Senador Alcolumbre protela indicação de relator para projeto que fixa mandatos de ministros do STF

A Comissão de Constituição e Justiça do Senado (CCJ) deve analisar nos próximos dias uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC), que pauta limitar o mandato dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) a oito anos. O presidente da comissão, senador Davi Alcolumbre (União-AP), afirmou que vai indicar um novo relator para a proposta nos próximos 15 dias. O anúncio foi feito após Alcolumbre ser cobrado pelo autor do texto, o senador Plínio Valério (PSDB-AM).

“Eu estou conversando com os senadores e com os relatores que solicitam a oportunidade de relatar esta PEC para entender qual será o melhor relator, adequado, para dar continuidade à tramitação da matéria. Mas eu me comprometo com vossa excelência de resolver, até no máximo em 15 dias, quem será o relator dessa matéria e vou designar o relator”, afirmou Davi durante sessão da comissão nesta quarta-feira (13).

A proposta foi apresentada por Plínio em março de 2019 e é a mais antiga em tramitação no Senado Federal. A PEC teve parecer favorável do então relator, o ex-senador Antônio Anastasia, no mesmo ano.

No entanto, com a saída de Anastasia para o Tribunal de Contas da União (TCU), o parecer perdeu a vigência e o texto foi devolvido para a indicação de um novo relator para ser votada na CCJ. A PEC está travada desde fevereiro do ano passado.

Além do possível novo prazo de mandato dos ministros, a proposta determina ainda que o presidente da República tem um prazo de um mês para indicar um substituto quando surgir uma vaga no Supremo. O Senado, por sua vez, tem 125 dias para realizar a sabatina e decidir pela aprovação ou rejeição do indicado.

Diário do Poder

 

Venda de ovos ao exterior aumentou 381% em 2023. Sem reserva ao mercado interno o preço continua subindo

As vendas externas de ovos produzidos no Brasil totalizaram 2,148 mil toneladas em agosto, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (13) pela ABPA (Associação Brasileira de Proteína Animal). O volume é 381,6% superior ao total embarcado no mesmo período de 2022. Em receita, a alta chega a 241,3%, com US$ 5,114 milhões, contra US$ 1,499 milhão, na mesma comparação.

De janeiro a agosto, as exportações somaram 21,1 mil toneladas – 178,5% maior – e a receita acumulada chegou a US$ 52,380 milhões, resultado 222% maior que o registrado no mesmo período de 2022. 

O principal destino de ovos do Brasil é o Japão, que importou 9,212 mil toneladas entre janeiro e agosto, número 1.164% maior que o volume embarcado no mesmo período do ano anterior.  Taiwan e Chile também são grandes importadores. Com a intensidade das exportações, os preços no mercado interno continuam ganhando celeridade, criando dificuldades para a compra do produto pelas pessoas pobres.

Jornal da Cidade Online

 

Senadora suplente de Flavio Dino pediu a convocação do general Braga Neto à CPMI sobre o 8 de janeiro

O deputado Arthur Oliveira Maia (União-BA), presidente da CPMI do 8 de janeiro, antecipou que a comissão deverá ouvir na próxima terça-feira (19) o depoimento do general Walter Braga Netto, ex-ministro da Defesa e da Casa Civil. A convocação de Braga Netto foi aprovada em junho.

Parlamentares da base do governo acusam o general de liderar articulações para interditar o resultado das eleições de 2022 e impedir a posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Braga Netto foi candidato a vice-presidente da República no pleito, na chapa do ex-presidente Jair Bolsonaro.

A senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), suplente do ministro Flavio Dino e autora de um dos requerimentos que embasam a convocação, afirmou que os atos de 8 de janeiro são a culminação de vários episódios em que membros do governo Bolsonaro se colocaram contra a ordem legal e democrática. Para ela, o general precisa esclarecer “seu envolvimento direto ou indireto” com esses fatos.

A CPMI já emitiu dois ofícios confirmando a convocação de Braga Netto para depor na próxima terça. Um dos ofícios foi encaminhado ao próprio general e assegura a ele o direito de não responder a perguntas “para evitar a autoincriminação”.

O segundo ofício foi enviado ao comandante do Exército, general Tomás Miguel Ribeiro Paiva, pedindo auxílio para o cumprimento “com urgência” da convocação.

De qualquer forma, a CPMI acaba de cometer seu maior erro.

Braga Netto não ficará calado e deve destruir todas as narrativas, segundo alguns políticos que conhecem o militar e a sua determinação.

Jornal da Cidade Online

 

Criminalista vê excesso em julgamento do STF

Criminalistas avaliam excessivos os 17 anos de prisão a Aécio Lúcio por participar da quebradeira no 8 de janeiro. O criminalista Davi Rodney, da NCSS, vê “equívoco” de Alexandre de Moraes (STF). “O aumento da pena-base acima do mínimo legal se daria, dentre outros, por Aécio ter sido contrário à democracia e ao resultado da eleição, circunstância que já integra o crime de abolição violenta do Estado e não deveria ser utilizada para aumento do parâmetro de partida da dosimetria”, avalia.

Pena altíssima

Dos 17 anos de prisão, Aécio deve cumprir 15 anos e 6 meses em regime fechado e 1 ano e 6 meses em regime aberto.

Dosimetria descalibrada

Para o criminalista, Aécio deveria ter como pena final algo em torno de 10 anos e quatro meses de reclusão, além de 6 meses de detenção.

Antecedentes

O advogado vê a pena acima do mínimo legal. “Aécio é primário e aparentemente não ostenta circunstâncias que autorizam esse aumento”.

Coluna do Claudio Humberto

 

Rodrigo Pacheco pode colocar à apreciação do Senado pedidos de impeachment de ministros do STF

O sonho de Rodrigo Pacheco era ser premiado com uma cadeira no Supremo Tribunal Federal (STF). Em busca desse objetivo tem sido extremamente subserviente ao sistema. Hoje já percebeu que não tem a menor chance de ser guindado ao cargo. Com isso, presentemente, Rodrigo Pacheco está bastante preocupado com a sua reeleição, em 2026. O senador mineiro tem plena consciência de que a sua atuação, blindando os magistrados da corte suprema, custou-lhe um gigantesco capital político que agora coloca em sério risco a sua pretensão de renovação de seu mandato senatorial.

Nesse sentido, Pacheco recentemente anunciou uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para criminalizar o porte e posse de substância ilícita em qualquer quantidade. Essa PEC contraria frontalmente a tendência de um julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o porte de maconha.

A iniciativa foi uma clara demonstração de que o presidente do Senado, pensando na questão eleitoral, quer efetivamente se desgarrar da subserviência aos togados do STF. Por isso, em busca da reabilitação de sua popularidade e viabilização de uma tranquila reeleição, corre a boca pequena que não será surpresa caso ele resolva levar o pedido de impeachment de um ministro do STF para apreciação do plenário do Senado Federal.

Quem seria esse ministro?

Eis a lista:

– Alexandre de Moraes – 18 pedidos de Impeachment

– Luís Roberto Barroso – 11 pedidos de Impeachment

– Gilmar Mendes – 5 pedidos de Impeachment

– Cármen Lúcia – 4 pedidos de Impeachment

– Dias Toffoli – 3 pedidos de Impeachment

– Luiz Edson Fachin – 3 pedidos de Impeachment

– Luiz Fux – 3 pedidos de Impeachment

– Rosa Weber – 2 pedidos de Impeachment

– Kassio Nunes Marques – 1 pedido de Impeachment

– André Mendonça – 0 pedido de Impeachment

– Cristiano Zanin – 0 pedido de Impeachment

Gonçalo Mendes Neto. Jornalista.

 

Associação dos Oficiais da PM do DF, diz que Alexandre de Moraes é ‘suspeito’ do 8 de janeiro

Entidade considera que o ministro fez ‘inquisição’ sobre coronéis ‘sem direito de defesa’

Para a Associação dos Oficiais da PMDF, (ASOF/PMDF) a fala do ministro Alexandre de Moraes em resposta à André Mendonça, atribuindo, exclusivamente, à Polícia Militar a responsabilidade pelos atos do 8 de janeiro configura “muito mais uma inquisição, sem direito de defesa, dos indiciados”.

A nota assinada pela diretoria da entidade, afirma que: “o Ministro Alexandre de Moraes, demonstrou de forma inequívoca que, em sua opinião, os Oficiais da PMDF presos, ainda em instância de inquérito, são culpados”. E continua: “Tal posicionamento fere os princípios basilares do Direito brasileiro”. Para a ASOF, o Supremo se distancia, na condução dos julgamentos, da individualização das penas.

Confira a nota na íntegra:

A Diretoria da Associação dos Oficiais da PMDF (ASOF/PMDF) vem a público mostrar seu espanto e indignação pelas palavras proferidas pelo Excelentíssimo Ministro Alexandre de Moraes que, durante julgamento de envolvidos nos atos de 08 de janeiro, ao confrontar o posicionamento do Ministro André Mendonça, demonstrou de forma inequívoca que, em sua opinião, os Oficiais da PMDF presos, ainda em instância de inquérito, são culpados.

Tal posicionamento fere os princípios basilares do Direito Brasileiro e demonstram muito mais uma inquisição, sem direito de defesa, dos indiciados. A individualização das condutas, sequer está sendo levada em consideração. Tal fato, por si só, ensejaria a declaração de suspeição do magistrado no que se refere ao julgamento dos Oficiais. A ASOF vem, mais uma vez, a público clamar por justiça e imparcialidade no caso e demonstram muito mais uma inquisição, sem direito de defesa, dos indiciados. A individualização das condutas, sequer está sendo levada em consideração.

Tal fato, por si só, ensejaria a declaração de suspeição do magistrado no que se refere ao julgamento dos Oficiais. A ASOF vem, mais uma vez, a público clamar por justiça e imparcialidade no caso.

Diário do Poder

 

Senador exalta a coragem do desembargador no STF, que chocou o Brasil

O senador Eduardo Girão (Novo-CE) parabenizou o desembargador aposentado Sebastião Reis Coelho, por suas manifestações diante do Supremo Tribunal Federal (STF). Advogado de Aécio Lúcio Costa Pereira, primeiro réu pelos atos de 8 de janeiro a ser julgado no Supremo, Coelho afirmou durante o julgamento que os ministros são as pessoas mais odiadas do país.

A fala do desembargador aposentado, ocorreu após o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) abrir investigação contra ele por suspeita de incitação aos atos golpistas.  Para Girão, Coelho sofre uma tentativa de intimidação e sua fala seria uma importante defesa da democracia, da liberdade de expressão e do devido processo legal no Brasil.

“O que mais me chamou a atenção foi a questão da tentativa de intimidação imposta ao desembargador aposentado pelo corregedor do Conselho Nacional de Justiça. Um magistrado já aposentado ser investigado pela sua vida enquanto era juiz é, no mínimo, inusitado; calar pela intimidação, isso é inaceitável e perverso”, lamentou.

Girão ainda abordou vários outros temas, como a atuação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que, segundo ele, se “comporta como um verdadeiro partido político, beneficiando explicitamente apenas um lado nas eleições presidenciais”. Ele mencionou um suposto ativismo do STF sobre a descriminalização do porte de drogas para consumo próprio e sobre o aborto.

Além disso, citou a cassação do deputado federal Deltan Dallagnol pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em contraponto com a libertação do ex-governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, que foi “condenado por diversos crimes e agora cumpre pena em mansões luxuosas”.

“Essas palavras justas e firmes proferidas pelo ex-desembargador Sebastião Coelho infelizmente envergonham muitas autoridades que continuam preferindo a omissão. Mas essas mesmas palavras levam um pouco de esperança a milhões de brasileiros, que tiveram, ontem, sua alma lavada. Cidadãos de bem, que se sentem impotentes diante de tantos abusos de autoridade, praticados, justamente, por aqueles que deveriam dar o maior exemplo de honradez e de respeito à Constituição”, concluiu.

Jornal da Cidade Online

Taxar os super ricos como o Governo Lula quer, pode abalar a nossa economia

Taxar os ricos era uma promessa de campanha de Lula e agora finalmente ele está botando o projeto em prática. Em entrevista exclusiva ao canal Fator Político BR, o economista Eduardo Cavendish explica os riscos de mais essa perigosa iniciativa do presidente, que pode prejudicar frontalmente nossa economia:

“É uma medida ruim e bem perigosa, afinal, quem eles chamam de super ricos pode levar seus investimentos para o exterior. Quem tem dinheiro, sempre vai conseguir achar outras estruturas de proporcionar melhores remuneração para os seus investimentos. Isso já aconteceu em outros lugares do mundo, e os resultados proporcionaram recuos, e se insistirem nesse erro por aqui o resultado também não será diferente. A instabilidade econômica tem causado saques cada vez maiores nas cadernetas de poupança e em aplicações. É dinheiro que está sendo transferido para mercados no exterior, até mesmo por decorrência do temor da insegurança jurídica no país. No caso de taxação dos super ricos, a fuga de capitais será bastante acentuada e poderá comprometer a economia do Brasil”, destacou o economista.

Jornal da Cidade Online

Procurador diz que idoso foi morto após denunciar PT e MST e que invasões retroalimentam a corrupção

Com 30 anos de experiência em estudo, pesquisa e investigações sobre invasões de terras, o procurador de Justiça pelo estado do Rio Grande do Sul, Rodinei Candeia, está convencido de que não há interesse por parte do governo petista em promover a reforma agrária no Brasil. Com exclusividade ao Diário do Poder, o procurador falou de suposta relação criminosa entre MST, Incra e Partido dos Trabalhadores (PT), com intuito de usar invasores para garantir a posse de propriedades rurais à políticos e até celebridades.

Perguntado sobre a violência que permeia os conflitos por terra no Brasil, Candeia recordou-se do caso de Gilmar, de 78 anos, morador do Distrito Federal, que fez denúncia contra o MST e a deputada Erika Kokay (PT-DF), sendo morto a pauladas uma semana depois.

Confira na íntegra: 

DP: Por que a pauta da reforma agrária se tornou um mecanismo de promoção da corrupção nos governos do PT?

Rodinei Candeia: Durante a instrução da CPI da Funai e do Incra, nós constatamos que havia um grande sistema circular que retroalimentava o sistema de corrupção. Eram preparados grupos para promover as invasões, esses grupos entravam na área, logo em seguida o Incra acobertava essa invasão, as pessoas que invadiam não eram as mesmas para quais os lotes eram titulados.

Os lotes eram titulados para outras pessoas, as vezes políticos e até celebridades locais. Essas pessoas recebiam esses créditos, desses créditos uma parte ia para gerente de banco, outra parte para funcionários do INCRA, e somente uma pequena parte ia para quem emprestava o nome, se transformando em um gigantesco sistema de corrupção e desvios de recursos, patrocínios de campanhas políticas e assim por diante.  

As pessoas que ficavam nos assentamentos, acabam ficando inviabilizadas porque elas, de fato, não recebiam os benefícios e não tinham como explorar, talvez por isso havia desmatamento e a venda da madeira. Elas acabavam abandonando ou vendendo os lotes, que eram redistribuídos pelo INCRA para novos laranjas, para prática de novas fraudes.

É um sistema que se retroalimenta e isso explica por que não há titulação dessas áreas, porque eles não têm a pretensão de que as pessoas efetivamente fiquem nas áreas.

A finalidade que transparece estar por trás de tudo isso é que os assentamentos do INCRA, como não dão assistência e uma vida de qualidade para as pessoas que estão lá e que mereceriam nossa atenção, têm por finalidade promover uma estatização de toda a propriedade brasileira. Para se ter uma ideia, com esse sistema, o Estado do Pará já estatizou 70% do seu território.

DP:  Como se deu a sua experiência no estudo desse assunto?

Rodinei Candeia: Eu trabalho nesse tema há mais de 30 anos. Cheguei a atuar no primeiro caso da invasão do MST, na Fazenda Annoni, no município de Sarandi, tendo atuado em várias outras situações. Mais recentemente, na minha atividade como Procurador do Estado do Rio Grande do Sul, atuei nos processos judiciais que discutiam casos de demarcações de terras indígenas na região de Erechim, Getúlio Vargas e Sananduva. Nesta oportunidade eu acabei percebendo o que estava por trás daqueles pedidos de demarcação e com isso comecei a atuar mais incisivamente.

O caso de Erechim e Getúlio Vargas foi tão escandaloso que acabou gerando a CPI da FUNAI e do INCRA em 2015. Nessa ocasião, a convite do Deputado Federal Alceu Moreira e do então Deputado Federal, hoje Senador, Luis Carlos Heinze, fui convidado para ser um dos coordenadores da CPI DA FUNAI E DO INCRA no Congresso Nacional. Na época, nós viajamos por todo o Brasil, ouvindo pessoas e realizando a investigação, onde apuramos milhares de fraudes e ilegalidades nos assentamentos dominados pelo MST, Comissão Pastoral da Terra e FETAG.

DP: Relate casos de violência que decorrem dessa apropriação partidária sobre o MST e outros movimentos.

Rodinei Candeia: O caso mais emblemático que vivemos durante a CPI da FUNAI e do INCRA foi o caso do senhor GILMAR BORGES, de 78 anos. Ele foi ouvido por nós em sigilo, com o objetivo de garantir a segurança da testemunha, pois estava sofrendo ameaças de morte. Ele apresentou denúncias contra membros do MST e a Deputada Federal Érica Kokay, do PT. Uma semana após ouvirmos, recebemos a notícia de que o senhor de mais de 78 anos havia sido morto, tendo sido espancado de uma forma brutal, para que invadirem sua área.

DP: O senhor acredita que o atual governo dará continuidade a regularização fundiária feita na última gestão do governo federal?

Rodinei Candeia: Não, quando estivemos participando da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da FUNAI e do INCRA, no Congresso Nacional, verificamos que os Governos do PT não tinham qualquer interesse em dar título de propriedade aos assentados.

 Em alguns lugares há mais de 30 anos as pessoas aguardavam pela titulação. Concluímos que para acabar com parte da corrupção e a indústria das invasões era absolutamente necessário dar os títulos de propriedade para as famílias.

Eu participei também da equipe de transição para o governo Bolsonaro, justamente nesta área da reforma agrária e o planejamento que fizemos foi justamente neste caminho, para que o Governo realizasse as titulações.

Conforme os dados dos títulos da reforma agrária, no governo de FHC foram 23.110 títulos, nos dois governos Lula foram 99.048 títulos, no governo Dilma foram 166.627 títulos, no governo Temer 208.563 e no governo Bolsonaro, até agosto de 2022 tinham sido emitidos 404.993 títulos para os assentados.

Diário do Poder

 

Ministros de 2ª: Lula exclui centrão de viagem aos EUA

O trenzinho da alegria que o presidente Lula organizou para viajar aos Estados Unidos, sob justificativa de participar da 78ª sessão da Assembleia Geral da ONU, deixou de fora parlamentares do centrão (Progressistas e Republicanos). A exclusão evidencia que a suposta adesão dos partidos ao governo não é bem assim. Do PP, apenas Arthur Lira foi convidado a compor a comitiva, ainda assim, não por integrar o PP e sim pelo fato de presidir a Câmara dos Deputados.

Lulatour

Fora o PP de Lira, 11 siglas foram chamadas: Solidariedade, Podemos, União Brasil, Patriota, PSD, PT, PSB, PDT, Psol, Avante, e até o PSDB.

De lado

Apesar de a assembleia ser realizada em Nova York, o presidente da Frente Parlamentar Brasil-EUA, Eduardo da Fonte (PP-PE), foi ignorado.

Escolhidos a dedo

Além de Rodrigo Pacheco (PSD-MG), outros seis senadores estão escalados. Curiosamente, votaram pró-governo em todas as sessões.

Amigo do rei

Entre os senadores que acompanham Lula, apenas um pertence ao grupo Brasil-EUA: o petista Fabiano Contarato (ES).

Diário do Poder