Os salários dos jogadores mais bem pagos do futebol brasileiro

Você tem ideia de qual o jogador do seu time com maior salário? O Blog fez esse levantamento conversando com executivos de futebol, dirigentes e membros das comissões técnicas. E existem boas surpresas na lista abaixo. Confira!

O atleta mais bem pago do Brasil é Dudu, dono de um salário mensal de R$ 2,1 milhões no Palmeiras. Já o elenco com a maior folha salarial em território nacional é o do Flamengo, que tem em Gabigol seu primeiro no ranking: R$ 1,6 milhão.

No líder e virtual campeão brasileiro Atlético-MG, Diego Costa e Hulk dividem os maiores vencimentos: R$ 1,3 milhão, cada. Douglas Cosa é dono do maior salário no Grêmio: R$ 800 mil na carteira e R$ 400 mil em luvas. No Corinthians, o primeiro lugar é de Willian (R$ 1,1 milhões), enquanto Lucas Lima no Fortaleza e Pedro Rocha no Atlético do Paraná  faturam R$ 1 milhão, cada – os vencimentos são pagos, em sua maioria, por Palmeiras e Spartak Moscou, respectivamente.

Abaixo, todos os integrantes da Série A, com exceção a Chapecoense e Juventude. O Blog ainda tenta descobrir os mais bem pagos da dupla.

MAIORES SALÁRIOS DE CADA TIME:

PALMEIRAS: Dudu – R$ 2,1 milhões
FLAMENGO: Gabigol – R$ 1,6 milhão
ATLÉTICO-MG: Hulk e Diego Costa – R$ 1,3 milhão
GRÊMIO: Douglas Costa – R$ 1,2 milhão
CORINTHIANS: Willian – R$ 1,1mi
FORTALEZA: Lucas Lima – R$ 1 milhão
ATHLETICO: Pedro Rocha – R$ 1 milhão
SÃO PAULO: Thiago Volpi – R$ 700 mil
INTER: Taison – R$ 650 mil
CEARÁ: Vina – R$ 600 mil
RED BULL: Luan Cândido – R$ 600 mil
FLUMINENSE: Fred – R$ 500 mil
BAHIA: Gilberto – R$ 500 mil
SANTOS: Leo Baptistão – R$ 450 mil
SPORT: Hernanes – R$ 300 mil
CUIABÁ: Wallter – R$ 300 mil
AMÉRICA: Mauro Zarate – R$ 200 mil
ATLÉTICO-GO: Werley – R$ 140 mil

Fonte: Blog do Jorge Nicola

CPI potiguar terá delação premiada do Consórcio Nordeste

A CPI da COVID do Rio Grande do Norte está fazendo, o que a CPI do Senado não fez: seguindo o caminho do dinheiro. O máximo que a CPI do Senado conseguiu descobrir foi que “temos um Presidente motoqueiro”. A CPI potiguar está indo bem mais além.

No Rio Grande do Norte, o próprio corruptor está negociando a sua delação premiada que envolve Carlos Gabas e Rui Costa, o governador da Bahia que é o Presidente do Consórcio do Nordeste.

Paulo de Tarso Carlos, proprietário da BioGeoenergy solicitou oitiva secreta e agora negocia os termos de sua delação premiada para salvar a sua cabeça. Encurralado, Paulo de Tarso ficou sem saída para explicar 48,7 milhões de reais em respiradores que nunca foram entregues.

Emílio Kerber Filho

Escritor. Jornalista. Autor do livro “O Mito – Os bastidores do Alvorada”.

 

Pastor revela os senadores omissos da corrupção do Consórcio Nordeste, que desviou recursos da covid-19

O pastor Silas Malafaia voltou a fazer um desabafo nas redes, lembrando, mais uma vez, o fato da CPI da Pandemia, já encerrada e com relatório publicado, não ter investigado os verdadeiros crimes de corrupção no âmbito do combate ao vírus chinês, como os que pesam contra o Consórcio Nordeste, agora investigados em uma comissão instaurada na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte.

“Esses cretinos que são protetores de assassinos de nordestinos, protegeram o Sr. Carlos Gabas, este canalha ladrão e corrupto do PT que comprou 49 milhões em respiradores de uma empresa fantasma, pagou a vista e nunca recebeu”, disse Malafaia, mostrando o documento de negociação assinado eletronicamente por todos os governadores da Região.

Silas, então cita os nomes de cada um dos parlamentares que se recusaram a investigar a corrupção, na CPI realizada no senado federal, preferindo criar falsas narrativas para perseguir Jair Bolsonaro.

“Renan Calheiros, Tasso Jereissati, Otto Alencar, Humberto Costa, Randolfe Rodrigues, Omar Aziz, Jader Barbalho e Eduardo Braga, que votaram num relatório bandido e inescrupuloso, que procurou proteger corruptos que desviaram dinheiro destinado para enfrentamento a pandemia da covid-19.”

Vale destacar, aliás, que as informações já colhidas na CPI em curso no estado potiguar, devem levar a mais prisões, buscas e apreensões, deixando gestores, governadores e secretários esquerdistas com os nervos à flor da pele.

Jornal da Cidade Online

 

Maranhão vacinou apenas 60,81% de uma população de 7,1 milhões, diz o IBGE

De acordo com a atualização do IBGE feita à tarde hoje, o Maranhão atingiu 60,81% da sua população vacinadas de um total de 7,1 milhões de habitantes. De acordo com informações do R7, vacinados com a primeira dose são 4.350.003 de pessoas com o registro do percentual de 60,81%. Vacinados com a segunda dose + dose única já atingiu 3.091.587 com o percentual de 43,22% e com a dose de reforço registra 200.016 pessoas com 2,8%.

A Fiocruz, uma das maiores instituições de pesquisa do Brasil e empenhada diretamente no enfrentamento a covid-19, defende uma prudência para que concessões sobre as regras deliberadas para prevenir o avanço do vírus, deveriam ser após a vacinação atingir os 80%, mas em vários estados estão ocorrendo flexibilizações com percentuais menores.

Esta semana, a Organização Mundial de Saúde manifestou-se preocupada com avanço da covid-19 em 53 países da Europa e da Ásia, que podem causar a morte de mais de 500 mil pessoas até o mês de março de 2022. Ressalte-se que a maioria dos países em que o vírus retorna, já enfrentaram duas crises sérias com mortes de milhares de pessoas.

Fonte: AFD

 

Ministro Fux humilha, juíza que mandou bloquear dinheiro do Itaú em processo que transitou em julgado

Luiz Fux ignorou o regimento interno do CNJ, jurisprudência do STF e a Constituição para favorecer Itaú em calote bilionário. Ministro alegou ‘urgência’ que já dura mais de um ano. O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) tem regras claras sobre suas atribuições, limites, prazos e requisitos necessários para tramitação de reclamações disciplinares contra magistrados. Fux desconsiderou todo o arcabouço jurídico para claramente favorecer o Banco Itaú em um calote bilionário, e vem, há mais de um ano, humilhando uma juíza que ‘ousou’ mandar bloquear R$ 2,09 bilhões nas contas do Banco Itaú, em 18 de setembro de 2020.

O parágrafo II da Seção IV do regimento interno do CNJ diz: § 2o Quando não atendidos os requisitos legais ou o fato narrado não configurar infração disciplinar, a reclamação será arquivada.

E era o que deveria ter sido feito com a Reclamação Disciplinar 0007737, apresentada pelo escritório da família do também ministro do Supremo, Luís Roberto Barroso, contra a juíza Rosana Lúcia de Canelas Bastos. As acusações meia-boca apresentadas pelo advogado Rafael Barroso Fontelles, sobrinho do ministro Barroso, não deveriam sequer ter sido acatadas, pois não preenchem nenhum dos requisitos obrigatórios que constam no regimento interno do CNJ (detalhes sobre as alegações mais abaixo).

Em parágrafo único, o regimento diz ainda:

“Se dos fatos apurados ficar evidenciada a existência de elementos suficientes para a imediata instauração de processo administrativo disciplinar contra servidor, serventuário ou delegatário de serventias, o Corregedor Nacional de Justiça proporá ao Plenário essa medida ou encaminhará os dados à Corregedoria local para as providências cabíveis”.

No caso da juíza, tudo foi atropelado, ignorado e desconsiderado. A mesma reclamação feita ao CNJ foi apresentada à corregedoria do Tribunal de Justiça do Pará, que analisou as alegações do sobrinho de Barroso, e após ouvir a juíza e ter acesso às provas de que ela agiu dentro da lei, afinal trata-se de uma ação com uma soma vultosa, manteve a magistrada no processo, e aguarda a boa vontade de Fux para dar prosseguimento à ação.

E é exatamente neste ponto onde as ilegalidades cometidas por Fux frente ao CNJ convergem. O julgamento da reclamação começou em outubro de 2020, onde Fux alegou “urgência” em sua interferência. Uma pressa que só vem favorecendo ao banco,  enquanto que a parte que venceu a ação legitimamente, acumula prejuízos e fica à mercê dos caprichos do ministro, que prioriza até cargo para ex-modelo Luíza Brunet, mas ignora um caso de extrema importância.

O Artigo 133 do Regimento Interno do CNJ diz: “Os processos não julgados serão considerados adiados e estarão automaticamente incluídos na sessão de julgamento seguinte, independentemente de nova publicação, salvo por motivo justificado“. Fux segura o processo há mais de um ano. Injustificadamente.

A interferência

Na sessão que começou a ser julgada a reclamação contra a juíza, em 6 de outubro do ano passado (vídeo mais abaixo), Fux se portou com valentia, adjetivou a magistrada e após um pedido de vistas, não levou mais a reclamação à pauta, mantendo a juíza como suspeita, e o banco sem pagar o que deve.

Fica praticamente impossível acreditar que o banco escolheu o escritório do sobrinho de Barroso aleatoriamente. Também fica difícil aceitar que o  CNJ, órgão responsável por avaliar conduta de magistrados e a organização da justiça, se preste a ser um mero puxadinho de banco caloteiro, contumaz devedor, habituado a não honrar compromissos com seus acionistas.

Abaixo, as alegações que foram feitas pelo sobrinho de Luís Roberto Barroso contra a juíza Rosana Lúcia de Canelas Bastos. É importante observar que elas foram repetidas por Fux, quando levou o caso ao conhecimento dos demais conselheiros. As mesmas queixas foram apresentadas à Corregedoria do TJPA, que julgou improcedente e manteve a magistrada no processo, aguardando apenas o desfecho do julgamento no CNJ. Sabendo da ilegalidade de sua decisão, Fux vem se recusando a pautar a reclamação, enquanto o banco segue tentando afastar a juíza ou declara-la suspeita, para que o processo seja redistribuído e o banco consiga mais tempo de calote.

As falsas alegações contra a juíza:

Acesso aos autos: os advogados não foram impedidos pela juíza. O processo tramita em segredo de justiça a pedido do Itaú, e apenas as partes habilitadas podem acessar. O advogado que tentou ver o processo não tinha procuração, porém, o que tinha não apenas viu, como fotografou e encaminhou aos demais. Ou seja, não houve cerceamento de defesa. Fux mentiu aos conselheiros.

Parcialidade: Fux alegou que a juíza foi parcial na decisão por ela não ter comunicado o banco sobre o bloqueio nas contas. O Novo Código de Processo Civil  determina  exatamente o contrário, que o magistrado não deve comunicar a parte para evitar o esvaziamento das contas. E o Novo CPC foi redigido sob a supervisão de Fux. O ministro mentiu aos conselheiros.

Levantamento de valores: A juíza determinou o bloqueio em 18 de setembro de 2020, mas entre os dias 17 a 25 de setembro, o banco alegou que estava com ‘problemas de instabilidade’ entre seu sistema e o SISBAJUD, o que impedia o cumprimento de qualquer ordem de bloqueio. Todas tiveram que ser refeitas após o dia 25. Sem a juíza saber quanto havia sido bloqueado, ela não teria como dar uma liminar de levantamento, e estamos falando de R$ 2,09 bilhões, portanto, não é uma quantia que alguém vá sacar na boca do caixa. Fux mentiu aos conselheiros.

Fonte: Painel Político

 

Decisão do STF retira R$4,6 bilhões da Saúde

A decisão do Supremo Tribunal Federal de suspender as emendas do relator geral do Orçamento no Congresso (batizadas de RP9) vai retirar ao menos R$4,6 bilhões já empenhados para a Saúde pública, segundo nota técnica da Consultoria de Orçamento da Câmara dos Deputados. O ministério da Saúde ganhou mais recursos em 2021 do que em 2020, quando 18% das emendas RP9 foram para a Saúde. No ano passado, foram R$3,9 bilhões em emendas do relator para Saúde.

Curiosamente os orçamentos de 2020 e 2021, já com “orçamento secreto”, não foram questionados no Supremo. A nota alerta que a suspensão de programações de pagamento das emendas RP9 pode paralisar obras e serviços já em andamento. A decisão que impede o pagamento das emendas do relator deverá paralisar serviços e obras em andamento.

Coluna do Claudio Humberto

 

Fórum de Defesa das Carreiras tentará junto a Alema a inclusão de reajuste aos servidores na LDO 2022

O Fórum de Defesa das Carreiras do Poder Executivo tentará uma reunião com o presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputado estadual Othelino Neto (PCdoB), para discutir a possibilidade de inclusão do reajuste salarial dos servidores públicos do Estado na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2022. O encaminhamento foi deliberado em audiência pública realizada nesta quarta-feira (10), na Casa do Trabalhador, com a participação do deputado estadual Wellington do Curso (PSDB), que ficou responsável pela articulação do encontro.

Na ocasião, o presidente do SINTSEP e coordenador do Fórum, Cleinaldo Bil Lopes, apresentou a tabela de perdas salariais da categoria, de 2015 a setembro de 2021, demonstrando a defasagem dos vencimentos dos servidores ao longo dos sete anos de governo Flávio Dino.

“A última tabela de vencimento, referente ao Plano Geral Cargos, Carreiras e Salários (PGCE), foi implantada em 2015. De lá para cá, os servidores que são abrangidos pelo PGCE não tiveram mais nenhum tipo de reajuste”, afirmou Cleinaldo Bil Lopes.

Ainda de acordo com o presidente do SINTSEP, em 2022, a categoria Administração Geral irá completar oito anos sem reajuste e, a categoria Estratégica, nove anos.

“Nós, por diversas vezes, tentamos dialogar com o governador Flávio Dino, encaminhamos ofícios a ele, mas nunca obtivemos resposta. O Fórum está exigindo a concessão do reajuste imediato aos servidores, pois não aguentamos mais tantos anos de salários defasados”, assinalou Cleinaldo.

Reunião

Presente ao evento, o deputado estadual Wellington do Curso comprometeu-se em marcar uma reunião com o presidente da Assembleia Legislativa, que deverá contar com a participação dos representantes do Fórum de Defesa das Carreiras do Poder Executivo, para discutir a possibilidade de inclusão do reajuste salarial na LDO de 2022.

“Nós temos que lutar pela valorização do serviço público. Estamos à disposição para encampar essa batalha pela previsão orçamentária do reajuste na LDO do próximo ano, bem como pela continuidade do PGCE e a inclusão daquelas categorias ainda não contempladas”, disse o parlamentar.

Fonte: SINTSEP-MA

 

Governo quer o INSS como único gestor de aposentadorias da União

O governo federal encaminhou ao Congresso Nacional um projeto de lei complementar que coloca o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) como o órgão único de gestão do Regime Próprio de Previdência Social (RPPS) da União. O despacho foi publicado hoje (11) no Diário Oficial da União.

Pelo projeto, toda a gestão de aposentadoria dos servidores e dos membros do Poder Executivo, que inclui administração direta, autarquias e fundações públicas, do Poder Judiciário, do Poder Legislativo, do Tribunal de Contas da União, do Ministério Público Federal e da Defensoria Pública da União será unificada em apenas uma entidade.

Redução de custos

Em nota, a Secretaria Geral da Presidência explicou que o objetivo da medida é simplificar, desburocratizar e reduzir custos operacionais na gestão de pagamento de aposentadorias e pensões dos servidores públicos federais. A estimativa do governo é de uma economia de R$ 27 milhões por ano com a gestão unificada.

“A escolha pelo INSS tem papel estratégico na decisão, uma vez que o instituto possui grande experiência na gestão previdenciária do Regime Geral de Previdência Social (RGPS) e executa a aposentadoria dos seus próprios servidores – o que corresponde a aproximadamente 28% da Administração Indireta do Poder Executivo Federal”, explicou a Secretaria Geral.

Acrescentou que o projeto prevê que a nova atribuição do INSS será processada de forma totalmente segregada das atribuições típicas do órgão. Nesse sentido, as atividades orçamentárias, financeiras, concessão e manutenção dos benefícios dos servidores públicos federais serão desenvolvidas por equipe de especialistas exclusivos do próprio corpo funcional.

Além disso, a proposta cria colegiados, com participação de outros Poderes e de beneficiários, para supervisionar a gestão do RPPS pelo INSS.

O projeto atende a dispositivo da reforma da Previdência (Emenda Constitucional nº 103/2019), que estabelece o prazo até novembro de 2021 para a União implantar o órgão ou entidade previdenciária única dos seus servidores.

Fonte: Yahoo Notícias

Enquanto mais da metade da população passa fome, Flavio Dino gasta R$ 37 milhões em propaganda

O governo do Maranhão prevê gastar R$ 3,6 milhões com uma nova contratada pela Secom (Secretaria de Estado de Comunicação Social) para prestação de serviços de comunicação digital destinados “a expandir efeitos de mensagens e conteúdos e mais precisamente políticos” do governador Flávio Dino (PSB).

Vencida pela empresa Brandão Inteligência em Pesquisa e Estratégia Digital, a concorrência foi homologada pelo titular da pasta, Ricardo Cappelli, e o contrato assinado pelo secretário-adjunto de Marketing e Mídias Sociais, Marco Aurélio Oliveira, em outubro. A vigência é de 12 meses.

Genérico, o que dificulta a transparência e o controle social sobre os gastos do dinheiro público, o objeto contratual diz que prestadora dos serviços fará a “prospecção, planejamento, implementação, manutenção e monitoramento de soluções de comunicação; criação e execução técnica de ações e/ou materiais de comunicação digital; e criação, implementação e desenvolvimento de formas inovadoras de comunicação digital, destinadas a expandir os efeitos de mensagem e conteúdo do Estado do Maranhão, em seus canais proprietários e em outros ambientes, plataformas ou ferramentas digitais, em consonância com novas tecnologias”.

A justificativa para o dispêndio apresentada pela Secom é de que “o Governo do Maranhão tem mantido seu compromisso com a mudança e a construção de um Estado com mais justiça social e igualdade”, por esse motivo “um novo jeito de governar também exige um novo jeito de se comunicar com a sociedade”. Não é observado em momento algum, pesquisa do IBGE, que mostra o Estado do Maranhão, como um dos mais pobres do país, onde a fome e miséria avançam todos os dias, atingindo mais da metade da população. Infelizmente, como os órgãos de controle se isentam da devida responsabilidade da fiscalização, muito dinheiro é gasto sem a mínima transparência.

Não é a primeira vez que a Secom contrata os serviços da Brandão Inteligência, empresa com endereço cadastral registrada em São Paulo (SP), e que atualmente tem apenas Cristiana Brandão Castelo Branco como sócia-administradora.

Logo no início da era Dino, em 2015, a empresa foi contratada por R$ 114,2 mil para realizar serviço de pesquisa quantitativa com entrevistas pessoais, domiciliares e moradores no estado do Maranhão. À época, era registrada com outro nome: Ideia Inteligência em Pesquisa, funcionava no Rio de Janeiro (RJ) e tinha como proprietários os sócios Maurício José Serpa Barros de Moura e Fernando Everton Pinheiro de Aquino. Em 2018, ainda como Ideia Inteligência, foi contratada pela Secom por R$ 820 mil para gerenciar o disparo de mensagens pelo aplicado WhatsApp, com emissão de relatórios.

Além da nova contratada para prestação de serviços de comunicação digital, ao custo de R$ 37 milhões, a Secom possui contratos para produção da publicidade e propaganda do governo Dino com as agências Clara Comunicação, de São Luís (MA), Grito Propaganda, de Fortaleza (CE), e View 360 Publicidade e Comunicação, de Manaus (AM).

A Grito, mostrou o ATUAL7, tem ligações com o PCdoB, antigo partido do governador do Maranhão, e já operou com o presidente estadual da legenda, Márcio Jerry, atual secretário de Estado das Cidades e Desenvolvimento Urbano.

Fonte: ATUAL 7 e AFD

 

Temendo torturas na penitenciária preso tenta o suicídio. Aumentam assédios e perseguição em Timon

Um homem, que misteriosamente não teve o seu nome revelado, acusado de tentar esfaquear seu irmão, foi preso nesta terça-feira (09), por volta de 10h, por uma equipe do 11º Batalhão da Polícia Militar do Maranhão – PM-MA – no município de Timon.

A guarnição se deslocou até o local apontado na denúncia, e no momento da abordagem, ao saber que voltaria à Penitenciaria Regional de Timon, o elemento tentou suicídio desferindo um forte golpe de faca em seu próprio abdômen. O SAMU foi acionado e ele foi encaminhado ao Hospital de Urgência de Teresina (HUT).

Após averiguação sobre o fato, foi realmente constatado um mandado de prisão em aberto e que se tratava realmente suicida foragido da Penitenciária Regional de Timon (Maracujá), chefiada pelo policial penal Willian Nunes Leite Filho,sobre quem pesam imputações de permitir tortura a presos na unidade e assédio moral contra servidores do presídio, o que inclusive já foi denunciado ao desembargador do Tribunal de Justiça, coordenador do Sistema Penitenciário do Maranhão

Servidores têm desesperadamente batido às portas dos órgãos judiciais e do próprio Ministério do Trabalho, entre outros, denunciando maus tratos e assédio moral, além de torturas dentro da penitenciária regional, inclusive pedindo providências urgentes. O diretor da Penitenciária de Timon, tem em seu currículo a participação em um movimento violento na Penitenciária de Coroatá, ocasionado pela visita de Defensores Públicos, os quais foram apurar junto aos presos casos de torturas, tendo inesperado surgido um falso motim e o resultado foi que mais de 30 presos saíram feridos, inclusive com presos atingidos nos testículos e o caso nunca foi apurado e por determinação do secretário Murilo Andrade, William Leite Filho pela sua participação na violenta e covarde ação, foi promovido para a direção da Penitenciária de Timon, quando deveria ser afastado das funções públicas até a apuração dos fatos relacionados a torturas e violência contra mais de 30 presos, em razão da sua participação direta no ato.

Conselho Regional de Enfermagem, nos dias 20 e 21 de setembro de 2021, fez visita à penitenciária e constatou “in loco”, diversas irregularidades que comprometem diretamente a vida e a saúde dos presos. O presidente do Coren – MA, Enf. José Carlos Junior, fez o então diretor Willian Nunes assinar um TAC – Termo de ajuste de Conduta, que se deu em retorno a outras notificações e que até o momento não foram consideradas, onde possivelmente teria levado à morte mais presos.

O policial diretor William Nunes que já é alvo de várias denúncias e atualmente os servidores pedem encarecidamente à comarca de Timon, de que ele seja investigado, com o seu afastamento, além da apuração dos casos de maus tratos a presos e servidores penitenciária, mas como se trata de amigo do secretário Murilo Andrade, desmandos e violências continuam sendo praticadas com a absoluta impunidade a exemplo do caso da Penitenciária de Coroatá.

As irregularidades são tantas que, dentro da penitenciária regional de Timon, existem casos de presos que morreram por estarem com HIV/AIDS e mesmo assim, ficaram dois anos sem receberem medicamentos, vindo a óbito de forma lastimável. São exemplos de práticas desumanas com a banalização da vida dos presos. São fatos que precisam ser investigados para a responsabilização criminal do diretor da Penitenciária, do Secretário de Administração Penitenciária e do Governo do Estado.

A negligência e maus tratos a servidores a presos na penitenciária regional de Timon por parte do diretor William Nunes são sérias e gravíssimas. No mês de março de 2021, o preso Luís Rodrigues da Silva, que se encontrava isolado na cela 07 do Bloco A, implorou por atendimento médico, mas a ordem expressa do mencionado diretor, era que tratava de fingimento do interno. Após horas esperando atendimento, já em estado alarmante, o interno foi escoltado em um camburão até a UPA de Timon onde, por conta de mais uma negligência, veio a óbito com um ataque cardíaco! (O caso está registrado no livro de ocorrências da penitenciária reg. de Timon no mês de março, onde servidores disponibilizam.

Com a visita do Presidente do Coren – MA, José Carlos Junior, possivelmente algo possa vir a mudar, pois o mesmo afirma que “vai avançar para as correções das irregularidades encontradas durante as fiscalizações”. Enquanto isso, servidores aguardam confiantes a intervenção do poder Judiciário; mas prometem não se calar, pois não aceitam qualquer forma de maus tratos e assédio moral dentro do estabelecimento”, prática esta repudiada nos dias atuais e já denunciadas anteriormente.

                      Denuncias ao Conselho Nacional de Justiça

Os servidores signatários das denúncias, continuarão as encaminhando para as autoridades locais, mas já estão levando ao conhecimento do Conselho Nacional de Justiça, uma vez que a SEAP, tenta por todos os meios criar imagens de que o Sistema Penitenciário do Maranhão com referência nacional, negando os casos de fugas, negociatas de agentes penitenciários com presos, mortes e até denuncias de articulações com nomes de bandidos perigosos nas saídas temporárias. O caso mais vergonhoso dos últimos tempos foi registrado em Imperatriz, em que presos fugiram e conseguiram imobilizar toda a segurança do presidio. O mais vergonhoso é que foram os moradores das proximidades do local da fuga, que deram o alarme. Pelo visto, as autoridades estão sendo totalmente omissas para tanta esculhambação.

Fonte: Servidores Penitenciários de Timon

 

 

 

 

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