Futura ministra da Cultura deve R$1,5 milhão aos cofres públicos

Dívidas da cantora baiana Margareth Menezes com a Receita, a Previdência e o próprio Ministério da Cultura chegam a quase R$1,5 milhão

A cantora baiana Margareth Menezes, indicada pelo presidente eleito Lula (PT) para assumir o Ministério da Cultura, deve quase R$1,5 milhão aos cofres públicos. As dívidas são cobradas pela Receita Federal, pela Previdência Social e pelo próprio Ministério da Cultura, segundo denunciou a revista Veja, nesta sexta-feira (16).

Em 2020, o Tribunal de Contas da União (TCU) condenou a Associação Fábrica Cultural a devolver 338 mil reais aos cofres públicos referentes a irregularidades detectadas em um convênio assinado em 2010, último ano do governo Lula, entre a ONG de Margareth Menezes e o Ministério da Cultura.

Ainda segundo a publicação, a Receita Federal cobra da cantora R$ 1,1 milhão em impostos não recolhidos por duas empresas da cantora: Estrela do Mar Produções Artísticas e a MM Produções e Criações.

A assessoria da cantora negou qualquer condenação do TCU e atribui as dívidas tributárias a dificuldades econômicas recentes, “como qualquer outra pequena empresa”.

Diário do Poder

 

TSE rejeita ação do PT e aliados contra posse do senador eleito Sergio Moro

Ex-juiz federal responsável pela Lava Jato não tem impedimentos para tomar posse no Senado Federal a partir de 2023

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) rejeitou, na sessão desta quinta-feira (15), pedido da coligação do PT, PCdoB e PV contra o registro de candidatura de Sergio Moro, eleito senador pelo União Brasil do Paraná.

O ex-juiz federal da Lava Jato tentou lançar candidatura em São Paulo, mas teve a mudança do domicílio eleitoral negado pelo Tribunal Regional Eleitoral do estado. PT e cia. pretendiam a rejeição do registro no Paraná, mas o TSE rejeitou o recurso, assim como Tribunal Regional Eleitoral do Paraná.

Ontem (14), o TRE-PR aprovou a prestação de contas da campanha de Sergio Moro, que não tem impedimentos para tomar posse no Senado Federal no início da próxima Legislatura, em fevereiro de 2023.

Diário do Poder

 

General Mourão confronta ‘perseguições’ e volta a defender manifestações

“O clamor das manifestações a que assistimos desde a proclamação do resultado das urnas, que permaneceram sem o voto impresso e auditável é legítimo, por mais que muitos tenham tentado classificá-lo de ‘antidemocrático’.”

Com esta postagem nas redes sociais, o vice-presidente da República, general Hamilton Mourão, defendeu os milhares de manifestantes que seguem nas portas dos quartéis e nas estradas de todo o país.

O posicionamento firme de Mourão mostra que não há qualquer intenção de ‘recuo’ do Poder Executivo, visto que essa não é a primeira vez que ele discursa favoravelmente aos patriotas, mesmo diante da intensificação das ações autorizadas pelo ministro do STF, Alexandre de Moraes, contra aqueles que o magistrado considera ‘suspeitos de liderar e financiar atos considerados antidemocráticos’.

General do exército, Hamilton Mourão acaba de ser eleito para o senado federal, onde ocupará uma cadeira a partir da próxima legislatura, em 2023. Que mantenha, como parlamentar, a mesma postura corajosa contra o autoritarismo da toga.

Jornal da Cidade Online

 

Custo PT: Empresas brasileiras perdem R$ 652 bilhões em valor de mercado desde as eleições

Desde o dia 31 de outubro, quando o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), presidido pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, declarou que o Lula (PT), saiu vitorioso nas eleições presidenciais deste ano; as empresas brasileiras listadas na Bolsa de Valores já tiveram uma desvalorização de incríveis R$ 651,9 bilhões.

Os dados foram repassados pela Economatica, uma plataforma que analisa o mercado de investimentos. Porém, a TradeMap fez outra análise e constatou que, até dias antes do segundo turno, em virtude da insegurança política no Brasil, todas as companhias nacionais com ações na B3, que somavam estrondosos R$ 4,413 trilhões, tinham decaído em valor e passaram a contar com R$ 3,841 trilhões. Uma perda de R$ 571,86 bi. As perdas abateram a Petrobras, considerada a segunda maior petrolífera do mundo em lucros. A estatal estava avaliada em R$ 520,60 bi. Mas, teve queda de 13,5% e, nesta semana, foi mensurada em R$ 331,05 bi.

E as más notícias não param por aí. Os especialistas afirmam que o investidor está inseguro com o governo eleito, sobretudo no que diz respeito aos nomes de indicados aos ministérios petistas.

Petrobras e Banco do Brasil são as empresas nacionais que mais têm sofrido com essas indicações políticas. Mas, as avalições de mercado apontam que há 16 empresas sob o controle do Governo Federal, cujo valor vem caindo muito. Juntas, elas equacionavam R$ 887,54 bi. Sete dias depois, já estavam em R$ 798,43 bi. Mais uma semana mais tarde e elas recuaram para R$ 636,93 bi. E olha que o Governo do PT ainda nem iniciou!

As baixas são a forma que o mercado financeiro e de investimentos têm de mostrar ao presidente eleito que estão descontentes com as nomeações feitas recentemente. Pelo que se vê, os investidores não gostaram nada de Aloízio Mercadante, um dos fundadores do PT, para a direção do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES); mas, fora isso, tem também a falta de preocupação com a responsabilidade fiscal e a extinção (por hora) do teto de gastos do governo.

Esse cenário não é nada promissor para o Brasil e, muito menos, para o investidor, que começa a se retrair em virtude da grande instabilidade no país.

Jornal da Cidade Online

 

ICMS dos combustíveis: STF homologa acordo entre União, Estados e DF

Em sessão virtual extraordinária concluída nesta quarta-feira, 14, o plenário do STF, por unanimidade, homologou acordo firmado entre os Estados, o DF e a União acerca do ICMS sobre combustíveis. Segundo o termo homologado, a União encaminhará ao Congresso Nacional propostas de aperfeiçoamento legislativo da LC 194/22, que passou a considerar essenciais bens e serviços relativos aos combustíveis, e da LC 192/22, que uniformizou as alíquotas do ICMS sobre combustíveis em todo o país.

Essencialidade

A comissão especial criada pelo ministro Gilmar Mendes no âmbito da ADIn 7.191 e da ADPF 984 fechou os termos do acordo em reunião realizada em 5/12. Entre os pontos acertados está a manutenção da essencialidade do diesel, do gás natural e do gás de cozinha (GLP). Com isso, a alíquota desses itens não pode ser superior à alíquota geral do tributo. Não houve consenso sobre a essencialidade da gasolina.

Convênio

Os representantes dos Estados também concordaram em celebrar, em 30 dias, um convênio no âmbito do Confaz – Conselho Nacional de Política Fazendária para dar tratamento uniforme ao tributo incidente sobre combustíveis, com exceção da gasolina.

Renúncia

Para conferir segurança jurídica aos contribuintes de ICMS sobre combustíveis, os Estados e o DF renunciaram expressamente à possibilidade de cobrar diferenças não pagas pelos contribuintes, pela desconformidade artificialmente criada pela média dos últimos 60 meses. Na mesma medida, não poderão ser levados a restituir eventuais valores cobrados a maior, desde o início dos efeitos da medida legal até 31 de dezembro de 2022.

Energia elétrica

A comissão decidiu instituir grupo de trabalho para discutir, entre outros pontos, a incidência de ICMS sobre as tarifas de uso do sistema de transmissão de energia elétrica (TUST) e dos sistemas elétricos de distribuição (TUSD) e os critérios de apuração da perda de arrecadação do ICMS.

Homologação

Em seu voto, o ministro Gilmar Mendes propôs a homologação do acordo pela Corte e seu encaminhamento ao TCU e aos presidentes da Câmara e do Senado Federal para os trâmites devidos acerca do aperfeiçoamento legislativo, sem prejuízo de que as medidas administrativas acordadas sejam encaminhadas aos órgãos competentes ou alteradas.

Segurança jurídica

De acordo com a decisão, o acordo político-jurídico realizado nos autos, chancelado pelos entes federativos e homologado pelo Supremo, tem eficácia para todos e efeito vinculante. O objetivo é conferir segurança jurídica a todos os agentes públicos envolvidos no processo de construção do consenso e aos contribuintes em geral.

O relator ressaltou, ainda, que o STF fiscalizará o cumprimento dos termos do acordo, tendo em vista, inclusive, a futura criação do grupo de trabalho pelos próprios entes federativos.

Cooperação institucional

Segundo Gilmar, graças ao esforço de todos os participantes da comissão, foi possível aperfeiçoar um modelo de aproximação, de negociação e de resolução do conflito entre as esferas federal, estadual e distrital.

“A Federação brasileira sai fortalecida e passa a ter mais um exemplo de cooperação institucional entre seus entes integrantes, independentemente da coloração e das vertentes político-partidárias.”

Informações: STF.

 

 

Com 5 votos pela derrubada do orçamento secreto e 4 contra, sessão do STF é suspensa

O julgamento será retomado na segunda (19) a pedido do ministro Ricardo Lewandowski, que, além de Gilmar Mendes, ainda votará

Com cinco votos pela derrubada do orçamento secreto e quatro para liberá-lo mediante regras de transparência, a sessão do STF (Supremo Tribunal Federal) que analisa o tema foi suspensa no início da noite desta quinta-feira (15). O julgamento será retomado na próxima segunda-feira (19). A pausa no julgamento foi solicitada pelo ministro Ricardo Lewandowski, que disse ser necessário mais tempo para analisar os votos que já foram proferidos pelos colegas.

O orçamento secreto é uma autorização para que deputados e senadores participem do Orçamento da União, ou seja, que atuem na distribuição de parte dos recursos destinados a serviços públicos e obras pelo país.

A relatora das ações que questionam o repasse das chamadas emendas do relator ao Congresso, a ministra Rosa Weber, entendeu que o mecanismo viola a Constituição Federal, por desvirtuar a distribuição do Orçamento, além de não ocorrer com regras claras de publicidade — para que a população e as instituições saibam como os recursos estão sendo aplicados e quais parlamentares estão indicando as obras e ações que receberão as verbas.

O voto da ministra Weber foi acompanhado pelo dos ministros Edson Fachin, Luiz Fux, Luís Roberto Barroso e Cármen Lúcia. O ministro André Mendonça abriu divergência e entendeu que não cabe ao Supremo interferir na aplicação de emendas parlamentares, mas que apenas pode impor a obrigatoriedade de que se estabeleçam regras de transparência e publicidade.

De acordo com o voto de Mendonça, o Congresso deve, no prazo de 60 dias, normatizar “as emendas do relator-geral, de modo a explicitar a priori os fundamentos levados periodicamente em consideração para fixar o volume financeiro da execução pertinente ao RP-9 e respectivos critérios de rateio desse montante entre as duas Casas do Congresso Nacional e respectivos órgãos, com especial atenção à CMO [Comissão Mista de Planos, Orçamentos Públicos e Fiscalização]”.

Fonte: R7

 

‘Apoiei Lula, mas agora estou com medo’, diz Armínio Fraga

O ex-presidente do Banco Central teme irresponsabilidade fiscal no governo do presidente eleito e criticou a PEC do estouro

O ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga disse nesta quinta-feira (15) que está com medo do futuro governo do presidente eleito do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O economista declarou que não se arrepende de ter votado no petista no segundo turno das eleições deste ano, mas comentou que políticos que vão compor a gestão dele a partir de 2023 têm dado sinalizações de irresponsabilidade fiscal.

“Eu apoiei a candidatura do presidente [eleito] Lula. Foi um apoio, no meu caso, sem qualquer condicionalidade. Eu votei e não me arrependo, mas agora estou com medo. Vários sinais já foram dados. Não dá para dizer que seja uma conclusão definitiva do que vem por aí, mas os sinais incluem vários comentários negativos sobre responsabilidade fiscal, que apontam para políticas de um estilo mais intervencionista. O todo é bem preocupante”, disse Fraga em entrevista ao Brazil Journal.

Ele criticou a PEC (proposta de emenda à Constituição) do estouro, em análise no Congresso Nacional, que expande o teto de gastos em quase R$ 200 bilhões para que o futuro governo de Lula banque o Auxílio Brasil a R$ 600 e pague um acréscimo de R$ 150 por criança de até 6 anos às famílias beneficiárias. Segundo o ex-presidente do Banco Central, o Brasil está implantando um “megaproblema” do ponto de vista macroeconômico.

“Estamos seguindo um caminho macroeconômico extremamente perigoso. Essa PEC desse tamanho, do ponto de vista macroeconômico, é um absurdo. Entendo as demandas, são todas legítimas. Mas isso precisa ser resolvido de uma maneira tal que a economia se sinta em paz para investir no futuro, para crescer. Se não tiver isso, não vai dar certo”, afirmou.

“Não dá para aprovar essa PEC de R$ 200 bilhões na prática. Os objetivos são legítimos e são metas importantes para qualquer governo de nome. Eles podem e devem ser atingidos, mas não de uma tacada só. Esse é um objetivo para quatro ou oito anos. A PEC deveria ser de R$ 50 bilhões, no máximo. A situação fiscal é extremamente precária, e estamos dando um sinal que vai na contramão do equilíbrio fiscal”, completou Fraga.

Fonte: R7

Comunista Flavio Dino fala em restringir armas e recebe críticas de Delegado da PF

O ex-governador comunista do Maranhão, Flávio Dino (PSB), que, recentemente, foi indicado ao cargo de ministro da Justiça por Lula (PT), anunciou decreto que vai restringir o uso de armas de fogo no Brasil.

“Vou apresentar uma proposta de novo decreto. (…) Não basta revogar. (…) Deve ser colocada uma nova regulamentação no lugar”, disse Flávio Dino.

As novas medidas vão afetar também quem já comprou armas de fogo na gestão de Jair Bolsonaro.

Segundo Dino, os principais alvos são as de grosso calibre que teriam sido adquiridas a partir da liberação prevista em decretos editados pelo conservador.

“Existe direito adquirido a faroeste? Não. Existe direito adquirido a andar com fuzil, metralhadora? Não. Imaginemos a questão de um medicamento que hoje é permitido e amanhã passa a ser proibido. Alguém terá direito adquirido a continuar a tomar o medicamento? Não. É possível que haja um efeito imediato, inclusive no que se refere aos arsenais já existentes? Sim, é possível”, avisou.

Questionado sobre o armamento pesado já adquirido pelo cidadão, o senador eleito pelo Maranhão disse: “Provavelmente, vai haver uma modulação. Aquilo que for de grosso calibre, por exemplo, deve ser devolvido”, antecipou. O comunista mirou também nos clubes de tiro em todo o país, onde pretende impor número máximo de frequentadores e até fixar novos horários de funcionamento. Tudo para diminuir o interesse do cidadão aos locais.

“São regras de funcionamento dos clubes de tiros e normas sobre o arsenal existente, como encurtando prazos de registros de arma”, acrescentou. Se for empossado presidente do Brasil, Lula fará mudanças drásticas também nas Forças Armadas, na Polícia Federal e na Polícia Rodoviária Federal, indicando nomes mais alinhados ao perfil do Partido dos Trabalhadores.

“Maior aproximação”, desconversou Flávio Dino.

Quem não gostou nada disso foi o deputado federal eleito, Delegado Ramagem, que subiu o tom nas redes sociais e fez um grave alerta: “Desarmar a sociedade civil é velha tática de tiranos para controle social.

Sabem que um responsável armamento civil garante defesa e liberdade contra crimes e regimes totalitários. Político cheio de seguranças seguindo cartilha desarmamentista de Hitler, Lênin e Mao Tsé-Tung”, escreveu.

Jornal da Cidade Online

Simone Tebet rejeita “ministério decorativo” de Lula e pode ficar fora do governo

Simone Tebet não está disposta a aceitar qualquer ministério no governo Lula. Ela avisou que deseja assumir uma pasta apenas se tiver afinidade com o assunto. PT não deseja perder a senadora em seu governo, mas não deseja ela no Ministério de Desenvolvimento Social.

Ainda sem cargo definido no futuro governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a senadora Simone Tebet (MDB) já alertou à alta cúpula petista que não aceitará um “ministério decorativo”. Terceira colocada no primeiro turno da eleição presidencial, Tebet tornou-se cabo eleitoral de Lula na disputa com Jair Bolsonaro (PL). Após a  vitória do petista, tudo levava a crer que ela assumiria um ministério no novo governo, mas, um mês e meio após o pleito, nada foi decidido.

De acordo com informações do jornal O Estado de São Paulo, a senadora está sendo pressionada por integrantes do PT a abrir mão do Ministério do Desenvolvimento Social, para o qual era cotada e o qual seria sua preferência. O partido entende que pode ser um problema futuro entregar uma pasta tão importante, responsável pelo programa Bolsa Família, a uma possível adversária na eleição presidencial de 2026.

Tebet nunca condicionou seu apoio a Lula a um cargo no novo governo. Por isso, tem dito a aliados que prefere ficar sem ministério do que assumir uma pasta de menor relevância. A senadora avisou a pessoas próximas ao novo presidente que, para integrar o governo, deseja uma pasta com a qual tem “afinidade”. Além do Desenvolvimento Social, ela estaria disposta a assumir a Educação ou a Indústria e Comércio.

O problema é que para ambos os ministérios Lula parece já ter nomes escolhidos. Na Educação, o ex-governador do Ceará Camilo Santana é a bola da vez. Já para a Indústria e Comércio, o convite foi feito a Josué Gomes, presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

Outras possibilidades seriam a Agricultura e o Meio Ambiente. Para a primeira, pesa contra Tebet o fato de defender uma agenda de agronegócio sustentável, o que não aceito por boa parte do setor.

Fonte: Yahoo Notícias

 

Lula deve ignorar antecedentes criminais para nomear aliados

Assim como pressiona o Congresso a mutilar a Lei das Estatais, a fim de permitir que políticos dirijam as empresas com a conhecida gula petista, o presidente Lula terá de alterar a regra de ouro que permite nomear sua turma para cargos de confiança. A regra é clara: antes da nomeação, é preciso que o indigitado receba uma espécie de atestado de “ficha limpa” da Agência Brasileira de Inteligência (Abin). O problema é que a companheirada está enrolada em centenas de processos de corrupção.

Escapando do crivo

Fosse Lula um indicado a cargo público e não o presidente eleito, certamente teria dificuldades de receber o “nada consta” da Abin.

Vida vasculhada

Pela regra adotada inclusive nos primeiros governos Lula, a Abin vasculha a vida do indigitado, sobretudo antecedentes criminais.

Folha corrida

Abin verifica a ficha do cabra, contas irregulares e pendências na praça, histórico de processos e vedações do controle interno, por exemplo.

Regra no lixo

Como a Abin assiste ao presidente, Lula deverá ignorar essa regra de ouro e nomear quem bem entender, como permite a Constituição.

Coluna do Claudio Humberto