facilidades e naturalmente corrupção.

A fuga de dois bandidos de elevado índice de periculosidade pela porta da frente da unidade prisional, foi vergonhosa, levando-se em conta que ambos foram chamados para descarregar um caminhão. Começaram a executar o serviço sem escolta e a porta do caminhão ficou aberta com a chave no contato. Não demorou muito para que os dois bandidos fugissem com o pesado veículo arrebentando o portal principal do Maracujá e saindo em alta velocidade. Não muito distante, os dois bandidos abandonaram o caminhão e desapareceram. Há suspeitas de que teriam sido resgatados por outros criminosos.

No dia 13, dois outros perigosos bandidos foram encaminhados para trabalharem na fábrica de bloquetes, sem qualquer escolta. Eles receberam ordem para retirar em carros de mãos, uma produção já curada dos bloquetes para colocar num local fora da unidade prisional. Como eram apenas eles dois executando o transporte e sem escolta, não encontraram maiores dificuldades para sumirem. O certo é que quando foi dado o alarme, pelo menos eles já tinham mais de duas horas de fuga empreendida.

Denúncias de perseguição, assédio moral e maus tratos a presos

Inúmeras denúncias já foram feitas à direção da SEAP, ao desembargador coordenador do Sistema Penitenciário do Maranhão, ao Ministério Público e ao Conselho Nacional de Justiça. As instituições que deveriam averiguar as denúncias se manifestam indiferentes aos problemas, que vêm crescendo. Quem não se recorda da fuga de 04 bandidos da Penitenciária de Imperatriz. Os detentos amarraram os auxiliares penitenciários da vigilância e fugiram por uma porta lateral da unidade. O alarme foi dado pelos moradores das imediações ao plantonistas de guarita, que não teria visto nada. O estranho tanto em Imperatriz e Timon é que o videomonitoramento de elevado custo, tem muitos pontos cegos e as fugas ocorrem justamente pelos locais, o pode naturalmente ser do conhecimento dos presos e outras armações, que infelizmente mostra que o Sistema Penitenciário do Maranhão.

O Ministério Público chegou a iniciar uma investigação sobre espancamento de presos, mas infelizmente não deu prosseguimento. Entende-se que entidades de defesa dos direitos humanos, devem tomar iniciativa de averiguar as investigações. Outro fator sério é que os bloquestes produzidos em alta escala se tornou um negócio tratado diretamente com a república mineira importada pelo secretário Murilo Andrade, e com o aval do titular da SEAP.

Um dos sérios problemas no Sistema Penitenciário do Maranhão é que os Policiais Penais representam menos de 20% do efetivo, simplesmente por falta de concurso público. A realidade é que auxiliares penitenciários sem qualificação e à revelia usam armas de grande porte em que é necessário treinamento especializado e outros dirigem veículos sem habilitação, além de fazerem transportes de presos.

Fonte: AFD

 

 

Assegurar a impunidade virou sinônimo de fazer justiça: O que está acontecendo? O que esperar?

Pessoas de bem, intelectualmente honestas e conscientes, que notam o que vem acontecendo nas democracias pelo mundo (Austrália, Áustria, Itália, Alemanha, Holanda, Canadá, EUA, Brasil…) e conseguem manter a clareza de raciocínio preponderando sobre as reações emocionais ou instintivas, tendem a chegar a uma conclusão indutiva consensual: estamos em guerra; em guerra onde as forças armadas serão as últimas a entrarem em ação. Enquanto isso, vale tudo por parte dos inimigos. No caso do Brasil, especificamente, a judicialização da política e da vida como alimento do ativismo judicial delinquente, por meio de narrativas vazias, principiológicas, estapafúrdias, politicamente corretas, veladamente golpistas, retoricamente comoventes de incautos, não tem limites.

A ousadia institucional ocorre, ao menos, por duas razões. Primeira: não há vácuo do exercício do poder. Se Congresso Nacional pactua com os agentes da injustiça por motivos óbvios e intuitivos, e se o chefe de Estado e as Forças Armadas – que sabemos estarem ao lado do povo, das liberdades e da Constituição – vêm aceitando a corrosão do Estado de Direito e a implantação de “democracia” totalitária pelo sistema de “justiça” e por seus comparsas, previsível que os avanços totalitários continuem e, assim, a perplexidade tome conta cada vez mais de milhões de brasileiros que clamam por um basta.

O segundo motivo dos abusos corriqueiros e intencionais: há um “centro de gravidade”, de sustentação, que invisível e constantemente garante a certeza da impunidade dos canalhas ousados, que querem porque querem derrubar o presidente da República, sob o verniz de uma pseudojuridicidade.

Robert Greene explica:

“É da natureza do poder apresentar uma fachada vigorosa, parecer ameaçador e intimidante, forte e decisivo. Mas esta demonstração externa é, com frequência, exagerada ou mesmo totalmente ilusória, visto que o poder não ousa mostrar suas fragilidades. E sob a aparência está a sustentação sobre a qual o poder se apoia – seu ‘centro de gravidade’. (…) Atacar este centro de gravidade, neutralizá-lo ou destruí-lo, é a estratégia fundamental na guerra, pois sem ela toda a estrutura entrará em colapso. (…) Atingir o centro de gravidade terá efeitos psicológicos devastadores, desequilibrando o inimigo e induzindo a um pânico de dar calafrios . (…) O centro de gravidade do inimigo é onde uma ferida doerá mais, o ponto onde ele é mais vulnerável. Atingi-lo ali é a melhor maneira de encerrar um conflito definitiva e economicamente.” 33 Estratégias de Guerra.

A dúvida que vem à tona: qual seria esse “centro de gravidade”, capaz de fazer inimigos da Pátria oprimirem, subjugarem senão humilharem, de modo aberto, escancarado, desavergonhado ou mesmo desesperado, o presidente da República, as Forças Armadas e o povo brasileiro de bem? Simples: a ditadura linguística, semântica, moral, ideológica e sobretudo jurídica do politicamente correto.

“Críticas” passaram a significar “preconceitos”; “assegurar a impunidade” virou sinônimo de “fazer justiça”; “ministro do Supremo Tribunal Federal” equivale à espécie de “ser supremo, abaixo apenas de Deus”; “Direito” foi reduzido a “princípios”, que, assim como a palavra “Constituição”, na ponta da linha, materializam “vontades ou idiossincrasias de ministros”. Não por acaso, a frase “ordem judicial não se discute; se cumpre” – transformou-se em algo similar ao mandamento “amar a Deus sobre todas as coisas”.

Compreensível, naturalmente, essa novilingua orwelliana, essa ressignificação forçada das palavras que estamos vivenciando neste Brasil do início da terceira década do século XXI, porque, na origem de tudo (1988), vendeu-se a ideia de que a expressão “guardião da Constituição” quer dizer “dar a última palavra sempre sobre o que diz ou não a Constituição”, pouco importando se as “decisões” ou “interpretações” tripudiam do dever imperioso de fundamentação.

Por isso, tanto faz se usurpam competências, destroçam liberdades fundamentais, quebram a federação, solapam pretensões democráticas, ameaçam a soberania nacional, subvertem a ordem jurídica e social, promovem o controle mental das pessoas pela imposição do medo, fomentam o caos, denotam golpe institucional por defraudamento do sistema jurídico.

E agora, depois de a lambança institucional quase que consumada? O Brasil distópico tem jeito? Claro que sim! O presidente da República, Jair Bolsonaro, volta e meia, menciona a passagem bíblica, que associa a ignorância do povo ao seu perecimento, e nitidamente vem se esforçando para conscientizar as pessoas sobre o que de fato vem acontecendo. Deixa claro que, uma das soluções eficazes, é a reação do povo, colocando os autocratas em seus cubículos. A outra solução, caso não haja a necessária – mas improvável, na minha opinião – reação popular … Bem, prefiro deixar a bala de prata com o presidente da República: confio em seu timing e no controle que tem da situação, por mais que aparentemente grave e angustiante ela se apresente para nós. Afinal, ele não disse que sabe onde está o câncer do país, que sabe o que tem que fazer e, com a população consciente, que nós, patriotas, venceremos a guerra? A conferir.

Renato Rodrigues Gomes

Mestre em Direito Público, ex-oficial da Marinha do Brasil (EN93), escritor (autor da trilogia Conscientização Jurídica e Política, disponível na Amazon).

 

Quando é que a CPI dos Transportes vai aos terminais ver a realidade do sofrimento do povo?

São cada vez mais precários os serviços de transportes coletivos em São Luís. As principais causas são faltas de números suficientes de ônibus para atender a demanda, o que origina acentuados grupos de passageiros, não apenas nos terminais, mas nas paradas e superlotações, que infelizmente são obrigados a disputar acesso aos coletivos. Idosos, estudantes e deficientes não entram na briga e muito menos os cadeirantes, os mais excluídos dos seus direitos de ir e vir.

O vereador Francisco Carvalho, presidente da CPI dos Transportes que vem pregando uma participação dos mais diversos segmentos da sociedade em informações, terá oportunidade de ver o sofrimento das pessoas nos terminais, que todos os dias têm que enfrentar desafios para se destinar ao trabalho e retornar para casa, caso se disponha a olhar de perto com os demais membros, uma realidade cruel e altamente excludente para os usuários dos transportes coletivos.

A verdade é que não existe mais espaços para improvisos, o que se faz necessário são atitudes do poder público em fazer valer um serviço de transporte, que atenda a população pelo menos próximo de uma qualidade razoável, anseio coletivo, que vem sendo tratado com discursos, engodo e desrespeito, que não se sustentam em promessas futuristas, que nunca são honradas. Para grande parte da população, a CPI dos Transportes Coletivos é vista com desconfiança, diante da força dos empresários e muitos políticos que sempre colocam os seus interesses pessoais acima dos coletivos.

Fonte: AFD