Deputados subservientes ao governo aprovam o Pacote de Maldades e vem mais extrema pobreza no Maranhão

Os deputados da oposição e sintonia com os interesses coletivos, tentaram com argumentos e princípios emanados da lei, mas sabiam que estavam diante de uma batalha vencida pela força e o autoritarismo. Enquanto os deputados Eduardo Braide e Adriano Sarney com argumentos importantes e mostrando os efeitos do Pacote de Maldades. Do outro lado a fragilidade da base governistas era motivação para risos, diante da fragilidade e dos argumentos bem inexpressivos de alguns parlamentares.

Comentário que teria sido por um dos deputados governistas é que o Palácio dos Leões estava em sintonia com a Assembleia Legislativa, com a recomendação de que a votação fosse hoje e que ninguém da base se ausentasse do plenário para não ser interpretado como desobediência ao governador Flavio Dino.

Depois dos debates, em que muitos dos conhecidos deputados governistas que tentam se identificar e até a insinuar que defendem direitos e interesses coletivos só faltaram se esconder e se fosse permitido o voto por escrito, seria muito bom diante do desconforto. O Palácio dos Leões tinha pressa e ninguém do seu grupo de subservientes poderia falhar e nem inventar desculpa, a ordem era atropelar a oposição e aprovar mais aumento de impostos.

O governador Flavio Dino deve sancionar a Lei 239/18 e logo a população vai sentir no bolso e mais precisamente na queda do poder aquisitivo, os aumentos nos preços da gasolina, refrigerantes, energéticos, isotônicos, embarcações de recreação, óleo diesel, biodiesel e outros itens como Jetskis, rodas esportivas e drones, que atinge pouca gente com o consumo bem restrito.

Caso as decisões do governador Flavio Dino, em aumentar impostos ainda não permita ele honrar sérios compromissos, principalmente em se tratando das folhas de pagamento dos servidores da ativa e dos aposentados e pensionistas, com certeza ele não terá qualquer discernimento em impor mais carga tributária ao povo que o reelegeu, que está recebendo a gratidão e um grande e pesado presente de Papai Noel.

 

 

Mais da metade da população do Maranhão vive na extrema pobreza com fome e miséria, diz o IBGE

O Maranhão ganhou hoje destaque na mídia nacional como o Estado detentor do maior percentual da extrema pobreza, com 54,1%, o que significa que mais da metade da população maranhense é de miseráveis e excluídos, de acordo com os Indicadores Sociais do IBGE.

Com base nesta classificação, havia 52,2 milhões de brasileiros em pobreza extrema em 2016. Dentre todos os estados do país, o Maranhão apresenta 54,1 % de pessoas nessas mesmas condições, sendo o único Estado a atingir mais da metade da população nas condições de extrema pobreza de acordo com o índice do Banco Mundial.

As informações do IGBE repercutiram plena em todo o país e envergonhou mais uma vez todos os maranhenses. A verdade é que no Maranhão, ao invés de combate a pobreza e as desigualdades sociais, houve o contrário, em razão de não ter sido desenvolvidas politicas sociais de grande alcance e a ausência de pelo menos incentivo para a agricultura familiar. Os recursos federais e os financiamentos do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar – Pronaf, não conseguiram sucesso em razão de favorecimentos ilícitos e direcionamento de ações vergonhosas com finalidades eleitorais.

Sem educação, saúde, saneamento básico e sem alimentos, os maranhenses estão praticamente condenados à morte pela desnutrição. Há poucos dias registrei aqui, que no mercado do João Paulo,  a maior parte do cheiro verde e do alface comercializados, vem do Ceará e chega com preços bem melhores para os revendedores.

Diante de uma crise de economia de guerra decretada pelo governador Flavio Dino, a extrema pobreza será mais uma vez contemplada no próximo ano, com percentuais inimagináveis, uma vez que a prioridade governamental é aumentar impostos e deixar a fome e a miséria correr frouxo, dentro da determinação do comunismo que governa o Maranhão.

O engodo e a farsa do Mais IDH, como era bem visível ficou definitivamente constatado com as informações dos indicadores sociais do IBGE, serviu para favorecimento politico e muitos gastos desnecessários, que resultaram na quebradeira do Estado.

 

 

 

Prefeitura de São Luís é chamada à responsabilidade pela Justiça para reformar calçadão e praça da Ponta D’areia

Decisão da Vara de Interesses Difusos e Coletivos da Comarca da Ilha determina que o Município de São Luís adote, no prazo de 180 dias, medidas judiciais e extrajudiciais necessárias ao restabelecimento do uso público do calçadão e da Praça do Sol, localizados na praia da Ponta D’areia. A decisão, que tem a assinatura do juiz Douglas de Melo Martins, destaca que o Município deverá proceder ao recadastramento dos usuários (comerciantes) elaborando e firmando contratos de concessão ou permissão, com cláusulas específicas.

Entre essas cláusulas estão a proibição de obstáculos na calçada e nos trechos próprios para o uso público e, ainda, a proibição de venda de bebida alcoólica em determinados horários e locais. A multa imposta em caso de descumprimento é de R$ 1.000,00 (mil reais) por dia. A decisão judicial é resultado de ação civil pública movida pelo Ministério Público Estadual, tendo como parte requerida o Município de São Luís.

Narra o autor que a ocupação da Praça do Sol e da calçada da Ponta D’areia, como barracas terceirizadas e barraquinhas de venda de coco deve ser regida por contrato de concessão ou permissão. “Somente com esses contratos será possível estabelecer critérios de ocupação responsável, não causando perturbação nem prejudicando o uso público na calçada e no entorno dela. A Praça do Sol e a calçada, vez ou outra, são tomadas por mesas e cadeiras”, diz o MP, frisando a grande quantidade de reclamações da comunidade.

“A praia da Ponta D’areia é um ponto turístico de São Luís. O calçadão é o seu ponto de acesso. Naturalmente, o restabelecimento do uso público do calçadão e da Praça do Sol afetará positivamente a atividade turística e o lazer de quem frequenta a praia, por esses motivos que determinei o cumprimento de sentença já proferida e confirmada pelo Tribunal de Justiça do Maranhão”, explicou Douglas Martins.

E segue: “Ao Município de São Luís caberá tomar as medidas cabíveis para o cumprimento da sentença no prazo estabelecido pela Vara de Interesses Difusos e Coletivos. Fica determinado, ainda, para fins de imediato cumprimento da sentença judicial, que o Prefeito de São Luís seja notificado”.

Para que o Município cumpra a sentença, o magistrado citou o que diz o artigo 77 do Código de Processo Civil: “Além de outros previstos neste código, são deveres das partes, de seus procuradores e de todos aqueles que de qualquer forma participem do processo, cumprir com exatidão as decisões jurisdicionais, de natureza provisória ou final, e não criar embaraços quanto à sua efetivação (…) A violação ao que dispõe tal artigo constitui ato atentatório à dignidade da Justiça, devendo o juiz, se prejuízo das sanções criminais, cíveis e processuais cabíveis, aplicar ao responsável multa de até 20% do valor da causa, de acordo com a gravidade da conduta”.


Assessoria de Comunicação
Corregedoria Geral da Justiça do Maranhão

 

Planalto quer localizar e resgatar acervo da Presidência dos governos Lula e Dilma desaparecido

Na foto acima, Lula foi presenteado, em 2010, com um relógio durante visita a Itajaí. Instituto Lula

Uma investigação aberta pelo Palácio do Planalto apura o paradeiro de 712 itens registrados no acervo da Presidência da República que teriam desaparecido durante os governos dos ex-presidentes petistas Lula e Dilma Rousseff. A informação foi publicada pelo jornal O Globo, que aponta que o caso já está em apuração há dez dias.

A lista de objetos desaparecidos inclui obras de arte, utensílios domésticos, peças de decoração, material de escritório e computadores, além de “documentos bibliográficos e museológicos recebidos pelos presidentes da República em cerimônias de troca de presentes com chefes de Estado”.

Pelas regras, os objetos recebidos em cerimônias de troca de presentes com chefes de Estado e de governo e documentos recebidos por presidentes em função do cargo devem permanecer no Palácio do Planalto, em Brasília, ou serem direcionados para o Arquivo Nacional e o Museu da República, no Rio de Janeiro.

Fonte: Congresso em Foco

 

A caixa-preta do BNDES

Se antes já era um problema, agora é uma catástrofe. O BNDES se tornou um banco voltado para o desperdício do dinheiro público com a chegada do PT ao poder. Entre os protagonistas que contribuíram para essa desgraça está o ex-ministro do Planejamento e da Fazenda dos governos Lula/Dilma, Guido Mantega, principal conselheiro econômico do governo e autor da frase “estelionato eleitoral” para criticar o Plano Real, bandeira da eleição do “sociólogo” Fernando Henrique Cardoso à presidência da República.

Depois que deixou o Planejamento, Mantega foi ser presidente do BNDES, até assumir a pasta da Fazenda no lugar de Antonio Palocci, onde quebraria o recorde como o mais longevo ministro da história da República. Permaneceu tanto tempo na pasta que se tornou um dos principais protagonistas da atual crise econômica e financeira do país. Acusado de ter realizado – juntamente com o secretário do Tesouro Arno Augustin -, as fraudes fiscais que agora aguardam julgamento no Tribunal de Contas da União (TCU), deixou o governo praticamente demitido, face sua desastrada gestão, não sem antes tentar apagar sua passagem pela presidência do BNDES.

Ao sair do banco para a Fazenda, Mantega indicou para substituí-lo o companheiro Luciano Coutinho, que utilizou os mesmos critérios para a concessão de créditos a países e empresas falidas. Ele e Coutinho, entre 2007 a 2014, praticamente destruíram o banco. Agora respondem a processos para explicar a devassa com o dinheiro público.

A dupla ainda colaborou para a criação do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que ganharia cada vez mais importância como plataforma política. De tão badalado, conseguiu eleger Dilma Roussef sucessora de Lula.

O grande financiador do PAC foi o BNDES, cujos ativos saltaram, entre dezembro de 2008 a dezembro de 2014, de R$ 272 bilhões para R$ 871 bilhões, face a grande injeção de dinheiro do Tesouro fornecida pelos dois governos petistas. Essa expansão permitiu a maior e a mais desenfreada concessão de crédito fornecida por um banco público. Foi nessa época que o BNDES começou a fornecer recursos para algumas ditaduras, a exemplo da Venezuela e Cuba. Desta última recebeu pesos cubanos como garantia do empréstimo para a construção do Porto de Mariel.

Dinheiro para gastar era o que não faltava. Entre 2009 e 2014 o aporte de caixa do Tesouro foi R$ 450 bilhões, representando um salto de 4.500% em relação aos R$ 9,9 bilhões recebidos em 2009. Essa dinheirama representava mais de 8% do PIB e 17,3% da dívida pública federal, acima dos 3 trilhões de reais. Considerando que o governo paga juros superiores à Selic e o banco empresta dinheiro cobrando juros menores que a inflação, o povo acaba subsidiando os aproveitadores do dinheiro público numa quantia superior a 35 bilhões anuais.

O presidente eleito, Jair Bolsonaro, diante de tanto descalabro, resolveu abrir os sigilos do banco tão logo assuma o governo, em janeiro. Nas redes sociais ele usou a expressão “abrir a caixa-preta” para atender ao “anseio” do povo.

No Twitter, escreveu: Firmo o compromisso de iniciar o meu mandato determinado a abrir a caixa-preta do BNDES e revelar ao povo brasileiro o que foi feito com seu dinheiro nos últimos anos. Acredito que esse é um anseio de todos”. Não contente com isso, acrescentou: “Vamos abrir todos os sigilos do BNDES, sem exceção. É o dinheiro do povo e nós temos que saber onde está sendo usado”.

O BNDES está sendo alvo de investigações da Polícia Federal, sendo que, em uma delas, o desfecho foi indiciar Mantega, Palocci, Luciano Coutinho e o empresário Joesley Batista, da JBS, por suspeitas de práticas altamente prejudiciais à instituição e ao Brasil. Falta pouco; menos de um mês.

Luiz Holanda

Jornal da Cidade Online

Pleno do TJMA aprova promoções e remoções de magistrados

O Pleno do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA) promoveu para a entrância final, como juiz auxiliar, na Sessão Plenária Administrativa desta quarta-feira (5), os juízes André Bogéa Pereira Santos (2ª Vara Cível da Comarca de Açailândia) pelo critério de merecimento, e Marco Aurélio Barreto Marques (Comarca de São Mateus), pelo critério de antiguidade.

REMOÇÃO – O juiz Rodrigo Costa Nina (Comarca de Santa Luzia do Paruá) foi removido para o Juizado Especial Cível e Criminal na Comarca de Pinheiro, pelo critério de antiguidade, e o juiz Cristóvão Sousa Barros (2ª Vara da Comarca de Lago da Pedra) para a 2ª Vara da Comarca de Coroatá, pelo critério de merecimento.

Já o juiz Haderson Rezende Ribeiro (Comarca de Dom Pedro), foi removido para a Comarca de Vitória do Mearim, pelo critério de merecimento. A juíza Glauce Ribeiro da Silva (Comarca de Alto Parnaíba), por sua vez, foi removida para a Comarca de Carutapera, pelo critério de antiguidade.

TURMA RECURSAL – O Pleno também escolheu os membros titular e suplentes da Turma Recursal dos Juizados Especiais, com sede na Comarca da Ilha de São Luís, de Imperatriz e Chapadinha.

Para membro titular da Turma Recursal Cível e Criminal, com sede na Comarca de Chapadinha, foi indicado o juiz Paulo de Assis Ribeiro (titular da Comarca de Vargem Grande), pelo critério de antiguidade.

Para membros suplentes da Turma Recursal Cível e Criminal, com sede nas Comarcas da Ilha de São Luís e Chapadinha, pelo critério de antiguidade, foram indicados os juízes Maria José França Ribeiro (7º Juizado Especial Cível e das Relações de Consumo do Termo Judiciário de São Luís, da Comarca da Ilha de São Luís) e Cristiano Regis Cesar da Silva (Comarca de Santa Quitéria), respectivamente.

E pelo critério de merecimento, o juiz Joscelmo Sousa Gomes (1º Juizado Especial Cível da Comarca de Imperatriz) foi indicado como membro suplente da Turma Recursal Cível e Criminal da Comarca de Imperatriz.


Comunicação Social do TJMA

 

Dona Margareth Palocci, a maior algoz de Lula e do PT

Quando Antonio Palocci Filho foi preso, uma garantia lhe foi dada pelos advogados de Lula, até o dia 30 de setembro de 2016 ele estaria solto. De lá para cá, o tempo passou e nada. Até o próprio Lula ser preso.

Palocci manteve-se inconformado, mas a ira maior coube a sua esposa, dona Margareth. No dia 1º de outubro de 2016 ela já estava em Curitiba, exigindo do marido que não exercesse qualquer tipo de proteção ao ex-presidente.

Lula tentou cercar o ex-ministro. Um de seus advogados também compunha a defesa de Palocci. Foi Margareth quem comandou a reviravolta e que deu forças ao marido para que tivesse coragem para delatar.

Diz a lenda, que numa conversa crucial ela teria dito: “Antonio não tem vocação para Vaccari”. Não teve. Deu no que deu. Palocci foi para casa e, em seu lugar, brevemente pode vir também a “ex-presidenta”.

 

Amanda Acosta

Articulista e repórter

amanda@jornaldacidadeonline.com.br

O Mais Imposto é a gratidão e o presente de natal de Flavio Dino para todos os maranhenses

O governador Flavio Dino deixou para o pleno período natalino para expressar a  sua gratidão ao povo maranhense que o reelegeu no primeiro turno e com uma votação expressiva. Com a sua acentuada sensibilidade, transparência e o rigor com impõe aos deputados estaduais que lhes devem obediência, por muito pouco não surpreendeu os maranhenses com o seu mais novo programa “O Mais Imposto”, que em sessão extraordinária da Assembleia Legislativa do Estado seria votado em caráter de urgência pelos deputados que cumprem fielmente todas as ordenas emanadas do Palácio dos Leões.

A intervenção do deputado Eduardo Braide foi providencial com o pedido de vistas do projeto, no que foi seguido pelo líder da bancada palaciana, deputado Rogério Cafeteira, mas que deve ser aprovado, levando-se em conta que a maioria dos parlamentares nunca a mínima preocupação com os interesses coletivos. De acordo com o Projeto de Lei 239/18, o governador Flavio Dino vai aumentar pela terceira vez a carga tributária aos maranhenses.

Antes das eleições, embora já fossem contundentes as denúncias de retiradas de recursos do FEPA para injetar em secretarias estaduais, inclusive com advertências do Tribunal de Contas do Estado, o governador Flavio Dino dizia publicamente em sua campanha politica, que em sua administração com economias  e aplicações diversas, chegou a investir mais de R$ 2 bilhões no Estado, independente do estabelecido no orçamento. Depois do segundo turno das eleições houve a explosão da quebradeira com o surgimento de uma administração praticamente falida e com uma voracidade capaz de tomar chupa de laranja da boca de jumento.

A aprovação do Projeto “Mais Imposto” é inevitável e assim os maranhenses vão ter que pagar mais tributos nas compras de: gasolina, refrigerantes, energéticos, isotônicos, embarcações esportivas, drones, óleo diesel e biodiesel. O governo está bastante desesperado, uma vez que segundo demonstrações reveladas por técnicos do planejamento governamental, o pagamento dos servidores públicos e dos aposentados e pensionistas podem ficar comprometidos logo no primeiro trimestre do exercício de 2019.

A verdade é que o governador Flavio Dino deixa bem claro, que aplicou um simples estelionato politico nos maranhense e retribui a sua gratidão àqueles sufragaram o seu nome nas urnas e dos seus candidatos, com o programa “Mais Imposto”.

 

 

Usuários de ferry boat de Cururupu encaminharam a Cézar Bombeiro fotos que mostram riscos de tragédia

Há poucos dias, o vereador Cézar Bombeiro encaminhou através da mesa diretora da Câmara Municipal de São Luís, indicação a EMAP, MOB e ao governador Flavio Dino, da necessidade de fiscalização urgente em todos ferry boats, que operam nos serviços de transportes de passageiros, veículos e cargas entre a Ponta da Espera em São Luís e o Cujupe, na Baixada Maranhense.

O vereador seguindo as denúncias de usuários fala que são constantes os problemas registrados durante viagens nas embarcações das duas empresas, que operam na exploração dos serviços mediante autorização das instituições acima. Ficar a deriva com pânico entre passageiros e o socorro feito por rebocadores do Porto do Itaqui já faz parte da rotina do transporte. Muitas viagens se tornam bastante demoradas por precariedade das máquinas, que em algumas ocasiões conseguem muito mal chegar ao Cujupe e não retornam decorrente de panes mecânicas, fazem parte dos inúmeros relatos angustiantes de usuários, afirma o vereador Cézar Bombeiro.

Fotos feitas no último final de semana por uma pessoa integrante de uma família que constantemente visita Cururupu, mostram claramente que a ferrugem toma conta da embarcação, os salvas vidas não ficam ao alcance dos passageiros, instalação na iminência de curtos elétricos, alto falante apenas decorativo, estão entre as fotos que o vereador recebeu e que aos poucos serão divulgadas. O vereador pretende com elas fazer uma visita ao Capitão dos Portos, para mostrar que as embarcações parecem não serem fiscalizadas e a ferrugem representa riscos graves e subtende que nos locais que têm contatos diretos com a água do mar, o perigo deve ser muito maior, diz Cézar Bombeiro.

A verdade é que a indiferença das autoridades e os riscos de uma tragédia sem precedente é que a omissão assume  uma proporção inimaginável  de irresponsabilidade com a vidas pessoas, em que o dinheiro é muito mais importante.

 

Vara de Interesses Difusos e Coletivos tem ações marcantes na defesa da saúde pública para todos

Têm sido por demais importantes as ações desenvolvidas pelo juiz Douglas Martins, titular da Vara de Interesses Difusos e Coletivos para proporcionar um mínimo de direito e dignidade aos pobres e oprimidos maranhenses da Grande São Luís, que precisam de atendimentos nas unidades de saúde pública e de um modo especial os idosos, que se enquadram dentro do SUS.

As obras do Hospital das Crianças vinham sendo empurradas pela administração municipal e estadual sem perspectivas de conclusão. Uma audiência pública em que o magistrado esteve presente e o representante do Ministério Público, os secretários estadual e municipal de saúde foram chamados à responsabilidade e o resultado é que foi feito um acordo em que são previstas sanções penais em caso de descumprimento dos entendimentos. Agora, as obras têm data para conclusão e estão sendo fiscalizadas.

Nos casos exacerbados de seres homens serem tratados pior do que animais sem um mínimo de estimação nos dois Socorrões de São Luís, mais uma vez o juiz Douglas Martins, voltou a exercitar a sua sensibilidade acima da de magistrado e mais uma vez chamou as secretarias municipal e estadual para a resolução do problema, determinando a que as pessoas sejam retiradas dos corredores e do chão frio para serem internadas em uma casa de saúde. Os dois secretários municipal e estadual fizeram um acordo para a retirada gradativa com a fiscalização permanente de um juiz e um promotor público.

A greve dos médicos que deveria ser deflagrada hoje (04) foi abortada por recomendação do juiz Douglas Martins e o secretário Carlos Lula, durante audiência com a justiça e os médicos garantiu pagar os salários dos médicos, com um acordo entre as partes, ficando bem caracterizado é que havia radicalização por parte do governo.

As constantes participações da Vara dos Interesses Difusos e Coletivos têm sido importantes para a população da Grande São Luís, quando as suas ações fazem os gestores públicos assumirem as suas responsabilidades e a terem mais respeito aos direitos e a dignidade das pessoas.