Feirinha de hortifruti da rua do Passeio é estendida para a rua Grande

A rua do Passeio no trecho compreendido entre as ruas Grande e Santana já é uma realidade com uma feirinha de hortifruti, onde são comercializadas as mais diversas variedades de frutas, inclusive as calçadas são ocupadas pelos feirantes e os pedestres têm que disputar a sua mobilização com os veículos nas ruas, que também são bastante prejudicados.

Diante da indiferença da fiscalização do poder público, o comércio vai ocupando mais espaços e agora já é bem presente na rua Grande. Entende-se que em plena pandemia, todos têm direito de lutar pela subsistência e mais precisamente pelo pão de cada dia, mas isso não implica em ocupar espaços em que não é permitido o tipo de comércio que está sendo implantado por vários ambulantes.

Não sou a favor de que sejam simplesmente retirados, mas que lhes sejam oportunizados espaços pelo poder público para que exerçam com dignidade os seus direitos de trabalho como garantia das suas vidas e respectivas famílias.

O que não é correto é se fazer indiferença para o problema e inesperadamente, muitas vezes com truculência querer retirá-los à força. O problema existe é bem claro e não vê quem não quer, e uma solução é possível pelos caminhos dos entendimentos e bem pacíficos.

Fonte: AFD

 

Venezuelanos exploram crianças nos semáforos para pedir esmolas

A exposição de crianças para pedir esmolas e mais precisamente ajudas financeiras por venezuelanos é bem dominante nos semáforos da área entre a Ceasa e o Cohafuma e no Vinhais, nas proximidades da feirinha. Geralmente os venezuelanos surgem com pedidos feitos através de cartazes de papelão ou em isopor, quando aparecem as mulheres com crianças nos braços e os maiores vão batendo nos veículos pedindo dinheiro. Para eles não interessa outro tipo de ajuda, sob o argumento de que o poder público não os ajuda, quando são questionados e sempre insistem em pedir dinheiro para comprar alimentos.

Em frente a Ceasa, quando não estão sob a proteção de uma árvore, chegam a improvisar sombrinhas para acomodar os filhos. Perguntei a um dos venezuelanos, se compensava ser esmoler com a exploração dos filhos, ele me disse que a crianças sensibilizam as pessoas e melhora o faturamento. Ele não quis me revelar a média diária dos valores que arrecadam diariamente, mas registram que dá para atender as demandas do dia a dia.

A exploração de crianças já deveria ter chamado a atenção das autoridades, principalmente da promotoria especializada de defesa dos direitos da criança, uma vez que estas crianças estão sendo “educadas” de forma desvirtuada à margem de quaisquer princípios, direitos e valores e demonstram uma condenação à exclusão pela ausência do poder público, que têm a responsabilidade de cuidar delas, uma vez que estão vivendo nas ruas, em razão da necessidade ou por opção dos seus pais, que podem estar auferindo mais vantagens do que enfrentar o competitivo mercado de trabalho em plena pandemia.

Fonte: AFD

 

“Vejo com preocupação ministros do STF tentando sequestrar ações da Polícia Federal”, afirma deputado

Em entrevista exclusiva à TV Jornal da Cidade Online em Brasília, o deputado federal Ubiratan Sanderson, com uma longa carreira na Polícia Federal, destacou a importância das ações da instituição.

“Produto do prestígio que tem recebido do governo Bolsonaro, a Polícia Federal tem realizado belíssimas operações Brasil afora. Em plena pandemia, inúmeras ações da PF foram no sentido de combater desvios de dinheiro, apelidaram de Covidão.

Cerca de 20 mil policiais da PF e Polícia Rodoviária Federal estão de parabéns, porque não pararam nenhum dia. Tem combatido o tráfico de drogas, que em meio à pandemia cresceu, isso exigiu que as polícias aumentassem as ações de repressão”, explicou.

De acordo com o parlamentar, ele vê com preocupação uma possível instrumentalização da Polícia Federal por parte de alguns ministros do STF.

“Há tentativas de agentes externos de cooptar a Polícia Federal, temos visto ações de ministros do STF, colocando a PF para cumprir ações de polícia judiciária, vemos isso com preocupação.

“Eu, como parlamentar oriundo da Polícia Federal, vejo com maus olhos quando ministros do STF, ou quaisquer agentes políticos tentam sequestrar ações de órgãos de controle, como Polícia Federal, Receita Federal, Ibama, PRF… em proveito próprio. Fica minha crítica quanto a essa atuação de ministros do STF, determinando a ação da Polícia Federal, sem a participação do Ministério Público”, ressaltou.

O deputado comentou ainda que não acreditava que o STF teria o desplante de anular a delação de um corrupto como o ex-governador do Rio, Sergio Cabral, uma delação feita com base na lei. A entrevista com o parlamentar foi realizada antes da votação, que confirmou a anulação – o próprio ministro Dias Toffoli votou para não ser investigado.

Jornal da Cidade Online

 

Proporção de servidores imunizados nos presídios ultrapassa 100 vezes a de presos

Prevista no Plano Nacional de Imunização contra a Covid-19 do governo federal, a aplicação de vacinas em estabelecimentos de privação de liberdade segue em ritmos diferentes entre servidores e internos, com uma discrepância superior a 40 vezes no caso da primeira dose e de mais de cem para a segunda.

Em unidades prisionais, 36,7% dos funcionários já receberam a primeira etapa da imunização e 26,8% também a segunda, enquanto 0,90% das pessoas presas acessou a primeira dose da vacina e 0,17% as duas.

No socioeducativo, 51,5% dos servidores receberam a primeira etapa da vacinação e 13,3% também a segunda, ao tempo que, 0,2% dos adolescentes tomou a primeira dose, e nenhum a segunda – ressaltando que a imunização está autorizada a partir dos 18 anos.

Os dados são de levantamento feito pelo Conselho Nacional de Justiça a partir de coleta realizada pelos Grupos de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário (GMF) de Tribunais de Justiça de todo o país. Até o momento, 16 estados informaram o status da aplicação de vacinas contra a Covid-19 em unidades de privação de liberdade: Acre, Amapá, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rondônia, Santa Catarina e São Paulo.

Chegou a 90.658 o número de pessoas que contraíram a doença desde o início da pandemia, sendo 59.055 pessoas presas e 22.159 servidores dessas unidades. No socioeducativo, 2.296 adolescentes foram contaminados desde o início da pandemia, além de 7.148 funcionários. Quanto aos óbitos, 449 mortes oficialmente relacionadas à Covid-19 já foram registradas no sistema prisional, sendo 238 de servidores e 211 de pessoas presas. No socioeducativo, todas as 86 mortes pela doença até o momento são de servidores.

O acompanhamento mostra um aumento significativo na última quinzena de registros de Covid-19 entre servidores em estabelecimentos penais no Rio Grande do Sul (36,5%), no Distrito Federal (15%) e no Paraná (9,3%). No caso de internos, o estado do Tocantins registrou um crescimento de 20,6%. Já em unidades de internação de adolescentes, houve aumento representativo de casos em Pernambuco (24%), Maranhão (20,3%), Santa Catarina (14,3%) e Rio de Janeiro (14%).

Testagem
O boletim também atualiza informações quanto à testagem para identificação da doença entre esse grupo: 317.820 exames foram aplicados em pessoas presas e 72.652 entre servidores. Há ainda 21.096 testes realizados em estabelecimentos penais no estado do Ceará, que não distinguiu a que segmento foram destinados.

No sistema socioeducativo, 31.914 adolescentes foram testados desde o início da pandemia, além de 28.503 funcionários. O levantamento mostra que na última quinzena houve crescimento significativo na testagem de internos no Rio Grande do Norte (87,8%), em Sergipe (24,3%) e em São Paulo (13,8%). Até o fechamento dos dados, em 30 de maio, Espírito Santo, Minas Gerais e Paraíba não haviam encaminhado números sobre exames de Covid-19 nesses estabelecimentos.

Os dados coletados pelo CNJ mostram ainda as medidas de enfrentamento à Covid-19 adotadas pelas unidades federativas. Desde o início da pandemia, Grupos de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário de 22 UFs informaram atividades realizadas por comitês de acompanhamento e combate à propagação da doença que têm o Judiciário em sua composição. A regularidade de envio de informações e de funcionamento dos comitês tem variado ao longo do tempo.

Nesta edição, apenas quatro tribunais estaduais disponibilizaram a seus GMFs informações atualizadas sobre a situação da pandemia no contexto local — a data de corte é 30 de maio. O boletim também mantém informações anteriores enviadas por outras 23 unidades federativas, assim como pelos Tribunais Regionais Federais da 2ª Região, da 3ª Região e da 4ª Região.

O levantamento também mostra o montante direcionado pelo Judiciário ao combate à pandemia por meio da destinação de verbas de penas pecuniárias, medida já adotada por 25 tribunais estaduais, além do Tribunal Federal da 3ª Região. A transferência total de recursos dessa modalidade alcança R$107,7 milhões, entre fontes estaduais e federais.

Houve ainda repasse de outras origens para ações de enfrentamento à Covid-19, com R$ 14 milhões destinados a dez diferentes estados: Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Piauí, Rio Grande do Sul, São Paulo e Sergipe.

O boletim detalha também informações qualitativas sobre o combate à pandemia em aspectos como disponibilização de equipamentos de proteção individual (EPIs), alimentação, fornecimento de água e material de higiene e limpeza, além de medicamentos e equipes de saúde. Há dados sobre unidades prisionais de competência estadual e federal, assim como de estabelecimentos do socioeducativo.

Com informações da assessoria de imprensa do CNJ.

 

Presidente da CPI foi indiciado pela PF por suspeita de participação no desvio de R$ 260 milhões na Saúde do Amazonas

O senador Omar Aziz é um dos protagonistas da CPI da Pandemia, mas tem evitado seguir o caminho do dinheiro, que pode levar os holofotes para pessoas de seu estado, incluindo familiares, em um longo esquema de corrupção. A equipe da TV Jornal da Cidade Online preparou uma reportagem imperdível sobre o assunto, com roteiro da jornalista Berenice Leite.

A Polícia Federal indiciou Aziz por suspeita de participação em um esquema de desvio de recursos para a saúde no Amazonas, estimado em mais de R$ 260 milhões. Segundo as investigações, os desfalques começaram entre 2010 e 2014, quando Aziz foi governador do estado.

Ele autorizou a contratação do Instituto Novos Caminhos para fazer a gestão de hospitais do Amazonas. De acordo com o Ministério Público Federal do Amazonas (MPF), os valores eram repassados para políticos do estado por meio de contratos superfaturados.

A operação, batizada “Maus Caminhos”, foi deflagrada em 2016 com uma série de desdobramentos, entre eles a operação Vertex, que menciona o nome de Aziz 256 vezes em 257 páginas.

São essas pessoas que estão comandando a CPI, um verdadeiro show de horrores, onde gente honesta é atacada por senadores com uma extensa ficha corrida de serviços prestados à corrupção.

O tratamento vergonhoso dado à Dra Nise Yamaguchi, uma médica renomada, e ao General Pazuello, que dedicou a vida às Forças Armadas, demonstra uma profunda falta de respeito e de caráter de alguns senadores. Já os depoentes que corroboram com as narrativas mentirosas são automaticamente aclamados e eleitos defensores da “ciência”.

Fonte: Jornal da Cidade Online

 

Aglomeração diária na agência do Bradesco da rua Grande, que a hipócrita fiscalização sanitária não vê

Ninguém de livre consciência pode levar a sério a fiscalização sanitária, quer seja municipal ou estadual e muito menos o Procon. Essas instituições são contundentes dentro das suas avaliações de fiscalização com bares, restaurantes e casas de eventos, que rendem vantagens com pagamentos de multas, mas vergonhosamente ou por interesses escusos deixam de usar os mesmos métodos e práticas contra estabelecimentos de crédito. Todos os dias úteis, eles que abrem as suas portas e promovem abertamente aglomerações e a maioria não oferece nem álcool gel aos clientes.

Não há qualquer justificativa para a omissão da fiscalização, deixando bem claro, que para ela, existem interesses e mais ainda favorecimentos, o que é ainda mais vergonhoso e doloso. Na área da rua Grande e praça Deodoro, todos os estabelecimentos de crédito e inúmeros comerciais promovem abertamente aglomerações, além do considerável número de pessoas que transitam sem máscaras.

O que se vê todos os dias e contando ainda mais com os terminais, paradas e dentro dos coletivos que se constituem em locais propícios para o avanço da covid-19, mas que infelizmente para os governos municipal e estadual são vistos com total indiferença.

Sinceramente, tenho dúvidas se há efetivamente interesse dos poderes constituídos em enfrentar a pandemia, uma vez que a fiscalização a não atacar os locais bem visíveis dentro da capital do Estado, não é apenas omissão ou interesse é muito mais e isso se chama irresponsabilidade. É também banalização da vida das pessoas, quando muitas são comprometidas e o reflexo é o aumento de internações em casas de saúde reservadas para internações das pessoas infectadas com o vírus.

Por questão de princípios e valores, as instituições da fiscalização que ignoram as aglomerações visíveis citadas neste texto, têm por acaso qualquer tipo de moral para fiscalizar e multar qualquer estabelecimento comercial. Acredito que não, a não ser que seja uma farsa e não passe de fiasco e dê vazão aos interesses da psicopata esquerda divulgados nacionalmente, de quanto mais mortes pela covid-19, melhor será para desgastar o presidente Bolsonaro e favorecer o corrupto Lula.

Fonte: AFD    

 

Papa nomeia Dom Gilberto Pastana como novo arcebispo de São Luís

O Papa Francisco acolheu, nesta quarta-feira, 2 de junho, o pedido de renúncia apresentado por dom José Belisário da Silva ao governo pastoral da arquidiocese de São Luís (MA), por motivo de idade, conforme o cânon 401 do Código de Direito Canônico. Foi escolhido pelo pontífice como sucessor de dom Belisário o até então bispo de Crato (CE), dom Gilberto Pastana de Oliveira. A Presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) saudou o novo arcebispo e enviou agradecimentos ao novo bispo emérito. Dom Gilberto Pastana foi bispo das Dioceses de Imperatriz no Maranhão e Crato no Ceará.

Novo arcebispo

Paraense de Boim, dom Gilberto nasceu em 29 de julho de 1956. Estudou Filosofia na Universidade Federal do Pará e no Instituto de Pastoral Regional (IPAR), onde também cursou Teologia. Sua ordenação sacerdotal ocorreu em 27 de julho de 1985, na paróquia Cristo Libertador de Santarém (PA). Dom Gilberto Pastana Oliveira é mestre em Teologia Espiritual pela Faculdade Teresianum, em Roma.

Nomeado bispo de Imperatriz (MA) pelo Papa Bento XVI, em 3 de agosto de 2005, foi ordenado no dia 28 de outubro daquele ano, na Catedral Nossa Senhora da Conceição, em Santarém (PA). Escolheu como lema episcopal “Venha o teu reino (Mt 6, 10a)”. A posse foi no dia 13 de novembro.

Durante seu ministério em Imperatriz, dom Gilberto serviu ao Regional Nordeste 5 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) como referencial para Liturgia, para as CEBs e os leigos, de 2005 a 2016. E entre 2010 e 2015, foi presidente do Regional.

Em 18 de maio de 2016, o Papa Francisco o nomeou bispo coadjutor da diocese de Crato. Sua apresentação aconteceu na Sé Catedral Nossa Senhora da Penha, em Crato, no dia 17 de julho de 2016. Dom Gilberto exerceu o ofício de bispo coadjutor até sua nomeação como bispo diocesano, em 28 de dezembro de 2016. Desde 2016, dom Gilberto é bispo referencial para a Liturgia e para as CEBs no Regional Nordeste 1 da CNBB.

Bispo emérito

Dom José Belisário da Silva nasceu em Carmópolis (MG), em 4 de agosto de 1945 , filho de Geraldo Franklin da Silva e Ester Francisca da Silva. Religioso franciscano da Ordem dos Frades Menores, desde 1963, emitiu os votos solenes em 2 de fevereiro de 1969, ano em que foi ordenado sacerdote.

Dom Belisário cursou Filosofia no Convento São Boaventura, em Daltro Filho (RS), e graduou-se na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Divinópolis (MG). Concluiu Teologia no Instituto Central de Filosofia e Teologia da Universidade Católica de Minas Gerais. Sua ordenação presbiteral foi em 13 de dezembro de 1969, em sua terra natal.

Após exercer várias funções nas paróquias de Minas Gerais e também na congregação por 30 anos, como, por exemplo, professor, reitor, administrador e redator de revista, frei José Belisário foi nomeado bispo de Bacabal (MA), em 1º  de dezembro de 1999. Sua ordenação episcopal, em Carmópolis, foi no dia 19 de fevereiro de 2000. A posse ocorreu um mês depois.

Em 2005, dom José Belisário foi nomeado arcebispo de São Luís pelo Papa Bento XVI. Tomou posse como metropolita no dia 19 de novembro daquele ano.

Em 2011, foi eleito vice-presidente da CNBB, para o período que seguiu até 2015, junto com o cardeal Raymundo Damasceno Assis, presidente, e dom Leonardo Ulrich Steiner, secretário-geral. Ao findar o período como vice-presidente da CNBB, foi escolhido como delegado da CNBB no Conselho Episcopal Latino-Americano (Celam) e, na sequência, eleito vice-presidente do organismo continental. Atualmente, é bispo referencial para a Comunicação no Regional Nordeste 5 da CNBB.

Na preparação para a 57ª Assembleia Geral da CNBB, em 2019, dom Belisário coordenou a comissão de redação do texto das atuais Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil (DGAE 2019-2023).

Dom José Belisário recebeu de parlamentares os títulos de “Cidadão Ludovicense”, em 2015, e de “Cidadão Maranhense”, 2016.

Saudação a Dom Gilberto Pastana Oliveira

Estimado irmão, Dom Gilberto Pastana Oliveira,

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) envia felicitações pela sua nomeação como novo arcebispo da Arquidiocese de São Luís do Maranhão e deseja um frutuoso ministério.

De volta ao Estado no qual iniciou seu ministério episcopal, no contexto da Amazônia Legal, que o senhor possa dar continuidade à missão de anunciar e construir o Reino de Deus na realidade maranhense, à luz dos sonhos do Papa Francisco para a Região.

“Tudo o que a Igreja oferece deve encarnar-se de maneira original em cada lugar do mundo, para que a Esposa de Cristo adquira rostos multiformes que manifestem melhor a riqueza inesgotável da graça. Deve encarnar-se a pregação, deve encarnar-se a espiritualidade, devem encarnar-se as estruturas da Igreja”, disse Francisco no início de sua exortação apostólica Querida Amazônia.

Nossa Senhora da Vitória, padroeira da capital maranhense possa te acompanhar nesta nova missão.

Em Cristo,

Dom Walmor Oliveira de Azevedo
Arcebispo de Belo Horizonte (MG)
Presidente da CNBB

Dom Jaime Spengler
Arcebispo de Porto Alegre (RS)
Primeiro Vice-Presidente da CNBB

Dom Mário Antônio da Silva
Bispo de Roraima (RR)
Segundo Vice-Presidente da CNBB

Dom Joel Portella Amado
Bispo auxiliar da arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro (RJ)
Secretário-geral da CNBB

Agradecimento a Dom José Belisário da Silva

Estimado irmão, Dom José Belisário da Silva,

Recebemos, nesta quarta-feira, 2 de junho, a decisão do Papa Francisco em acolher seu pedido de renúncia ao governo pastoral da Arquidiocese de São Luís do Maranhão. Junto com o povo maranhense, unimos nossa voz em agradecimentos a Deus, pelo chamado, e por seu sim fiel, “como se visse o invisível” (Hb 11, 27).

A sua contribuição para a missão da Igreja em Minas Gerais, durante seu ministério sacerdotal, colaborando especialmente na formação de novos frades, e a missão episcopal no Maranhão ganharam novos rumos na última década, dando a oportunidade para que sua simplicidade e zelo pastoral rompessem fronteiras. Assim, as atuais Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil, o processo de renovação do Celam e os resultados do Sínodo para Amazônia têm, em cada um, a riqueza de seus predicados e testemunho.

Que este tempo de emeritude seja também sinal de alegria em seu ministério, na companhia de Nossa Senhora Aparecida.

Em Cristo,

Dom Walmor Oliveira de Azevedo
Arcebispo de Belo Horizonte (MG)
Presidente da CNBB

Dom Jaime Spengler
Arcebispo de Porto Alegre (RS)
Primeiro Vice-Presidente da CNBB

Dom Mário Antônio da Silva
Bispo de Roraima (RR)
Segundo Vice-Presidente da CNBB

Dom Joel Portella Amado
Bispo auxiliar da arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro (RJ)
Secretário-geral da CNBB

Fonte: CNBB Nacional

 

SINDICATO DOS JORNALISTAS PROFISSIONAIS DE SÃO LUÍS

                                                                                 NOTA DE PESAR

Com profunda tristeza registramos o falecimento do jornalista Luiz Pedro Oliveira, na madrugada desta terça-feira (2), na UTI do Hospital UDI, onde estava internado desde o último domingo, vítima de infarto. O falecido era natural de Juazeiro do Norte/ Ceará, e desde os meados dos anos 70, radicado em São Luís.

  Jornalista exerceu a profissão como repórter político no jornal O IMPARCIAL e eleito deputado estadual, por duas legislaturas. Exerceu ainda cargos públicos de secretário municipal de Comunicação, secretário de Cultura e secretário-chefe de Gabinete no Governo de Dr. Jackson Lago.

 Lamentamos a imensa perda para a Imprensa maranhense, e enviamos os nossos pêsames para a família e amigos, desejando que Deus os conforte neste momento de dor e saudade.

A DIRETORIA

 

Para o ministro Fux, a Constituição é um mero detalhe a ser utilizado quando lhe convém, diz o painel político

O homem que preside o Supremo Tribunal Federal e o Conselho Nacional de Justiça, que deveria obrigatoriamente defender a Constituição Federal e as leis brasileiras, só o faz quando lhe convém.

Prazos estabelecidos pela legislação são meros detalhes, que ele ignora solenemente. Há 9 anos, por exemplo, que o ministro está sentado sobre o julgamento de uma ação direta de inconstitucionalidade contra lei do Rio de Janeiro que beneficiou magistrados, conforme  relatamos no último domingo. A ação questiona trechos de uma lei da gestão do ex-governador Sérgio Cabral, amigo de Fux, sobre remuneração, promoção e ingressos de juízes na carreira.

Para Fux, o que é claro e cristalino na Constituição pode ser alterado, ‘a depender de cada  caso’, o que não existe previsão em lugar nenhum da Carta Magna. Foi assim que ele lidou, por exemplo, com a prisão em segundo grau, claramente inconstitucional, mas que para o ministro “começar a cumprir pena antecipadamente não fere a presunção de inocência”, uma incoerência sem nenhuma sustentação lógica, afinal, quem paga pelo prejuízo do inocente que ficará preso sabe-se lá por quanto tempo até que haja julgamento do último recurso? A alegação de que a medida impede e sensação de impunidade não é factível, afinal, quando falamos em impunidade, como não remeter a delação de Sérgio Cabral, que acusou Dias Toffoli de receber propina, com indícios que poderiam ser seguidos, e talvez comprovados, se tivesse sido aberto um inquérito? Toffoli nos últimos anos, vem apresentando todos os indícios de comportamento de um culpado.

Mas Fux comete graves irregularidades em suas flexibilizações jurídicas. O ministro adapta a lei à sua necessidade momentânea.

E foi isso que ele fez no Conselho Nacional de Justiça, em outubro do ano passado, quando tentou justificar um malabarismo jurídico para defender o Banco Itaú, uma instituição financeira privada, que tem por hábito não pagar o que deve. O banco perdeu uma ação que transitou em julgado no Pará, tendo sido inclusive multado por litigância de má-fé no processo, e sofreu uma ordem de bloqueio, no valor de R$ 2,09 bilhões.

Fux considerou uma ‘injustiça’, afinal, trata-se segundo ele, de uma ‘soma extremamente extravagante’, portanto era uma ordem que deveria ser brecada. Indo contra a Constituição, o regimento interno e diversos julgados do Supremo Tribunal Federal, Fux interferiu no processo diretamente, como presidente do CNJ, e cassou a decisão da juíza Rosana Lúcia de Canelas Bastos, que havia ordenado o bloqueio, e ainda mandou que qualquer quantia bloqueada fosse devolvida ao banco, deixando a magistrada na condição de suspeita, e da forma como apresentou o caso, parecia que a juíza era uma irresponsável que estaria levando alguma vantagem por seu ato. Fux atendeu a um pedido do advogado Rafael Barroso Fontelles, sobrinho do ministro Luís Roberto Barroso, vejam só. Será que ele atenderia com tamanha presteza se o réu não fosse o Itaú, instituição a qual Fux mantém estreitas relações e o advogado não fosse o sobrinho de Barroso?

Neste caso específico, Fux demonstrou claramente que a lei é um mero detalhe, que pode ser manipulada e adaptada de acordo com sua necessidade, e não necessariamente pode ser retilínea, atendendo a todos, afinal, tratou-se de uma ‘excepcionalidade’, mas o que estabelece os critérios excepcionais?

Fux deveria renunciar sua vida na magistratura e candidatar-se para poder trabalhar em uma legislação que atendesse exclusivamente seus amigos. Assim teríamos duas leis, uma para os ‘amigos de Fux’, que a justiça poderia usar quando fosse para atender os ‘chegados’ e outra para nós, pobres mortais e cidadãos comuns. Poderia ser até a atual legislação, que inocentemente diz que ‘Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade’.

Fonte: Painel Político

 

 

 

Senadores que deveriam estar presos tentaram “linchar” médica respeitada e honrada

É um escárnio um Senado que tenha representantes que deveriam estar presos. Quem pode levar a sério agressões mal disfarçadas embutidas perguntas? Além de despreparadas, apelam para a mentira e a má fé. Deprimente.

Convenientemente esquecem que corrupção mata e fazem o linchamento de uma médica honrada, qualificada, que respeita o juramento de Hipócrates, usada como um meio para derrubar um Presidente — não porque ele não rouba, mas porque não deixa roubar. Enquanto isso, blindam a investigação de governadores e prefeitos, como o de São Paulo, Rio Grande do Sul & parentes de estimação.

As grosserias dos senadores de esquerda desrespeitam todas as mulheres. Para salvar vidas? Claro que não. Então por que motivo? Ao que parece para descobrir a diferença entre um vírus e um protozoário. Perguntas ‘paulofreirianas’. Nunca querem ouvir as respostas.

A dra. Nise parece uma rosa que, mesmo pisoteada, continua a exalar o seu perfume de verdade, honestidade e competência.

Políticos da oposição mentem, são desmentidos, e continuam a mentir, insistindo na mentira. Fazem-me pensar no papagaio que fica repetindo “dá o pé, louro”. Não têm honra nem coerência. E, principalmente, não têm vergonha na cara. Desmoralizam não só a si próprios, assim como a CPI e o Senado. Até quando?

Lucia Sweet

Jornalista