Suspensão de aulas presenciais nas escolas estaduais autorizadas por Flavio Dino teria contrariado a SES

A decisão do secretário Felipe Camarão em determinar a suspensão presencial das aulas em todos os estabelecimentos públicos estaduais, foi aprovada pelo governador Flavio Dino. A iniciativa teve por base, pedidos de um considerável número de pais e embora a Secretaria de Educação viesse a disponibilizar todos os requisitos necessários à prevenção ao covid-19, os riscos continuariam pelas naturais desobediências que iriam surgir entre todo o contexto de pessoas envolvidas. Não seria surpresa alguma, se a estabilidade hoje da doença no Maranhão viesse a ocorrer o risco de sair do controle.

A decisão do governo não encontrou resistência de nenhum segmento social e político,  no entanto ele veio de dentro do próprio governo. O secretário Carlos Lula, da pasta da saúde, entendeu que ele deveria ser ouvido, e como não foi, registrou que a decisão deveria passar por uma avaliação maior e para tanto foi buscar informações de escolas particulares e como exemplo, a em que estudam os seus filhos e naturalmente de considerável padrão e prevenção acentuada, o que normalmente não ocorreria nas escolas públicas pelo número de alunos por salas de aula, mesmo com a redobrada prevenção, daí é que teria prevalecido o bom senso e a responsabilidade do secretário Felipe Camarão.

Na verdade, a manifestação contrária do secretário Carlos Lula é que ele acabou perdendo espaços para dinamizar a sua campanha política a deputado estadual para uns e federal para outros. O intento que perseguindo, é o que o levou a dançar no palco do candidato a prefeito de Coroatá sem máscaras, contrariando o seu discurso de prevenção a covid-19, além de que poderia ter ficado em casa, como sempre recomenda, mas preferiu dançar numa grande aglomeração.

 

 

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