PRIMAVERA ÁRABE

A “Primavera Árabe” foi o nome
dado à onda de protestos populares
ocorrida em 2011 contra os governos do
mundo árabe. A raiz daqueles protestos estava
no agravamento da crise econômica, na
falta de democracia e no alto índice de corrupção
praticado por tais governos.
A população daqueles países cansou de
ver a sua condição de vida piorar, enquanto
políticos e seus protegidos se deleitavam e
esbanjavam dinheiro público a custa do suor
do povo. No Brasil, em 2013, várias mobilizações
sacudiram o país como as da “Primavera
Árabe” e pelos mesmos motivos.
Os parlamentos brasileiros e, em particular,
a Assembleia Legislativa do Estado do
Maranhão – ALEMA está precisando de uma
dose CAVALAR de “Primavera Árabe”.
Notícias veiculadas recentemente em programas
de televisão denunciaram o desvio
abissal de dinheiro público nos parlamentos
brasileiros mascarado na forma de contrata-
ção de servidores fantasmas.
Essa prática tão comum que envergonha
os cidadãos honestos deste país, para a maioria
dos deputados, especialmente para os que
têm dirigido a ALEMA nos últimos anos e
na atual gestão, é justificada com a seguinte
frase: “aqui é uma casa política e não se
muda isso da noite para o dia”.
Assim, essa prática nociva tem se perpetuado
e se transformado em um axioma político
vergonhoso na Casa do Povo. Em outras
palavras, na ALEMA, os desvios de dinheiro
público também se materializam na contratação
de servidores fantasmas a serviço de
interesses de muitos deputados.
Consegue, inclusive, desafiar leis da física,
na medida em que servidores da cidade
de Caxias, localizada a mais de 600 km da
sede do Rangedor, exercem dupla jornada de
trabalho, já que estão na folha de pagamento
daquela cidade e ao mesmo tempo na folha
da ALEMA.
Diante do exposto, nós – servidores efetivos
– precisamos ter, pelo menos, surtos de
Primavera Árabe, no sentido de nos mobilizar
para fazer valer nossos direitos e,
sobretudo, para derrotar esse axioma político
vergonhoso e ilegal existente na Assembleia Legislativa do Estado do Maranhão.

aldir

Fonte – Sindsalem – Maranhão

Parte superior do formulário

 

Parte inferior do formulário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *