Brasileiro vai menos ao supermercado e reduz volume de compras a cada ida

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Os aumentos abusivos e a recessão afastam os consumidores dos supermercados

Pesquisa mostra que o carrinho de compras do consumidor encolheu 3%, em média, no primeiro semestre, a primeira retração em 05 anos

            O brasileiro deu marcha à ré no consumo de itens básicos no primeiro semestre. Além de ir menos vezes às compras de alimentos, bebidas, artigos de higiene e limpeza, ele está levando um volume 3% menor desses itens cada vez que vai ao supermercado em relação ao mesmo período do ano passado.

“É a primeira vez em cinco anos que o volume médio de compras cai”, afirma Christine Pereira, diretora comercial da Kantar Worldpanel. Ela faz essa afirmação com base na pesquisa da consultoria que visita semanalmente 11,3 mil domicílios em todo o País para monitorar o consumo de uma cesta com 97 categorias de produtos.

Nos últimos tempos, as famílias vinham reduzindo as idas ao supermercado. Mas a retração acabava sendo compensada pelo aumento médio dos volumes adquiridos cada vez que se ia às compras. “Agora essa compensação cessou e pela primeira vez o consumidor andou para trás”, diz Christine.

Com o avanço da inflação, especialmente de tarifas que reduziram a renda do consumidor, e o avanço do desemprego, as famílias cortaram em três vezes as idas às compras. Foi a maneira encontrada para encaixar as despesas no orçamento, que ficou mais apertado por causa da crise.

Alta de preços. A freada no consumo de itens básicos fez o volume total da cesta de produtos monitorada pela consultoria cair 8% no primeiro semestre deste ano comparado ao mesmo período de 2014. Os preços médios dos produtos da cesta aumentaram 9% no período e o valor médio da cesta com volume menor de itens ficou estável, algo também inédito em cinco anos, ressalta Christine. “O consumidor levou para casa uma quantidade menor de produtos pagando mais por eles por causa do avanço da inflação.”

A retração nas compras já apareceu no faturamento dos supermercados. Até julho, o setor acumula queda de 0,20% na receita, descontada a inflação do período, segundo a Associação Brasileira de Supermercados (Abras). “Faz muito tempo que o setor não entrava no vermelho, pelo menos uns dez anos”, calcula o presidente do Conselho Consultivo da Abras, Sussumu Honda. Ele se diz preocupado porque a queda nas vendas é uma tendência e o ano deve fechar com retração na receita ante 2014.

Com a frustração nas vendas, uma vez que a expectativa inicial do setor era crescer 2% este ano – depois revista para 1% -, as redes varejistas tentam dar a volta por cima. A rede de supermercados Coop, com 28 lojas no Estado de São Paulo e faturamento de R$ 2 bilhões, por exemplo, mapeou no segundo semestre do ano passado 17 milhões de cupons fiscais dos clientes para saber quais itens o consumidor mais compra. Descobriu uma cesta com 52 produtos essenciais. Segundo Cláudia Costa, executiva responsável pela área de inteligência de mercado, a rede focou as negociações com as indústrias de marcas líderes dessa cesta de produtos e conseguiu obter preços até 7% menores em relação aos concorrentes. A rede Savegnago, com 32 lojas no interior paulista e faturamento bruto de R$ 1,9 bilhão em 2014, é outra que está negociando preços com fornecedores para dar descontos ao consumidor. Nesta quarta-feira, por exemplo, a empresa fez o “Unilever Day” em sua loja online. Com essa promoção conseguiu reduzir os preços dos produtos fabricados pela multinacional em até 33%, segundo Sebastião Edson Savegnago, superintendente da rede.

Outra estratégia usada pela varejista para impulsionar as vendas, também resultado de negociação com fabricantes, é oferecer maior quantidade de produto pelo mesmo preço. São aquelas promoções do tipo “leve 3 e pague 2” ou “leve 25% mais” de determinado produto, exemplifica o executivo.

Concentração. Apesar de o brasileiro estar mais racional nas compras de supermercado de uma maneira geral, o que chama atenção é a lista dos produtos cortados. “Oito produtos responderam por 81% da queda na quantidade comprada no primeiro semestre deste ano”, observa Christine. Entre esses produtos estão itens básicos, como leite pasteurizado, açúcar, água mineral, por exemplo. Ao contrário de outras crises nas quais as compras de produtos de higiene pessoal não eram reduzidas, desta vez, esses itens também sentiram o impacto do aperto no orçamento. No primeiro semestre, pela primeira vez, a cesta de higiene pessoal recuou 5% em volume ante os mesmos meses de 2014, com destaque para queda nas compras de escova de dente, colônia, antisséptico bucal. Em termos de cesta, a maior retração ocorreu nas bebidas, com queda de 11% no volume, no mesmo período.

Nordeste pesa. O Nordeste, a região “queridinha” dos empresários do varejo nos últimos anos, foi a que mais contribuiu para a queda nos volumes consumidos de alimentos, bebidas e artigos de higiene pessoal e limpeza no primeiro semestre deste ano, segundo pesquisa da Kantar Worldpanel. Entre janeiro e junho, a região respondeu por dois pontos porcentuais da queda de 8% no País.

Lorena Cecília Cavalcante, trabalhadora autônoma que mora em Fortaleza (CE), deu a sua contribuição para essa retração. Ela reduziu em 25% o gasto com supermercado para conseguir fechar o orçamento e pagar as outras contas básicas de casa. “Antes, comprava R$ 1.250 por mês, agora reduzi a conta em R$ 400”, disse ela, que faz compras para uma família de oito pessoas. “Primeiro, tive de cortar o supérfluo como iogurtes, biscoitos, salgadinhos, docinhos e produtos que encareceram demais, como algumas frutas.”

Na sequência, Lorena reduziu as compras de produtos de limpeza e higiene pessoal. “Antes, comprava dez litros de água sanitária. Agora, são só quatro litros. Diminui pasta de dente, antisséptico bucal, desodorante e escova de dente. Tudo isso fez com quem eu fosse menos vezes ao supermercado. Antes eram duas vezes por semana. Agora é uma vez e no dia das promoções das frutas e verduras. ”Lorena adotou a tática de esconder das crianças os produtos que compra em maiores quantidades. “Se colocamos os produtos ao alcance  da vista das crianças elas irão querer consumir tudo de uma só vez.”
Ela contou que diminuiu a compra de farinhas para mingau e outros produtos infantis enlatados. “Estou fazendo de tudo para economizar cortei o supérfluo e priorizei o essencial”, disse Lorena.

 Carmen Pompeu, especial para O Estado de S. Paulo

“A tortura no Brasil é uma política de Estado”

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De acordo com denúncias de organizações não governamentais, a tortura no Brasil é crescente e diária.

   Município Dias D’Ávila, Bahia, 14 de junho de 2015. Um morador de 62 anos tem sua casa invadida por quatro policiais, durante a madrugada, e é torturado por mais de uma hora e meia. A tortura é dolorosa: socos que deixaram feridas nos ombros, mandíbula, joelhos e uma perfuração no ânus causada por um cabo de vassoura. A sessão de violência foi motivada pela suspeita de que o idoso, que não possui antecedentes criminais, seria um narcotraficante. Os policiais, porém, não visavam sua prisão: queriam dinheiro.

A entrevista é de Marcelo Pellegrini, publicada por Carta Capital.

A história descrita é representativa da forma de agir da polícia brasileira, segundo Marcelo Barros Correia, delegado em Fernando de Noronha (PE) e doutor pela Universidade de Salamanca, na Espanha. Autor do livro Polícia e tortura no Brasil, Correia entrevistou policiais de todo o País para sua pesquisa e afirma que a tortura é um método amplamente utilizado pela polícia brasileira, embora seja proibida pela Constituição.

Segundo ele, muitos policiais começam a torturar amparados por uma moralidade socialmente aceita de que a tortura é legítima para resolver crimes. No entanto, na prática, “a tortura é usada para fins pessoais como na resolução de crimes patrimoniais que oferecem recompensas e ascensão profissional ao policial”. Para ele, a tortura atual não é fruto da ditadura militar, mas de uma ideia de opressão aos grupos menos organizados da sociedade que remonta ao período colonial.

Eis a entrevista.

A tortura praticada hoje é um resquício da ditadura militar?

Na verdade, o padrão de tortura praticado antes e depois da ditadura é o mesmo. Durante a ditadura, a liberdade de torturar e o poder de não precisar dar resposta às demais instituições eram muito maiores e permitiram a aplicação de uma tortura mais sofisticada. A supressão dos direitos individuais e das garantias legais fizeram com que a tortura fosse praticada de forma mais intensa e com mais requinte. A simplicidade da tortura de hoje seria, de certa forma, um retrocesso nos métodos. Atualmente, a tortura mais realizada pela polícia é a do saco plástico visando o sufocamento, algo muito rudimentar em comparação com a tortura da ditadura. O padrão de hoje é muito mais próximo ao padrão de antes da ditadura. Os policiais usam plástico porque, a princípio, uma sacola na viatura não incrimina ninguém.

Mas por que as torturas do período Vargas ou de períodos anteriores não são lembradas?

Porque elas atingiam setores vulneráveis e mais pobres da sociedade. A diferença principal é que a tortura do período militar atingia principalmente inimigos políticos do regime, entre eles acadêmicos e pessoas da classe média. A formação das nossas universidades, por exemplo, é posterior à ditadura Vargas. Com uma efervescência acadêmica maior e com a tortura visando acadêmicos ou estudantes que conhecem seus direitos constitucionais, as denúncias e as respostas contra a tortura aparecem mais e são mais contundentes.

Em seu livro, o senhor fala da diferença entre uma tortura contra pessoas “visíveis” e “invisíveis”. A tortura no Brasil ainda faz esta distinção?

A tortura existe e existirá no Brasil por muito tempo porque os mecanismos que a produzem seguem intocáveis. O caso Amarildo é uma exceção que ganhou repercussão, mas existem vários outros “Amarildos” que seguem sendo torturados e não viram notícia. O Amarildo é um invisível que por uma circunstância ganhou visibilidade. No entanto, isso não altera em nada o quadro de invisibilidade dos demais. A imprensa, por exemplo, trata o caso Amarildo especificamente, mas não discute as circunstâncias que levam a esta prática.

Quais circunstâncias são estas?

A academia policial, por exemplo, tem um papel fundamental neste processo. As academias deveriam fornecer um conhecimento técnico de como fazer uma investigação sem utilizar a tortura, mas não conseguem atingir este nível técnico profissional. Ou seja, o policial sai da academia sem saber manusear uma arma, sem saber fazer os procedimentos normais de trabalho… o ensino é totalmente desconexo com a atividade policial. A consequência disso é que o policial aprende tudo nas ruas e assimila as velhas práticas. Além disso, também há dentro das academias um currículo oculto, algo ensinado fora da sala de aula, nos corredores. É como se o policial assistisse uma aula de Direitos Humanos, mas nos corredores ouvisse de colegas que, na prática, sem tortura não se descobre nada.

Como alterar essa visão?

A academia deveria desconstruir a imagem das pessoas que entram para a polícia e fornecer alternativas ao modelo atual. Temos um imaginário coletivo de que a polícia é violenta e devemos evoluir essa percepção. Também é preciso existir um interesse institucional de diversas áreas. As instituições policiais estão no limite da capacidade que podem atender, por isso, é impossível que elas se auto reformem.

Por outro lado, o Poder Judiciário é omisso e conivente com casos de tortura policial. AOrdem dos Advogados do Brasil (OAB) tampouco fala sobre isso. Nas universidades, há muitos debates sobre violência policial, mas todos incapazes de oferecer propostas de mudanças para o modelo de polícia que temos. O Executivo, por sua parte, também é omisso em criar diretrizes para melhorar controlar a polícia. Ou seja, todas as instituições do Estado ajudam a perpetuar a tortura.

Não há interesse ou organização dos setores da sociedade para reformar a polícia?

Sim. A população brasileira, em sua maioria, é bastante favorável às práticas de violência da polícia. Cerca de seis em cada dez brasileiros legitimam a tortura policial. Esse apoio da população, de certa forma, acoberta as práticas dos policiais. O que eu vejo é que a instituição policial não tem força para se reformar e as outras instituições não são propositivas para resolver este problema. Há uma inação cultural e não tentamos mudá-la.

A violência contra a mulher, por exemplo, é uma questão cultural, mas a sociedade está tentando sair deste padrão. Em relação à tortura, não vejo esse desejo. Por isso, arrisco dizer que a tortura é uma política de Estado no Brasil.

Para que a tortura é usada no Brasil?

Na investigação de crimes patrimoniais, principalmente. Entre os policiais entrevistados, todos faziam referência às delegacias especializadas, como roubos e furtos, roubos de carga, roubos de bancos… Essas unidades têm uma vocação maior para a tortura. Isso é interessante porque, quando os policiais evocam a tortura, eles sempre o fazem como algo necessário para salvar vidas. Na prática, porém, não há nada de nobre nisso. A maioria dos policiais está interessada em recuperar uma carga visando a recompensa ou ascensão profissional. Ou seja, a tortura é motivada por interesses financeiros e pessoais.

No Brasil, o torturador é punido?

Há várias falhas nas corregedorias de cada estado em relação à punição do policial. Por exemplo, na maior parte das corregedorias, é o chefe de polícia quem dá a última palavra sobre a investigação realizada na corregedoria. Isso é um problema porque, ao mesmo tempo em que se cobra resultados, se obriga o chefe de polícia a punir os policiais que se excederam para atingir as metas da instituição. Seria como pedir ao chefe de polícia para dar um tiro no próprio pé. Por isso, a necessidade de uma maior independência ou de uma carreira diferenciada nas corregedorias. Sem isso, é comum um policial estar investigando um colega hoje e amanhã ser deslocado para trabalhar ao lado de quem investigava. Eu posso dizer com tranquilidade que praticar tortura na polícia é mais tranquilo do que investigar um colega acusado de tortura.

Por que a tortura ainda é comum no Brasil?

Temos que ter consciência de uma coisa: poder sem controle gera violência em qualquer relação ou ambiente. E a atividade policial tem um grau de violência intrínseco. Por isso, temos que criar instrumentos de controle. A polícia europeia é menos violenta porque a sociedade exigiu determinados padrões de investigação e de comportamentos. A violência policial na Europa está muito associada a grupos terroristas ou de imigrantes. Ou seja, assim como nós, brasileiros, eles oprimem grupos que possuem uma baixa capacidade de lutar por seus direitos.

A tortura funciona como método de confissão e de investigação?

Ela é útil, mas não pode ser vista como eficiente. Ela seria eficiente se alcançasse a verdade sem punir inocentes, o que nem sempre acontece. Mas, em geral, ela é bastante útil. Se um policial tortura alguém para descobrir onde estão os objetos roubados e descobre, a tortura foi útil no entendimento do policial. É por isso que a tortura é usada em todo o Brasil e, infelizmente, de uma forma muito maior do que as pessoas supõem. Hoje, as polícias não tem treinamento para realizar investigações de forma técnica. Além disso, há uma demanda e uma pressão grande sobre as polícias, o que faz com que a tortura seja um caminho mais rápido e certo para se investigar algo.

Mas nada garante que o torturado não te forneça uma atividade falsa que complique ainda mais a investigação, correto?

Na prática, a tortura dá resultados em muitos casos. Diante de intensa dor e sofrimento, há casos em que alguém confessa algo que não fez ou que suporta e não confessa nada, mas estes casos são exceções. Resta saber se os fins justificam os meios. Sabemos que há o risco de se atingir inocentes antes de chegar ao culpado. Outra questão que devemos nos fazer é se é legítimo usar a violência para descobrir crimes. Isso é um problema porque o crime de tortura é mais grave do que os crimes que se propõe a descobrir.

Fonte – IHUSINOS

Nota Pública sobre o assassinato de José Santos Rodrigues, conselheiro do Instituto Chico Mendes

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A morte da floresta, a morte de todos nós

   Raimundo Santos Rodrigues, conhecido como José dos Santos, é mais uma vítima da ganância dos saqueadores, da violência impune do interior do Maranhão e da ausência do Estado.

José Santos Rodrigues era Conselheiro do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) na Reserva Biológica do Gurupi, último fragmento da floresta amazônica em terras maranhenses, a área mais degradada da Amazônia Brasileira. A Rebio Gurupi é circundada por 3 áreas indígenas: Alto Turiaçú, Awá e Caru, que, como a floresta, sofrem os ataques dos madeireiros.

O Conselheiro, atuante junto ao ICMBio desde 2012, foi assassinado no dia 25 de agosto na cidade de Bom Jardim (MA), a 275 Km de São Luís. José dos Santos estava acompanhado por sua esposa, que foi atingida por tiros e ainda se encontra no hospital.

Ao longo de todos esses anos, José tem denunciado os madeireiros e defendido sua comunidade, também em qualidade de membro do Sindicato dos Trabalhadores Rurais (STTR) de Bom Jardim.

O corpo do conselheiro está em Buriticupu, a 200 km de Bom Jardim, cidade onde outro membro do STTR, Raimundo Borges “Cabeça”, foi assassinado três anos atrás.
José dos Santos deixa a esposa ferida e seis filhos. Em nota pública, o presidente do ICMBio, Claudio Maretti, definiu o acontecido como “um ataque covarde”. Outros conselheiros do ICMBio daquela região temem por sua própria segurança.

As comarcas de Buriticupu e de Bom Jardim frequentemente são consideradas pela população como “Terras sem lei”, onde o Estado está particularmente ausente, as instituições de defesa dos direitos coletivos são extremamente fragilizadas e a violência dita a lei do mais forte.

Nós, entidades de defesa dos direitos humanos, movimentos populares, organizações religiosas, instituições eclesiais, sindicatos, jornalistas, membros de redes e organizações atuantes em nível local, nacional e internacional, expressamos nossa solidariedade para com a família de José dos Santos, indignação pela violência sem fim que está destruindo pessoas e territórios nessa região do Maranhão e imediatas reivindicações nos seguintes sentidos:

 que a morte de José Santos Rodrigues, de Raimundo Borges e de vários outras vítimas nos municípios de Bom Jardim e Buriticupu (MA) não passem impunes; que haja investigações acuradas, identificação e punição dos assassinos e seus mandantes;

 que o Estado garanta proteção permanente às comunidades e aos defensores de direitos humanos nessa região;

 que as operações em defesa da Rebio e das terras indígenas dessa região erradiquem eficaz e definitivamente o saque de madeira e punam os empresários e políticos que se enriquecem ilegalmente através disso;

 que o Estado Brasileiro e o Governo do Maranhão reforcem as forças de segurança e as instituições de acesso à justiça nos municípios de Bom Jardim e de Buriticupu;

 que o Estado Brasileiro e o Governo do Maranhão invistam, a partir do discernimento com a população local e de mecanismos de gestão participativa, para a promoção de atividades de geração de renda alternativas ao saque e comércio de madeira.

A morte de um companheiro que lutou por justiça e a morte da floresta são a morte de todas e todos nós! Queremos viver, queremos justiça e dignidade!

1º de Setembro de 2015

Assinam:

1. Rede Justiça nos Trilhos
2. Missionários Combonianos do Brasil
3. Associação de Defesa do Meio Ambiente de Araucária- AMAR (PR)
4. Associação de Membros da Congregação Cristã no Brasil- AMCCB (PA)
5. Associação Ambiental Voz Da Natureza – Espírito Santo
6. Amigos da terra, Brasil
7. Amigos de la tierra, internacional
8. Anamuri, Chile
9. Associação de Proteção ao Meio Ambiente de Cianorte- APROMAC (PR)
10. Associação Agroecológica Tijupá
11. Associação Alternativa Terrazul
12. Associação Ambientalista Corrente Verde
13. Associação Brasileira de Estudantes de Engenharia Florestal
14. Associação Paraense de Apoio às Comunidades Carentes – APACC
15. Brigadas Populares
16. Centro de Agricultura Alternativa do Norte de Minas- CaaNm- (MG)
17. Casa da Cultura do Urubuí-CACUÍ
18. Centro de Estudos e Defesa do Negro do Pará- CEDENPA
19. Censat agua viva, Colombia
20. Centro de Defesa da Vida e dos Direitos Humanos Carmen Bascaran- CDVDH/CB
21. Coletivo de Mulheres de Altamira,
22. Comissão Paroquial de Meio Ambiente-CPMA
23. Comissão Pró-Índio de São Paulo
24. Comitê Xingu Vivo
25. Conselho Indigenista Missionário – CIMI (MA)
26. CPT – Uberlândia (MG)
27. Ecologistas en Accion, Espanha
28. FAOR – Fórum da Amazônia Oriental
29. Fase (MA)
30. Fase Amazônia (AM)
31. Fase Espírito Santo (ES)
32. Fase Mato Grosso (MT)
33. Fórum Brasileiro de Ongs e Movimentos Sociais para o Meio Ambiente
34. Fórum Carajás
35. Fórum de Políticas Públicas de Buriticupu (MA)
36. Fórum Permanente de Cidadania de Colinas
37. Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente da Universidade Federal do Maranhão – GEDMMA/UFMA
38. Grupo de Estudos de Temáticas Ambientais- GESTA-UFMG.
39. Grupo de Pesquisa Historicidade do Estado e Direito- GPHED-UFBA (BA)
40. Grupo de pesquisa Territorialização Camponesa na Amazônia
41. Instituto Brasileiro de Educação, Integração e Desenvolvimento social- IBEIDS
42. Instituto Sociedade, População e Natureza (ISPN)
43. Justiça Global
44. Marcha Mundial das Mulheres
45. Modatima, Chile
46. Movimento dos Pequenos Agricultores – MPA
47. Movimento Negro da Transamazônica
48. Movimento pela Soberania Popular na Mineração- MAM
49. Movimento Águas e Serras de Casa Branca – MG
50. Movimento Xingu Vivo Para Sempre
51. MST (PA)
52. MST (MA)
53. Mutirão pela Cidadania
54. Observatório dos Conflitos do Extremo Sul do Brasil
55. ONG Coração Amazônico
56. Instituto Políticas Alternativas para o Cone Sul- PACS
57. Rede Brasileira de Justiça Ambiental
58. Rede Jubileu Sul
59. Rede GTA
60. Sociedade Maranhense de Direitos Humanos – SMDH
61. Toxisphera -Associação de Saúde Ambiental (PR)
62. Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Maranhão
63. Patricia Magno – Defensora Pública RJ (Titular do NUSPEN, Articuladora do Fórum Justiça)
64. Carlos Alberto Dayrell – Engenheiro Agrônomo e ambientalista – Montes Claros MG).
65. Oiara Bonilla – Antropóloga – Universidade Federal Fluminense
66. Diosmar Marcelino de Santana Filho – Geógrafo, ativista e pesquisador
67. Gabriel da Silva Teixeira – Associação Brasileira de Reforma Agrária (ABRA – Núcleo São Paulo)
68. Tania Pacheco- Blog Combate Racismo Ambiental
69. Renato Farias de Araujo – Rede Cerrado
70. Adriana Assunção de Carvalho
71. Janete Capiberibe- Deputada Federal
72. Plataforma de Direitos Humanos – DHESCA Brasil
73. Terra de Direitos

Senado aprova reforma política que proíbe doação de empresas nas campanhas

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   O Senado aprovou nesta quarta-feira (2), com  36 votos favoráveis e 31 contrários,  a proibição das doações de empresas às campanhas políticas. Ficou autorizado, por outro lado, o repasse de dinheiro de pessoas físicas aos partidos e candidatos. A doação, no entanto, está limitada ao total de rendimentos tributáveis do ano anterior à transferência dos recursos. Essas normas fazem parte da reforma política reunida no PLC 75/2015.

O placar apertado refletiu a polêmica durante a discussão do modelo de financiamento de campanha. O senador Jorge Viana (PT-AC) defendeu o fim das doações de empresas, prática que ele considera inconstitucional.

— Nós temos uma bela oportunidade de pôr fim a essa presença ilegal, inconstitucional e imoral, que é o envolvimento de empresários no financiamento de campanha. Empresa visa lucro e a política não pode ser uma atividade do lucro — avalia Viana

Na mesma linha está o senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP). Lembrou que a maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal julgou como inconstitucional  a doação de empresas. Segundo Randolfe, essa prática faz mal à democracia.

— Não há eleição em igualdade de disputa quando não se tem um equilíbrio entre as partes concorrentes. É tapar o sol com a peneira não compreender que os escândalos de corrupção ocorridos de 1988 até hoje tiveram relação direta com financiamento de campanha — disse Randolfe.

O líder do PSDB, Cássio Cunha Lima (PB), lembrou que o financiamento de pessoa jurídica surgiu a partir da CPI do Orçamento, porque até então, segundo Cássio, todas as eleições eram financiadas pelo caixa dois.

— Não há problema nenhum que pessoa jurídica possa doar. Eu já recebi doações de pessoas jurídicas. Estão na minha prestação de contas e não por isso meu mandato é meio mandato, vinculado ou tolhido — afirmou Cássio.

O líder dos Democratas, Ronaldo Caiado (GO) também defendeu as doações de empresas. Para ele, contribuições feitas às campanhas eleitorais mantêm, principalmente, as condições de a oposição enfrentar a máquina do governo.

— Quantos empresários me apoiam porque não querem ver amanhã o Brasil caminhar para o bolivarianismo? Quantos me apoiam porque não querem que o exercito brasileiro seja o exercito do Stedile — questionou Caiado.

O PLC 75/2015 aprovado nesta quarta-feira, mas que ainda terá que ter a redação final votada antes de ser remetido à Câmara dos Deputados, modifica três leis. Uma delas é o Código Eleitoral (Lei 4.737/1965). O relator da Comissão da Reforma Política, Romero Jucá (PMDB-RR) garantiu que a proposta traz mais transparência, diminuição de gasto de campanha, diminuição de tempo de televisão e melhor visibilidade das prestações de conta.

Agência Senado

 

Federação dos Sindicatos dos Pescadores do Maranhão realizará em São Luís o III Encontro de Sindicatos de Pesca Artesanal do Estado

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Deputado Fernando Furtado sempre decisivo na defesa dos direitos e da dignidade dos pescadores maranhenses

A Federação dos Sindicatos dos Pescadores do Maranhão  – FESPEMA, realizará na próxima quinta (10) o III Encontro de Sindicatos de Pesca Artesanal do Maranhão. Um dos organizadores do encontro é o secretário geral da FESPEMA e deputado estadual Fernando Furtado (PCdoB).

Com o objetivo de discutir os avanços no cenário pesqueiro do Maranhão e tirar dúvidas sobre a recepção do seguro-defeso o encontro será realizado na Celebre Eventos, localizado na Rua Celso Magalhães, n° 51, Centro.

A programação prevista para começar às 8h conta com as palestras do secretário adjunto do Trabalho Júlio Guterres, do presidente interino da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil – CTB Joel Nascimento, da gerente executiva do INSS em São Luís Nádia Guedelha, dos advogados Sérgio Tamer e João Costa, da superintendente Federal da Pesca e Aquicultura no Estado, Genilde Campagnaro e do superintendente da Caixa Econômica no Maranhão, Hélio Duranti.

A Gerência Executiva do INSS em São Luís também convidou alguns servidores de Brasília para palestrarem sobre o procedimento de recepção do seguro-defeso biênio 2015/2016.

Fonte – Assessoria Parlamentar

Vereador Francisco Chaguinhas solicita sinalização na Avenida Santos Dumont

          Em pauta para apreciação do plenário da Câmara Municipal de São Luís, requerimento do vereador Francisco Chaguinhas (PSB) solicitando ao prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Júnior (PDT), a recuperação das sinalizações horizontal e vertical da Avenida Santos Dumont. A solicitação do vereador é para que seja revitalizada a indicação de trânsito nas imediações da feira do São Cristovão.

 O parlamentar argumenta que em frente à feira de São Cristovão, o trânsito de veículo precisa ser disciplinado, pois o tráfego é intenso devido à movimentação da feira.

Francisco Chaguinhas sugere ao prefeito que determine ao secretário Municipal de Trânsito e Transportes, Francisco Canindé Barros, que inclua no cronograma das atividades da SMTT, em regime prioritário e de urgência, a revitalização do sistema de sinalização da avenida.

 Pavão Filho pede “Praça Comunitária” para os moradores da Cidade Operária

     A Câmara Municipal de São Luís aprovou requerimento do vereador Pavão Filho (PDT) no qual solicita que o prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PDT) determine à Secretaria Municipal de Obras e Serviços Públicos a construção da “Praça da Comunidade”, na Cidade Operária, dispondo de calçadão, equipamento de academia ao ar livre e quadra poliesportiva.

Conforme Pavão Filho, a solicitação para que a praça seja incluída no plano de obras da prefeitura para o exercício de 2015 visa atender uma antiga reivindicação dos moradores e transformar uma área abandonada de 5 mil metros quadrados numa praça equipada para práticas esportivas e de lazer; eventos culturais e ações sociais.

“É importante destacar que a praça contribuirá para o embelezamento do bairro e preservação do meio ambiente, através da arborização e ajardinamento”, disse o parlamentar.

Ele observa ainda que a construção desse espaço para usufruto coletivo acontecerá em consonância com as próprias necessidades e desejos da comunidade da Cidade Operária.

Regularização fundiária – Por meio de iniciativa de Pavão Filho, a Prefeitura de São Luís, com base na Lei Federal nº 11.977/09, vai proceder, nos próximos dias, a entrega de títulos de propriedade aos moradores dos bairros Residencial Alcântara e Vila do Gordo, sem custo aos beneficiados.

 

Roberto Rocha Jr. apresenta Instituto Cidade Solidária na Vila Fialho

                    Na manhã desta quarta-feira, 2, o vereador Roberto Rocha Junior (PSB) esteve reunido com os diretores do Centro de Saúde Amar, no bairro Vila Vicente Fialho, para apresentar aos diretores, Salatiel Sodré e Tatiane Rodrigues, o projeto de ação social que ele está trabalhando em parceria com o Instituto Cidade Solidária. Ele foi acompanhado do gerente executivo do Instituto, Liviomar Macatrão e da enfermeira, Mariana Diniz.

O projeto do parlamentar, em parceria com o Instituto Cidade Solidária, consiste em oferecer uma assistência diferenciada com remédios e acompanhamento profissional contínuo às pessoas da região da Vicente Fialho diagnosticadas com diabetes, hipertensão arterial e colesterol alto.

A princípio, o projeto irá priorizar as pessoas em situação de maior vulnerabilidade, como as idosas e hipertensas. A primeira fase do projeto irá atender toda a região da Fialho, compreendendo desde a Avenida São Luís Rei de França à Avenida Daniel de La Touche.

“O Centro de Saúde Amar já é uma referência para a região neste tipo de tratamento, porém, ele não está conseguindo atender todas as demandas, visto que muitas vezes faltam até mesmo medicamentos. Firmamos essa parceria com o Instituto Cidade Solidária, para que possamos dar um maior suporte a essas pessoas que sofrem com este tipo de doenças e que não têm condições financeiras para fazer um tratamento adequado. Iremos começar este trabalho nesta região, mas pretendermos estendê-lo para outros bairros de São Luís”, disse o vereador.

O gerente executivo do Instituto Cidade Solidária, Liviomar Marcatrão, explicou que todo o cronograma de ações já está em fase de elaboração, para que eles possam fazer um levantamento das pessoas que precisam receber o tratamento.

“O vereador Roberto Rocha Júnior já fez muitas ações beneficentes em parceria com o Instituto Cidade Solidária. E como ele também tem um histórico familiar com algumas dessas doenças, isso o despertou a elaborar esse projeto, e firmar essa parceria de tamanha importância, e que irá beneficiar, com certeza, muitas pessoas carentes dessa região”, disse.

O diretor administrativo da Amar, Salatiel Sodré, se comprometeu em disponibilizar um cadastro com informações mais precisas das pessoas da região que possuem este tipo de diagnóstico.

“É uma parceria muito importante, pois, além ajudar no tratamento das pessoas que precisam de medicação contínua, ainda irá fazer um trabalho de prevenção, com acompanhamento nutricional às pessoas que têm um histórico familiar com essas doenças”, elogiou.

 Marlon Garcia cobra saneamento e asfalto para os  bairros  Redenção e Areinha

            A Câmara Municipal de São Luís aprovou, por unanimidade, duas proposições do vereador Marlon Garcia (PTdoB), pedindo benefícios do Governo do Estado e da Prefeitura de São Luís para milhares de pessoas dos bairros Redenção (Filipinho) e Areinha.

Em indicação encaminhada por meio de ofício ao governador Flávio Dino (PCdoB) e ao presidente da Caema, Davi Telles, Garcia pede a realização de serviços de esgoto e saneamento básico na 3ª Travessa da Rua 2, no Bairro da Redenção (Filipinho).

No documento, o vereador Marlon Garcia pede urgência na realização dos serviços públicos da Caema, pois os moradores da rua estão sofrendo com problemas de esgotos e galerias entupidas, causando transtornos nas residências.

 Areinha – Em requerimento encaminhado ao prefeito de São Luís e ao secretário municipal de Obra e Serviços Públicos, Antônio Araújo, Marlon Garcia solicita a realização de serviços de recuperação asfáltica da Rua 33, no Bairro da Areinha.

No documento, Marlon Garcia sugere ao prefeito e ao titular da Semosp, que a recuperação da camada asfáltica da importante via pública da Areinha seja feita por meio do programa Mais Asfalto, que está beneficiando dezenas e bairros de São Luís.

Fonte – Diret / Comunicação / CMSL

Supera em mais de 30% o número de assaltos a bancos, arrombamentos a caixas eletrônicos e saidinhas bancárias no Maranhão

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   De acordo com o serviço de informação e comunicação do Sindicato dos Bancários do Maranhão, contando ainda com importantes colaborações de delegados sindicais, associados em todos os municípios que têm estabelecimentos de crédito e pesquisa na mídia, houve um aumento superior a 30% no conjunto de assaltos, arrombamentos a caixas eletrônicos e saidinhas bancárias entre janeiro a agosto de 2014 e o mesmo período em 2105.

        O registro da entidade de classe destaca: Entre janeiro e agosto de 2014 foram registrados 12 assaltos, 25 arrombamentos a caixas eletrônicos, a maioria mediante explosões e 07 saidinhas bancárias. No mesmo período de oito meses no atual exercício, os números  são os seguintes: 16 assaltos a bancos, 33 arrombamentos a caixas eletrônicos e 10 saidinhas bancárias. O total de 2014 indicou 44 práticas criminosas, e em 2015 foram 59, o que deixa bem claro o considerável aumento da violência.

        Uma importante observação é que em todos os casos de violência relacionadas a estabelecimentos bancários, ficou bem claro que houve certo equilíbrio no crescimento de todos os crimes, o que de certo modo causa certa apreensão para a categoria dos bancários, altamente fragilizada e bastante visada pelos bandidos.

        Agências do Banco do Brasil e o Bradesco, pela grande expansão em nosso Estado, são as mais atingidas pelos bandidos e naturalmente destruídas pelas enormes explosões com utilização de dinamite para arrombar caixas eletrônicos.

Gás de cozinha amanhece com aumento superior a 25%. A fome, a miséria e a violência vão se tornar mais acentuadas

       aldir

As informações de ontem revelavam que o governo federal havia autorizado um aumento para as tarifas do gás de cozinha, mas não revelavam o percentual, mas a população já sabia que ele automaticamente seria repassado para o consumidor. Muita gente ficou bastante assustada, quando viu o novo do botijão de 13 kg, nos postos de combustíveis que praticam preços bem abaixo da entrega a domicilio. Até à noite passada, o botijão era comercializado por 35 reais e hoje já podia ser adquirido por 45 reais, o que mostra claramente um aumento superior a 25% e bem próximo dos 30%. A entrega do produto em residências que chegavam até 55 reais devem ser elevadas para 65 ou 70 reais. Com o novo aumento da energia elétrica, o governo logo estará tomando chupa de laranja da boca de jumento, sendo que antes levará cuecas e calcinhas de homens e mulheres desse triste Brasil.

       O governo decidiu penalizar severamente a população brasileira pela crise econômica e financeira que atravessa o país, decorrente da roubalheira institucionalizada no Brasil pelo Partido dos Trabalhadores. Nunca se roubou tanto e vergonhosamente e estamos assistindo bandidos travestidos de empresários, de gestores públicos e de políticos, que destruíram praticamente a Petrobrás, uma das maiores empresas do Brasil e que era orgulho nacional, desde quando foi criada pelo presidente Getúlio Vargas. De uma coisa todos os brasileiros já têm certeza, que o Projeto do PT para o Brasil, nada tem a ver com o ideológico e muito menos com o social, mas unicamente o poder e a sordidez da roubalheira.

        Muitos brasileiros já estão pagando com a fome. Os que estão na miséria caminham para a exclusão total e assim a sociedade vai sendo destruída com a redução mais acentuada do poder aquisitivo com salários aviltantes corroídos pelos tributos cada vez mais avassaladores.

         O desemprego  já é uma grande realidade e a violência deve tomar proporções inimagináveis e acredito que possamos estar bem próximos de uma convulsão social, caso não seja encontrado um caminho sério e urgente para a conter a crise politica, econômica e financeira.

Termo de Ajuste de Conduta no Ministério Público para regulamentar gratificação de produtividade do SUS

         Provocada pelo Sindicato dos Servidores Públicos do Maranhão, será realizada amanhã (03), na sede das Promotorias de Justiça da Capital, audiência pública para a elaboração de um Termo de Ajuste de Conduta, que visa viabilizar a criação de uma comissão especial para a elaboração do Plano de Cargos, Carreiras e Salários dos Servidores Públicos Estaduais do Sistema Único de Saúde. Para Cleinaldo Lopes, presidente do Sintsep, a iniciativa de recorrer ao Ministério Público se constitui em criar um mecanismo de disciplinamento de distribuição da gratificação de produtividade ou desempenho, que atualmente fica muito a critério de gestores e que acabam prejudicando os que mais trabalham com responsabilidade e dedicação, além de inúmeras distorções bem prejudiciais a maioria dos servidores públicos, afirmou o dirigente sindical.

               A audiência pública será coordenada pela 18ª Promotoria Especializada da Saúde, que tem como titular o promotor de justiça HerberthFigueirêdo, que também responde pela 20ª Promotoria da Saúde.

Prefeito Zé Martins e o Superintendente do Sebrae fizeram ampla explanação do potencial de Bequimão ao Ministro Patrus Ananias

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    O prefeito Zé Martins, do município de Bequimão transitou com muita desenvoltura dentro do contexto político e empresarial na Feira da Agricultura Familiar, realizada no município de São Bento. Durante conversa com o ministro Patrus Ananias, do Desenvolvimento Agrário, disse que a cidade administrada por ele, tem um grande potencial para o desenvolvimento, com vocações agrícolas, pecuárias e pesqueiras e recursos hídricos importantes. Relatou que a construção da ponte sobre o Rio Pericumã, autorizada pelo governador Flavio Dino, será sem dúvidas uma grande abertura para o crescimento de inúmeros municípios da Baixada Maranhense, afirmou o prefeito Zé Martins. O superintendente do Sebrae, João Martins, que é irmão do prefeito Zé Martins foi presença marcante na Feira da Agricultura Familiar e deu importante contribuição com as informações sobre o município de Bequimão e muitas orientações técnicas aos agricultores familiares participantes da Agritec.