Oposição critica PGR ‘engajada’ à defesa de Lulinha, investigado da Polícia Federal

Opositores estão indignados com o procurador geral da República (PGR), acusado de “engajamento” na defesa de Lulinha, filho de Lula (PT), investigado por tráfico de influência e corrupção. Paulo Gonet tentou retirar a relatoria de André Mendonça, ministro do STF que não se submete a Lula, e depois tentou levar o processo à 1ª instância. “Absurdo”, protesta o deputado Marcel van Hattem (Novo-RS), lembrando que, nomeado por Lula, Gonet se opôs à transferência para a 1ª instância de cidadãos comuns acusados nos atos de 8 de janeiro.

Batom na cueca

Gonet se esforça para tirar do STF dois dos três inquéritos contra Lulinha relatados por Mendonça. O outro permaneceria nas mãos de Flavio Dino.

Guinada ridícula

Para Van Hattem, é até ridículo a PGR mudar de posição sobre 1ª instância quando o investigado é o filho do presidente da República.

Críticas na academia

Professor de pós-graduação da USP e mestre e doutor em Direito Constitucional, Rubens Beçak também se associa aos críticos da PGR.

Escândalo paralelo

Já Evair de Melo (PP-ES) acha que não tem como retirar o caso Lulinha do STF pelas conexões do filho de Lula com o escândalo do INSS.

Coluna do Claudio Humberto

PF convoca ex-assessor de Lula, Marco Aurélio e a lobista Roberta Luchsinger para depor sobre Lulinha

A Polícia Federal decidiu convocar para depor o ex-chefe de gabinete do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Marco Aurélio Ribeiro, conhecido como Marcola, e a lobista Roberta Luchsinger. Os dois são investigados em um suposto esquema de tráfico de influência envolvendo contratos e interesses na administração federal. Segundo informações da investigação, os depoimentos devem ser marcados depois que os policiais concluírem a apuração sobre o caminho do dinheiro que teria circulado entre os envolvidos. A PF considera essa etapa necessária para definir as datas das oitivas.

A suspeita dos investigadores é de que Marcola tenha recebido recursos, presentes e pagamentos de despesas pessoais feitos por Roberta Luchsinger em troca de facilidades para viabilizar negócios junto ao governo federal. Roberta também é investigada por sua atuação em favor de Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS. Conforme a apuração, ela teria trabalhado em duas frentes: na tentativa de vender produtos de canabidiol ao Ministério da Saúde, negócio que não avançou, e na contratação de funcionários da Dataprev que poderiam fornecer informações sobre medidas adotadas para dificultar um esquema de descontos em folha envolvendo aposentados e pensionistas.

As investigações também encontraram mensagens envolvendo Fabio Luís Lula da Silva, o Lulinha. Segundo os policiais, o filho do presidente teria atuado como uma espécie de “facilitador” para Roberta, com o objetivo de “abrir as portas do governo”. Apesar disso, a PF afirma que Lulinha manteve poucas conversas diretas com os demais investigados. Os delegados, entretanto, apontam que o nome dele aparece diversas vezes no material analisado durante a investigação.

A defesa de Lulinha classificou os vazamentos de informações da investigação como “vazamentos criminosos”. Na sexta-feira (21), o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), abriu um inquérito para apurar o assunto. Os advogados de Marcola afirmaram que ainda não tiveram acesso ao processo e sustentaram que “há intenção de influenciar o processo eleitoral”.

Dentro da Polícia Federal, a avaliação é de que a investigação sobre o suposto esquema de tráfico de influência deverá ser concluída apenas no fim do ano. Com isso, a conclusão do inquérito tende a ocorrer depois das eleições.

Jornal da Cidade Online

 

Gastança do governo Lula é pior que os fatores externos

Relatório da Instituição Fiscal Independente (IFI) do Senado Federal desmonta a lorota da equipe econômica de Lula que terceiriza para “fatores externos” a culpa pelo fraco desempenho da economia no Brasil. O documento é claro: “o governo central produziu um déficit primário efetivo”. O relatório cita programas sociais, como Bolsa Família, variação do preço do barril do petróleo e até as emendas parlamentares em ano eleitoral, mas conclui que a gastança da gestão Lula é o mais nocivo.

Meta fiscal

Não fossem manobras que aliviam artificialmente o caixa e retiram despesas e receitas do cálculo, o déficit, diz a IFI, seria de R$52 bilhões.

Gasta sem piedade

A receita cresceu (6%), mas a gastança foi maior (6,3%). Entre janeiro e julho de 2025, o déficit foi de R$70,3 bilhões. Este ano, R$81,2 bilhões.

Não é emenda

O relatório mostra que as despesas discricionárias explodiram e não foram só as emendas, em R$31,9 bi. Outras despesas somam R$83,5 bi.

Coluna do Claudio Humberto

 

Deputado Alfredo Gaspar sobre a corrupção no Executivo: “Lulinha será preso e Lula indiciado”

O deputado, ex-relator da CPMI do INSS e candidato a vice-presidente na chapa de Flávio Bolsonaro, Alfredo Gaspar (PL-AL), afirmou nesta sexta-feira (21), que Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, será preso e o pai dele, Luiz Inácio Lula da Silva, será indiciado por causa das fraudes no INSS.

“Não tenho dúvida, por esses anos de experiência como promotor de justiça e político, que isso terminará na prisão de Lulinha e no indiciamento de Lula”, afirmou Gaspar, que foi relator da CPMI que investigou o caso. O parlamentar disse ainda: “Lula sabia o que estava acontecendo. A cúpula do INSS toda do governo Lula está presa.”

Gaspar enfatizou que foi “o primeiro a avisar o Brasil que Lulinha estava envolvido em corrupção praticando tráfico de influência”. O filho do presidente é alvo de três investigações no STF sobre suposto tráfico de influência.

Segundo o deputado, Lulinha teria participado de um esquema de corrupção e tráfico de influência ao lado de Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS, e de outros investigados. “Lulinha se associou em organização criminosa com o Careca do INSS e a Roberta Luchsinger e participaram recebendo vantagens indevidas de Careca do INSS com dinheiro dos aposentados e pensionistas”, afirmou.

Jornal da Cidade Online

 

Cerco se fecha contra Lula, após PF apontar que Lulinha faturava no governo

A crise que assombra Lula (PT) se agrava com a devastadora revelação, desta sexta (21), de que seu filho Lulinha é “destinatário de pagamentos” originados de contrato milionário que uma empresa de tecnologia obteve no governo do seu pai graças à sua interferência direta. Diálogos recuperados pela Polícia Federal da lobista Roberta Luchsinger apontam que os pagamentos eram de Cléber Ribas de Oliveira, da 3Structure, dona de contratos com Dataprev e Ministério do Desenvolvimento Social.

‘Despesas’ caras

Mensagens mostram Roberta pedindo dinheiro para “despesas de Lulinha” e cobrando pagamentos citando o filho do presidente.

Abrindo portas

Tem mensagem de Lulinha também: “Emite a NF pro Cleber”, que pagou ao menos R$ 2,5 milhões a lobista. Em troca ela abria portas no governo.

Cuidadora financeira

Lulinha reconhecia que a lobista “cuidava” de suas finanças e discutia viagens caras sem “dim dim nem origem”.

CPI do Lulinha

Indícios de sociedade oculta e tráfico de influência investigados pela PF fragilizam mortalmente o governo. E reforça pressão pela CPI do Lulinha.

Coluna do Claudio Humberto

 

Em poucas palavras, Mendonça dá “bofetada” na cara de Dino e Moraes

Ao determinar que a Polícia Federal investigue o vazamento de informações sigilosas relacionadas aos inquéritos que envolvem Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), mandou um forte e claro recado seus colegas da Corte Alexandre de Moraes e Flávio Dino.

Eis o trecho da decisão que foi uma “bofetada” em Dino e Moraes:

“O procedimento apuratório acima referido, parte de hipótese investigativa centrada na eventual identificação daqueles que teriam o dever de custodiar o material sigiloso e o violaram, e não daqueles que, no legítimo exercício da fundamental profissão jornalística, obtiveram o acesso indireto às informações que, pela sua natureza íntima, não deveriam ter sido publicizadas.”

Na prática, Mendonça destacou que peritos e investigadores da PF têm o dever de preservar as informações sigilosas às quais têm acesso. O ministro ressaltou que jornalistas, quando obtêm essas informações de maneira indireta, estão amparados pelo exercício legítimo da profissão. Essa afirmação chega justamente no momento em que Moraes e Dino vêm sendo alvo de críticas relacionadas à quebra do sigilo da fonte de um jornalista responsável por reportagens envolvendo o ministro maranhense.

Jornal da Cidade Online

Não vote em Ladrão

“Nossa justiça nos proíbe de dizermos que Lula é ladrão.

Ok, não diremos.

Mas ninguém nos proibirá de dizermos para não votarem no ladrão.

Se formos penalizados por isso, será porque a própria justiça considera Lula um ladrão.

Não fui eu quem disse, só acho razoável não votarmos em ladrões.

Nem sei se Lula roubou alguma coisa.

Longe de mim suspeitar disso….

Apenas acho razoável não votarmos em ladrões.

Serei preso ou perseguido apenas por pensar e dizer isso?

Precisaremos aceitar que o certo é o que nos é imposto?

E a militância petista, estará disposta a anular seu pensamento apenas para sustentar o poder de um sujeito que a maioria nunca viu na vida?

Não temos o direito de questionar e cobrar?

Onde estão os direitos dos indivíduos e dos coletivos?

Parece que apenas os petistas não compartilham desses direitos e deveres dos indivíduos, que formam os coletivos, que acabam sendo manipulados para sustentarem tiranos.

Os coletivos foram formados apenas para sustentarem os tiranos?

Seria esse o objetivo?

Que nojo!

Nunca vi um coletivo voltado a esclarecer as pessoas a resistirem aos tiranos.

Nunca.

Manifestem-se, coletivos.”

Pedro Possas é Médico

 

Encurralado pelo escândalo do filho, Lula oficializa a “fuga” de debate na TV

A campanha de Lula avisou à direção da Band que o ele não pretende participar do primeiro debate da eleição presidencial, marcado para domingo (23). A decisão será oficializada neste sábado (22). Entre os argumentos apresentados pela campanha está a avaliação de que Lula estaria em desvantagem por ser alvo de ataques dos demais candidatos, incluindo nomes que a emissora convidou mesmo sem obrigação legal.

É uma justificativa curiosa para quem disputa a Presidência da República.

Debates existem justamente para que candidatos sejam questionados, criticados e obrigados a responder aos adversários diante do eleitor. Lula quer mais quatro anos no cargo. No primeiro encontro direto entre os candidatos, porém, prefere não aparecer.

É a “fuga” desesperada em razão de seus malfeitos e a corrupção envolvendo instituições e recursos públicos pelo seu filho Lulinha.

Jornal da Cidade Online

 

André Mendonça manda a PF investigar vazamento do sigilo de Lulinha e constrange Dino e Moraes

Ao determinar que a Polícia Federal investigue o vazamento de informações sigilosas relacionadas aos inquéritos que envolvem Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), mandou um forte e claro recado seus colegas da Corte Alexandre de Moraes e Flávio Dino.

Moraes e Dino vêm sendo alvo de críticas relacionadas à quebra do sigilo da fonte de um jornalista responsável por reportagens envolvendo o ministro maranhense. No entendimento apresentado por Mendonça, entretanto, a responsabilidade pela proteção de informações submetidas a sigilo deve recair sobre aqueles que têm acesso direto ao material, e não sobre profissionais de imprensa que eventualmente recebam os dados.

Na decisão, Mendonça destacou que peritos e investigadores da PF têm o dever de preservar as informações sigilosas às quais têm acesso. O ministro ressaltou que jornalistas, quando obtêm essas informações de maneira indireta, estão amparados pelo exercício legítimo da profissão.

“O procedimento apuratório acima referido, parte de hipótese investigativa centrada na eventual identificação daqueles que teriam o dever de custodiar o material sigiloso e o violaram, e não daqueles que, no legítimo exercício da fundamental profissão jornalística, obtiveram o acesso indireto às informações que, pela sua natureza íntima, não deveriam ter sido publicizadas”, afirmou Mendonça.

A manifestação ocorre em meio à controvérsia envolvendo uma decisão de Moraes contra uma pessoa apontada como fonte de um jornalista que publicou reportagens sobre Dino. Em 11 de agosto, Moraes determinou uma operação de busca e apreensão contra Raimundo Cutrim, ex-secretário de Estado do Maranhão, identificado na decisão como fonte do jornalista Luís Pablo.

A medida não foi o primeiro episódio envolvendo o profissional. Em março, Luís Pablo também foi alvo de uma busca e apreensão depois de publicar reportagens que questionavam o uso de veículos oficiais por Dino e seus familiares no Maranhão.

Segundo a investigação, a questão analisada pelas autoridades não estaria relacionada diretamente à publicação das reportagens, mas à maneira pela qual teriam sido obtidas informações sobre deslocamentos e veículos utilizados pelo ministro. Moraes apontou suspeitas de perseguição e de monitoramento ilegal da segurança de Dino.O caso passou a envolver ainda uma apuração sobre uma possível atuação de integrantes do governo Carlos Brandão para perseguir o ministro e tentar encobrir um assassinato ocorrido em 2023.

As reportagens assinadas por Luís Pablo levantaram questionamentos sobre a utilização de uma caminhonete blindada pertencente ao TJ-MA durante deslocamentos de Dino e de familiares dele em São Luís. Conforme informações reunidas na investigação e em reportagens sobre o episódio, o veículo faz parte de uma frota destinada à segurança institucional do Judiciário.

Jornal da Cidade Online

Após reunião na casa de Moraes com Alcolumbre, Lula toma uísque com 04 ministros do STF e os nomes são revelados

O alto grau de intimidade entre Lula e alguns ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) subiu mais um degrau, neste período de campanha eleitoral, o que tem causado estranheza. Do cafezinho e posteriormente reunião na casa do ministro Alexandre Moraes para selar a paz com o presidente do senado, o petista escalou para uma reunião ampla e naturalmente com maiores interesses, regada a uísque com 4 ministros da corte. Entre os presentes estavam Alexandre de Moraes, o decano da corte, Gilmar Mendes, Flávio Dino e Cristiano Zanin, os dois últimos indicados ao tribunal pelo presidente.

Entre os temas tratados na conversa houve troca de impressões sobre o cenário eleitoral. Lula também deixou claro que não desistiu de indicar o advogado-geral da União, Jorge Messias, à vaga que está aberta no Supremo com a aposentadoria de Luís Roberto Barroso, mas a questão maior ficou por conta do caso de Lulinha, atolado em corrupção e que o presidente quer que o filho fique impune.

Jornal da Cidade Online