Fugas no Complexo de Pedrinhas são decorrentes de vícios antigos não enfrentados, afirma o Sindspem

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A diretoria do Sindicato dos Servidores do Sistema Penitenciário – Sindspem avaliou com muita preocupação as tentativas frustradas e as bem sucedidas fugas de presos de unidades do Complexo Penitenciário de Pedrinhas. Além das sérias falhas no serviço de videomonitoramento, as revistas não devem estar ocorrendo dentro de prazos pequenos, como de dois em dois dias e até mesmo diárias como no caso do Centro de Triagem, registram os sindicalistas, que inclusive já debateram a problemática com a atual administração da SEJAP e chegaram a fazer observações pertinentes à problemática. Infelizmente muitos vícios da administração passada, que já poderiam ter sido erradicados, ainda permanecem e podem proporcionar o surgimento de mais casos e com maiores gravidades, que já foram apontados, mas devido a relutância gerencial, a tendência é que eles aumentem.
Outro problema sério e que poderá ter consequências sérias, reside nas visitas aos presos do PSL 3. Havia uma promessa de que seriam disponibilizados ônibus para levar os visitantes da pista da BR até a unidade prisional, com uma distância que seria superior a três quilômetros Os presos já manifestaram descontentamento e muitos deixam de receber visitas em decorrência da distância, prejudiciais e bem demoradas quando se tratam de pessoas idosas. Os dirigentes devem solicitar uma reunião com gestores do Sistema Penitenciário para voltarem a debater as questões inerentes aos últimos fatos e a definição de que ações corretivas e imediatas sejam adotadas.

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