Quando o Ministério Público, o Procon e o Tribunal de Justiça se posicionaram contra o último reajuste abusivo do preço da gasolina, os donos de postos de combustíveis, através do sindicato da categoria tentaram criar alguns problemas e chegaram a insinuar pressões, mas de nada adiantou, uma vez que ficou praticamente provado, que havia realmente uma tentativa de explorar ao consumidor. Hoje encontramos inúmeros postos praticando o preço do litro da gasolina até no valor de R$ 3,069, mas estranhamente existem em nossa capital, postos praticando preços na ordem de R$ 3,499. Segundo informações que nos foi repassada é que eles vendem o produto para órgãos públicos. Há necessidade urgente de investigação das autoridades, principalmente do Ministério Público, levando-se em observação que se vier a ser comprovada a venda, naturalmente precisam ser responsabilizados criminalmente não só os donos de postos, mas os gestores dos órgãos públicos, que estariam utilizando recursos públicos, dinheiro do povo para beneficiar infratores, além de praticarem desobediência a decisão de estabelecer preços bem menores ao produto pelo Procon, Ministério Público e o Tribunal de Justiça.
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