Senador Sérgio Moro faz um constrangedor questionamento sobre as “roubalheiras” de Lula

Diante de todos os escândalos de corrupção que estão vindo à tona na atual gestão do ex-presidiário Lula da Silva, o senador Sérgio Moro, que certa feita, na condição de juiz federal, fez a alegria do país ao colocá-lo na prisão, fez um questionamento no mínimo constrangedor e revelador da atual realidade do país.

Confira:

Em qual mandato presidencial do Lula houve mais corrupção? Alternativas:

1 – Lula I, com o mensalão;

2 – Lula II, com o assalto da Petrobras; ou

3 – Lula III, com o roubo dos aposentados e pensionistas do INSS.

A disputa é dura. Escreva sua resposta aqui.

No X, o Grok (inteligência artificial) deu a seguinte resposta:

“É difícil determinar com precisão o maior volume de dinheiro desviado nos governos Lula devido a dados variáveis.

No Lula I (2003-2006), o Mensalão envolveu cerca de 27 milhões a 4,9 bilhões de reais, segundo relatórios.

No Lula II (2007-2010), o escândalo da Petrobras, investigado na Lava Jato, desviou mais de 6 bilhões de reais, sendo o maior em escala.

No Lula III (2023-atual), alegações de desvios no INSS não têm valores claros ou evidências sólidas até maio de 2025. Assim, o caso Petrobras (Lula II) parece ter o maior impacto financeiro, mas investigações futuras podem mudar essa visão.”

Sim, com certeza, essa visão vai mudar. Eles voltaram à cena do crime e estão conseguindo se superar.

Jornal da Cidade Online

Ministro da Justiça Ricardo Lewandowski: A Polícia, além de prender mal, remuneração não é prioridade

Que o desgoverno Lula não tem políticas públicas para a área de segurança, o Brasil já sabe. Sabe também das duas escolhas infelizes para o ministério da justiça e segurança pública. Primeiro o Flávio Dino, que mesmo tendo em seu currículo o cargo de governador, nada fez pela pasta, a não ser dar ctrl C ctrl V no já fracassado PRONASCI, implantado no 2° Reich do ex-presidiário Lula. Além de conseguir a inexplicável proeza de entrar em uma favela no complexo da Maré (RJ) – dominada por facções criminosas – com pouca segurança. O segundo e atual ministro, Ricardo Lewandowski (ex STF) entrou completamente cego em uma pasta bastante complexa, em razão dos altos índices de criminalidade do país e inúmeros territórios dominados por facções e milícias espalhados pelo Brasil.

O grande feito do ex-ministro do STF foi comandar o impeachment da Dilma (presidente do STF), cassando-a, mas sem torná-la inelegível. Também implantou a audiência de custódia no judiciário quando presidia o CNJ, hoje uma das principais responsáveis pela impunidade no Brasil (a urgência de custódia). Como ministro da justiça e segurança pública coleciona frases que afrontam os policiais brasileiros de todas as forças.

As mais recentes e com certeza as mais graves foram:

Na ânsia de justificar as constantes liberações de criminosos em audiência de custódia, sem importar a gravidade do crime (tráfico, homicídio, porte de armas/fuzil, sequestros etc), Lewandowski afirmou em solenidade pública que “a polícia prende mal”, o que não é verdade. Em recente pronunciamento na Câmara dos Deputados, afirmou que como professor doutor da Universidade de São Paulo aposentado, ganha menos que um policial. O que também não é verdade.

Mas, o mais grave foi dito em seguida. Que “é melhor gastar com câmeras do que reajustar salários” e que “a remuneração de policiais não é prioridade”.

Que os policiais que votaram e apoiam esse desgoverno reflitam sobre o tratamento dispensado aos policiais brasileiros, que enfrentam diariamente a criminalidade, muitos dos quais foram mortos em cumprimento do dever.

Henrique Alves da Rocha

Coronel da Polícia Militar do Estado de Sergipe.

 

Ex-diretor escancara a ingratidão da Rede Globo com Boni, que nem convidado foi para os 60 anos

Um dos mais competentes diretores de novela da Rede Globo, sem dúvida foi Wolf Maia, que dirigiu novelas de sucesso como A Viagem, Senhora do Destino e Fina Estampa e trabalhou na empresa durante 35 anos. Wolf não foi homenageado, nem lembrado, entre as personalidades que contribuíram para o sucesso da emissora.

Wolf, entretanto, garante que não ficou chateado com isso. Ele afirmou não guardar mágoas e explicou que sua função sempre o manteve nos bastidores. “Já me acostumei com isso desde o início”, afirmou.

Porém, um outro fato deixou Wolf Maia indignado.

A ausência de uma homenagem a Boni, considerado um dos principais responsáveis pelo crescimento da Globo e por consolidá-la como uma das maiores emissoras da América Latina.

“É um absurdo não citarem o Boni, isso que é um absurdo”, disse. Boni sequer foi convidado para o evento comemorativo da emissora dos Marinho. “É inacreditável”, destacou Wolf Maya.

E concluiu:

“Acredito que ele não esteja ofendido porque ele sabe o tamanho que ele tem. Ele é um grande nome da comunicação do Brasil”. De fato, esse tipo de atitude é capaz de destruir os maiores gigantes.

Jornal da Cidade Online

 

Frei Chico, irmão de Lula e da roubalheira do INSS foi do esquema corrupto da Odebrecht, como Irmão Metralha

O esquema de corrupção da Odebrecht desviava dinheiro de obras públicas para distribuir a políticos de diversas formas. Doação oficial, caixa 2, pagamentos no exterior e, pasmem, ‘mesada’. Tudo isso para beneficiar a empresa em decisões dos governos, na aprovação de leis e em obras públicas. A delação de Antonio Palocci revelou, entre um infindável espetáculo de horrores e barbaridades, que o cidadão conhecido como Frei Chico, irmão de Lula, durante mais de 10 anos recebeu ‘mesada’ da Odebrecht.

Assim, como todo corrupto beneficiário desse esquema espúrio, Frei Chico tinha o seu codinome nas planilhas de propina da empresa. Como irmão do maior ‘cliente’ do nefasto departamento da construtora, que atuava no submundo do crime, Frei Chico ganhou um codinome bastante apropriado: Metralha. Duro é saber que, no caso da Odebrecht, os favorecimentos à família ‘Metralha’ não se restringiam aos ‘irmãos’, atingiam também filhos, sobrinhos e amantes.

Jornal da Cidade Online

 

Balcão de negócios: Lula já mandou pagar R$2,3 bilhões em emendas parlamentares

O governo Lula (PT) já pagou este ano R$2,3 bilhões em emendas parlamentares. O número é do Tesouro Nacional, já que o Portal da Transparência esconde desde o início do ano as despesas do governo petista. A maior parte da grana dos pagadores de impostos bancou emendas individuais (R$1,6 bilhão) e os R$780 milhões restantes em emendas de bancada. Apesar de todo o show do Planalto em consórcio com o STF, Flávio Dino à frente, as emendas têm sido transferidas regularmente todos os meses, este ano.

Nem um mês

O ministro do STF Flávio Dino “suspendeu” emendas, interferiu, fez reuniões, distribuiu ameaças, mas houve pagamentos de janeiro a abril.

Maior de todas

A maior emenda paga este ano pelo governo Lula foi para a bancada do Estado do Tocantins; R$40,5 milhões, só em fevereiro,

Chuva de dinheiro

Araguaína (TO) é o município que mais recebeu emendas em 2025: foram R$ 70,5 milhões, incluindo as duas maiores emendas individuais.

Coincidências

O senador Irajá (PSD-TO) é o campeão em emendas para Araguaína, cujo representante é José Guimarães (MDB), irmão do vice-prefeito.

Coluna do Claudio Humberto

STF tenta exaltar a “liberdade de imprensa” na internet, mas o povo não perdoa e detona a Corte de Justiça

Em resposta a uma publicação oficial do Supremo Tribunal Federal (STF) em celebração ao Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, diversas vozes críticas se manifestaram nas redes sociais, acusando a Corte de agir em desacordo com os princípios que afirma defender. Entre os que contestaram o post está o advogado e especialista em liberdade de expressão, André Marsiglia, que afirmou de forma categórica:

“Não há nada a comemorar”.

Marsiglia ganhou notoriedade ao atuar na defesa da revista Crusoé, no caso emblemático de 2019, quando o ministro Alexandre de Moraes determinou a retirada de uma reportagem do ar. O texto, intitulado O amigo do amigo de meu pai, apontava vínculos entre o ministro Dias Toffoli, o então ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a empreiteira Odebrecht — investigada pela Operação Lava Jato. O episódio foi duramente criticado por entidades de jornalismo à época, e o caso permanece sob investigação no controverso inquérito das fake news, instaurado de ofício pelo próprio STF.

Em suas declarações recentes, Marsiglia destacou as implicações graves dessas investigações prolongadas, classificando o inquérito como uma “anomalia” dentro do sistema processual brasileiro. Ele também chamou atenção para a situação de jornalistas que, segundo ele, estão exilados por conta de perseguição judicial — como Allan dos Santos e Oswaldo Eustáquio, que residem atualmente nos Estados Unidos e na Espanha, respectivamente. Ambos os países se recusaram a extraditá-los, sob a alegação de que suas atividades se enquadram na liberdade de expressão.

Outro caso mencionado por Marsiglia é o do jornalista norte-americano Glenn Greenwald. Segundo depoimento prestado por Greenwald à Comissão de Segurança da Câmara, há indícios de que ele possa estar sendo alvo de investigações a mando do ministro Moraes, em razão de seu trabalho jornalístico.

“O STF comemora algo que ele próprio enfraquece diariamente. Jornalistas com contas bloqueadas, veículos censurados e investigações intermináveis mostram o cenário real da liberdade de imprensa no país”, declarou Marsiglia.

Também o advogado Maurício Pierre reforçou as críticas, publicando uma mensagem na qual destaca que “o STF reiteradamente promove atos de censura prévia”, em violação direta à Constituição brasileira e a tratados internacionais de direitos humanos.

“Desde 2019, o STF tem corrompido a Constituição”, escreveu Pierre.

O analista político e colunista Flávio Gordon foi direto ao comentar o tuíte da Corte: “O cinismo desse tuíte é espantoso”.

Jornal da Cidade Online

Revolta da OAB ao STF, que restringe celular em sessões, prega boicote e pode recorrer a corte internacional

O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) reagiu com firmeza à recente determinação do Supremo Tribunal Federal (STF) que restringe o uso de celulares em sessões de julgamento. Em nota divulgada nesta quarta-feira (30), a entidade orientou os advogados a não comparecerem à próxima sessão da Primeira Turma da Corte, marcada para terça-feira (6), caso a proibição permaneça em vigor. A medida foi motivada por decisão do ministro Cristiano Zanin, que, em uma sessão anterior, determinou que celulares fossem recolhidos e lacrados durante o julgamento de uma denúncia envolvendo um suposto plano de golpe de Estado. A imposição atingiu advogados e também jornalistas presentes, gerando ampla repercussão negativa entre profissionais do Direito.

Para a OAB, essa exigência é “injustificada” e fere diretamente as prerrogativas da advocacia previstas no Estatuto da categoria. A entidade considera que a iniciativa do Supremo carece de respaldo legal e representa uma ameaça à autonomia do exercício profissional, além de criar um precedente perigoso para a atuação da defesa em processos judiciais. Na nota, a OAB orienta que, caso a imposição se repita, os advogados deixem a sessão imediatamente e comuniquem a situação à entidade. O presidente nacional da Ordem, Beto Simonetti, afirmou que, se necessário, a organização acionará tribunais internacionais de direitos humanos para proteger as garantias da categoria.

Simonetti ainda fez uma referência direta ao passado profissional do ministro Zanin, lembrando que ele próprio, quando advogado de defesa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), já contou com o apoio da OAB em ações internacionais para garantir suas prerrogativas. “Se o STF mantiver a ordem de lacrar celular de advogado, a OAB vai acionar os tribunais internacionais de direitos humanos”, declarou.

Jornal da Cidade Online

 

A nomeação do novo ministro de Lula: continuidade ou conivência?

Substituição na Previdência segue a lógica da proteção política sem o compromisso com a moralização da gestão pública. A escolha do sucessor de Carlos Lupi em meio a um escândalo bilionário no INSS levanta questionamentos sobre a real disposição do governo em enfrentar as próprias falhas. A nomeação de Wolney Queiroz Maciel como novo ministro da Previdência Social, em meio ao escândalo bilionário de fraudes no INSS, representa mais do que uma simples troca de nomes no governo Lula: é o reflexo de um sistema político que prefere blindar aliados a encarar com seriedade as consequências da própria omissão.

Queiroz, histórico quadro do PDT e braço direito de Carlos Lupi, seu antecessor, não chega ao cargo como reformista nem técnico independente. Pelo contrário: foi secretário-executivo da pasta, participou de decisões estratégicas e esteve em reuniões em que denúncias de fraude foram diretamente ignoradas. Isso o torna corresponsável — se não juridicamente, ao menos politicamente — pelo descontrole institucional que permitiu o avanço de um esquema que desviou mais de R$ 6 bilhões dos cofres públicos. E pior: dinheiro que deveria ir para os aposentados mais pobres do país.

O caso mais evidente dessa conivência institucional ocorreu em junho de 2023. Durante uma reunião do Conselho Nacional de Previdência Social, da qual Queiroz participou, foram feitas denúncias claras sobre as fraudes nos benefícios rurais. A resposta? Nenhuma. O silêncio durou quase um ano. A máquina pública só se mexeu quando o escândalo explodiu na imprensa e ficou impossível de esconder. Outro ponto crítico: Queiroz se reuniu com representantes da Contag, uma das entidades sob investigação por suposto envolvimento nas fraudes. A reunião, embora institucional, ocorreu em um contexto de alerta e deveria ter motivado maior cautela. Não motivou. O governo seguiu ignorando os sinais. O encontro pode não provar dolo, mas comprova, no mínimo, descuido grave diante de denúncias já conhecidas.

A escolha de Queiroz expõe também a fragilidade ética da coalizão governista. A permanência do PDT à frente da Previdência — mesmo após o desgaste de Carlos Lupi — não se explica por mérito técnico nem por sinalização de mudança, mas pela lógica da acomodação política. Em nome da governabilidade, evitou-se um racha. Mas, na prática, premiou-se a omissão com promoção. O novo ministro terá agora a difícil tarefa de recuperar a credibilidade de uma pasta corroída por escândalos. Suas promessas de reforçar a fiscalização soam mais como controle de danos do que como sinal de mudança.

Enquanto isso, quem paga a conta são os aposentados. As vítimas principais do esquema seguem esperando não só justiça, mas respeito. Não poderia ter um exemplo pior de administração conduzida por um partido dito de trabalhadores que lesar um aposentado depois de anos dedicados a trabalhar, recebendo um salário pequeno ao final da vida. Nomear alguém diretamente vinculado ao centro do problema para liderar a solução parece menos uma tentativa de correção e mais uma manobra para preservar aliados. A nomeação do número dois de Lupi não é esse gesto. É um recado que mostra a falta de percepção da gravidade do problema. Um recado ruim.

Jornal da Cidade Online

19 emendas do PT facilitaram roubo aos aposentados do INSS, acusa ex-ministro

Secretário Especial (com status de ministro) da Previdência e do Trabalho entre 2019 e 2020, o senador Rogério Marinho (PL-RN) é dono de boa memória, como demonstrou no Senado. Ele lembrou que a medida provisória nº 871/19 do então presidente Jair Bolsonaro, destinada a proteger aposentados dos descontos de sindicatos e associações picaretas, teve 19 emendas de parlamentares do PT que, percebe-se agora, facilitaram o maior roubo de sempre, na Previdência, contra os aposentados: R$6,3 bilhões.

MP 871 desfigurada

A MP resultou na lei 13.846, que depois seria desfigurada de uma vez por todas, abrindo caminho para o roubo só agora investigado.

Meio milhão de alertas

Em 2022, houve 24 mil reclamações de descontos não autorizados, e no ano seguinte, com PT no poder, as queixas subiram para 459.885.

Esquerda por trás

Rogério Marinho leu da tribuna a lista de entidades picaretas que mais roubaram os velhinhos do INSS. Todas são ligadas à esquerda.

Proibição suspeita

No Senado, o líder do PT pediu e Marinho deu aparte, mas líder de fato do governo, Davi Alcolumbre, proibir o debate, levantando suspeitas.

Coluna do Claudio Humberto

Presidente francês Emmanuel Macron e a tentativa abominável de interferir na eleição do Papa

O presidente francês, Emmanuel Macron, estaria tentando influenciar na eleição do próximo Papa. Esses rumores têm gerado desconforto no Vaticano. Aliás, a insistência de Macron em se meter onde não é chamado é algo que realmente incomoda. Com o Brasil, teve problemas na gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro, por palpitar em questões relativas a Amazônia. Recentemente, tentou participar de uma conversa entre os presidentes Donald Trump e o Volodymyr Zelensky. Trump teve que pedir que se retirasse. A cena foi transmitida ao vivo para o mundo todo. Algo constrangedor.

Desta feita, segundo informações do periódico francês Le Monde, Macron teria se reunido com cardeais franceses e membros influentes da Comunidade de Sant’Egidio, movimento católico progressista próximo ao falecido pontífice, durante um jantar na embaixada da França junto à Santa Sé. Entre os presentes estaria o cardeal Jean-Marc Aveline, arcebispo de Marselha e considerado um dos “papáveis” para o trono de São Pedro. A iniciativa do presidente francês tem sido interpretada por observadores como uma tentativa de promover candidatos alinhados à visão progressista de Francisco, o que contraria a tradição de neutralidade do Estado francês em assuntos religiosos.

Jornal da Cidade Online