Tem crescido o número de dirigentes municipais, que decidiram não investir no carnaval para priorizar segundo eles, importantes ações sociais, dentre as quais elegeram a saúde e educação, diante da séria recessão econômica cada vez mais acentuada e que pode atingir proporções inimagináveis.
Existe prefeito que já explicou e mostrou que o valor que seria aplicado no carnaval
e devidamente destinado a aplicação em benefício coletivo, enquanto outros simplesmente falam da decisão tomada, mas deixam muito a desejar, até que já anunciaram que vão se ausentar da cidade com a família, mas não informam para onde.
A verdade é que o povo se torna burro e irresponsável com o futuro dos seus municípios, quando vota e passa a amargar quatro e até oito anos de inconsequências e corrupção. Há poucos dias estive conversando com um amigo que mora em uma das grandes cidades maranhenses, em que o prefeito decidiu não investir do carnaval. Ele diz que, tem a plena e convicta certeza que o cara, vai sumir umas duas semanas do Maranhão e torrar uma grana alta em grandes centros do carnaval brasileiro, com destaques para Salvador, Recife e Rio de Janeiro. Acrescentou que ao retornar ainda vem cheio de conversas e reclamações e ainda lamentando, que embora tenha feito previsões, a crise econômica impediu que a reserva monetária anunciada com a suspensão do carnaval não tenha sido possível. É aquela história, de quem tem besta não compra cavalo.
