“Supremo Silêncio: O Que Você Não Pode Saber!”: A revelação que promete estremecer Brasília.

O Brasil viu os acontecimentos do dia 8 de janeiro – e seus “estranhos” desdobramentos, assistiu o avanço da censura calando jornalistas e fechando até equipes de TV e está vendo agora a perseguição ferrenha contra o ex-presidente Jair Bolsonaro e inúmeros militares. Absurdamente, já se fala em prisão.

E não para por aí…

Ex-deputados continuam presos, os jornalistas Allan dos Santos e Oswaldo Eustáquio estão fora do Brasil para não serem presos e tem muito mais acontecendo. Uma pergunta é inevitável: Onde tudo isso vai parar? Justamente nesse período mais sombrio da história do Brasil, eis que surge um documento estarrecedor. O chocante livro “Supremo Silêncio: O Que Você Não Pode Saber!” Seu conteúdo é extremamente corajoso.

O documento detalha exatamente como começou essa terrível perseguição e expõe um desfecho ainda mais cruel. A verdade é que esse livro pode ser mais um “alvo” da censura em breve e não se sabe ao certo até quando estará à disposição do público.

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Acredite! Vale a pena o investimento!

Jornal da Cidade Online

 

Avança na Câmara a exigência de reeducar agressor de mulheres para progredir pena e vai ser lei

Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados aprovou parecer do projeto de lei. Chegou nesta sexta-feira (23) à Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 3858/23, que exige que condenados por violência doméstica e familiar contra a mulher participem de programas de recuperação e reeducação, para que possam progredir suas penas para o regime aberto. A matéria avançou após aprovação de seu relatório pela Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher, na quarta-feira (21).

O projeto de autoria das deputadas Delegada Ione (Avante-MG) e Lêda Borges (PSDB-GO) prevê incluir na Lei de Execução Penal programas que promovam a reflexão e a responsabilização dos agressores enquadrados pela Lei Maria da Penha. A lei que protege mulheres de agressores já prevê esses programas como uma das medidas protetivas de urgência que podem ser determinadas pelo juiz. “A exigência proposta é meritória e busca romper o ciclo da violência ao estimular o sentenciado a refletir criticamente sobre seus atos e a reconstruir suas referências de masculinidade, com base no respeito e na equidade”, defendeu o deputado Felipe Becari (União-SP), em seu parecer favorável ao projeto.

Para ter chance de virar lei em votação no Plenário da Câmara dos Deputados, a matéria ainda precisa passar pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. E, se aprovada, seguirá para novas apreciações no Senado.

Com Agência Câmara de Notícias

 

CBF, um antro dentro do antro. O presidente será “eleito” neste domingo

Quando pessoas ruins, que se desentendem dentro de suas catacumbas, e, por óbvio, se conhecem até as entranhas, a chapa esquenta quando a crise alcança o exterior do covil. Foi assim com Fernando Collor de Mello e seu irmão Pedro; foi assim com o ex-prefeito de Santo André, Celso Daniel, com o PT (que, infelizmente, acabou assassinado), e está sendo assim com Ciro Gomes e Lula. Agora é a vez do Anthony Garotinho e a tchurma que domina a CBF (orçamento de mais de 2 bilhões de reais em 2025). Popularmente conhecido como “colocar o ventilador na farofa”, é o que vem fazendo o ex-quase tudo, ex-prefeito, ex-governador e ex-presidiário, Anthony Garotinho, a respeito da CBF.

Profundo conhecedor das artimanhas, tretas e crimes da política brasileira, artífice e protagonista de vários episódios neste sentido, Garotinho, uma flor que não se cheira, vem abrindo o bico, mostrando toda sua expertise. É adorável ver os caras colocando podres de seus contemporâneos para fora, de qualquer lado que seja, externando motivos, personagens, interesses, e afins, que traduzem todo esse lamaçal que corre nas veias da politicagem.

E no mundo do futebol – leia-se CBF, não é diferente, e Garotinho sabe demais, como ele próprio garante! Com o afastamento, pela segunda vez, e agora sem volta, do ex-presidente da entidade máxima do futebol brasileiro, o baiano Ednaldo Rodrigues, que, diga-se de passagem, era um dirigente esportivo e político desconhecido da Bahia, veio à tona uma série de fatores coincidentes no histórico administrativo e político da CBF.

Só para ilustrar, porque o assunto não sai das páginas políticas e esportivas, mas deveria ser do caderno de polícia, Garotinho escancara, associa e expõe nomes, num só balaio, como Roberto Marinho, Romero Jucá, Luiz Zveiter, Flávio Zveiter, Rui Costa, Jaques Wagner, Gilmar Mendes, José Sarney, Fernando Sarney, Flávio Sarney, Flávio Dino, Ricardo Teixeira, José Maria Marin, Marco Polo Del Nero, Rogério Caboclo, J. Hawilla, presidentes de federações estaduais, enfim, toda uma trama em sua análise.  

Tudo isso acontece, após a indicação do presidente da Federação de Roraima, que ninguém sabe quem é, e com todo respeito, de um estado irrelevante do nosso futebol, para presidente da CBF: Samir Xaud. O pai dele, Zeca Xaud, dominou a federação roraimense de futebol por 40 anos. Detalhe; um possível candidato para concorrer com Xaud, o presidente da Federação Paulista de Futebol, Reinaldo Carneiro Bastos, não teve a menor chance. Xaud é de chapa única na eleição.

Neste episódio, as famílias Sarney e Zveiter mostram todo seu poderio e domínio no futebol brasileiro. Garotinho, mete bronca nessa que estou aqui firme torcendo pela briga!  Em tempo: Garotinho afunila para a política entrevada na atualidade no país, falando muito mais a respeito do hacker Walter Delgatti, Lava Jato, ministros do STF, constituição, e muito mais.

Alexandre Siqueira

Jornalista independente – Colunista Jornal da Cidade Online – Autor dos livros Perdeu, Mané! e Jornalismo: a um passo do abismo

 

Aldo Rebelo sobre Alexandre de Moraes: ‘tentativa de intimidação de testemunha’

Rebelo diz esperar um pedido de desculpas do ministro do STF. O ex-ministro Aldo Rebelo comentou sobre a ameaça de prisão que recebeu nesta sexta-feira (23) do ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes na audiência sobre a suposta tentativa de “golpe” de Estado.

“Na verdade, o que houve ali foi uma tentativa de intimidação de testemunha”, comentou ao portal UOL. “O juiz pode desconhecer o depoimento, pode não considerar. Agora, como agiu, pressionar testemunha, não”, seguiu.

Aldo, que é testemunha de defesa do ex-comandante da Marinha Almir Garnier, respondia ao questionamento de Moraes quando foi ameaçado pelo ministro, que não gostou da resposta do ex-ministro. Rebelo disse esperar um pedido de desculpas de Moraes, “Talvez, em algum momento, ele [Moraes] vá me pedir desculpas pelo ocorrido. É o que eu espero que venha a acontecer”.

Diário do Poder

Ministra Marina Silva vai ao ataque e reclama da dobradinha Lula e Alcolumbre contra o meio ambiente

A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, é só reclamação com a falta de empenho do governo Lula na pauta ambiental. Mais do que isso, vê atuação combinada com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, no que chama pelos corredores da repartição de “retrocessos na agenda ecológica”. Dentro da pasta, as críticas mais duras são contra Rui Costa (Casa Civil), que vê o atual modelo de licenciamento ambiental como ferramenta burocrática atrasada, que trava as obras do Novo PAC.

Lenga-lenga

Marina se queixa de que não tem suporte de Lula em questões caras ao ministério, como a exploração do petróleo na Margem Equatorial.

Com a barriga

Outra reclamação recorrente é sobre a tal autoridade climática, que Marina quer ter ingerência, mas Lula não tira do papel.

Vai ficando

Assessores de Marina garantem que deixar o posto ainda não está no horizonte da ministra, ao menos até a COP30, sediada em Belém (PA).

Mala e cuia

Após a COP30 e com o período de desincompatibilização para eleição, Marina não deve continuar no cargo por muito mais tempo.

Diário do Poder

Depois de ministra do TSE, deputada aliada do governo também denuncia racismo no Palácio do Planalto

Imaginem se no governo Bolsonaro uma ministra do TSE denunciasse racismo em evento da Comissão de Ética Pública da Presidência da República. Pior seria, se alguns dias depois, uma deputada aliada afirmasse ter sido vítima de uma abordagem racista no Palácio do Planalto. Pois é, tudo isso aconteceu nos últimos dias no governo do amor…

As vítimas foram: A ministra do TSE Vera Lúcia Santana Araújo e a deputada comunista Enfermeira Rejane, que fez a seguinte manifestação: “Mais um, mais um caso de racismo. Dessa vez no Planalto. Passamos no detector, nos dirigimos para a identificação. Meu assessor entregou a documentação, me identificou como deputada. Ainda assim, tivemos dificuldades de acesso. Vai continuar assim porque é um racismo estrutural”.

Os dois casos de racismo no Palácio do Planalto em um período muito pequeno e o silêncio que vem sendo feito em torno do fato, suscitam desconfianças. O TSE pediu ao Ministro da Justiça, investigação pela Polícia Federal. A Câmara dos Deputados, com certeza seguirá o mesmo caminho.

Jornal da Cidade Online

 

A morte do fotógrafo brasileiro Sebastião Salgado, aos 81 anos é destaque na imprensa mundial

O fotógrafo Sebastião Salgado morreu aos 81 anos nesta sexta-feira (23/05), em Paris. A informação foi confirmada por sua família por meio do Instituto Terra, ONG fundada por ele e pela esposa, Lélia Wanick Salgado. Considerado um dos maiores fotógrafos do mundo, Salgado deixou uma obra marcada pelo olhar humanista e pela sensibilidade social.

Os ministros do Supremo Tribunal Federal, presidente Luís Roberto Barroso e Cármen Lúcia, também manifestaram pesar pela morte de Salgado.

“Eu recebo com imensa tristeza a notícia da morte do Sebastião Salgado. Na verdade, um grande artista. Uma morte precoce, 81 anos hoje em dia é muito cedo. Ele era um dos patrimônios culturais brasileiros, embora estivesse vivendo na França. Há poucas semanas, ele me telefonou por uma questão que o preocupava. Ele é um homem que tinha um olhar voltado para a proteção ambiental, para a proteção das comunidades indígenas, para outras causas importantes da humanidade. É uma imensa perda para a humanidade. E aqui mando um abraço e consolo para toda a família”, lamentou Barroso.

 “Enorme perda para o Brasil e para essa humanidade tão precisada de grandes humanidades como o Tião. Sebastião era Salgado apenas no sobrenome: um ser humano a mostrar uma doçura total, mesmo nas denúncias fotografadas das indignidades e feridas do mundo”, comentou Cármen Lúcia.

O STF conta com 18 painéis fotográficos assinados por Sebastião Salgado que integram o projeto Amazônia e que foram doados por ele e pela esposa.

Legado

Sebastião Salgado era economista de formação, mas se voltou para a fotografia nos anos 1970, após um exílio político durante a ditadura militar. Ao longo da carreira, registrou temas como trabalho, migração, guerras e questões climáticas, percorrendo mais de 120 países. As imagens em preto e branco são uma marca registrada de Salgado. Para ele, as cores são uma distração do assunto para o qual ele queria chamar atenção em suas fotografias: a dignidade das pessoas retratadas. Entre seus trabalhos mais conhecidos estão os garimpeiros da Serra Pelada, no Pará, trabalhadores em condições extremas, povos indígenas da Amazônia e paisagens como o deserto do Saara e a Antártida.

Martina Colafemina

é repórter da revista Consultor Jurídico

 

Ministra da Cultura leva ‘bonde’ com 14 pessoas para o Festival de Cannes às custas do pagador de impostos

A ministra da Cultura, Margareth Menezes, montou uma comitiva de 14 pessoas, com atores e servidores entre os convidados, para curtir o Festival de Cannes, na França. Os convidados da ministra, nove servidores e cinco atores, receberam diárias e hospedagem que variaram entre seis e 15 dias que passaram na Europa. O valor da gastança, toda custeada pelo pagador de impostos, ainda não foi divulgado pelo Ministério da Cultura.

Para justificar o tour com a comitiva, o ministério afirmou se tratar de uma ação para “promover o talento e fortalecer as relações bilaterais entre Brasil e França no campo da cultura e da economia criativa”. A ministra, por exemplo, passou oito dias na França, entre 12 e 19 de maio. Margareth se reuniu com a ministra da Cultura da França, além de atividades relacionadas ao setor audiovisual.

Há poucos dias, a ministra Margareth Menezes, participou de uma audiência na Câmara dos Deputados, quando demonstrou não conhecer a pasta e muito menos os projetos desenvolvidos. Ela entrou muda e saiu calada e saiu do parlamento ridicularizada. O que causou mais indignação aos deputados é que ela destinou verba para um município pagar um show feito por ela.

Diário do Poder

 

As estranhas atitudes de Lula que mancham a imagem do Brasil internacionalmente, diz o senador Sérgio Moro

O senador Sergio Moro (União-PR) criticou a condução da política externa brasileira e afirmou que a diplomacia do país vive um de seus piores momentos. Ele apontou o que considera uma série de erros recentes, com destaque para a concessão de asilo diplomático à ex-primeira-dama do Peru Nadine Heredia, condenada por corrupção. Moro questionou a rapidez com que o asilo foi concedido e o envio de um avião da Força Aérea Brasileira para buscá-la em Lima. Para ele, a medida foi injustificável, já que Heredia não se enquadra nos critérios tradicionais de perseguição política. Segundo o senador, não houve qualquer comprovação de agravamento de saúde que justificasse o argumento humanitário apresentado pelo governo.

“Eu nunca vi um asilo tão rápido. Na mesma tarde, estava tudo resolvido e ainda foi enviado um avião da FAB para buscá-la e trazê-la ao Brasil”, criticou. O parlamentar também comparou o caso com o tratamento dado a cinco opositores do regime do ditador Nicolás Maduro refugiados na embaixada da Argentina na Venezuela, cuja saída foi feita com apoio dos Estados Unidos, sem o conhecimento do governo brasileiro. Ele questionou por que o Brasil não foi informado da operação e insinuou que o país possa ter perdido credibilidade como interlocutor da oposição venezuelana.

Sérgio Moro ainda condenou a participação de Lula em evento militar na Rússia e cobrou coerência do governo brasileiro na condenação de ações internacionais, especialmente em relação à guerra na Ucrânia. “Qual é esse duplo padrão?”, indagou, ao mencionar a frequência com que o Itamaraty critica Israel, mas silencia diante da invasão russa.

O senador encerrou pedindo esclarecimentos sobre declarações conflitantes de Lula, Janja, e do ministro Mauro Vieira sobre uma suposta interlocução com autoridades chinesas a respeito da regulação de redes sociais no Brasil.

Jornal da Cidade Online

Alexandre de Moraes ameaçou prender o ex-ministro da Defesa, Aldo Rebelo durante audiência no STF

Ex-ministro da Defesa bateu boca com o magistrado ao defender interpretação em fala que Garnier teria colocado suas tropas “à disposição” de Bolsonaro. Ele também não aceitou, responder perguntas com as palavras sim ou não, proposta por Alexandre de Moraes. O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), ameaçou prender o ex-ministro da Defesa Aldo Rebelo depois de um bate-boca entre os dois nesta sexta-feira (23). O desentendimento aconteceu durante o depoimento de Rebelo como testemunha de defesa do ex-comandante da Marinha, Almir Garnier, réu na ação penal que investiga uma suposta “trama golpista”. Aldo Rebelo foi questionado sobre uma suposta reunião em que Garnier teria colocado suas tropas “à disposição” do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Rebelo, então, comentou que a expressão “à disposição” poderia ser interpretada como uma figura de linguagem. “É preciso levar em conta que, na língua portuguesa, conhecemos aquilo que é força da expressão. Ela nunca pode ser tomada literalmente. Quando alguém diz: estou à disposição, isso não pode ser lido literalmente”, afirmou.

O ex-ministro da Defesa foi repreendido por Moraes. “O senhor estava na reunião quando o almirante Garnier falou essa expressão?”, questionou. Rebelo respondeu negativamente.

“Então o senhor não tem condições de avaliar o teor da língua portuguesa naquele caso. Atenha-se aos fatos”, completou Moraes. Rebelo rebateu afirmando que sua interpretação da língua portuguesa era legítima e que não aceitaria censura.

“A minha apreciação da língua portuguesa é minha. Não vou admitir censura”, rebateu Aldo Rebelo. Em resposta, Moraes ameaçou prendê-lo por desacato. “Se o senhor não se comportar, o senhor vai ser preso por desacato. Responda minha pergunta. Sim, ou não?”, disse. No entanto, o ex-ministro disse que não poderia responder com “sim” ou “não”.

Diário do Poder