Gaza: “Eles também são nossos filhos”

Uma declaração assinada por 56 ganhadores do Right Livelihood Award, conhecido como Prêmio Nobel Alternativo, de 35 países, condena a matança de civis, muitos deles, crianças. Três desses ganhadores do Prêmio vivem e trabalham na zona de conflito.

Como ganhadores do Right Livelihood Award, popularmente conhecido como ‘Prêmio Nobel Alternativo’, nós condenamos energicamente a matança de centenas de crianças e civis inocentes, executada em Gaza pelo exército israelense, além do indiscriminado lançamento de mísseis por parte do Hamas sobre civis de Israel, ao mesmo tempo em que lamentamos o contínuo sofrimento dos habitantes de Gaza.

Gaza enfrenta o desabastecimento de água e eletricidade, de hospitais, médicos e médicas, ao mesmo tempo que bombas e balas matam e ferem a sociedade civil, assim como aos trabalhadores da saúde, em uma espiral de violência e desesperança. Aproximadamente 24% de todos que perderam suas vidas em gaza, como resultado dos bombardeios de Israel e seus militares, são crianças.

Contudo, a responsabilidade por essas mortes não é somente um produto conjunto e múltiplo dos soldados de Israel, dos lutadores do Hamas e de seus governos. Outros governos também são responsáveis, tanto direto como indiretamente, através da transferência de armas, assessoria militar e de seu silêncio.

Estes países e as Nações Unidas parecem não ter aprendido com o passado. Tanto que quanto mais cresce a violência em Gaza, mais as negociações de paz se movem a um ritmo incrivelmente lento, dificultadas por interesses particulares de países que não sofrem derramamento de sangue por este conflito. O diálogo e as negociações não podem ser  substituídas pelo uso da força militar. A vingança só produz vingança, e o derramamento de sangue só produz mais derramamento de sangue.

Não podemos esquecer as recentes imagens de cadernos de escola destroçados nas ruas de Gaza e as vidas destroçadas das crianças que os usavam. Seus corpos sem vida esparramados em volta de seus caderno, que nunca voltarão a ser usados novamente, descrevem a trágica pintura de uma crueldade sem limite. Ninguém tem o direito de acabar com essas vidas e, tampouco, ameaçar a vida daquelas crianças que seguem sobrevivendo. Eles também são nossos filhos.

Neste contexto, nós apoiamos com força o extraordinário trabalho, a determinação e a perseverança – em meio a explosão das bombas – do nosso colega Raji Sourani (RLA 2013, Palestina) e seus colegas do Centro Palestino de Direitos Humanos em Gaza, que estão denunciando a matança de civis inocentes e a continuidade de uma guerra suja não declarada, que vai contra os princípios da legislação humanitária internacional. Nós também queremos expressar  nossa profunda admiração pelo trabalho de organizações de paz de Israel, como Gush Shalom (RLA 2001) e o incrível trabalho de toda a equipe médica que atua atualmente em Gaza, com representantes de nossos amigos do Médicos para os Direitos Humanos (RLA 2010), que seguem  carregando os princípios de humanidade acima de tudo, apesar de expostos às desumanas máquinas de guerra.

Como ganhadores do Right Livelihood Award, nós instamos as Nações Unidas, a União Europeia e as organizações regionais como a Liga Árabe e a Organização dos Estados Americanos (OEA), além de países de todo o mundo, a unir suas vozes, condenando estas inaceitáveis violações de direitos humanos, e requerendo um imediato cessar fogo, a suspenção do bloqueio a Gaza, bem como novas negociações de paz. E, da mesma forma, que parem com todas as ações que perpetuam esse conflito, que dificultam uma resolução pacífica e que parem de prover com armas as partes em conflito. Se nós não atuarmos com urgência, mais crianças e pessoas inocentes vão ser assassinadas nos próximos dias, nas próximas horas, nos próximos minutos, nos próximos segundos.

Assinam: 

• Dr. Ibrahim Abouleish, Fundador de SEKEM, Egipto (RLA 2003)

• Swami Agnivesh, India (RLA 2004)

• Dr. Martin Almada, Paraguay (RLA 2002)

• Uri Avnery, Fundador de Gush Shalom, Israel (RLA 2001)

• Dipal Barua, Ex director de Grameen Shakti, actualmente en Bright Green Energy Foundation, Bangladesh (RLA 2007)

• Nnimmo Bassey, Health of Mother Earth Foundation, Nigeria (RLA 2010)

  • Walden Bello, Filipinas (RLA 2003)

• Andras Biro, Hungría (RLA 2005)

  • Leonardo Boff, Brasil (RLA 2001)
  • CarmelBudiardjo, TAPOL, Reino Unido (RLA 1995)
  • Dr. ZafrullahChowdhury, Gonoshasthaya Kendra, Bangladesh (RLA 1992)

• Citizens’ Coalition for Economic Justice, Corea del Sur (RLA 2003)

• Dr. Tony Clarke, Director Ejecutivo de Polaris Institute, Canadá (RLA 2005)

• Comissão Pastoral da Terra (CPT), Brasil (RLA 1991)

• Prof. Dr. Anwar Fazal, Director del Right Livelihood College, Malasia (RLA 1982)

• Prof. Dr. Johan Galtung, Noruega (RLA 1987)

• Dr. Juan E. Garcés, España (RLA 1999)

  • Ina May Gaskin, Estados Unidos (RLA 2011)

• Dr. Inge Genefke, Dinamarca (RLA 1988)

  • Gush Shalom, Israel (RLA 2001)
  • Asha Hagi, Somalia (RLA 2008)

• Dr. Monika Hauser, Fundadora de Medica Mondiale, Alemania (RLA 2008)

• Dr. Hans Herren, Fundador de Biovision Foundation, Suiza (RLA 2013)

• Dr. SM Mohamed Idris, Sahabat Alam Malaysia (RLA 1988), Consumers Association of Penang and the Third World Network, Malasia

  • Obispo Erwin Kräutler, Brasil (RLA 2010)

• Dr. Katarina Kruhonja, Center for Peace, Nonviolence and Human Rights-Osijek, Croacia (RLA 1998)

  • Ida Kuklina, The Committee of Soldiers’ Mothers of Russia, Rusia (RLA 1996)
  • FeliciaLanger, Israel/Alemania (RLA 1990)

• Birsel Lemke, Turquía (RLA 2000)

• Helen Mack Chang, Fundación Myrna Mack, Guatemala (RLA 1992)

• Dr. Ruchama Marton, Fundador y Presidente de Physicians for Human Rights, Israel (RLA 2010)

• Prof Dr. h.c. (mult.) Manfred Max-Neef, Director del Instituto de Economía de la Universidad Austral de Chile, Chile (RLA 1983)

• Prof. Dr. Raúl A. Montenegro, Presidente de la Fundación para la defensa del ambiente, Argentina (RLA 2004)

• Frances Moore Lappé, Cofundadora de Small Planet Institute, Estados Unidos (RLA 1987)

• Jacqueline Moudeina, Chad (RLA 2011)

  • Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra (MST), Brasil (RLA 1991)
  • René Ngongo Mateso, República Democrática del Congo (RLA 2009)

• Helena Norberg-Hodge, Fundadora y Directora de International Society for Ecology & Culture, United Kingdom (RLA 1986)

• Juan Pablo Orrego, Presidente de Ecosistemas, Chile (RLA 1998)

• Medha Patkar, Narmada Bachao Andolan, India (RLA 1991)

• P K Ravindran, Kerala Sastra Sahitya Parishad, India (RLA 1996)

• Fernando Rendón, Cofundador y Director del Festival Internacional de Poesía de Medellín, Colombia (RLA 2006)

• Dra. Sima Samar, Directora de la Afghanistan Independent Human Rights Commission, Afganistán (RLA 2012)

• Dra. Vandana Shiva, Naydanya, India (RLA 1993)

• Prof. Michael Succow, Fundador de Michael Succow Foundation for Nature Conservation, Alemania, (RLA 1997)

• Suciwati, viuda de Munir, KontraS, Indonesia (RLA 2000)

• Dr. Hanumappa Sudarshan, Karuna Trust & VGKK, India (RLA 1994)

• The Kvinna Till Kvinna Foundation, Suecia (RLA 2002)

• Shrikrishna Upadhyay, Director Ejecutivo, Support Activities for Poor Producers of Nepal, Nepal (RLA 2010)

• Prof. Dr. Theo van Boven, Holanda (RLA 1985)

• Martín von Hildebrand, Fundador y Director de Fundación GAIA Amazonas, Colombia (RLA 1999)

• Dr. Paul F. Walker, Director de Environmental Security and Sustainability, Green Cross International, Estados Unidos (RLA 2013)

• Alyn Ware, Coordinador Global de Parliamentarians for Nuclear Nonproliferation and Disarmament, Nueva Zelanda/Suiza (RLA 2009)

  • Chico Whitaker Ferreira, Brasil (RLA 2006)

• Alla Yaroshinskaya, Rusia (RLA 1992)

• Angie Zelter, Trident Ploughshares, Reino Unido (RLA 2001)

Desconfiança sobre destinação de recursos públicos causa troca de farpas entre Roseana Sarney e Edinho Lobão

dupla Como o grupo Sarney liderado pelo velho cacique e a intempestiva governadora Roseana Sarney, dão demonstrações claras de que teme ver Edinho Lobão no comando do Estado. Ele por sua vez, também tem dado declarações bem visíveis de que o apoio de responsáveis pela fome, miséria, desigualdades sociais e a corrupção deslavada que domina todos os segmentos da administração estadual não soma, muito pelo contrário, destrói.

A troca de farpas entre o suplente de senador e a governadora proporciona uma visibilidade de que ambos estão em campos opostos. Os desentendimentos ficaram mais acentuados, quando vieram a público as questões relacionadas a emendas parlamentares, quando o candidato a governador garantiu ter destinado através do Senado Federal mais de 4 bilhões de reais para o Maranhão e a governadora rebateu que os recursos não passaram de 75 milhões de reais. Como dinheiro transforma os políticos e lembra o tio Patinhas, com os cifrões brilhando nos olhos, os desentendimentos ficaram acirrados e tornaram-se públicos. O estranho é que o senador Jose Sarney e nem o ministro Edison Lobão interviram para acalmar os ânimos e para muita gente, o negócio está apenas começando, e não será surpresa se muita roupa vier ser lavada publicamente.

A governadora Roseana Sarney, que teria sido aconselhada a não subir em palanques para evitar vaias, agora já tem motivos suficientes para ficar um tanto distante da disputa para o governo e para o senado, uma vez que o deputado Gastão Vieira, também não está sendo muito bem visto pelo grupo politico que lhes deu todas as oportunidades para as conquistas que obteve na vida pública até hoje, muito embora em muitas ocasiões tenha chegado a ser critico do senador e da governadora.

Os desentendimentos entre a governadora e o candidato Edinho Lobão, tem criado um clima de preocupação entre os candidatos a deputados federal e estadual.  Os mais temerosos começam a buscar outras articulações, antes que seja tarde. Já se comenta que a governadora Roseana Sarney poderá mudar o seu posicionamento quantoa eleição para presidente, uma vez que na esfera estadual  tem deixado bem  visível, de que não deve caminhar com a família do Lobão. Mas, como em politica tudo é possível, e esculhambações públicas são bem inerentes à classe politica, não será surpresa se dentro de poucos dias os dois grupos estejam em um mesmo palanque politico negando as trocas farpas que têm sido registradas pela mídia.

Precariedade de planos de saúde lota as UPA’S e postos de saúde. ANS não fiscaliza convênios

         vinhaisA precariedade de inúmeros planos de saúde tem concorrido para o aumento da procura dos estabelecimentos públicos, principalmente as UPA’s e os centros de saúde das redes estadual e municipal. Muitos portadores de planos de saúde pagam pensando mais na necessidade da emergência, que também suscitam dúvidas, mas sabem perfeitamente que na questão de atendimentos as unidades públicas são mais rápidas e respondem às necessidades dos momentos. A verdade é que tem plano de saúde com locais para atendimentos piores do que qualquer posto de saúde público na acomodação das pessoas e sem condições mínimas para idosos e deficientes.

        Pela omissão da Agência Nacional de Saúde, os planos de saúde Multiclinicas e Atemde, tripudiaram de muitos associados. Embora quebradas e até sob intervenção da própria ANS,conseguiam enganar muita gente. O negócio não foi mais degradante, devido a ação do Ministério Público com a intervenção bem determinada da promotora de justiça Litia Cavalcanti. A ANScontinua, não se sabe, com a omissão ou utilizando a hipocrisia de esperar por denuncias,não antecipando à fiscalização que é da sua competência. Aqui tem um plano de saúde, que vem impondo regras para os seus associados, que para marcar uma consulta é preciso telefonar para Fortaleza, com demoras que variam entre duas e três horas e na maioria das vezes não há concretização da solicitação. Pela internet a precariedade é a mesma. O que deixa as pessoas mais intrigadas é que não existe atendimento presencial nem para idosos e deficientes, o que significa desrespeito aos direitos emanados do Estatuto do Idoso, impondo regras cada vez excludentes. Quanto a questão dos médicos, todos são impostos por eles e os retornos são simplesmente deprimentes. É de se esperar que a Agência Nacional de Saúde exerça uma fiscalização, principalmente nas centrais de atendimentos da Cohab e na avenida Guaxemduba, com a concentração de serviços em locais precários.  Voltarei ao assunto com mais detalhes.

Pedágio em favor de crianças carentes portadoras de câncer mereceu a solidariedade da população

     pedagioO pedágio solidário realizado no último dia 20, retorno do Olho D’Agua pela Fundação Antonio Jorge Dino arrecadou a importância de R$ 15.500,15 (quinze mil quinhentos reais e quinze centavos). Realizado entre às 9 e 13h30m, com a participação do voluntariado da entidade, conselheiros e pessoas identificadas com o dignificante e fraternal  trabalho que é realizado para a Casa de Apoio “Criança Feliz”, que abriga crianças carentes provenientes do interior do Estado, que não têm condições de custear o tratamento na capital. O apoio da Policia Militar e da Secretaria Municipal de Trânsito e Transporte foi de fundamental importância para o sucesso da iniciativa, destacou dona Enide Dino, presidente da Fundação Antonio Dino, relatando que o Hospital Aldenora Belo, único de referência no tratamento do câncer existente no Maranhão, mantém a Casa de Apoio com a importante sustentação de doações da iniciativa privada, cidadãos comuns e empresas que acreditam e conhecem o trabalho sério e comprometido dos funcionários e voluntários da instituição.

       No próximo dia 30 de agosto,o Instituto McDonald realizará na campanha mundial de combate ao câncer infantil, oMcDia Feliz, que no Maranhão beneficiará a Fundação Antonio Jorge Dino. O dinheiro arrecadado servirá para mobiliar e equipar a nova casa de apoio que hospedará pacientes carentes portadoras de câncer, do interior do estado, registra Silvia Dino, coordenadora da campanha McDia Feliz no Maranhão.

Douglas Cunha foi reeleito presidente do Sindicato dos Jornalistas. Colegas lembraram o saudoso Leonardo Monteiro

        douglasDouglas Pires da Cunha foi reeleito ontem presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais de São Luís. A reeleição foi através da chapa única, Gestão Democrática Continua, proposta pela maioria dos jornalistas sindicalizados, principalmente do grupo que deu sustentação ao saudoso jornalista José Leonardo Magalhães Monteiro, que faleceu o ano passado, depois de ter enfrentado uma doença maligna e um processo na Justiça do Trabalho, em que derrotados pelo voto direto, tentaram retira-lo da direção da entidade de classe. Foi vencido pela doença, mas não capitulou e deixou um grande legado para a categoria de que a luta, a seriedade e a dignidade estão acima de interesses escusos.  Douglas Cunha conseguiu fazer uma renovação de trinta por cento na diretoria, levando-se em conta que alguns jornalistas decidiram não concorrer mais, oportunizando a ele fazer uma importante oxigenação na entidade de classe, garantindo-lhe todo o apoio necessário para o exercício do seu mandato. Integram a nova diretoria, os seguintes jornalistas:  Douglas Pires da Cunha, Mário Gonzaga Matos dos Reis, Márcio Henriques Sales Sousa, José Ribamar Cardoso, Douglas Pires da Cunha Júnior, Waldemy  Neres Pinto, José Ribamar Martins Dominici, Ana Lourdes Coroacy Gomes, Edvan Luiz Campos Fonsêca, Djalma Silva Rodrigues, Paulo César Martins Carvalho, Uziel de Jesus Azoubel, José Ubirajara Cunha, Cinaldo de Araújo Oliveira, José Ribamar Praseres Muniz, Alfredo Menezes Filho, Jacqueline Barros Heluy e Joel Jacinto. A nova diretoria do Sindicato dos Jornalistas Profissionais de São Luís será empossada no próximo dia 02 de setembro.

Mobilidade dos coletivos já atinge 25 km e com a conclusão de obras poderá chegar aos 40 km

ruasQuestões inerentes à mobilidade urbana vêm sendo discutidas há vários anos, mas quanto se trata de enfrentar a problemática com ações concretas, os debates arrefecem e tudo volta à estaca zero, sem proposições de planejamento. O prefeito Edivaldo Holanda Júnior, apesar das grandes dificuldades enfrentadas com a prefeitura bastante endividada, tomou a determinação de atacar o sério e grave problema da mobilidade urbana. O secretário Canindé Barros, de Trânsito e Transporte com um plano de ação, em que também está envolvida a Semosp, com o prefeito Edivaldo Holanda Júnior vem acompanhando de perto as importantes obras de interligação de vários bairros. A mobilidade dos coletivos que variava entre 10 e 15 km, já atinge 25 km e deve chegar até o final do ano próximo de 40 km, mesmo com o considerável número de veículos que serão emplacados em nossa capital até dezembro.

        Não tenhamos dúvidas de que o secretário Canindé Barros, além de ser um técnico que conhece toda a problemática do trânsito da capital, é um estudioso sobre questões estratégicas, daí que vem debatendo pessoalmente com o prefeito, equipe técnica e secretários da municipalidade, ações até emergenciais para nossa capital, além de ter tomado algumas medidas concernentes ao trânsito. Algumas são criticadas, mas logo pelos resultados apresentados merecem o reconhecimento público. As carroças no trânsito, que já mereceram amplas discussões por várias administrações municipais e pela Câmara Municipal de São Luís, continuam congestionando o trânsito em vários pontos da cidade. As pontes Bandeira Tribuzzi e do São Francisco, além de toda a extensão da avenida Castelo Branco, são marcadas por presenças constantes de carroças, que geralmente procuram trafegar pelas pistas utilizadas com maior intensidade por coletivos. Entendo que os carroceiros não podem continuar desobedecendo as normas estabelecidas pela SMTT e já se faz necessária a adoção de medidas mais determinadas para o problema, para que congestionamentos sejam evitados, principalmente quando se busca dar um pouco mais de celeridade para a mobilidade urbana.

Mais de 2.500 socorristas do 11 de setembro estão com câncer

avioesOs aviões atingiram as torres no dia 11/09/2001

 Mais de 2.500 pessoas que trabalharam no resgate de vítimas dos atentados de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos, quando foram derrubadas as Torres Gêmeas, sofrem de câncer.

De acordo com o jornal local New York Post, um número crescente de pessoas está buscando indenização. No ano passado, cerca de 1.140 casos similares foram registrados.

Segundo o Programa de Saúde ligado ao World Trade Center no Hospital Mount Sinai, em Nova York, 1.655 dos 37 mil policiais, entre outros funcionários da prefeitura e voluntários que trabalharam no local do atentado, estão com câncer.

Museu de 11 de setembro é autorizado a exibir viga do WTC em forma de cruz

O número sobe para 2.518 quando são somados os bombeiros e paramédicos que prestaram ajuda no local.

Um capitão dos bombeiros aposentado, de 63 anos, que trabalhou incansavelmente por uma semana depois de 11 de setembro e passou meses nos escombros das Torres, recebeu recentemente uma indenização de cerca de R$ 3 milhões (US$ 1,5 milhões) do “Fundo de Compensação para Vítimas do 11/9” por problemas no pulmão e câncer inoperável no pâncreas.

Dos 06 candidatos que declararam ter mais dinheiro em espécie tem um do Maranhão

marinaldoMarinaldo Rosendo de Albuquerque (PSB) declarou R$ 3,820,000.00. BRASÍLIA – Veja quais são os 20 candidatos que mais declaram ter dinheiro em espécie.

1 – Marinaldo Rosendo de Albuquerque (PSB)

Vaga disputada: Câmara dos Deputados

Estado: Pernambuco

Como declarou: DINHEIRO: R$ 3,820,000.00

2 – Fernando Dantas Torres (PSD)

Vaga disputada: Câmara dos Deputados

Estado: Bahia

Como declarou: DINHEIRO EM ESPECIE MOEDA NACIONAL EM MÃOS: R$ 3,234,256.82

3 – Leonardo Quintão (PMDB)

Vaga disputada: Câmara dos Deputados

Estado: Minas Gerais

Como declarou: DINHEIRO EM ESPÉCIE: R$ 2,600,000.00

4- Carlos Henrique Amorim (PMDB)

Vaga disputada: Câmara dos Deputados

Estado: Tocantins

Como declarou: DISPONIBILIDADE FINANCEIRA COM RECURSOS PRÓPRIOS DE ADIANTAMENTOS, LUCROS, SALDOS DE RECURSOS DA ATIVIDADE RURAL: R$ 2,000,000.00

5 – Luiz Carlos do Carmo (PMDB)

Vaga disputada: Senado (suplente)

Estado: Goiás

Como declarou: DISPONIVEL EM MOEDA CORRENTE DO PAIS: R$ 1,950,000.00

6 – Ildon Marques de Souza (PMN)

Vaga disputada: Câmara dos Deputados

Estado: Maranhão

Como declarou: DINHEIRO EM CAIXA (EM PODER DO CONTRIBUINTE): R$ 1.940,000.00

“Parem, por favor!”, diz Papa Francisco em apelo pela paz

papaQuando o pontífice argentino encerrava o seu discurso habitual para os fiéis, ele falou sobre o centenário do início da Primeira Guerra Mundial, que está se aproximando, e disse que seus pensamentos estavam no Oriente Médio, no Iraque e, especialmente, na Ucrânia.

Com a voz aparentemente emocionada, o papa saiu do script do seu discurso, para fazer um apelo direto pelo fim dos combates. “Parem, por favor! Eu lhes peço de coração, está na hora de parar. Parem, por favor!”

Embora ele não tenha feito nenhuma referência direta à situação na Faixa de Gaza, os comentários vieram depois que uma trégua humanitária foi quebrada neste domingo com a retomada dos combates, em que mais de mil pessoas, a maioria civis, incluindo dezenas de crianças, foram mortas.

“Irmãos e irmãs, nunca a guerra, nunca a guerra”, disse ele. “Estou pensando principalmente nas crianças que estão sendo privadas da esperança de uma vida digna, de um futuro”, acrescentou.

“Crianças mortas, crianças feridas, crianças mutiladas, crianças órfãs, crianças cujos brinquedos são coisas que sobraram da guerra, crianças que não conseguem mais sorrir”, disse ele.

Gasto para disputa a presidente é 382% maior que custo de 94

O jornal O Estado de S. Paulo informa neste domingo que os 11 candidatos que concorrem á Presidência da República registraram no início de julho o limite de despesas de R$ 916 milhões para as campanhas deste ano. O número representa um aumento de 382% em relação à disputa de 1994, a primeira na qual empresas puderam financiar as campanhas, quando os oito postulantes ao Palácio do Planalto gastaram R$ 190 milhões em valores atuais.

Segundo o Estado, entre 1994 e 2010, o custo das eleições presidenciais cresceu 85%, de R$ 190 milhões para R$ 352 milhões. Se comparado com a eleição de 1989, quando as doações de pessoas jurídicas eram proibidas por lei e 17 dos 22 candidatos registraram gastos de R$ 74 milhões em valores de hoje, o teto estipulado pelos partidos em 2014 representa um aumento de 1.138%.

>> Maioria do STF vota pela proibição de doações de empresas a políticos

Ainda de acordo com o jornal, no mesmo período, o eleitorado brasileiro dobrou dos 70 milhões em 1989 para 142 milhões aptos a votar no dia 5 de outubro. Em 25 anos de eleições diretas para presidente, apenas a campanha de 1998,na qual Fernando Henrique liderou com folga a corrida pela reeleição, teve um valor abaixo da disputa anterior – R$ 138 milhões.

O Estado de S. Paulo mostra ainda que, segundo o TSE, em todas as eleições presidenciais o candidato que declarou mais gastos terminou eleito. Cientistas políticos ouvidos pelo jornal constataram que o Brasil tem um dos sistemas eleitorais mais caros do planeta. Nas eleições de 2010, o custo per capita do voto no Brasil chegou a US$ 10,93, incluindo as campanhas para cargos legislativos e governos estaduais. O valor é bem maior do que na França, onde o custo é de US$ 0,45; Reino Unido, US$ 0,77; Alemanha, US$ 2,21; e México, US$ 3,42. Nos Estados Unidos, a relação é de US$ 19,89.

O professor de ciência política do Instituto Universitário de Pesquisa do Rio de Janeiro, Geraldo Tadeu Monteiro, explica ao jornal que o alto custo das campanhas está diretamente ligado à disponibilidade de dinheiro oferecido por empresas interessadas em negócios com os futuros governantes. “As empresas fazem uma disputa para se posicionar. Tanto que os grandes doadores colaboram com todas as campanhas. Não existe critério programático ou ideológico”, afirmou.

Já o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, Marcus Vinicius Furtado Coêlho, diz que a saída é a proibição das doações de pessoas jurídicas. “O problema está no modelo de financiamento. É preciso que haja o barateamento das campanhas, de forma que elas sejam calcadas em propostas e ideias. É preciso que o sistema se torne mais barato e que as campanhas sejam coletivas, e não individualizadas como temos hoje”, disse.

No último dia 12, o JB mostrou que as empreiteiras doaram mais de R$ 370 milhões a partidos nos últimos quatro anos. Vale destacar que, mesmo em anos em que não há eleições, as empreiteiras fazem doações para ter bons negócios.

>> LEIA A MATÉRIA

A quantia exata foi de R$ 374.310.055,32. A empreiteira que doou mais foi a Andrade Gutierrez, com R$ 120.198.000,00. Em seguida, veio a Queiroz Galvão, com R$ 110.075.000,00. Em terceiro lugar, apareceu a Camargo Corrêa, com R$ 59.140.000,00. A OAS ficou em quarto, com R$ 50.222.000,00, perto da Odebrecht, que repassou R$ 48.142.000,00. A Cowan liberou R$ 2.175.055,32, enquanto a Delta fez a menor doação, de R$ 1.800.000,00.

O valor total é maior, inclusive, do que o PIB de 2013 de 129 países, entre eles Nova Zelândia, Iraque, Hungria, Marrocos, Eslováquia, Equador, Croácia, Bulgária, Uruguai, Costa Rica, Eslovênia, Paraguai.

Os críticos às doações de empresas aos partidos argumentam que o dinheiro repassado sempre retorna à companhia, que encara aquilo como um investimento, e não uma doação. De acordo com estudo realizado pelo Instituto Kellogg, da Universidade do Texas, para cada R$ 1,00 doado a campanhas eleitorais, as empresas recebem R$ 8,50 de volta em contratos com o Estado.

 Jornal do Brasil