Prefeito Edivaldo Holanda Jr radicaliza contra professores em greve por reposição salarial

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Os professores mesmo em greve permanecem em sala de aula para não prejudicar os sofridos alunos e seus familiares, mesmo sem condições dignas mínimas para alunos e professores nas salas de aulas, diz a professora Elizabeth Castelo Branco, presidente do SINEDUCAÇÃO.

Os professores do Sistema Municipal de Educação decidiram desde o dia 30 de maior entrar em greve pelas reposições salariais de 7,64% e 6,81%, referentes aos de períodos de 2017 e 2018, que a Prefeitura de São Luís se nega a pagar, e não abre diálogo para qualquer entendimento. A atitude do dirigente municipal é bastante radicalizada, com demonstração plena de que não tem qualquer compromisso com as crianças e os adolescentes que integram a rede municipal de ensino. A maioria das escolas do município está bastante danificada e não oferece condições mínimas para aluno estudar e professor lecionar. O autoritarismo do prefeito é tão exacerbado que nem os Termos de Ajustes de Condutas assinados com o Ministério Público Estadual são respeitados e há mais de três vem postergando as reformas de dezenas de unidades escolares, diz a presidente Elizabeth Castelo Branco, presidente do Sindeducação.

A dirigente sindical lamenta que o prefeito não seja aberto ao diálogo e temos conversado com os pais dos nossos alunos explicando a todos, que a problemática não é dos trabalhadores na educação, mas do dirigente municipal, que além de honrar o compromisso com os professores, também se recusa a fazer qualquer tipo de negociação, diferente quando faz promessas parapedir votos aos pais dos alunos, diz a dirigente sindical.

A atual greve vem sendo realizada com paralisações pontuais e os professores permanecem nas salas de aulas, fazendo na maioria dos casos, esforços dobrados para oferecer ensino de qualidade para as crianças, que infelizmente vão vítimas do descompromisso dos políticos com educação, mesmo sendo ela direito constitucional.                                                                                              Elizabeth Castelo Branco, durante encontros com os pais de alunos, ela diz que seria muito oportuno, que eles cobrem dos políticos educação digna, quando com certeza eles irão até as suas casas pedir votos com propostas com propostas mirabolantes. É a oportunidade da cobrança, tendo como referência uma questão presente que nunca foi honrada, destaca a dirigente da entidade de classe.

Hoje (12), os professores fizeram a paralisação na praçaNauro Machado, no Reviver, procurando conversar com as pessoas mostrando a realidade da educação em São Luís, uma das piores do país, simplesmente por falta de total compromisso. Se até o inicio das movimentações de campanhas políticas o nosso problema não foram resolvido vamos nos infiltrar nelas com denuncias, assegurou Elizabeth Castelo Branco.

 

 

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