Agentes federais apreenderam dinheiro e joias com suspeitos de desvios milionários de recursos, principalmente em casas de políticos, que pularam cedo da cama com a chegada da PF. O secretário de estado Fábio Gentil e sua companheira deputada Daniela foram alvos da operação. A Polícia Federal apreendeu joias e dinheiro em endereços do Maranhão e do Piauí, na manhã desta terça-feira (19), ao buscar provas de crimes de organização criminosa investigada por desvios de mais de R$ 50 milhões do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (FUNDEB). A Operação Lei do Retorno investiga fraudes em licitações municipais ocorridas entre 2021 e 2025, com agentes federais cumprindo 45 mandados de busca e apreensão contra suspeitos.
Os alvos dos mandados judiciais são principalmente políticos, pessoas físicas, empresas e servidores públicos suspeitos, nas cidades maranhenses de Caxias, São Luís, São José do Ribamar, Buriti Bravo, Presidente Dutra e Joselândia; e na capital piauiense, Teresina.
A Lei do Retorno atingiu em cheio, o ex-prefeito de Caxias, Fábio Gentil, atualmente Secretário de Estado da Agricultura e sua companheira, a deputada estadual Daniela e também atingiu outros políticos em outros municípios, diante de que a roubalheira do dinheiro a educação, além de ter enriquecido inúmeros corruptos, garantiu a eles reeleições e de outros comparsas. Quem não se recorda das falcatruas para desvio de milhões no Programa Educação para Adultos. Os desvios eram verdadeiras ações de bandidos, saqueando cofres públicos e roubando direitos à educação.
Segundo a PF, o esquema devolvia parte dos valores contratados com recursos do FUNDEB aos servidores públicos envolvidos nas fraudes. E o núcleo investigado manipulava processos licitatórios para desviar os recursos públicos e garantir a apropriação criminosa de parte dos valores desviados por agentes públicos. A verdade é que gatunagem era vergonhosa, mas não duvido, que ainda esteja em plena atividade, haja vista, que tem muitos políticos corruptos, com mais faro para dinheiro público, do que rato para queijo.
Fonte: G1 e AFD