PROCON precisa fazer novas fiscalizações nas unidades do HAPVIDA e constatar a péssima qualidade dos serviços

      ALDIR

  Depois que o PROCON constatou inúmeras irregularidades nas unidades do plano de saúde HAPVIDA, no que concerne ao atendimento e outras graves precariedades, houve um acordo para que os serviços se aproximassem pelo menos perto do razoável. Foram apenas alguns dias e logo em seguida foi retomada a esculhambação.

        Hoje, na unidade instalada no Tavola Center, havia apenas uma pessoa para atender as pessoas que, com requisições médicas e as devidas autorizações foram em busca dos procedimentos. Para que se tenha uma dimensão da realidade, por volta das 9h15, quando cheguei ao local retirei a senha preferencial de 92 e desisti de esperar, uma vez que o atendimento preferencial estava no número 51. O número de idosos, senhoras gestantes e mães com crianças era bem considerável, sendo que grande parte delas estavam em pé, em razão da falta de um maior número de cadeiras. Desisti de esperar, quando tomei conhecimento de que havia pessoas com mais de uma hora no local e teriam que aguardar um tempo maior para serem chamadas pelo atendimento e posteriormente teriam aguardar outro tempo para os procedimentos dos exames.

         No próprio Hospital Guarás, o atendimento não é diferente. É bom ressaltar que a precariedade é do próprio HAPVIDA, que ao reduzir o número de pessoas no atendimento, pretere direitos dos seus associados, daí que também se faz necessário uma fiscalização do Ministério Público da Saúde.

       De imediato, o remédio para o controle é PROCON e com a presença do Duarte Júnior, que ao seu estilo bem determinado sabe cobrar e impor regras em defesa dos interesses dos associados e naturalmente da população.

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