Roubalheira do INSS: A fórmula sonhada por Lula para resolver o problema será prender aposentados

A moral de Lula, o velho ilusionista, anda em baixa, como todos sabem. Não adiantou nem contratar o Sidônio, rei do marketing que – dizem – ressuscita até imagem de esquerdista falecido para melhorar a foto do picareta, que anda torrada. De tanto mentir, Lula já acabou com o estoque, não tem mais mentira nova pra inventar, então fica se repetindo, contando mentira analógica.

Se estivesse nos bons tempos, em plena forma, roubando descarada e impunemente – e não houvesse moleques irritantes usando a internet, como um tal de Nikolas, Lula enfrentaria fácil o escândalo do INSS, onde ele e seus cupinchas foram flagrados literalmente de calças abaixadas. A solução Lulista viria com a ajuda de seu fiel escudeiro careca, e seria simples: Mandava prender todos os aposentados e pronto. Tudo resolvido e ainda sobrava uma graninha para ele, Janja e a gangue comerem lagosta e viajar por aí, promovendo vexames.

Marco Angeli Full

Artista plástico, publicitário e diretor de criação.

O Globo revela o escandaloso roubo no INSS: “Esquerda brigou para manter descontos que levaram a fraude”

A velha mídia está sendo forçada a admitir que ‘eles voltaram à cena do crime’. Matéria publicada nesta segunda-feira em O Globo, de autoria dos jornalistas Malu Gaspar e Rafael Moraes Moura, revela que a atuação da esquerda foi preponderante e decisiva para manter os descontos que levaram ao ‘roubo bilionário’.

Transcrevemos alguns trechos importantes:

“A pesquisa nos registros da Câmara e do Senado sobre a tramitação das medidas provisórias e leis que tratam do assunto não deixa dúvida: parlamentares dos partidos de esquerda, que antes eram oposição, capitanearam um esforço concentrado para derrubar trechos de MPs e de decretos do governo Bolsonaro e não só ampliar os prazos para o cadastro de entidades associativas fazerem os descontos das aposentadorias como relaxar os controles.

Ao final, o Palácio do Planalto acatou um acordo costurado pelos líderes do Congresso e não vetou as emendas propostas pela oposição que tinham sido incluídas no texto – de acordo com fontes do antigo governo que participaram dessa discussão à época, para evitar que o Congresso derrubasse os vetos e o cadastro acabasse ficando sem fiscalização nenhuma.

Quando as emendas da oposição (hoje governo) foram aprovadas, o deputado Carlos Veras (PT-SP), irmão do ex-presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), Aristides Veras, discursou no plenário e disse que o resultado era ‘fruto de vários dias de muito esforço, de muito trabalho, principalmente da CONTAG e de suas federações, do Partido dos Trabalhadores, dos partidos do campo, da Esquerda, a fim de construir uma emenda que pudesse, nesta MP 871/19, salvar os trabalhadores e as trabalhadoras’. E finalizou: ‘No que for possível salvar os trabalhadores, este partido lutará incansavelmente’.

De acordo com a apuração da Controladoria-Geral da União (CGU), a Contag é a entidade que mais recebe dinheiro dos descontos – R$ 426 milhões só em 2023. A confederação e seu presidente são alvos da investigação da PF que começou com a Operação Sem Desconto.

(…)

A MP dizia, por exemplo, que as permissões para que as entidades associativas fizessem os descontos de pagamento de serviços direto na conta dos aposentados teriam que ser revalidadas todo ano a partir de 2020, pelos próprios beneficiários.

Na época já havia denúncias de fraudes, mencionadas dezesseis vezes na exposição de motivos da MP.

Mas, na discussão sobre o relatório no Congresso, as fraudes foram tratadas pela oposição como desculpa de Bolsonaro para restringir direitos dos trabalhadores.

(…)

Entre as dezenas de emendas que traziam esse tipo de modificação, pelo menos 12 – oito do PT, uma do PCdoB, uma do MDB, uma do PSB e outra o PSDB – tinham um texto idêntico na exposição de motivos, que terminava com: ‘Assim, revalidar cada autorização anualmente torna o desconto da mensalidade social praticamente inviável’.

O mesmo argumento foi usado na sessão que discutiu a MP pelo senador Jaques Wagner. ‘Combater a corrupção ou chamar a aposentadoria indevida é bem vindo. Mas não vamos jogar a criança junto com a água suja para fora. Em todas as instituições, seja em sindicato de trabalhador, seja em sindicato empresarial, você vai achar gente boa e gente ruim. Agora você simplesmente aniquilar a participação dos sindicatos eu acho extremamente nocivo’.

Em meio à guerra com o governo pelas modificações na MP, o deputado Zeca Dirceu foi pelo mesmo caminho: ‘É importante esclarecer a população que essa medida provisória não vem para combater fraudes. O governo tem todos os mecanismos necessários para combater fraudes, os grandes sonegadores, enfim, para lutar contra aqueles que praticam o malfeito’, disse o parlamentar. ‘Por isso, vamos manter a obstrução naquilo que for necessário para que essa medida provisória não prospere, porque ela é ruim para o Brasil’.”

Jornal da Cidade Online

Ministro Flavio Dino suspende ação por corrupção contra o ex-ministro das comunicações Juscelino Resende

Ele concedeu a ex-ministro acesso à íntegra das provas que recusou quando Bolsonaro pediu. A pedido da defesa do ex-ministro de Lula (PT) Juscelino Filho, deputado pelo Maranhão, o ministro do Supremo Tribunal Federal Flávio Dino, ex-governador do Estado, suspendeu a ação na qual Juscelino responde por desvio de recursos públicos, fraude em licitações, corrupção e organização criminosa. O motivo: o réu deve ter acesso à íntegra das provas. Há menos de um mês, ele adotou entendimento oposto, negando a Jair Bolsonaro acesso à íntegra das provas no caso do suposto “golpe”. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Dino suspendeu prazos da ação contra Juscelino, que foi ministro das Comunicações de Lula enquanto Dino era ministro da Justiça de Lula. Juscelino é deputado pelo União e foi responsável por negociar, em 2018, apoio do seu então partido DEM ao PCdoB de Dino. Não deu. Na segunda (12), o ministro Alexandre de Moraes concedeu ao ex-presidente Bolsonaro e outros acusados o acesso às provas coletadas.

Diário do Poder

As bobagens de Janja na China, irritaram Xi Jinping e a 1ª dama Peng Liyuan. Mais um dos inúmeros vexames

A companheira de Lula não sabe realmente se comportar decentemente. Na China, Janja conseguiu irritar até mesmo o presidente chinês, Xi Jinping, e a primeira-dama, Peng Liyuan, causando um constrangimento enorme. Durante o encontro entre a delegação brasileira e Xi Jinping, Janja desandou a falar sobre os efeitos prejudiciais da rede social TikTok, uma plataforma chinesa. Janja disse que a plataforma chinesa favoreceria a direita no Brasil.

Xi foi curto e grosso e disse que o Brasil tem todo o poder de regular e até banir o uso da rede social no país.

Além de Xi, a primeira-dama da China, Peng Liyuan, também teria ficado irritada. O assunto é extremamente delicado no país, visto que o TikTok está no centro de um debate nos Estados Unidos, onde o governo busca obrigar a venda da participação da empresa chinesa para companhia americana.

Jornal da Cidade Online

Consulta pública do TCU sobre a segurança das pontes no país, 314 foram mal avaliadas

Em praticamente três meses, foram enviadas 485 contribuições de cidadãos. Ocorrência de acidentes por falta de manutenção, além de rachaduras, buracos, falta de sinalização e vias mal iluminadas. Esses são alguns dos problemas apontados em consulta pública promovida pelo Tribunal de Contas da União (TCU) para avaliar a qualidade e segurança das pontes federais do Brasil. De acordo com o órgão, a consulta pública, que terminou no dia 30 de abril, levou em conta a percepção dos próprios usuários. Em praticamente três meses, foram enviadas 485 contribuições de cidadãos. 

Ao todo, foram avaliadas 365 pontes rodoviárias das três esferas de governo, em diferentes estados e municípios. Do total, 314 foram mal avaliadas, 43 receberam avaliações neutras e oito tiveram contribuições positivas. De acordo com o levantamento realizado pelo órgão, os cidadãos também registraram outros casos críticos, como, por exemplo, falta de calçada para pedestres e ciclovias; pontes antigas, com defeitos aparentes e reparos superficiais, além de estruturas caídas que não foram reconstruídas.

Participação do cidadão

Essas análises foram apresentadas em um questionário, disponível na página do Tribunal. Por meio desse instrumento, os usuários puderam relatar aspectos relacionados à conservação das pontes, como iluminação, sinalização, largura das vias e a presença de rachaduras, entre outros pontos. Em nota, o TCU informou que os dados relacionados às rodovias federais serão incluídos às informações técnicas obtidas do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) e da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). 

Na prática, os resultados servirão para auxiliar auditoria do TCU a respeito da gestão de manutenção da malha rodoviária federal. A previsão é de que esta iniciativa tenha início em junho deste ano. A fiscalização deverá abranger tanto rodovias administradas diretamente pela União quanto trechos concedidos à iniciativa privada. Já em relação às pontes estaduais ou municipais, os dados serão apresentados aos tribunais de contas locais para que avaliem as providências necessárias. A consulta pública sobre as pontes federais foi lançada em fevereiro de 2025. Essa avaliação dos cidadãos será somada à análise técnica dos auditores que atuam sobre a malha rodoviária do país.

BRASIL 61

Organização internacional vinculada a ONU reconhece violações de direitos humanos por Alexandre de Moraes

O senador Marcos do Val (Podemos-ES) declarou que, nesta semana, a União Interparlamentar (UIP), organização internacional sediada na Suíça e vinculada à Organização das Nações Unidas (ONU), reconheceu de forma unânime violações de direitos humanos cometidas contra ele pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo o senador, a entidade identificou práticas como perseguição política, ausência de devido processo legal e obstrução ao exercício do mandato parlamentar.

“Essas não são alegações feitas por mim ou por aliados, são violações reconhecidas por uma organização internacional independente, composta por mais de 170 parlamentos pelo mundo afora. A UIP deixou claro que a ação promovida pelo ministro Alexandre de Moraes, como o confisco arbitrário do meu passaporte diplomático, o bloqueio injustificado das minhas redes sociais, a retenção do meu salário e até a busca e apreensão na minha residência sem fundamentos, caracterizaram perseguição política”, afirmou.

Segundo o parlamentar, o relatório será encaminhado ao Conselho de Direitos Humanos da ONU, ao Conselho de Segurança das Nações Unidas e ao Tribunal Penal Internacional. Ele também informou que a Comissão Interamericana de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos (OEA) abriu processo formal contra o Estado brasileiro com base na denúncia apresentada por ele. Marcos do Val acrescentou que, diante das constatações, a UIP enviará uma comissão especial ao Brasil para verificar a situação. 

“O caso brasileiro agora extrapola nossas fronteiras, e as denúncias viraram um alerta global. O mundo passará a observar, porque a UIP tornará público o que está acontecendo com um senador da República e com a democracia no Brasil. Falo pelo princípio da imunidade parlamentar, pela liberdade de opinião de todos os senadores, deputados, vereadores e até pelo cidadão do Brasil inteiro, que não pode mais viver sob ameaça de perseguição. Meu embate não é contra indivíduos, mas contra práticas autoritárias”, declarou.

Jornal da Cidade Online

Escândalos no INSS e na CBF são ‘retrato do Brasil da corrupção de hoje’

O senador Eduardo Girão (Novo-CE) voltou a cobrar a instalação de uma comissão parlamentar de inquérito para apurar os desvios no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). O senador ressaltou que cerca de quatro milhões de aposentados foram lesados por descontos promovidos por sindicatos e associações de forma irregular, segundo estimativa do próprio INSS. O prejuízo, que já chega a R$ 6 bilhões, pode alcançar a marca de R$ 90 bilhões quando considerados também empréstimos consignados liberados de forma fraudulenta.

Girão atribuiu ao ex-ministro da Previdência, Carlos Lupi, omissão quanto às irregularidades, e também implicou o novo titular do cargo, Wolney Queiroz.

“Ao que tudo indica, [houve] tráfico de influência de um governo que já sabia, porque o ministro Carlos Lupi, que saiu, já sabia há algum tempo disso. Agora entra ministro novo, Wolney Queiroz, que é o seu secretário-executivo imediato, que participou de reuniões com essas entidades que estão sob suspeita. Esse escândalo acaba de tomar maiores proporções”, declarou.

O senador também pediu apoio para a instalação de uma CPI para investigar a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) por suspeitas de irregularidades envolvendo contratos com o Instituto Brasileiro de Desenvolvimento e Pesquisa (IDP), fundado pelo ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

“A CBF é o retrato do Brasil. Quero pedir aos senadores que assinem essa CPI da CBF, porque eu vou explicar a gravidade do que está aqui. Além de tudo que já se conhece de irregularidades envolvendo o contrato do IDP, mais um forte agravante está na grande mídia: duas vice-presidências da CBF estariam sendo colocadas à disposição para a indicação de nomes por parte de ministros do STF. Estima-se que seriam R$ 200 mil de salário”, disse.

Jornal da Cidade Online

Janja terá que explicar o inexplicável: Como gastar o dinheiro público com ostentações

A Justiça Federal em Brasília aceitou o trâmite de uma ação popular movida pelo vereador Guilherme Kilter (Novo) e pelo advogado Jeffrey Chiquini, que questiona a legalidade e os custos das viagens internacionais realizadas por Rosângela Lula da Silva, a Janja, primeira-dama do Brasil. A ação alega que tais deslocamentos, autorizados por decretos presidenciais, não têm respaldo jurídico claro e geram despesas excessivas ao Tesouro Nacional.

Segundo os autores da ação, Janja não ocupa cargo público formal, o que torna, em sua avaliação, indevida a utilização de verbas públicas para custear passagens, hospedagens e o uso de aeronaves oficiais em seus compromissos fora do país. A ação cita especificamente viagens a Nova York (março de 2024), Roma (fevereiro e abril de 2025), Paris (março de 2025), além de Moscou e São Petersburgo (ambas em maio de 2025).

O questionamento gira em torno do uso da estrutura estatal para finalidades que, segundo os autores, não apresentam justificativa legal ou funcional que justifique a presença da primeira-dama como representante oficial do Brasil. Eles argumentam que os gastos decorrentes dessas viagens são incompatíveis com os princípios de economicidade e legalidade que regem a administração pública. A aceitação da ação pela Justiça Federal não significa ainda que haja julgamento de mérito, mas permite que o caso seja analisado com base nas provas e argumentos apresentados. A

Advocacia-Geral da União (AGU) deve ser notificada para apresentar manifestação sobre os fatos.

Jornal da Cidade Online

Ministro Flavio Dino comete “crime de responsabilidade” e pedido de impeachment será protocolado no Senado

“Em uma aula magna realizada no Maranhão sobre “STF e harmonia entre os poderes”, Flávio Dino sugeriu os nomes dos candidatos para a chapa de Governador e Vice do Estado. Para não dizer que estou “criando caso”, o atual Governador do Estado publicou uma nota dizendo que “Esse não é momento de disputa política”. Ou seja, Dino, está interferindo diretamente na disputa política do Maranhão enquanto Ministro do STF, cometendo assim, crime de responsabilidade.

Diante disso, entrarei imediatamente com um pedido de impeachment no Senado e no Conselho Nacional de Justiça. O judiciário deve ser imparcial, não um comitê eleitoral,” disse o deputado Nikolas Ferreira.

Jornal da Cidade Online

 

A mídia que calou para a corrupção vergonhosa dos respiradores é a mesma que silencia a fraude do INSS

O senador Eduardo Girão (Novo-CE) cobrou a punição de envolvidos no desvio de recursos públicos na compra de respiradores para doentes de covid-19. O parlamentar citou notícias recentes sobre o andamento das investigações e lembrou que, por várias vezes, inclusive durante a CPI da Pandemia, denunciou o caso, pedindo a responsabilização do Consórcio Nordeste pela contratação, sem licitação, de uma empresa de produtos à base de maconha para fornecer os respiradores, que não foram entregues. Segundo Girão, na época uma parte expressiva da grande mídia ignorou deliberadamente o escândalo, contribuindo para o interesse da maioria dos parlamentares, “que era fazer da CPI um mero palanque eleitoreiro por antecipação”.

No entanto, apesar da “blindagem”, agora o caso vem à tona, afirmou.

 “Foi tudo armado para desgastar o governo [de Jair Bolsonaro]. Nem a mídia fez o trabalho dela. Eu denunciei de manhã, de tarde e de noite o calote da maconha e fiz de tudo para que fosse investigado. Blindaram os governadores e prefeitos dos escândalos de corrupção. A maioria dos membros da CPI, ligados ao PT e a partidos aliados, fez o tempo todo uma blindagem total, porque os desvios envolviam diretamente os governadores dos estados do Nordeste, com destaque para o coordenador do consórcio, Rui Costa, na época governador da Bahia e até hoje mantido como ministro da Casa Civil.”

Para Girão, o desvio é tão escandaloso quanto a fraude do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), e ambos os casos “demonstram o modus operandi do Governo Lula”.

“É um caso tão grave quanto a bilionária fraude do INSS, que rouba o dinheiro de milhões de aposentados que recebem um salário mínimo para sobreviver; está todo mundo escandalizado com isso. No caso dos desvios do Consórcio Nordeste, o dinheiro para compra de respiradores era destinado a salvar vidas de pessoas que estavam morrendo por falta de ar, mas evaporou esse dinheiro, foi desviado. E até hoje nós temos a impunidade. Agora está aparecendo, mas falta punir exemplarmente quem fez acontecer essa tragédia pela inversão de valores que vivemos no Brasil.”

O senador também defendeu, no pronunciamento, a abertura imediata de uma CPI mista no Congresso para investigar os descontos não autorizados nos pagamentos de aposentados e pensionistas do INSS. Ele afirmou ainda que o esquema pode ser muito maior, envolvendo empréstimos consignados.

“A cada dia são reveladas mais sérias irregularidades. O esquema foi se ampliando rapidamente em todo o país, chegando, inclusive, à promoção de fraudes em empréstimos consignados. Vocês pensavam que eram R$ 6 bilhões? Nada! Isso pode ultrapassar R$ 100 bilhões se você pegar o crédito consignado. Um em cada quatro empréstimos era questionado como irregular. Ou seja: nunca foram autorizados pelos beneficiários”, afirmou.

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