Janja mais uma vez: Se intromete, esnoba deselegância e responde a chanceler alemão, o que é o governo Lula

Janja sempre se metendo onde não devia e onde certamente não foi chamada e não conhece. Desta vez, ela resolveu responder ao chanceler alemão, Friedrich Merz. O chanceler viralizou recentemente ao fazer comentários sobre a visita da comitiva alemã a Belém, durante a COP30. Ele relatou que todos ficaram satisfeitos em deixar a capital paraense. De fato, o evento foi um gigantesco fiasco.

Janja abriu a boca numa entrevista a uma emissora de TV, em nome do governo Lula

“Acho que ele não viveu a COP. Chegou aqui, entrou em uma sala com ar-condicionado e não viveu a COP. A proposta da gente fazer a COP na Amazônia foi justamente para que as pessoas pudessem presenciar o que é esse território. Já fui em duas COPs e é isso que acontece, as pessoas entram e ficam em uma sala, discutindo a vida das pessoas que estão lá fora. E ele não deve ter vivenciado, não deve ter tomado um tacacá, não deve ter ido a um carimbó, ido a uma aparelhagem. Foi infeliz a fala dele”.

Jornal da Cidade Online

Surpreende diretor da PF contra equiparação de facções criminosas e grupos terroristas e dizer que é “erro técnico”

O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, afirmou que equiparar organizações criminosas a grupos terroristas constitui um “erro técnico”. A declaração foi feita nesta terça-feira (18) durante seu depoimento na CPI do Crime Organizado no Senado Federal. “É um erro técnico, inclusive, se falar de equiparação de institutos diferentes, de questões diferentes, que são o terrorismo com finalidade, propósito, meios diferentes do crime organizado, que são completamente cenários distintos”, disse o chefe da PF.

A proposta de equiparação integrou uma das versões do PL Antifacção, relatado pelo deputado Guilherme Derrite (PP-SP). O item foi removido nas versões mais recentes do projeto, mas continua sendo defendido por opositores do governo Lula. O debate sobre o tema intensificou-se após a operação policial de 28 de outubro no Rio de Janeiro, que resultou em 121 mortes. Na ocasião, o governador Cláudio Castro (PL) referiu-se ao Comando Vermelho como “narcoterrorista”.

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), potencial candidato à Presidência em 2026, também defende a equiparação, alinhando-se a outros opositores do atual governo federal. O governo Lula se opõe à proposta, argumentando que as facções criminosas brasileiras não se enquadram na definição de terrorismo por não terem motivações políticas. “Nós entendemos um equívoco, para não falar de questões de soberania e de outras interferências que podem advir, inclusive para o sistema econômico, para as empresas brasileiras, dessa equivocada equiparação que alguns tentam fazer”, afirmou Rodrigues sobre as possíveis consequências da medida.

Jornal da Cidade Online

Flávio Dino ‘surta’ e vai ao ataque contra André Mendonça, sobre críticas ao ativismo político no STF

O ministro Flávio Dino “surtou” contra as recentes falas fortes do colega André Mendonça, que afirmou com todas as letras que a Corte age com um “ativismo judicial” de determinados processos que seriam constantemente prorrogados. O ministro ainda afirmou que o Brasil vive o que seria um quadro crítico de insegurança jurídica e de enfraquecimento institucional. 

Flávio Dino disse que este tipo de acusação seria uma “espuma” sem fundamento, e que a Corte julga “no estrito cumprimento do dever inscrito nas leis a partir de provocações dos fatos”. “Dizem alguns que esses supostos inquéritos que nunca acabam [alguns sob a relatoria de Alexandre de Moraes] seriam prova de uma anomalia no Brasil, que seriam um tal de um ativismo judicial. E isso se tornou um lugar comum de baixíssima qualidade doutrinária e técnica para que pessoas até consigam ornar pronunciamentos destituídos de consistência, [de que] ‘não tenho o que dizer, digo que isso é culpa do ativismo judicial’. Isso tem tanta consistência como a espuma das ondas que quebram na praia”, disparou Dino.

Dino ainda disse que esse tipo de expressão é utilizado para se “obter aplausos fáceis em certas plateias”, indo contra a atuação dos integrantes da Corte de apenas aplicar e interpretar a Constituição aos fatos provocados. “Numa tentativa de etiquetar para descredenciar o tribunal, e isso é algo que este julgamento prova que não tem suporte material”, pontuou sendo apoiado por Moraes.

O clima na Corte é péssimo. André Mendonça finalmente ergueu a voz e, dessa vez, não pode ficar calado. A verdade é que o ministro André Mendonça incomodou alguns ministros, que exercem protecionismo em processos de interesses de políticos, o que acaba se tornando claramente em ativismo político com favorecimentos.

Jornal da Cidade Online

 

Câmara impõe nova derrota a Lula e aprova Projeto de Lei Antifacção por 370 votos a 110

A Câmara dos Deputados aprovou, por 370 votos favoráveis e 110 contrários, o projeto conhecido como “antifacção”, que amplia os instrumentos legais para reforçar o combate ao crime organizado no país. A proposta cria a figura penal da facção criminosa e aumenta as penas para quem integra, financia ou exerce liderança nessas organizações. O texto estabelece punições que variam de oito a quinze anos para participação em facções e prevê penas de até trinta anos em casos de homicídios cometidos por determinação dessas organizações, considerados crimes hediondos.

O projeto também autoriza a infiltração de agentes de segurança em estruturas do crime organizado, além de permitir o acesso, mediante autorização judicial, a dados de localização e registros de conexão de investigados. Outro ponto é a criação de um banco nacional dedicado ao registro de informações sobre facções criminosas, complementado por bancos estaduais que reunirão dados sobre atuação, integrantes e estrutura financeira dessas organizações.

As medidas incluem ainda mecanismos para enfraquecer o poder econômico das facções, como apreensão de bens, bloqueio de transações financeiras e intervenção judicial em empresas utilizadas para lavagem de dinheiro. Há previsão para suspender contratos públicos mantidos por pessoas ou entidades associadas às organizações criminosas.

A aprovação do projeto foi considerada uma resposta firme ao avanço do crime organizado no país, resultado de negociações entre parlamentares, o governo e representantes das forças de segurança. O presidente da Câmara afirmou que a proposta não altera atribuições de órgãos federais de investigação e reforça a cooperação entre diferentes níveis de atuação no combate às facções.

Diário do Poder

Alvo da PF, Banco Master contratou a advocacia de Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro Alexandre Moraes

Além de Viviane, dois filhos do casal atuam na banca de advogados. O Banco Master, controlado por Daniel Vorcaro, contratou o escritório de advocacia Barci de Moraes, no qual atuam a advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro do STF Alexandre de Moraes, e dois dos filhos do casal. De acordo com a jornalista Malu Gaspar, a contratação é para representar o banco judicialmente, mas o Master não divulgou quais são os processos nem os valores pagos à advogada.

No Supremo Tribunal Federal, ela aparece vinculada a pelo menos 30 processos públicos, mas nenhum deles está relacionado ao Banco Master, conforme apurado pela reportagem. O escritório do qual faz parte também atuou na defesa de Alexandre de Moraes e de seus familiares durante a investigação sobre o episódio em que o ministro teria sido alvo de agressões por brasileiros no aeroporto de Roma, em julho de 2023.

O escritório Barci de Moraes tem atuação em diversas áreas, como recuperação judicial e falências, especialmente nos estados de São Paulo e Minas Gerais. Há ainda um histórico de relação entre o banco e o ministro: Alexandre de Moraes já participou de eventos patrocinados pelo Master, como um fórum jurídico em Londres

Diário do Pode

Com mapa de votos na mão, Davi Alcolumbre mostra a Lula que Jorge Messias não passa no Senado para o STF

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), e seus aliados estão apresentando ao governo Lula um levantamento que aponta entre 28 e 31 votos favoráveis para Jorge Messias no plenário do Senado. A articulação busca demonstrar que o atual advogado-geral da União não alcançaria o mínimo de 41 votos necessários para confirmação caso seja indicado ao Supremo Tribunal Federal (STF).

A movimentação ocorre após a aprovação da recondução do procurador-geral da República, Paulo Gonet, que obteve apenas quatro votos acima do mínimo necessário na quarta-feira (12). O resultado foi o mais apertado para um PGR desde a redemocratização, ficando abaixo das projeções do relator da indicação, senador Omar Aziz (PSD-AM). Pessoas próximas ao advogado-geral da União avaliam que a votação apertada de Gonet evidenciou a estratégia de Alcolumbre para tentar emplacar o ex-presidente do Senado Rodrigo Pacheco (PSD-MG), considerado o “candidato da Casa”, na vaga do STF.

“Nas nossas avaliações internas, o Messias tem voto para ser aprovado. Não vai ser fácil, mas passa”, comentou um aliado de Messias. No atual mandato de Lula, o Senado já barrou uma indicação na área da Justiça. Igor Roque, indicado para a Defensoria Pública da União, foi rejeitado com 35 votos favoráveis contra 38 contrários. Senadores consideraram que Roque assumiu funções prematuramente, concedendo entrevistas e realizando despachos com ministros antes de ter sua indicação confirmada.

A agenda presidencial nas últimas semanas tem sido dominada pela crise de segurança pública no Rio de Janeiro e pelas negociações para a COP30, que será realizada em Belém (PA).

“Se Lula já estivesse tão seguro da aprovação de Messias, já o teria indicado”, avalia um senador contrário à indicação, acrescentando: “Hoje, só quem salva Messias é Jesus.” Diferentemente de Igor Roque, Jorge Messias tem adotado postura mais discreta enquanto aguarda a decisão sobre a sucessão do ministro Luís Roberto Barroso no STF.

Jornal da Cidade Online

 

CPT denuncia violência no campo: Quilombo Onça, em Santa Inês, nova invasão para desmatamento ilegal

O crime ocorreu na manhã do último dia (07). A comunidade se mobilizou e conseguiu expulsar os invasores, mas a ameaça ao Quilombo Onça continua. Registros: Quilombo Onça

Na manhã desta quinta (7/11), famílias do Quilombo Onça, em Santa Inês, no Maranhão, sofreram nova invasão de seu território para desmatamento ilegal por fazendeiro. A comunidade foi surpreendida com a invasão de fazendeiro, escoltado por jagunços e trator, para derrubada criminosa da vegetação. A ação gerou diversos danos ao território, não somente pela vegetação devastada, mas pelo aprofundamento das violências históricas e cotidianas empenhadas contra as famílias.

Com resistência coletiva e mobilização, a comunidade, unida, enfrentou a violência e conseguiu expulsar o fazendeiro e seus jagunços, barrando a derrubada de mais árvores pelo trator e maiores prejuízos ao território, mas a ameaça continua. O Quilombo Onça está no processo de conclusão do RTID, o Relatório Técnico de Identificação e Delimitação, uma etapa essencial no processo de titulação de territórios quilombolas no Brasil. Enquanto a comunidade não tiver garantida sua titulação definitiva, com o título coletivo da terra, as famílias continuam vulneráveis a ataques de fazendeiros com interesses na área. Mesmo com o recuo dos invasores, é preciso manter o alerta e fortalecer a denúncia pela integridade das famílias e dos territórios.

Por Júlia Barbosa (Comunicação CPT Nacional)
e Movimento Quilombola do Maranhão (
MOQUIBOM)

 

Jornada Mundial dos Pobres: “Um chamado à fidelidade ao Evangelho e à prática da justiça”, diz Dom José Valdeci

No período de 9 a 16 de novembro, a Igreja Católica em todo o mundo celebrou a 9ª Jornada Mundial dos Pobres (JMP), e, neste ano, inspirada pela mensagem do Papa Leão XIV, que propõe o tema “Tu és a minha esperança” (cf. Sl 71,5). A iniciativa foi para fortalecer o compromisso cristão com as pessoas em situação de vulnerabilidade, promovendo solidariedade, escuta e encontro fraterno. No Brasil, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), por meio da Comissão Episcopal para a Ação Sociotransformadora (Cepast), motivou dioceses, paróquias e comunidades a vivenciarem oito dias de mobilização, com momentos de oração, convivência e gestos concretos de amor junto aos mais pobres. O presidente da Cepast, dom José Valdeci, destaca que a Jornada foi um chamado à fidelidade ao Evangelho e à prática da justiça:

“Estamos vivenciando a 9ª Jornada Mundial dos Pobres, que nos estimula à solidariedade e ao compromisso com os marginalizados. O Papa Leão XIV nos convida a viver a esperança em Cristo e naqueles e naquelas que lutam por vida e dignidade”, afirmou.

Dom Valdeci recorda ainda o Evangelho de Mateus, que inspira a ação concreta: “Eu estava com fome e me destes de comer; estava com sede e me destes de beber. Tudo isso nos leva à motivação e ao compromisso para com os nossos irmãos e irmãs.”

Para o bispo, a caridade deve se traduzir em ações efetivas e transformadoras: “Precisamos lutar para que a caridade se expresse no nosso meio – uma caridade emergencial, promocional e sociotransformadora, que se comprometa com políticas públicas e com os direitos humanos.”

Subsídio

A Comissão para a Ação Sociotransformadora preparou um subsídio especial com orientações pastorais, propostas de ação, a mensagem do Papa Leão XIV e sugestões de vivência comunitária. O material muito bem divulgado de trabalhado convida toda a Igreja a viver a Jornada como um tempo de encontro e aprendizado com as pessoas empobrecidas, reconhecendo nelas o rosto de Cristo, registrou Dom Valdeci. A CNBB também incentiva iniciativas de comunicação e mobilização nas redes sociais, com depoimentos, vídeos, campanhas e testemunhos, usando as hashtags #JMP2025 e #DiaMundialdosPobres.

Fonte; CNBB NACIONAL

PF prendeu no aeroporto banqueiro tentando fugir de jatinho e BC liquida o Banco Master

Banco Master teria emitido títulos de crédito falsos. A Polícia Federal prendeu nesta terça-feira, 18, o proprietário do Banco Master, Daniel Vorcaro, durante uma operação que apura suspeitas de irregularidades na venda da instituição para o BRB. A ação cumpre cinco mandados de prisão preventiva, dois de prisão temporária e 25 de busca e apreensão. Outro investigado é Augusto Lima, também sócio do Banco Master. A defesa de Vorcaro ainda não se pronunciou.

Batizada de Compliance Zero, a operação identificou indícios de que o Banco Master teria emitido títulos de crédito falsos. Esses títulos foram repassados ao BRB e, após fiscalização do Banco Central, acabaram substituídos por outros ativos sem avaliação técnica adequada. Entre os crimes investigados estão gestão fraudulenta, gestão temerária e organização criminosa.

Em setembro, o Banco Central rejeitou a compra de parte do Banco Master pelo BRB após cinco meses de análise. De acordo com informações apuradas, um dos fatores decisivos foi o risco de o BRB ser impactado por ativos considerados “podres” do Master.

Diário do Poder

 

Hugo Motta desafia Lula elogiando Derrite e vota o Projeto de Leia Antifacção nesta terça-feira

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Rep-PB), ficou valente e decidiu desafiar o governo Lula (PT) pautando a votação do projeto de Lei Antifacção relatado pelo deputado Guilherme Derrite (PP-SP). O texto passou por vários recuos para definição da versão final, em razão da conhecida insegurança de Motta, pouco disposto a encarar “bolas divididas”. Mas caiu a ficha e ele percebeu que o problema de Lula e do PT é só político, uma tentativa de vetar relator que não é governista.

Relator ponta firme

Bom cabrito, Derrite não reclamou e assumiu as hesitações de Motta, que então resolveu retribuir elogiando sua escolha como relator.

Decisão ‘pessoal’

O presidente da Câmara assumiu então como “decisão pessoal” escolher o relator Derrite, que na verdade havia manifestado interesse na função.

‘Direito adquirido’

Especialista em segurança, Derrite relatou a extinção da ‘saidinha’ de presidiário, excrescência que continua valendo para quem já era detento.

Lula quer a forra

Lula não esquece que Derrite liderou a rejeição do seu veto ao fim da saidinha, em uma das derrotas mais constrangedoras do atual governo.

Coluna do Claudio Humberto