Mercado projeta queda no PIB e Selic inalterada até o fim de 2025, diz o Boletim Focus

Para 2025, a projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) caiu de 2,19% para 2,16%. O Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira pelo Banco Central (BC), traz as projeções do mercado financeiro para 2025. Nesta edição, a projeção para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) sofreu uma baixa de 2,19% para 2,16%.

Após 14 semanas consecutivas de queda, a inflação também se manteve em 4,85%, sendo reduzida para os próximos anos seguintes. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu de 4,31% para 4,3% em 2026; de 3,94% para 3,93% em 2027; e de 3,8% para 3,7% em 2028.

As projeções para a taxa básica de juros do Brasil, a Selic, se mantiveram em 15% ao fim de 2025. Com projeções de 12,5% em 2026, 10,5% em 2027 e 10% em 2028.

PIB

Para 2025, a projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) caiu de 2,19% para 2,16%.

Selic

A taxa básica de juros, a Selic, deve se manter a 15% até o fim de 2025.

Câmbio

O dólar caiu de R$ 5,56 para R$ 5,55, enquanto as previsões para 2026 e 2027 ficaram em R$ 5,60, e a de 2028 passou para R$ 5,56.

Coluna do Claudio Humberto

Pesquisa Genial/Quaest aponta o Congresso Nacional como poder de menor credibilidade

Maioria da população indica baixa confiança no Legislativo em comparação ao governo federal e ao STF. Pesquisa recente da Genial/Quaest mostra que o Congresso Nacional é a instituição na qual os brasileiros menos confiam, superando o Executivo e o Judiciário. De acordo com o levantamento da Atlas/Intel encomendado pela Bloomberg, 81% dos entrevistados afirmaram não confiar no Legislativo, enquanto 52% expressaram desconfiança no governo federal e 51,3% no STF.

Em outra dimensão da avaliação institucional, uma sondagem Genial/Quaest revelou que 51% dos brasileiros desaprovam o trabalho dos parlamentares, enquanto 42% aprovam, e 7% não souberam ou não responderam. 

Esses resultados indicam que há um clima geral de insatisfação. Soma-se a isso o fato de que, em levantamentos com deputados, 69% consideram que o Executivo não dá atenção suficiente ao Legislativo, percentual que reflete tensão na relação entre os Poderes. O quadro também abrange os conflitos institucionais, 79% dos brasileiros acreditam que as disputas entre governo e Congresso prejudicam o país, enquanto apenas 12% veem algum benefício nessas tensões.

Diário do Poder

O Itaú Unibanco um dos maiores do país, promove demissão em massa, atingindo mais de mil empregados

O Itaú Unibanco iniciou nesta segunda-feira (8) uma série de desligamentos que repercutiu fortemente nas redes sociais. Desde as primeiras horas do dia, funcionários relataram demissões em diversas áreas, com estimativas variando entre mil e até dois mil cortes. O banco confirmou a medida em nota à imprensa, mas não divulgou o número oficial de demitidos. De acordo com a instituição, os desligamentos decorreram de “uma revisão criteriosa de condutas relacionadas ao trabalho remoto e registro de jornada”. O comunicado acrescenta que foram detectados “padrões incompatíveis com os princípios de confiança, que são inegociáveis para o banco”.

Internautas mencionaram que o Itaú teria monitorado a atividade nos computadores dos colaboradores em regime remoto, identificando tempos de trabalho inferiores ao registrado. Não há informações sobre quantos dos profissionais desligados atuavam sob contrato CLT ou como prestadores de serviço pessoa jurídica (MEI). Segundo levantamento da consultoria Elos Ayta, o Itaú foi a segunda empresa mais lucrativa da B3 em 2024, ficando atrás apenas da Petrobras. O banco obteve lucro superior a R$ 22,6 bilhões, consolidando-se como a maior instituição financeira do país em ativos.

O Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região (SP/Bancários) afirmou ter recebido relatos de cerca de mil demissões e repudiou a decisão do banco. Em nota, a entidade destacou que não foi consultada para discutir alternativas aos cortes. “O Itaú alcança ganhos recordes e, em vez de transformar os avanços tecnológicos em melhores condições de trabalho, opta por sacrificar os empregados. É inaceitável que um banco com lucros bilionários promova demissões em massa sob o argumento de ‘produtividade’”, declarou o sindicato.

Jornal da Cidade Online

O milionário Lex Instituto de Estudos Jurídicos da família de Alexandre de Moraes, entra na mira de Donald Trump

O governo do presidente Donald Trump avalia a possibilidade de ampliar as sanções da Lei Magnitsky, já aplicadas ao ministro Alexandre de Moraes, para incluir o Lex Instituto de Estudos Jurídicos, entidade controlada por familiares do magistrado do Supremo Tribunal Federal (STF). O instituto concentra 11 imóveis em seu nome, avaliados em cerca de R$ 12,4 milhões, entre eles a residência de Moraes em São Paulo. Criado em 2000 pelo próprio ministro, o instituto foi transferido em 2013 à sua esposa, a advogada Viviane Barci de Moraes, e aos filhos Alexandre, Giuliana e Gabriela. Entre os bens registrados estão a casa localizada no bairro nobre do Jardim Europa, a sede do escritório de advocacia de Viviane, terrenos em São Roque e apartamentos em Campos do Jordão.

Segundo informações da colunista Malu Gaspar, do jornal O Globo, o Lex também foi proprietário até 2023 de um apartamento de 387 metros quadrados no Guarujá (SP), que contava com vaga para embarcações. O imóvel foi vendido por R$ 1,26 milhão, enquanto a vaga foi negociada por R$ 140 mil. Ainda conforme a publicação, a maior parte das 11 propriedades foi transferida para o instituto em 2014, período em que Moraes cogitava disputar um cargo eletivo. Dois apartamentos em Campos do Jordão, entretanto, foram comprados diretamente pelo instituto junto a uma construtora, ao valor de R$ 4 milhões cada. Além dos imóveis, o patrimônio listado inclui veículos.

O endereço do Lex coincide com o do escritório Barci de Moraes, atualmente gerido por Viviane. Foi nesse local que Alexandre de Moraes atuou como advogado antes de ingressar na vida pública. Questionado pelo O Globo sobre a situação, Moraes informou por meio da assessoria do STF que não comentaria a transferência de bens. O tema já vinha sendo debatido em círculos conservadores. Na última semana, o jornalista Paulo Figueiredo afirmou em seu canal no YouTube que o instituto reúne diversos imóveis ligados à família Moraes e que tais informações já teriam chegado ao conhecimento das autoridades norte-americanas.

Jornal da Cidade Online

As ameaças contra Eduardo Tagliaferro, o fez sentir os efeitos dos seus atos malignos e abrir a boca

Vamos falar sobre o Tagliaferro. É muito importante e útil o que ele está fazendo ao revelar todo o esquema ilegal de perseguição político-judicial do qual fez parte. Realmente as revelações podem mudar o destino do jogo. Mas jamais esqueçam que ele fez parte do esquema.

É legítimo o malfeitor se arrepender do que fez e tentar reparar o mal, e acho até que é digno, se isso for motivado por um sentimento genuíno de remorso e preocupação com os efeitos malignos do que foi feito. Mas eu não acho que seja essa a real motivação para o ex-assessor se voltar contra o Ministro.

O que me parece, pela experiência de vida que tenho após 19 anos de serviço público, é que Tagliaferro percebeu que aquilo uma hora ia dar merda, e que Alexandre de Moraes e seus asseclas iam tentar empurrar a merda para o rabo dele. Ele foi mais esperto e decidiu: “vocês não vão me fod*r não, eu é que vou fod*r vocês.”

Eu sinceramente estou muito preocupado com esse cara, apesar de não crer no bom caráter dele. Ele deve ter recebido todo tipo de ameaças e sua vida realmente está em perigo.

Ricardo Santi – Jornal da Cidade Online

 

O julgamento sem provas

                                                                                     * Percival Puggina

Iniciou o julgamento politicamente mais importante deste século no Brasil. Sua importância vem da magnitude dos crimes? Não. Vem da solidez da narrativa que os descreve? Não. Vem da exuberância e veemência das provas? Não. Vem da esmerada condução processual? Não. Vem de sua necessidade para o momento histórico nacional? Não, três vezes não. Bem ao contrário. O processo caminha para seu final acompanhado por denúncias de violações de direitos humanos, de ter instituído o direito penal do inimigo e assim tratado os réus, antecipando julgamentos, construindo versões e imagens em consonância com o viés político assumido pela Corte ao longo dos últimos 14 anos.

Um ambiente soturno rondou essa ação penal. Houve, inclusive, momentos de Família Adams, nos quais o Tribunal agia como se não tomasse conhecimento da opinião pública, mas falando a ela sem parar, impondo uma narrativa e sugerindo culpas antes mesmo de estar a investigação conclusa e de ter a PGR oferecido a denúncia. Advogados dos réus relatam obstáculos processuais que a tudo faziam penoso, inacessível, em meio à obscuridade de perguntas incômodas ficarem sem resposta. Aliás, ignoradas ficaram, também, as denúncias das Vaza Togas que ganharam novo capítulo em sessão de ontem na CSP do Senado Federal. O Brasil e o mundo sabem que os manés perderão e tudo sugere que seu principal líder será condenado à mais extravagante das penas.

Arrisco aqui minha opinião sobre o que se pode esperar das futuras páginas dessa história já redigida nas linhas enigmáticas das artimanhas juspolíticas. Quem exerce com tamanha facilidade um poder descomunal vai ficar por aí, parar tão longe do fim? Nunca houve poder assim! 11 ministros em suas togas impuseram-se aos demais entes do Estado e sobre a nação. Como? Transformando o que era um poder sob a Constituição, num poder sobre a Constituição, atributo que ela não concede a qualquer dos poderes que institui. Transformaram a Carta de 1988 numa caixa de ferramentas de valor privativo e uso reservado. Nessa nova ortodoxia, ninguém pretenda lê-la e interpretá-la. Parece ser conteúdo de uso exclusivo da Corte. Há meses avisaram que derrubarão a anistia…

Daí meu receio: aqueles que realizarem feito de tais proporções, nas circunstâncias do tempo presente, desfilarão atrás das fanfarras da vitória. Poderão, inclusive, arrastar 213 milhões de brasileiros para um completo desvio de rota. Poderão levá-los a companhias que não guardam relação amistosa com a democracia nem com os direitos dos cidadãos. Tal menção, aliás, foi proibida na eleição de 2022, lembram?

*Percival Puggina

Membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de dezenas de jornais e sites no país.

 

Trump mandou o ministro da saúde de Lula, Alexandre Padilha para casa, proibindo-o de ir a Nova York

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, teve o seu visto americano cancelado por ter criado o malfadado programa Mais Médicos, no governo de triste lembrança de Dilma Rousseff. Ele estava empolgado para ir a Nova York participar da Assembleia Geral da ONU. Chegou a dizer que os Estados Unidos não poderiam impedir a sua participação.

Diante disso, o governo brasileiro solicitou autorização aos Estados Unidos, para que Padilha pudesse comparecer ao evento. O governo Trump, sequer respondeu. Ou seja, os norte-americanos mandaram Padilha para casa. A tentativa do governo Lula em burlar uma determinação do presidente Donald Trump, foi repelido e pelo visto, qualquer outra tentativa poderá resultar em mais sanções. Mais uma vergonha para o desgoverno Lula.

Jornal da Cidade Online

No 5º mandato do PT, o povo ainda precisa de auxílio para comprar gás? A troca da dignidade humana por um botijão

O PT trilha pelo velho caminho do perverso clientelismo para tentar mais uma vez engabelar o povo mais pobre. São 20 anos de governos petistas e a pobreza só aumenta, com mais eleitores dependentes do sistema, enquanto os líderes do partido acumulam luxo e riqueza com a roubalheira avançando com celeridade. Com mais essa ‘bolsa esmola’, o PT segue o seu plano de se alimentar das minorias, enquanto as minorias se alimentam de narrativas falsas, onde não há nenhuma preocupação com o respeito a dignidade da pessoa humana.

A melhor maneira de exterminar a miséria é a geração de emprego e renda. Assistencialismo é o pior dos piores para o cidadão vulnerável. Aliás, quem conhece o PT já sabe que com esse ‘gás do povo’, surge mais um esquema de fraude, corrupção e distribuição de propina. Eles voltaram à cena do crime e com melzinho na chupeta roubar o que ainda resta de esperança, para impor mais sofrimento, mais precisamente àqueles que continuam oprimidos e excluídos na mais absoluta fome e miséria.

Gonçalo Mendes Neto. Jornalista.

 

Manifestantes na avenida Paulista chamam Hugo Motta e Davi Alcolumbre de traidores da Pátria

População lota a Avenida Paulista neste domingo, 7 de setembro, data que marca a Independência do Brasil. Lotam a Avenida Paulista, na Grande São Paulo, neste domingo (7), uma multidão de pessoas em manifestação com pautas voltadas à defesa da liberdade de expressão, críticas ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), ao governo Lula (PT), ao presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP).

Durante o protesto, um cartaz foi exibido com a frase: “Motta e Alcolumbre, traidores da Pátria”.

A quantidade de pessoas que participam dos atos na capital paulista, impressionou internautas que compartilham os muitos apoiadores protestando. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que também participou de uma manifestação marcada por muitos apoiadores, em Copacabana, no Rio de Janeiro, destacou:

“AVENIDA PAULISTA LOTADA! É o povo nas ruas pela anistia, pela democracia e pela liberdade! #BrasilcomBolsonaro”.

Diário do Poder

Empresa do PCC investigada pela PF, fecha contratos de R$12,6 milhões com a prefeitura de Codó no Maranhão

Alvo da Operação Carbono Oculto, assinou contratos milionários com cinco órgãos municipais em 2025. A Prefeitura de Codó, no Maranhão, firmou contratos que somam R$ 12,6 milhões com a empresa Rede Sol Fuel Distribuidora S/A, atualmente investigada por suposta ligação com o crime organizado. Os acordos foram assinados em janeiro e fevereiro de 2025, e foram revelados neste sábado (6) pelo jornalista Marco Silva.  A Rede Sol foi alvo da Operação Carbono Oculto, conduzida pelo Ministério Público de São Paulo, Receita Federal e Polícia Federal.

As investigações apontam que a empresa teria sido comprada pelo fundo Mabruk II, suspeito de ser uma das ferramentas financeiras do Primeiro Comando da Capital (PCC) para lavar dinheiro por meio do setor de combustíveis. Mesmo sendo investigada e sem ter filial no Maranhão, a Rede Sol mantém contratos ativos com órgãos públicos em vários estados, que juntos ultrapassam R$ 424 milhões. Além disso, acumula processos na Justiça e já foi alvo de questionamentos por órgãos de controle, como o Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP).

Contratos milionários em Codó

Em Codó, os maiores contratos da Rede Sol estão com três pastas principais:

  • Secretaria de Educação – R$ 3,4 milhões
  • Secretaria de Saúde – R$ 3,4 milhões
  • Secretaria de Infraestrutura – R$ 3,4 milhões

Além disso, a Secretaria de Desenvolvimento Social e Segurança Alimentar firmou contrato no valor de R$ 1,7 milhão, e o SAAE (Sistema Autônomo de Água e Esgoto) assinou um acordo de R$ 600 mil.

Foco das investigações

A Operação Carbono Oculto investiga uma suposta rede de lavagem de dinheiro operada pelo PCC, que usaria empresas do setor de combustíveis para movimentar recursos ilícitos. Segundo o Ministério Público, o fundo Mabruk II, que teria adquirido a Rede Sol, é parte fundamental desse esquema.

O Diário do Poder entrou em contato com a Prefeitura de Codó sobre o caso e aguarda retorno. O espaço segue aberto para manifestação.