Arthur Lira oferece 150 votos para PEC Fura Teto em troca do Ministério da Saúde

Para que a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) da Transição fosse aprovada, o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), garantiu votos de 150 deputados federais a favor do texto em troca do comando do Ministério da Saúde para seu grupo. A informação é do jornalista Tales Faria, do portal UOL. O grupo, chamado “consórcio de deputados”, é formado por parlamentares do partido de Lira, o PP, do União Brasil, PSDB, Cidadania, entre outras legendas.

Lira emperrou o anúncio, pois teria sido informado de que seu principal adversário político em Alagoas, o senador Renan Calheiros (MDB), estava cotado para assumir o Ministério da Integração. O presidente da Casa, então, criou uma fórmula para aprovação da PEC.

Ao jornalista Tales Faria, integrantes da equipe de transição afirmam que o presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), não vai se render à pressão do presidente da Câmara. No entanto, dizem que sem o apoio de Lira a PEC dificilmente será aprovada.

Membros do grupo temático da Saúde da transição afirmaram que o petista bateu o martelo, e a atual presidente da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), Nísia Trindade, vai comandar a pasta.

De acordo com os jornalistas Igor Gadelha e Gustavo Zucchi, do portal Metrópoles, Nísia teria sido convidada por Lula para assumir o cargo durante uma conversa que tiveram na semana passada, em Brasília.

Fonte: UOL Notícias

 

Secretário Silvio Leite, quando é que o Maranhão terá Segurança Pública?

Há poucos dias, tive oportunidade assistir entrevista de um oficial superior da Polícia Militar lotado no município de Timon, falar taxativamente por várias vezes, que estavam sendo realizadas operações na cidade, com o objetivo de fazer com que a população tivesse a sensação da existência de segurança. A sua manifestação é o retrato da realidade no Maranhão, através de discursos evasivos da gestão da Segurança Pública, com a falta de um mínimo de verdade e respeito a população, a maior vítima da violência, que avança na capital e no interior e caminha para proporções graves.

Assassinatos e feminicídios tomam proporções acentuadas no Estado. As drogas podem encontradas em todos os lugares, uma vez a comercialização é livre e em qualquer local traficantes fazem negócios, principalmente nos centros comerciais. De há muito o Maranhão está na rota dos grandes traficantes de cocaína e constantemente a Polícia Rodoviária Federal vem fazendo apreensões, que muitas vezes até assustam as autoridades policiais pelos volumes e audácia da bandidagem.

Em São Luís, até o mês de novembro já haviam sido registrados quase 1.200 assaltos a coletivos e recentemente, um policial militar matou um dentro de um ônibus na avenida dos Franceses. O que mais revolta e indigna a população é que as estratégias que os bandidos utilizam, sempre são os mesmos lugares para as práticas de assaltos e a polícia não consegue fazer um trabalho preventivo.

Casos de violência de assaltos a mão armada e o elevado número de roubos de celulares, a maioria não chega ao conhecimento das autoridades, a não ser em que a vítima tenha necessidade de registro de BO. As pessoas sabem que até existe boa vontade dos policiais civis e militares, mas os efetivos são restritos e o pouco serviço efetivo de enfrentamento a violência tem que ser computado aos esforços dos civis e militares, em respeito à população.

Infelizmente, a realidade que está exposta aos maranhenses, ainda é da administração passada, mas o governador Carlos Brandão precisa, além de aumentar o efetivo, colocar pessoas com compromisso, transparência e competência para dirigir o Sistema Estadual de Segurança, para que a população tenha efetivamente a certeza da segurança e não apenas a sensação, como disse o oficial da PM do município de Timon.

Fonte: AFD

 

Ibovespa derrete, novos impostos e a criação de 35 ministérios

Quando eu ouvia das minhas fontes coisas sobre boa parte dos FariaLimers – os corretores da B3 e operadores do mercado financeiro – eu sinceramente tinha dificuldade em entender. Porque pessoas esclarecidas, amplamente informadas sobre a corrupção e devastação econômica que foram os governos do PT, votariam em Lula? Por que executivos cometeriam esse suicídio econômico?

Mas no Brasil, a inteligência tem limites, a ignorância não.

Após eleições, declarações e ações apresentadas pela transição de Lula aumentaram temor por governo mais estatista e com gastos maiores. O Ibovespa, principal índice da B3, a bolsa de valores brasileira, perdeu o equivalente a R$ 577 bilhões em valor de mercado desde 21 outubro, a última vez em que bateu os 119 mil pontos. Isso mesmo o Bolsa perdeu quase meio trilhão de reais, desde a eleição de Lula.

Os cálculos são da plataforma de investimentos TradeMap e consideram a variação até o fechamento de sexta-feira (9). Naquele 21 de outubro, a nove dias do segundo turno das eleições presidenciais, que aconteceu em 30 de outubro, o Ibovespa subiu 2,35% e fechou aos 119.928,79, em meio a pesquisas que indicavam melhora do então candidato à reeleição Jair Bolsonaro e também a uma temporada de balanços corporativos fortes.

Foi a melhor pontuação desde março deste ano e uma das melhores semanas desde 2020. De lá para cá, a bolsa reverteu o otimismo e entrou em uma espiral de quedas que a derrubou de volta para perto dos 105 mil pontos, enquanto Lula da Silva dava os primeiros passos da transição e sinais mais claros de que deverá ter uma agenda mais estatista e de gastos públicos maiores.

Nesta segunda-feira (12), por volta das 16h30, o Ibovespa caía 2,8%, a 104.553 pontos, nos piores níveis desde agosto. No radar dos investidores, está a expectativa pelas próximas nomeações para os ministérios e a equipe econômica do governo petista, depois da confirmação, na sexta-feira, do ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, para a Fazenda.

Fernando Haddad (PT) afirmou na sexta-feira (9) que o estabelecimento de uma nova regra fiscal, em substituição ao teto de gastos e para tanto será necessário a criação de um novo tributo. Isso mesmo o substituto de Paulo Guedes, nem tomou posse e já fala em criar novos impostos.

Sem limites para a Carreta Furação: atualmente, a gestão Bolsonaro tem 23 ministérios e secretarias com status ministerial. Um desenho preliminar feito pelo grupo de transição prevê que a partir do ano que vem, o governo do PT pode contar com até 35 pastas. O atual Ministério da Economia, por exemplo, vai ser dividido em três: Fazenda, Planejamento e Indústria e Comércio.

Quem se importa com austeridade na gestão pública? O importante é que tenhamos cargos para empregar todos os companheiros.

Eduardo Negrão

Consultor político e autor de “Terrorismo Global” e “México pecado ao sul do Rio Grande” ambos pela Scortecci Editora.

 

Câmara aprova ampliação para 200% gastos com publicidade de empresas públicas

A Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que aumenta de 0,5% para até 2% da receita bruta operacional o limite de despesas com publicidade e patrocínio por empresa pública e sociedade de economia mista em cada exercício, além de mudar limites de gastos em ano eleitoral. O texto segue para o Senado.

Pelas regras atuais, é possível atingir os 2% por proposta da diretoria justificada com base em parâmetros de mercado do seu setor e mediante aprovação pelo respectivo Conselho de Administração.

O substitutivo aprovado pelos deputados muda também o período mínimo de desvinculação da estrutura decisória de partido político ou de trabalho vinculado à organização, estruturação e realização de campanha eleitoral para que o indicado possa tomar posse em cargo de diretoria ou de conselho de administração de empresa pública e sociedade de economia mista da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios. A regra também foi estendida para as agências reguladoras.

Diário do Poder

 

Começa a complicar com mais denúncias a situação do vereador Domingos Paz acusado de assédios sexuais

Apesar das suas declarações em plenário de que é inocente, o cerco sobre o vereador Domingos Paz (Podemos) é cada vez maior. O depoimento da mãe de uma adolescente de 14 anos, em que mostrou vários printes em seu celular de conversas com o vereador, que tentava conseguir dela o consentimento para estuprar a filha, repercutiu bastante e as complicações são bem mais intensas contra o Domingos Paz. Foi a partir de denúncias feitas pela ex-conselheira tutelar da Área Itaqui-Bacanga, Gleici Salazar, que acusou e denunciou o vereador por assédios em seu gabinete na Câmara Municipal com propostas de fotos de nudez e reuniões noturnas apenas com o vereador para tratar de assuntos comunitários, inclusive com observações insinuantes sobre o seu corpo. Ela registrou para as autoridades policiais, que diante das suas recusas, o vereador Domingos Paz não mais tratar dos assuntos comunitários solicitados por ela, inclusive com riqueza de detalhes feita na Delegacia da Mulher

                 Acompanhamento pelo Ministério Público

Está previsto para hoje (14), mais 05 depoimentos de pessoas sobre o caso, inclusive de pessoas que teriam sido vítimas de assédios do vereador, marcadas para a Delegacia da Mulher na Casa da Mulher Brasileira. Depois da primeira denúncia contra o vereador Domingos Paz estão surgindo outros casos, em que as vítimas se sentem encorajadas para fazerem revelações. Pelo que se tem informação, o Ministério Público da Infância e da Juventude deve acompanhar as investigações, principalmente sobre o caso da menina de 14, que segundo a sua genitora, ela teria recebido proposta para entregar a filha para práticas sexuais com o vereador.

                Câmara ainda não recebeu qualquer informação sobre o caso

A Câmara Municipal de São Luís e mais precisamente a Comissão de Ética ainda não havia recebido até ontem, qualquer informação sobre o rumoroso e grave caso envolvendo o vereador Domingos Paz. Pelo que se tem observado, diante das crescentes denúncias, no parlamento alguns vereadores já se dividem sobre a inocência do acusado, inclusive com os detalhes vindo a público pela genitora da adolescente de 14 anos. Como o cerco vem se fechando sobre Domingos Paz, mesmo com as suas incessantes declarações de inocência e as investigações avançando, agora com a participação do Ministério Público, logo o legislativo municipal terá que se posicionar. Nos últimos dois dias ele não compareceu ao legislativo municipal.

Fonte: AFD

Repercute ofensas de Lula a Bolsonaro e críticas ao Judiciário em festa na casa do advogado Kakay

Assim que terminou a cerimônia de diplomação do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a futura primeira-dama Janja convocou algum dos convidados para celebrar o retorno do petista ao Palácio do Planalto. A festa da última segunda-feira (12), em Brasília, ficou marcada por um discurso de Lula, no qual o futuro presidente não  poupou críticas ao atual chefe do Executivo, Jair Bolsonaro (PL).

Em uma varanda na casa do advogado Antônio Carlos de Almeida Castro, conhecido como Kakay, Lula explicou que ia “falar de improviso tudo que não pude no TSE”.

Segundo informações da coluna de Carla Araújo no UOL, Lula fez duras críticas a Bolsonaro e não poupou sequer o sistema judiciário brasileiro, mesmo com a presença de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), inclusive de Alexandre de Moraes, presidente do TSE. Lula chamou Bolsonaro de “aberração” e “pequeno monstro”, disse que o atual presidente é fruto da “antipolítica” e que não dá para entender “como e onde” ele surgiu politicamente.

Críticas ao Judiciário

Já em relação ao sistema judiciário, apontou que juízes e ministros costumam decidir casos de acordo com a opinião pública, citando o “mensalão” como exemplo. Lula citou o ex-juiz Sergio Moro e o procurador Deltan Dallagnol, disse que eles o perseguiram na operação Lava Jato e que prosperaram, uma vez que não houve contenção de seus atos.

Fonte: UOL Notícias

 

Lula fala em ‘amor’, mas não disfarça seu rancor

O presidente eleito Lula (PT) usou o seu discurso no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), na cerimônia de diplomação, para mais uma vez dividir o País entre os que “amam” e os que “odeiam”, colocando-se como sempre no lado dos amorosos, que só professam “ódio do bem”. Apesar de ser um político experiente, ele não se recuperou da prisão por corrupção e lavagem de dinheiro, e tem sangue nos olhos. Poderia ter falado ao País, mas continuou no palanque, dirigindo-se aos militantes.

Até aqui de raiva

Nem mesmo os preocupados aliados sabem se Lula será capaz, como líder, de estender a mão aos que não votaram nele. Metade do País.

Já a corrupção…

Em vez de prometer que Mensalão e Petrolão não se repetirão, ele optou por intimidar eventuais denunciantes, com ameaças à livre manifestação.

Ataque inútil

Lula perdeu tempo atacando a Bolsonaro, em atitude que não é usual em discursos de diplomação. Deveria ter descrito o país que pretende legar.

Dueto de rancor

Coincidência ou não, o discurso do presidente do TSE, Alexandre de Moraes, estava em linha com o de Lula, no ataque ao atual presidente.

Coluna do Claudio Humberto

 

Davi Alcolumbre quer apoio do PT para presidir Senado

A tramitação a jato da PEC Fura-teto envolveu muita negociação entre o presidente da CCJ, senador Davi Alcolumbre (União-AP), e a Transição. Os petistas desconfiavam que Alcolumbre atrasaria a votação do texto. Na conversa de defunto que quer reza, o político do Amapá confessou a vontade de voltar a presidir o Senado com apoio do PT. Na prática, ele passaria a perna no aliado Rodrigo Pacheco (PSD), que ajudou a eleger.

Procurado

Rodrigo Pacheco, que busca a reeleição, também foi procurado. Seria a dobradinha de apoio Alcolumbre/Pacheco e depois Pacheco/Alcolumbre

No radar

O movimento não caiu bem entre Tereza Cristina (PP-MS), o clã Calheiros (MDB-AL) e Rogério Marinho (PL-RN). Todos de olho na vaga.

Inconfiáveis

O PT desconfia de Alcolumbre e Pacheco. Conhece o histórico da dupla jogando bola nas costas de Bolsonaro, apesar da ajuda que receberam.

Coluna do Claudio Humberto

 

Futuro Ministro da Defesa dá satisfação a Alexandre de Moraes sobre os comandantes das Forças Armadas

O poder do ministro Alexandre de Moraes está cada vez mais forte. Algo realmente incompreensível numa verdadeira democracia.

O próprio José Múcio, escolhido por Lula para o Ministério da Defesa, disse que foi até ao ministro Alexandre de Moraes, para explicar a escolha dos novos comandantes das Forças Armadas.

“Disse a Alexandre de Moraes que me responsabilizava pela escolha, e tenho absoluta certeza, que fiz o certo”, disse Múcio, em entrevista à GloboNews, na sexta-feira 9.

Parece que recebeu o “aval” do magistrado.

Gonçalo Mendes Neto. Jornalista.

 

Nome de Aluísio Mercadante para o BNDES derruba a bolsa e dispara o dólar

O PT pretende voltar ao poder de maneira impiedosa. Esse time afeito a corrupção e incompetência tem um incomensurável poder destrutivo. Nesse sentido, logo que Fernando Haddad foi anunciado como o escolhido para o Ministério da Fazenda, os efeitos foram dolorosos para o mercado.

A consequência em médio prazo será gigantesca, algo aterrorizante. Não satisfeito, o PT acaba de lançar mais um verdadeiro “furacão”, derrubando imediatamente a bolsa e fazendo o dólar disparar.

O site O Antagonista descreveu com precisão:

“Rumores de que Aloizio Mercadante pode ser o novo presidente do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) derrubaram o Ibovespa nesta manhã. O principal índice acionário brasileiro caía 3,20% às 12h50, enquanto o dólar disparava quase 2%, cotado a R$ 5,35.

O mau humor com a indicação tem relação a uma possível mudança na Lei das Estatais, que seria necessária para que o petista pudesse assumir o cargo. A lembrança de legislação alterada “ao sabor dos ventos” assustou os investidores.

A Lei das Estatais proíbe que pessoas envolvidas em cargos decisórios de partidos políticos ou que tenham trabalhado em campanha eleitoral nos últimos três anos possam assumir funções em diretoria ou cadeira no Conselho de Administração empresa públicas.

Além da bolsa em queda (que pode ter o pior dia desde o ‘Boa Sorte Day’ de Henrique Meirelles, quando o Ibov fechou em -3,35%) e do dólar em alta, os juros futuros também dispararam após os boatos terem ganhado força.”

Jornal da Cidade Online