Morre Zagallo, uma das lendas marcantes do futebol brasileiro

Morreu, no Rio de Janeiro, o único homem quatro vezes campeão da Copa do Mundo, Mário Jorge Lobo Zagallo, aos 92 anos. Foi comandante da seleção brasileira de 1970 e um dos maiores nomes do futebol na história. O Velho Lobo deixa seis filhos: Maria Emilia de Castro Zagallo, Paulo Jorge de Castro Zagallo, Mário César Zagallo, Maria Cristina de Castro Zagallo.

Como jogador, Zagallo jogou no América, Flamengo e Botafogo e foi campeão do mundo pela Seleção Brasileira em 1958 e 1962.

Se aposentou como jogador em 1964, já dando início a outra carreira vitoriosa como técnico. Comandou a seleção brasileira na Copa do Mundo de 1970, ao substituir João Saldanha em 1969. Apesar das muitas dúvidas quanto ao seu trabalho, Zagallo conseguiu um grande feito, que foi unir no mesmo time Gerson, Rivellino, Jairzinho, Tostão e Pelé. Zagallo depois voltou a brilhar em 1994 como integrante da comissão da seleção brasileira, conquistando mais um título de campeão do mundo nos Estados Unidos, se tornou o primeiro nome do futebol a conquistar o Mundial como jogador e técnico.

Uma verdadeira lenda! Deixou um legado irretocável.

Jornal da Cidade Online

 

Diplomacia Cara-de-Pau de Lula passa pano só no Hamas

O repúdio brasileiro “a todo e qualquer tipo de terrorismo” agora é seletivo, após Lula 3 impor ao Itamaraty a Diplomacia Cara-de-Pau, em que prevalece o oportunismo medroso. Não teve a dignidade de condenar o terrorismo do Hamas em Israel, mesmo com brasileiros entre os 1.300 assassinados covardemente no ataque, mas, rápido como um raio, condenou o terrorismo que matou cem iranianos em Kerman, no Irã.

Pragmatismo fez escola

Mesmo no regime militar, a diplomacia inspirou respeito, mantendo intacta a dignidade, afastando a ideologia e priorizando o pragmatismo.

Profissionalismo

O Brasil da ‘ditadura de direita’ foi o primeiro país a reconhecer regimes esquerdistas de Angola, Moçambique, El Salvador Nicarágua etc.

Triste decadência

O decorativo Mauro Vieira, coitado, é só um pau mandado de Celso Amorim, “revolucionário” que serviu com à ditadura denodo comovente.

Diário do Poder

Gabinetes de deputados custaram R$1,2 bilhão do “cotão” em 2023

Deputados federais conseguiram gastar, em 2023, mais de R$1,2 bilhão para sustentar apenas seus gabinetes. Foram mais de R$207,4 milhões apenas com a cota de exercício da atividade parlamentar, o “cotão”. Além disso, cada parlamentar recebeu R$41 mil por mês de salário (R$275 milhões para os 513 deputados), e R$118 mil com a “verba de gabinete” (R$727 milhões), que paga os salários dos contratados sem concurso.

Conta alta

O “cotão”, que aceita quase qualquer despesa; do pão de queijo a assessoria jurídica. A verba de gabinete paga salário de até R$16 mil.

Propaganda milionária

A maior despesa bancada com o cotão foi a “divulgação da atividade parlamentar”: R$78 milhões. É a propaganda sobre os mandatos.

Campeões

O campeão de gastos com o cotão ano passado foi Vinícius Gurgel (PL-AP) com R$562 mil, seguido por Silvia Cristina (PL-RO), R$546 mil.

Petista cara

No PT, Maria do Rosário (RS) foi a deputada que mais torrou o cotão: R$ 526 mil. Com salários e verba de gabinete, R$2,5 milhões no total.

Diário do Poder

Pequenas e médias empresas já podem contratar energia no mercado livre

Além de escolher fornecedor, elas poderão discutir preço

O ano de 2024 começou com boa notícia para pequenas e médias empresas que contratam energia em alta tensão, como padarias e outros setores, e têm contas em torno de R$ 9 mil. Esses consumidores já podem migrar para o Mercado Livre de Energia, um ambiente de venda onde, além de escolherem o fornecedor de preferência, tem espaço para discutir preço, quantidade necessária para uso, período de recebimento e forma de pagamento da energia. Até o fim do ano passado, essas empresas tinham que se submeter ao mercado regulado, também chamado de mercado cativo, e a compra de energia era apenas com a distribuidora local. Antes da abertura, somente os consumidores com demanda de no mínimo 500 kilowatts podiam participar do mercado livre.

“A partir de 2024, todos os consumidores que estiverem ligados em alta tensão poderão ser livres, independentemente da demanda contratada. Antes, precisavam consumir um mínimo para ser livre, agora basta estarem conectados na alta tensão que são elegíveis a ser livre”, informou a administradora Daniela Alcaro, sócia da Stima Energia, empresa comercializadora de energia, em entrevista à Agência Brasil.

Segundo ela, existem 200 mil unidades conectadas em alta tensão. Entre elas 37 mil já são livres, as maiores e que já vinham migrando desde 2001 como grandes fábricas de aço e vidros. Do restante que está no mercado regulado, uma parte já instalou sistemas de energia solar e comprou energia de geração distribuída.

“Essa parte que encontrou uma alternativa para economizar talvez não se anime a migrar neste momento, mas há outro grupo que não foi por esse caminho e está muito interessado na migração. Eu diria que são 72 mil unidades. Dessas, 13 mil já denunciaram [termo usado no setor para dizer que fez a opção de migração] seus contratos na distribuidora e já sinalizaram que vão migrar”, disse, destacando que isso comprova a demanda para o mercado livre.

O mercado brasileiro de energia é dividido em duas partes. Os consumidores cativos estão no Ambiente de Contratação Regulada (ACR), onde compram energia de concessionárias de distribuição como a Light e a Enel. Nesse caso, o cliente paga somente uma fatura de energia mensal, concentrando o serviço de distribuição e a geração de energia.

A outra parte é o Ambiente de Contratação Livre (ACL) no qual estão incluídos os consumidores que exercem a escolha e podem comprar a energia diretamente dos geradores ou de comercializadores. As condições são negociadas livremente em contratos bilaterais. O serviço de distribuição é pago pelo cliente por meio de uma fatura a uma concessionária local com tarifa regulada pelo governo e ainda uma ou mais faturas referentes à compra da energia com o preço negociado no contrato.

“A empresa fará contrato com uma distribuidora e passará a pagar duas faturas – uma à distribuidora pelo transporte e outra para o fornecedor de energia”, observou Daniela.

Segundo a administradora, no começo da venda de energia o mercado regulado foi responsável pela expansão da geração no Brasil, porque comprava toda a energia em contratos de 20 anos indexados à inflação. “Era bom para o gerador, porque o preço ia subindo já que o contrato era indexado, mas muito ruim para o consumidor. Imagina um contrato indexado com período de 20 anos. Quando está na metade, a energia já é extremamente cara e, no final, muito cara”.

Vantagem

A vantagem da migração para o mercado livre é a redução dos custos com a energia porque serão adquiridos contratos de geração de energia mais baratos do que os atuais no mercado cativo. Além disso, há previsibilidade, porque no ato da compra já se sabe quanto será pago pela geração. “Eu já sei qual vai ser o meu preço de geração de energia. Não estarei suscetível às intempéries e aos ajustes dentro da energia cativa”, explicou.

De acordo com Daniela, quando o mercado livre surgiu o consumidor questionou a permanência no mercado cativo com tarifas mais elevadas. “Nessa comparação começou a migrar e a ter uma demanda muito grande para o mercado livre, ao ponto de começar a ser responsável pela expansão. A demanda começou a ir mais para o mercado livre, mais equilibrado para o consumidor em termos de preço. Não pesava tanto com contratos longos e indexados”, disse ela, acrescentando, que, em sua maioria, as energias renováveis têm venda no mercado livre.

Agência Brasil

 

STF atendeu pedido do PcdoB e devolveu comando da CBF a Ednaldo Rodrigues

PCdoB alegou risco de o Brasil não participar do torneio classificatório para os Jogos Olímpicos de Paris 2024

Ao suspender a destituição de Ednaldo Rodrigues e devolvê-lo ao comando da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, atendeu aos argumentos do Partido Comunista do Brasil (PCdoB), na Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 7580, ajuizada pelos comunistas. Em sua decisão liminar de ontem (4), Mendes foi convencido de que o afastamento do presidente da CBF, determinado pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), poderia causar danos graves e irreparáveis à coletividade.

O ponto central da argumentação foi ameaça à participação da Seleção Brasileira no torneio classificatório para os Jogos Olímpicos de Paris 2024, cujo prazo se encerra nesta sexta-feira (5). Porque a FIFA não reconhece o interventor que substituiu Rodrigues como representante legítimo da CBF. O que deslegitimaria qualquer documento oficial firmado exclusivamente pelo presidente do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), José Perdiz de Jesus, que comandava interinamente a entidade.

Rodrigues e os demais dirigentes eleitos em 23 março de 2022 pela Assembleia Geral Eleitoral da CBF, retomam o cargo, por meio da liminar, após o TJRJ anular um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) que encerraria uma ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público fluminense e aprovava uma reforma estatutária que viabilizava a eleição. O TJRJ considerou ilegítima a intervenção do MPRJ e afastou o presidente, no início de dezembro de 2023.

Mendes acolheu os argumentos do PCdoB de que a prática desportiva tem relevante interesse social, não sendo possível, em princípio, descaracterizar a legitimidade do MPRJ para intervir em assuntos referentes às entidades desportivas e à prática do desporto no país.

A eleição de Ednaldo Rodrigues ocorreu após seu antecessor na CBF, Rogério Caboclo, ser afastado por acusação de assédio moral e sexual contra uma funcionária da entidade, em 2021.

O PCdoB ainda aguarda que o STF fixe repercussão geral que assegure a não intervenção do Poder Judiciário em questões internas das entidades esportivas e reconheça a legitimidade do Ministério Público para firmar acordos com tais instituições, para proteção de direitos do consumidor.

A decisão de Gilmar Mendes vale até que o Supremo se manifeste definitivamente sobre a interpretação constitucionalmente adequada das normas impugnadas nestes autos ou até eventual decisão desta Corte em sentido contrário.

Jornal da Cidade Online

 

Influenciador denuncia agência de marketing: O gabinete de ódio da esquerda

Rodrigo da Silva acusa empresa de cooptar eleitores e movimentar fábrica de fake news ideológica e ter causado a morte de Jéssica Canedo

Já ultrapassa a marca de 1,5 milhão de acessos a série de posts do influenciador Rodrigo da Silva, mostrando a relação da agência de publicidade Mynd8 com indústrias que movimentam o PIB brasileiro e até órgãos governamentais, fazendo funcionar uma máquina fabricadora de fake news, capaz de destruir reputações e servir a interesses políticos. Segundo da Silva, a Mynd8 faturou mais de R$ 500 milhões em 2022. E a previsão é chegar a R$ 1,5 bi em 2025. Artistas como Anitta, Pabllo Vitar e Luísa Sonza são agenciados pela empresa, sem falar em diversas páginas de fofoca páginas como Alfinetei, Fuxiquei, Gina Indelicada, e a Choquei, que se desligou recentemente da agência multimilionária.

Um dos posts do influenciador faz referência a Murilo Henare. “Murilo é o fundador e CEO da Banca Digital. A Banca Digital agencia alguns dos maiores perfis de fofoca das redes sociais brasileiras, e está ligado à Mynd, maior agência de marketing de influência do país”.

No ‘epicentro’ das polêmicas envolvendo as gigantes do marketing digital está a relação entre a Mynd8, ‘padrinhos políticos’ e a Choquei, página investigada por notícias falsas relacionadas a Jéssica Vitória Canedo, jovem mineira que cometeu suicídio na véspera de natal após receber ataques de ‘haters’ por supostamente ter se envolvido com o humorista Windersson Nunes. “A Choquei – que ajudou a impulsar o conteúdo falso – já foi agenciada pela Mynd, mas não aparece mais em seu catálogo”, afirmou a trend do influenciador.

Há um episódio enfático, porém pouco recordado após os episódios mais recentes envolvendo a página. É que em abril deste ano, um post da Choquei tentou dar uma repercussão ‘positiva’ para a taxação de compras estrangeiras pela internet, acima de R$50 – medida anunciada pelo governo federal. Como em um ato orquestrado, a primeira dama Rosangela da Silva, a Janja, respondeu o post dizendo que a cobrança seria apenas para as empresas e não ao consumidor final, sendo checada pelos usuários da rede social X.

A Banca Digital, que é esse grande complexo de agenciamento de páginas, ligado à Mynd, já teve em seus quadros a comunicadora Vanessa Campos como ‘head de jornalismo’.

Segundo a denúncia, a especialista em estratégia e planejamento de comunicação, durante sua carreira, atuou em órgãos como Fiocruz Brasília e Gabinete Digital da Presidência da República na gestão de Dilma Rousseff, entre outras atribuições que desempenhou no governo da petista.

Antes das eleições em 2022, os agenciados da empresa começaram a incentivar jovens de 16 anos a tirarem o título de eleitor. Aproximadamente cinco milhões de brasileiros faziam parte do alvo da campanha. Durante três dias, a palavra de ordem que ascendeu às redes sociais, por meio de uma # hashtag foi: #ÉTudoOnline. Meses depois, artistas como Anitta e Pabllo Vitar, que participaram da campanha, passaram a apoiar publicamente a candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência da República.

“Sinceramente, não entendo como uma pessoa em sã consciência votou no Bolsonaro”, escreveu a empresária Fátima Pissara, dona da Mynd8, na rede social X, em outubro de 2019. A conta da empresária foi deletada recentemente.

Eu sinceramente não entendo como uma pessoa em sã consciência votou no Bolsonaro — Fatima Pissarra (@fatimapissarra) October 31, 2019.

Nas palavras do influenciador que faz a denúncia, “boa parte de quem faz o PIB brasileiro anuncia com a Mynd. [..] “Mas uma parcela dessas marcas também patrocina uma indústria especializada em difamação, invasão de privacidade e desinformação – inclusive política – escondida sob o cartaz hipócrita da diversidade. Seja bem-vindo. Este é o porão da internet brasileira”.

Diário do Poder

 

Deltan Dallagnol confronta Alexandre Moraes de “planos” no 8 de janeiro para enforca-lo. Ele estava na França

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, revelou que, durante os atos de 8 de janeiro, existiam planos extremamente violentos contra ele. Um desses planos incluía sua prisão seguida de enforcamento, muito embora ele no dia do ato estava na França

Confira:

Diante das declarações, o ex-deputado Deltan Dallagnol resolveu fazer uma série de indagações sobre o caso.

Deltan publicou em suas redes sociais:

“O ministro Alexandre de Moraes, em entrevista ao O Globo, diz que havia ao menos três planos para prendê-lo e assassiná-lo no 8 de janeiro (apesar de ele estar em Paris nesse dia), mas não revela os nomes de quem teria feito esse plano nem apresenta provas. 

Diante das revelações do ministro, vale fazer algumas perguntas que, infelizmente, não foram feitas:

– Quem planejou matar o ministro e quais são as provas desse plano?

– Essas pessoas já foram denunciadas pela PGR e condenadas nos julgamentos do 8 de janeiro? Por que não soubemos dessas pessoas até agora?

– Se o ministro era a vítima desses crimes, ele deveria se declarar suspeito de julgar quem queria matá-lo?

– Essas novas informações não colocam o ministro sob suspeição para julgar todos os réus do 8 de janeiro, já que segundo entendimento do próprio STF, todos estavam ali em turba com um único objetivo, de dar um golpe?

– Como o ministro responde as críticas de que os réus do 8 de janeiro estão sofrendo abusos judiciais, como violação do juiz natural, ausência de conexão com pessoas com foro privilegiado, prisões preventivas alongadas, ausência de provas e de individualização de condutas e penas exageradas?

– Aliás, até hoje o STF não apresentou uma única pessoa com foro privilegiado que tenha participado dos atos do 8 de janeiro, a fim de justificar a conexão com os demais réus sem foro privilegiado. O ministro saberia dizer quem são as pessoas com foro privilegiado que atraem a competência da corte para julgar os demais réus do 8 de janeiro?

– Por que o ministro não apreciou em tempo o pedido de soltura de Clezão, que tinha parecer favorável da PGR? Como responde as críticas de que a demora para decidir acarretou na morte de Clezão?

– Por que, logo após a morte de Clezão, o ministro soltou vários réus presos do 8 de janeiro que também tinham parecer favorável de soltura da PGR? Isso não é uma prova de que essas pessoas ficaram presas de forma excessiva e ilegal?

– Quando serão encerrados os inquéritos ilegais que tramitam no Supremo há mais de 5 anos? Como o ministro justifica a existência dos inquéritos após o fim dos prazos legais?

– E por fim, dar entrevistas sobre casos em julgamento não gera a suspeição do juiz? Como o ministro responde a essa questão?”

Jornal da Cidade Online

Mynd8 tem contrato com a Coca Cola, Natura e até a Petrobras para interesses da esquerda

Contrato com a Petrobrás prevê divulgação de campanha da estatal nas redes sociais e outros “serviços” comandados por Fátima Pissarra

O Diário do Poder teve acesso a um compilado de contratos agenciados pela empresa Mynd8, liderada por Fátima Pissarra. Os documentos mostram o ‘modus operandi’ da agência que tem diferentes ‘braços’ – empresas parceiras que se dividem em diferentes frentes de atuação, como é o caso da Banca Digital, Sparkinc Mídia e Music 2. Uma das contratações de influenciadora ligada à agência foi firmada entre a Sparkinc Mídia e a estatal Petrobrás. O contrato estabelece a entrega de um reels em colaboração com a estatal para o Instagram, três storys e um vídeo no TikTok pelo cachê de R$ 48.000,00 (quarenta e oito mil reais).

O contrato com a Petrobrás

Segundo denúncia recente, a Mynd8 faturou mais de R$ 500 milhões em 2022. E a previsão é chegar a R$ 1,5 bi em 2025. Artistas como Anitta, Pabllo Vitar e Luísa Sonza são agenciados pela empresa, sem falar em diversas páginas de fofoca como Alfinetei, Fuxiquei, Gina Indelicada, e a Choquei, que se desligou recentemente da agência multimilionária. O impasse sobre o funcionamento da agência é que os recursos são aplicados em ‘desinformação’. Durante a última campanha eleitoral, todos os perfis de fofoca ligados à Mynd atacaram o candidato a reeleição para a presidência da República, Jair Bolsonaro. Como mostra o vídeo compartilhado pelo Blog Marina di Moraes:

Lula na rede social X

Na rede social X, o presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva, chegou a atribuir a vitória nas urnas aos influenciadores que teriam o ajudado a desmentir notícias falsas. Liderados por Fátima Pissarra, as tais páginas de fofoca e outros influenciadores ligados à Mynd chegaram a se reunir com Lula no palácio do Planalto, ainda no início de 2023 e receberam o reconhecimento da primeira dama, Rosângela da Silva, a Janja.

No ‘epicentro’ das polêmicas envolvendo as gigantes do marketing digital está a relação entre a Mynd8, ‘padrinhos políticos’ e a Choquei, página investigada por compartilhar notícias falsas relacionadas a Jéssica Vitória Canedo, jovem mineira que cometeu suicídio na véspera de natal após receber ataques de ‘haters’ por supostamente ter se envolvido com o humorista Windersson Nunes.

“A Choquei – que ajudou a impulsar o conteúdo falso – já foi agenciada pela Mynd, mas não aparece mais em seu catálogo”, afirmou a trend do influenciador Rodrigo da Silva.

Contratos

Outro documento lido pela redação mostra a contratação pela Coca-Cola das páginas Alfinetei, Garotx do Blog, Gina Indelicada, Lets Gossip, Lacerda, Nazaré Amarga e Perrengue Chique pelo valor R$160.000,00 (cento e sessenta mil reais).

O influenciador João Guilherme, que declarou ‘sentir nojo’ da relação entre o pai, o cantor Leonardo, e o ex-presidente da República Jair Bolsonaro, foi contratado para divulgar o festival Lollapalooza pelo valor de 150.000,00 (cento e cinquenta mil).

Outro acordo entre a Mynd e empresa representante da Natura fechou veiculação de divulgação dos produtos da marca nas redes sociais de outro agenciado no valor de R$ 25.000,00 (vinte e cinco mil reais).

Diário do Poder

 

Cobiça de poder, inveja, aniquilação de mérito, corrupção e disputa internas desleais

Quem leu A Revolta de Atlas, de Ayn Rand, entende os mecanismos que levam um grupo ideológico burocrático, movido pela inveja e cobiça do poder, a conquistar toda a máquina judiciária, legislativa e executiva do estado, sufocando as potencialidades criativas e produtivas de uma nação.

Como a força motriz desse tipo de grupo é a ambição, a inveja e a aniquilação de toda espécie de mérito, já que o mérito é o maior antídoto à mediocridade, a própria incapacidade de administrar, a ausência de escrúpulos e as disputas internas, provocam a derrocada, de dentro para fora, desse tipo de atentado totalitário.

É um cenário que faz lembrar muito o que ocorre no maior país da América do Sul. A máquina está dominada, a incompetência instalada, o sufocamento dos setores produtivos iniciado e a corrupção generalizada. Mas esse tipo de grupo é formado por Egos gigantescos, ambiciosos, vaidosos, invejosos, inescrupulosos e desleais.

As fraturas internas começarão a ocorrer, assim que os desastres econômicos, de saúde e segurança públicos começarem a ficar indisfarçáveis e intoleráveis.

Isso ocorrerá. É questão de tempo.

Quem é John Galt?

Pedro Possas. O autor é médico.

 

Juíza Ludmilla Lins de forma surpreendente anuncia “asilo político” nos EUA

Um texto publicado pela juíza Ludmilla Lins Grilo anuncia que ela está oficialmente em exílio político nos Estados Unidos. A magistrada brasileira anuncia uma série de medidas que está tomando contra as arbitrariedades que sofreu. Sem dúvida, uma mulher de coragem.

Leia o texto:

“Deixei meu amado Brasil em 2022.

Mantive tudo em segredo por mais de um ano.

Esse foi meu segundo réveillon nos Estados Unidos da América, a terra da liberdade onde eu escolhi viver, e que caridosamente me acolheu e me protegeu da ditadura que, miseravelmente, se instalou no meu país.

Passei todo esse tempo reorganizando minha vida, e chegou a hora de revelar o que aconteceu.

Sou, oficialmente, uma juíza brasileira em asilo político nos Estados Unidos.

Eu era uma juíza em atividade quando aportei em terras americanas. Em silêncio, continuei exercendo meu trabalho por videoconferência, cumprindo toda a agenda diária da vara criminal. Sofri calada todo tipo de difamação quanto à minha conduta profissional, pois ainda não podia revelar que eu não morava mais no Brasil.

No dia de meu afastamento do cargo, silenciei sobre minha condição de asilada política, pois eu ainda estava me documentando. Além disso, eu ainda tinha bens no país, e era necessário salvaguardá-los.

Toda essa trama envolvendo os atos persecutórios praticados pelo STF, mais especificamente por Alexandre de Moraes, assim como pelo CNJ e TJMG foi detalhadamente documentada e entregue às autoridades americanas.

Da mesma forma, narrei minuciosamente o desprezo que aqueles órgãos tiveram com a minha segurança física, e como eles, maliciosamente, utilizaram-se da minha situação de risco pessoal para atacar a minha honra.

Meus alunos e apoiadores não precisam mais se preocupar: a identidade de vocês não está mais acessível ao Brasil.

Já estou em contato com juristas e jornalistas americanos. Espero, daqui de fora, fazer o que vocês não podem mais fazer daí.

Cada conta de rede social que for bloqueda, cada ataque do STF, cada lawfare, cada ameaça, ainda que virtual, serão utilizados em meus processos nos EUA, e também serão entregues aos profissionais da mídia e da justiça estrangeiros que acompanham meu caso.

Todo aquele perseguido por ditaduras que escolhe permanecer no país é obrigado a colocar o rabinho entre as pernas e se calar para se proteger. Não é o meu caso. Contem comigo.

Que Deus salve nosso país desses tiranos de toga que tomaram de assalto nossa liberdade.”

Jornal da Cidade Online