O IBGE vem atualizando todos os dias informações sobre o covid-19 em São Luís e no Maranhão, destacando o número total de casos, óbitos, incidência sobre 100 mil habitantes, letalidade e mortalidade por cada 100 mil habitantes. Os números atualizados às 09h.de hoje (28), revelam a existência em todo o Maranhão, de 26.145 casos; 853 óbitos; incidência por cem mil habitantes 369,1; letalidade de 3,3% e mortalidade a cada cem mil habitantes 12,1. O site registra que em São Luís, os casos de contaminação são de 8.353; os óbitos alcançam o número de 509; a incidência sobre cem mil habitantes é de 758,1; a letalidade alcança 6,1%, e a mortalidade por cada cem mil habitante é de 46,2.
De acordo com as informações, pode-se observar claramente, que a diferença do registro de casos entre a capital e o interior é grande. São Luís desponta com uma acentuada vantagem de contaminação superior de 30% em relação aos mais de 200 municípios aonde a covid-19 já chegou, observando-se a diferença os 26.145 em todo o Estado e os 8.353 na capital, o que representa 17.792 casos.
Quanto aos óbitos, há o registro total de 853 em todo o Maranhão e em São Luís, o número é de 509 mortes. A diferença entre capital e interior é de 344 óbitos, o que corresponde a 40%. Diante das informações diárias feitas pelo IBGE, a tendência que fica cada vez mais evidenciada é o crescente número na capital, observando-se no entanto, o aspecto populacional bem acentuado. Mesmo com a rede colocada pelo poder público para atender a demanda, segundo fontes do governo já observam uma redução considerável de pacientes aos postos de atendimentos, o que não significa, que a pandemia já passou. Também parece que alguns médicos descobriram que o pico da doença em São Luís teria sido no período do final de abril para o inicio de maio, mas não explicam tecnicamente, dando a entender que se trata de uma suposição.
A propósito, quando é que o governo do estado vai apresentar a sua equipe médica de infectologistas a população para uma interação e com importantes observações. Será apenas, quando a pandemia passar?