Todos os problemas relacionados ao transporte coletivo de São Luís, os riscos sérios de acidentes de maiores proporções com os ferry boats e a violência armada na capital e no interior, não são por deficiências dos gestores encarregados de fazerem todos esses sistemas funcionarem. As responsabilidades são, dos governos municipal e estadual pela falta de investimentos para atender direitos, respeito e a dignidade da população.
O Terminal de Transportes Coletivos da Praia Grande, que contínua oferecendo riscos de acidentes de há muito e nestes oito anos da administração do prefeito Edivaldo Holanda Junior, ele fez parte ar armação que resultou na chamada concorrência pública para os transportes coletivos da capital. A partir da maldita concessão para privilegiar grandes empresas de ligações estreitas com os gestores municipais, o serviço se tornou pior e os problemas podem ser vistos diariamente com o verdadeiro inferno instalado nos terminais de integração. O caso para a reforma do Terminal da Praia Grande se tornou uma novela e precisou do pedido de intervenção do Ministério Público para a justiça acatar, diante dos sérios riscos de desabamento. Atualmente com riscos menores o terminal funciona precariamente e o Ministério Público e a Justiça debatem sobre a questão da responsabilização da prefeitura de São Luís. Enquanto isso, os usuários dos transportes coletivos são altamente penalizados diariamente e são vários os casos de coletivos com panes mecânicas nas ruas e avenidas da cidade.
Com os ferry boats não é diferente a omissão do Governo do Estado. Pelos inúmeros acidentes ocorridos e felizmente, nenhum de grave proporção. Foram muitas as inspeções e de nada adiantou, com a esculhambação se mantendo, mesmo com intervenções brancas em que os poderes legislativo e executivo fazem sucessivas fiscalizações e nada muda, com a permanência das máquinas velhas que foram impedidas de funcionarem em serviços de transportes em outros estados e chegam aqui como se fossem de última geração. Foi anunciada uma concorrência pública nacional, mas não se sabe se efetivamente se ela está realmente em curso. Informa-se que existem articulações políticas das duas empresas que operam com os serviços, com vistas a que ela seja postergada.
Na Segurança Pública está um dos maiores problemas, simplesmente por falta de responsabilidade do Governo do Estado. O Sistema de Segurança está completamente sucateado pela falta de investimentos. As policiais militar e civil precisam urgentemente de efetivos, viaturas, armas e custeio para operacionalização. Se hoje, o governador Flavio Dino nomear todos os policiais militares e civis aprovados em concurso público e já capacitados o sistema continuará deficiente. Se comprar mil viaturas dará apenas para substituir uma parte das sucateadas. As operações do Sistema de Segurança Pública em São Luís para enfrentar facções criminosas e mais precisamente o tráfego de drogas, contou com suspensão imediatamente das escalas de serviços e muitos militares vieram do interior do Estado, onde o serviço é bastante vulnerável e acabou ficando a própria sorte. A população tem que reconhecer que o sucesso das inúmeras operações das polícias militar e civil tem que ser computado ao compromisso dos policiais com a população de São Luís, uma vez que se fossem esperar pelo governo nada disso seria possível por falta de compromisso e inve