Essa perseguição despudorada não pode durar para sempre

Quem se dedica um pouco à espiritualidade sabe que essa perseguição implacável, escancarada e despudorada, exercida pelos tiranos de nossa atualidade, não pode durar para sempre. É um momento difícil, MAS PASSA. Como tudo na matéria.

São os estertores de uma era dominada pelas ambições mais daninhas da civilização, movida por sentimentos primitivos como a inveja, a cobiça, a vingança, o egoísmo, o ódio, a falta de piedade e de sentimentos altruísticos.

Uma sociedade baseada nesse tipo de valores, mesquinhos e perversos, está condenada à própria autodestruição. É impossível promovermos algo construtivo, cooperativo e fraterno, se estivermos movidos por valores destrutivos.

Todos os impérios e ideologias totalitárias que existiram na história humana, quedaram em sua própria derrocada e destruição. Nosso maior desafio nesse momento é não reagirmos com impulsos ainda mais primitivos e animalescos, baseados no ódio, revanchismo, ou ficarmos paralisados pelo medo e a desesperança.

O que essas mentes perversas desejam é que tenhamos reações violentas, como as que eles próprios promovem, para nos igualarmos a eles, ou nos neutralizarem e paralisarem pelo medo, e, assim, fracassamos todos juntos.

Não podemos fracassar.

Precisamos deplorar o fracasso desses infelizes que se auto enganam, acreditando que conquistarão alguma felicidade provocando a infelicidade em seus irmãos, apenas porque desejam ter a liberdade de agir e pensar.

A cada dia acredito mais na parábola do joio e do trigo, e que seremos separados em algum momento.

Não compartilhemos dessas vibrações negativas.

Contra nossos espíritos eles nada podem.

Jesus poderia ter evitado sua própria crucificação, mas não o fez.

POR AMOR.

Aprendamos com o Mestre, se almejamos viver em seu exemplo, o sacrifício é necessário.

Ele nunca disse que seria fácil.

Mas, como dizia Mário Quintana:

“Eles passarão. Nós… passarinho…”

Pedro Possas.

O autor é médico.

 

Ministro Alexandre de Moraes recua e manda soltar o presidente do PL, Valdemar Costa Neto

Prisão era criticada por setores de oposição e nas redes sociais

O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, teve sua prisão preventiva substituída por “liberdade provisória, por decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. Costa. A decisão de Moraes surpreendeu porque na noite desta sexta (9), ele havia convertido sua prisão provisória em preventiva, sem prazo para acabar. A prisão preventiva vinha sendo criticada por setores de oposição e nas redes sociais considerando-a “desproporcional” ou até “abusiva”.

Somente após converter a prisão em preventiva, o ministro do STF solicitou parecer da Procuradoria Geral da República (PGR). Apesar da medida de soltura, o ministro manteve medidas cautelares, a serem cumpridas mesmo em liberdade. Ele foi preso porque a Polícia Federal encontrou em sua casa uma arma que não lhe pertence e sim ao filho, assim foi flagrado flagrante de “porte ilegal de arma”.

Diário do Poder

 

Lula ‘amarela’ e sinaliza a derrota com a derrubada do veto das emendas parlamentares

O encontro dos presidentes da República e da Câmara, nesta sexta (9), teve um significado: Lula (PT) “amarelou”, após o duro discurso de Arthur Lira (PP-AL) na reabertura do Legislativo, advertindo-o para “não subestimar” sua autoridade. O petista captou a mensagem e sinalizou na conversa com Lira, segundo fontes do governo, que não irá se opor à derrubada do próprio veto de R$5,4 bilhões das emendas parlamentares de comissões, equivalentes a 10% do total de mais de R$53 bilhões.

João-sem-braço

O sinal para o encontro foi do próprio Lula, durante entrevista em Minas quando afirmou que “se houve um acordo, temos de cumprir”.

Se colar, colou

A afirmação malandra arrancou risadas Lira, sabedor de que foi de Lula a decisão do veto parcial, para “lacrar” contra as emendas. Mas não colou.

Padilha na chuva

O acordo foi fechado em nome de Lula pelo ministro Alexandre Padilha, que, desautorizado pelo veto, ficou mal perante Lira e os parlamentares.

Entregando os pontos

Lula vetou ainda o calendário obrigatório de liberação das emendas, a maior parte até o julho, mas também já não se importa com a derrubada.

Diário do Poder

 

Empresa pública pode demitir concursado sem justa causa, diz Alexandre de Moraes

Empresas públicas, sociedades de economia mista e outras entidades que exploram atividade econômica sujeitam-se ao regime jurídico próprio das companhias privadas, inclusive quanto às obrigações trabalhistas e tributárias. Por esse motivo, não contrariam a Constituição quando promovem a demissão imotivada de empregado admitido em concurso público.

Segundo Alexandre, Constituição é clara sobre empresa pública se sujeitar ao regime jurídico das empresas privadas. Esse entendimento é do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, que considerou válida a demissão imotivada de empregado de empresa pública ou de sociedade de economia mista, ainda que admitido por concurso. O caso tem repercussão geral e começou a ser julgado pelo Plenário do Supremo nesta quarta-feira (7/2). A sessão contou com as sustentações orais das partes e dos amici curiae (amigos da corte) e com o voto de Alexandre, relator do recurso extraordinário. A sessão foi suspensa e será retomada nesta quinta-feira (8/2).

No caso concreto, empregados demitidos pelo Banco do Brasil questionam decisão do Tribunal Superior do Trabalho que rejeitou o pedido de reintegração. Eles argumentam que não poderiam ter sido dispensados sem justa causa. O banco, por outro lado, argumentou que a jurisprudência do STF estabelece que empregados de empresas de economia mista não têm direito à estabilidade prevista no artigo 41 da Constituição Federal.

Voto do relator
No voto proferido nesta quarta, Alexandre disse que o artigo 173, I, da Constituição define que a empresa pública, a sociedade de economia mista e as entidades que exploram atividade econômica sujeitam-se ao regime jurídico próprio das empresas privadas, que podem demitir sem justa causa. Os Correios são uma exceção por terem personalidade jurídica equiparada à Fazenda pública.

“A Constituição claramente sujeita essas empresas ao regime jurídico das empresas privadas, em que não há a necessidade de dispensa motivada de seus empregados”, destacou o ministro em seu voto.

Para Alexandre, a demissão imotivada não é uma ação arbitrária e pode ser aplicada por razões de “sobrevivência concorrencial”. Ele também disse que a dispensa sem justa causa não gera “politicagem”, uma vez que quem demitiu não pode escolher livremente o substituto no cargo, que deverá novamente ser preenchido mediante concurso público.

“Independentemente de como será a saída, motivada ou não, quem demitiu não vai poder escolher livremente para completar aquela lacuna alguém do seu relacionamento. Se for demitido alguém do Banco do Brasil, para esse lugar tem de ter concurso público.”

“O que a Constituição quis com o concurso foi exatamente ou preferencialmente evitar favorecimento, politicagem, mas não há como se colocar que o fato de se exigir concurso público automaticamente exija motivação para dispensa”, continuou o ministro.

Alexandre, por fim, lembrou que o próprio Tribunal Superior do Trabalho, em sua Orientação Jurisprudencial 247, considera que a demissão de empregados de empresa pública, mesmo que admitidos por concurso, independe de ato motivado.

Fonte: CONJUR

Governo Lula causou rombo bilionário nas estatais: O maior déficit dos últimos tempos

É literalmente a volta à cena do crime. Depois de tudo o que foi descoberto na Operação Lava Jato, jamais poderia se imaginar que esses prejuízos bilionários fossem voltar a ocorrer. As estatais registraram um deficit no resultado primário do setor público consolidado de R$ 2,3 bilhões em 2023. Esse foi o pior desempenho nas contas das companhias desde 2015, ou seja, em 8 anos. O BC (Banco Central) divulgou o resultado nesta quarta-feira (7).

A última vez que as contas das empresas ficaram no vermelho foi em 2016, quando o deficit totalizou R$ 1 bilhão. O setor público consolidado é formado por governo central, Estados, municípios e estatais. Dados do Banco Central mostram que R$ 1,3 bilhão, ou mais da metade do deficit do ano passado, corresponde às estatais federais. Apesar disso, as estatais federais – que tiveram um rombo de próximo de R$ 656 milhões em 2023 – foram as responsáveis pela maior diferença de valor em relação ao ano anterior.

Em 2022, as estatais da União tiveram superavit de R$ 4,8 bilhões. A discrepância para 2023 é de R$ 5,4 bilhões. O valor é maior que para as empresas estaduais (R$ 2,7 bilhões de diferença). O chefe do Departamento de Estatísticas do Banco Central, Fernando Rocha, disse nesta quarta-feira (7) que as estatais pioraram os resultados nos 3 níveis de governo (federal, estadual e municipal). De forma ampla, sem especificar casos ou unidades da Federação, ele afirmou que as empresas precisaram de mais “aportes governamentais” e “não geraram as receitas necessárias para executar suas atividades”.

Ao considerar todas as estatais, a diferença no resultado primário foi de R$ 8,4 bilhões para 2022. Passou de um superavit de R$ 6,1 bilhões em 2022 para um deficit de R$ 2,3 bilhões em 2023.

Jornal da Cidade Online

 

Greve de coletivos favoreceu empresários, demagogia do prefeito, fragilidade da justiça e sem legislativo

Finalmente, depois das mais diversas discussões sobre interesses, demagogia, fragilidades e a falta acentuada, de um mínimo de respeito e direitos aos usuários dos transportes coletivos, o jogo de cartas marcadas terminou como deveria. O presidente da Câmara Municipal de São Luís, Paulo Vitor, que sempre procura ostentar poder e se diz defensor do povo, não teve a mínima coragem de se posicionar em favor da população.

                 Os empresários são sempre os bens sucedidos, quer sejam aliados dos rodoviários ou do poder público e sempre bem vistos pelas instituições, o que permite a que sejam favorecidos nas negociações financeiras e por outro lado, não honram compromisso dentro das suas responsabilidades na prestação de serviços, tripudiando abertamente com a prefeitura de São Luís, que é totalmente incompetente para fazer valer a cobrança de serviços de qualidade, uma vez que paga subsídio com dinheiro do povo.

                  Há uma ampla visibilidade da vergonhosa hipocrisia, em que a prefeitura diz que fiscaliza, o serviço de transporte coletivo e os empresários destacam que são fiscalizados e prestam excelentes serviços, assim é feito o massacre diário aos usuários de coletivos em que estão trabalhadores, estudantes, idosos e deficientes que no dia a dia correm em busca de atendimentos médicos, perícias no INSS e peregrinações diversas nas precárias redes estadual e municipal de serviços, dentre eles, levar sorte para conseguir receber medicamentos de uso contínuo com distribuição gratuita na farmácia estadual específica. Infelizmente, tudo isso é desconhecido por falta de visão e compromisso das instituições públicas e privadas para com os mais pobres e excluídos e o transporte coletivo é fator necessário. Toda a problemática acima foi sentida nesta greve.

                 A greve teve objetivo de favorecimentos financeiros e políticos

                Os rodoviários informaram que desde novembro enviaram propostas para o acordo coletivo de trabalho com base no mês de janeiro. Foram surpreendidos com uma contraproposta considerada pela categoria como imoral. Com uma antecedência de pelo menos 10 dias, eles anunciaram a greve.

                     O prefeito Eduardo Braide, sempre oportunista, foi às redes sociais e afirmou que a prefeitura de São Luís garantia subsidio para atender a reposição salarial dos rodoviários e que não aceitaria aumento de tarifa. Criou uma expectativa grande e não tomou qualquer iniciativa para uma negociação antecipada, o que evitaria a greve e os prejuízos advindos dela. E muito pelo contrário, esperou pela greve como tentativa para auferir vantagens eleitorais com posição contra o aumento das passagens e o subsídio. O resultado negativo foi grande para a população e principalmente para o comércio.

                     A negociação para acabar com a greve foi emperrada pelos empresários, uma vez que as reivindicações dos rodoviários se enquadravam dentro do previsto, mas os empresários sem o menor discernimento e sem questionamento sobre o péssimo serviço prestado, exigiram mais contrapartida Acostumados com o melzinho na chupeta da prefeitura com o dinheiro do povo, queriam R$ 1,35, por passagem, mas os envolvidos na negociação entenderam como um absurdo e complicou quando foi exigido uma planilha de custos, que eles não tinham.

                     Como a Prefeitura de São Luís vai repassar mais dinheiro por cada passagem, acredita-se que o subsídio que atualmente é de R$ 4 milhões deve ser aumentado para R$ 5 ou 6 milhões de reais. Recursos devem ser retirados das falidas saúde e educação municipal.

                      Os fatos marcantes da greve

                       Os fatos bem marcantes da greve, muito bem claros e bem assimilados pela população foram: O prefeito Eduardo Braide, que poderia ter evitado a greve com a sinalização bem antecipada para a negociação. Depois, apostou no pior, acreditando que do movimento sairia bem na fita, mas amargou derrota, diante dos prejuízos causados, dentre os mais danosos, aos trabalhadores, estudantes e aos comerciantes, em pleno período do carnaval, além de lhes faltar coragem para mostrar a cara e ir para o debate.

                         Os rodoviários nos dois últimos movimentos de greve da categoria, se recusaram a respeitar decisões judiciais. Como o caso de agora é reincidência, eles podem amargar o pagamento de multa e outras sanções.

                         Os empresários ganharam mais subsídios e vão continuar sacaneando com a população com panes diárias nos coletivos velhos, diante da omissão vergonhosa, desrespeitosa e totalmente omissa da Prefeitura de São Luís.

Fonte: AFD

Pesquisa: Avaliação negativa de Lula supera a positiva pela 1ª vez

Paraná Pesquisas aponta que apesar da avaliação negativa de Lula, a aprovação do governo divide eleitores brasileiros

Levantamento do Paraná Pesquisas, divulgado nesta sexta-feira (9), aponta que a avaliação negativa de Lula (PT) superou a positiva pela primeira vez, no terceiro mandato. São 39,9% os brasileiros definem a administração petista como ruim (10,1%) ou péssima (29,8%), enquanto 33,8% dizem que é ótima (11,9%) ou boa (21,9%). Outros 25,3% dos eleitores entrevistados acreditam que o governo é “regular”, aponta o instituto.

Apesar de a avaliação negativa de Lula superar a positiva, o instituto aponta empate na aprovação da administração: 48% aprovam o petista, enquanto 47,8% desaprovam. Apenas 4,1% não sabem ou não responderam, segundo a pesquisa.

Enquanto Lula é desaprovado por 51,4%, dos homens, ele tem 50,8% de aprovação entre mulheres. A maior aprovação do presidente continua no Nordeste, onde tem 59,9% de aprovação. Na região Sul, Lula tem o seu pior desempenho: 57,7% desaprovam a administração petista.

Lula também tem maioria entre jovens de 16 a 24 anos e na faixa etária de 60 anos ou mais, segundo o Paraná Pesquisas, mas perde nas faixas etárias entre 25 e 59 anos.

O Paraná Pesquisas entrevistou 2.026 eleitores brasileiros em 164 municípios dos 26 Estados e do Distrito Federal, entre os dias 24 e 28 de janeiro de 2024. A margem de erro do levantamento é de 2,2%.

Diário do Poder

 

Senador clama por mandato fixo de ministros do STF e revela apoio de 05 membros da Corte

O senador Plínio Valério (PSDB-AM) ressaltou a importância da aprovação de proposta de emenda à Constituição, de autoria dele, que fixa em oito anos o mandato dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), sem direito à recondução (PEC 16/2019). “É preciso analisar, sim; é preciso dizer para eles [ministros] que tem início, meio e fim. Por que oito anos seria o ideal? É simbólico. Ou 11, da PEC 342/2009, do então deputado federal Flávio Dino; ou 15, da PEC 51/2023, que o senador Flávio Arns apresentou. Não importa! O que importa é fixar.

Essa gente não pode se achar inatingível. Esses ministros não podem se julgar semideuses. Não são mais do que você nem do que eu. São juízes levados a serem ministros, escolhidos para interpretar a Constituição, que nós e que vocês, que votaram em nós, fizemos”, afirmou.

O parlamentar ainda fez referência a membros do Supremo que também apoiam a ideia de limitação de mandato. Segundo ele, 5 dos 11 ministros demonstraram apoio a essa discussão — Luís Roberto Barroso, Alexandre de Moraes, Edson Fachin, André Mendonça e Cristiano Zanin, de acordo com o senador.

Plínio ainda observou que a fixação do mandato não tem como objetivo atingir ministros atuais, mas sim garantir uma melhor estruturação do Poder Judiciário para o futuro, buscando equilíbrio e respeito entre os Poderes.

“Estamos trabalhando para que a nossa sociedade melhore daqui a décadas, para os meus bisnetos e tataranetos saberem que vivem num país democrático, que não usa o nome da democracia para instalar uma ditadura, que não usa a lei para punir, que não mais premia marginal com auxílio e pune a família da vítima”, disse.

Jornal da Cidade Online

 

Senador Mourão sobre operação da PF contra ‘homens de honra,’ diz que nem Hitler ousou tanta perseguição

Coube no primeiro momento ao senador Hamilton Mourão (Rep-RS) durante a manhã, quando os mandados judiciais ainda eram cumpridos, fazer um discurso vigoroso para criticar a operação da PF e defender alvos que definiu como “homens de honra” das Forças Armadas, inclusive da ativa. Ele chegou a dizer que nem mesmo o tirano Adolf Hitler ousou tanto ao perseguir militares durante sua ascensão ao poder na Alemanha, e acusou o STF de “arbítrios” e de “devassa persecutória”.

Escanteado

Até por disciplina militar, Mourão nunca reclamou de ter sido alijado do poder, já no primeiro ano do governo, por divergir de filhos de Bolsonaro.

Reação militar

Mourão exortou os chefes militares a reagirem ao autoritarismo vigente no STF e também criticou as investidas para destruir a oposição.

China logo ali

“Não vivemos na União Soviética ou na China Comunista”, advertiu Mourão, “mas estamos caminhando para isso”.

Coluna do Claudio Humberto

 

Operação da PF com 33 mandados de Alexandre de Moraes mira Bolsonaro

A operação Tempus Veritatis, lançada pela Polícia Federal, pegou todos de surpresa. Sob a autoridade do ministro do STF, Alexandre de Moraes, a PF impôs a Jair Bolsonaro a entrega de seu passaporte. Além disso, aliados próximos ao ex-presidente foram presos, enquanto figuras como Valdemar Costa Neto, Walter Braga Netto, Augusto Heleno e Anderson Torres foram objeto de mandados de busca e apreensão.

Veja a lista completa dos alvos da PF:

– Valdemar Costa Neto, presidente do PL – partido pelo qual Bolsonaro disputou a reeleição;

– Walter Souza Braga Netto, ex-ministro da Defesa e candidato a vice de Bolsonaro em 2022;

– Augusto Heleno, ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI);

– Anderson Torres, ex-ministro da Justiça e Segurança Pública;

– General Paulo Sérgio Nogueira, ex-comandante do Exército;

– Almirante Almir Garnier Santos, ex-comandante-geral da Marinha;

– General Estevam Cals Theóphilo Gaspar de Oliveira, ex-chefe do Comando de Operações Terrestres do Exército;

– Tércio Arnaud Thomaz, ex-assessor de Bolsonaro e considerado um dos pilares do chamado “gabinete do ódio”;

– Filipe Martins, ex-assessor especial de Bolsonaro;

– Marcelo Câmara, coronel do Exército citado em investigações como a dos presentes oficiais vendidos pela gestão Bolsonaro e a das supostas fraudes nos cartões de vacina da família Bolsonaro;

– Rafael Martins, major das Forças Especiais do Exército.

– Bernardo Romão Corrêa Netto, coronel do Exército;

– Ailton Gonçalves Moraes Barros, capitão reformado do Exército expulso após punições disciplinares;

– Amauri Feres Saad, advogado citado na CPI dos Atos Golpistas como “mentor intelectual” da minuta do golpe encontrada com Anderson Torres;

– Angelo Martins Denicoli, major da reserva do Exército que chegou a ocupar cargo de direção no Ministério da Saúde na gestão Eduardo Pazuello;

– Cleverson Ney Magalhães, coronel do Exército e ex-oficial do Comando de Operações Terrestres;

– Eder Lindsay Magalhães Balbino, empresário que teria ajudado a montar falso dossiê apontando fraude nas urnas eletrônicas;

– Guilherme Marques Almeida, coronel do Exército e ex-oficial do Comando de Operações Terrestres;

– Hélio Ferreira Lima, tenente-coronel do Exército;

– José Eduardo de Oliveira e Silva;

– Laércio Virgílio;

– Mario Fernandes;

– Ronald Ferreira de Araújo Júnior;

– Sergio Ricardo Cavaliere de Medeiros.

Tudo isso ocorre com um objetivo claro: atingir Jair Bolsonaro.

Jornal da Cidade Online