É inacreditável o que está acontecendo. Cristiano Zanin, ministro do STF nomeado por Lula de quem advogado, monocraticamente prorrogou a votação em todo o país por mais duas horas (até às 19h). O problema é que – como a decisão saiu após às 17h, milhares de urnas já haviam sido lacradas e a apuração de votos começado.
O senador Rogério Marinho, líder da campanha de Flávio Bolsonaro, se revoltou, diante de uma decisão tomada quando o horário da votação estava sendo encerrado, o que causou muita indignação e suspeitas, observando-se que nestas eleições foram inúmeras as interferências do STF no TSE sempre em favor da candidatura de Lula. A revolta do senador é decorrente de que a vitória de Flavio Bolsonaro é a expressão da vontade popular
“Impressionante o nível de intervenção de alguns ministros do STF, espero sinceramente que o bom senso prevaleça e qualquer golpe judiciário ou chicana administrativa não prospere pelo bem da democracia e da vontade popular, afirmou o senador Rogério Marinho”.
A decisão do STF atropelando o TSE, lembra uma frase que ficou bastante conhecida de autoria do ministro aposentado Luiz Roberto Barroso: “Eleição não se ganha. Se toma.
Jornal da Cidade Online