Paulo Vitor agora que ser articulador do governador Carlos Brandão e tentar barganha com o prefeito Braide

Depois de anunciar a desistência de uma pré-candidatura, que existia apenas para ele, uma vez que dentro do contexto político partidário, ela nunca foi vista com capacidade de ser levada a séria, diante da observância da incapacidade de Paulo Vitor, em aglutinar forças políticas. Quando ainda filiado do PcdoB, teria sido orientado a deixar o partido, uma vez que não teria legenda para a sua pretensão de ser candidato a prefeito de São Luís.

Gastou muito dinheiro para fazer um ato pomposo de filiação ao PSDB, na convicção de que teria legenda e o apoio incondicional do governador Carlos Brandão e da máquina governamental, mas logo veio a descobrir que nunca fez parte de qualquer projeto da agremiação partidária, com a observância de que as suas duas passagens pela Secretaria de Estado da Cultura, ficaram bastante a desejar no aspecto administrativo e faltou-lhe competência para ganhar popularidade nos festejos juninos com muitos milhões de reais. Chegou a dar origem a inúmeros descontentamentos aos dirigentes de entidades folclóricas, o que o levou a perder muito da confiança do governador. Foi mantido na coordenação da campanha eleitoral, mas sem a força de determinação. Mais tarde foi aconselhado a voltar para a Câmara Municipal na qualidade de presidente licenciado.

O seu retorno foi marcado pelo seu autoritarismo de colocar o legislativo municipal em confronto com o executivo, com o objetivo de travar um duelo com o prefeito e assim se colocar no centro das atenções políticas. Logo de saída rompeu com o vice-presidente vereador Francisco Chaguinhas, que tem uma relação institucional com o prefeito e que com alguns colegas de parlamento sempre defendeu que projetos de interesses coletivos deveriam tratados com a devida seriedade e respeito, sem prejuízos para a população.

As tentativas de confrontos de Paulo Vitor não foram bem sucedidas e o prefeito procurou desconhecer as suas péssimas articulações e o resultado é que outros vereadores que precisam lutar pelas suas reeleições não entraram na barca furada.

Ao anunciar ontem no plenário do legislativo municipal a desistência da sua pré-candidatura, a sua expressão visual era de derrota e o devaneio que alimentava grandes aspirações tinham desmoronado e sem maiores esclarecimentos, jogou a toalha do sonho, que alimentava e que jamais seria transformado em realidade.

Hoje, Paulo Vitor tenta renascer com alucinações mirabolantes, em que insinua ser articulador do governador Carlos Brandão para um acordo político com o prefeito Eduardo Braide, em que ele naturalmente seria o beneficiário de uma barganha. Como politicamente ele não soma nada, assim nada será levado em consideração.

Fonte: AFD 

 

 

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