Vereador Chico Carvalho agradece ao povo pelo sétimo mandato

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 Vereador Chico Carvalho vai para o seu sétimo mandato

Durante encontro com um grupo de jornalistas, o vereador Francisco Carvalho (PSL), agradeceu ao povo de São Luis, por ter lhe  outorgado o sétimo mandato na Câmara Municipal de São Luis e disse que isso representa, para ele, uma realização, por ser o parlamentar com maior número de mandatos no parlamento municipal.

          “Isso é um motivo de orgulho, porque sintetiza o reconhecimento popular a um trabalho que estamos desenvolvendo nesta Casa desde a década de 1980, sempre pautado nas aspirações populares,  embora enfrentando obstáculos muitas das vezes sem o apoio de quem nos deveria incentivar”, destacou o veterano vereador.

            Chico Carvalho disse ainda que, mais uma vez foi o vereador mais votado na zona rural de São Luis e explicou que esse maciço apoio  é em decorrência do reduto eleitoral que foi construído pelo saudoso pai  dele, José Mário de Araújo Carvalho, que foi vereador e deputado estadual, sempre com votação concentrada nesta área.

         “Meu pai construiu um grande legado na zona rural. Com a morte dele, incentivado por lideranças políticas da época, aceitei o encargo de dar continuidade ao seu trabalho, herdando-lhe o espólio político da zona rural e centrando todos os esforços num grande trabalho, cujos frutos estão sendo colhidos a cada eleição”, enfatizou.

           O vereador disse lamentar profundamente a não reeleição de vários de seus colegas. “É uma pena ver companheiros de parlamento ficarem no meio do caminho. Pessoas com quem a gente vinha convivendo ao longo dos anos, trocando idéias, sonhos e preocupações”, assegurou.

      Ele também parabenizou a reeleição de 16 colegas e os novatos, que no entendimento dele, estão chegando para a construção de uma nova Câmara Municipal.

Fonte: Diret – Comunicação – CMSL

Sete instituições católicas no mundo decidem retirar investimentos dos combustíveis fósseis

            Este 04 de outubro de 2016, Dia de São Francisco de Assis, entrará para a história como a data em que a Igreja Católica deu um grande passo na luta contra as mudanças climáticas. Nada menos do que sete instituições católicas de peso ao redor do mundo anunciaram globalmente sua adesão à campanha de desinvestimento do setor de combustíveis fósseis. Trata-se do maior anúncio conjunto feito pelo segmento religioso até o momento.

A reportagem é publicada por Não Fracking Brasil

          A Diocese Divino Espírito Santo de Umuarama, no Estado do Paraná, no Brasil, se apresenta não só como a primeira Diocese, mas também como a primeira instituição da América Latina a aderir ao desinvestimento. Sua proposta é reduzir as emissões de gases de efeito estufa, a fim de tornar-se uma Diocese de Baixo Carbono.

          Além da Diocese de Umuarama, as outras seis instituições que se comprometeram com o desinvestimento são: os Padres Jesuítas do Alto Canadá; a Federação das Organizações Cristãs para o Serviço Voluntário Internacional (FOCSIV), na Itália; a Congregação das Irmãs de Apresentação de Maria da Austrália e Papua Nova Guiné; SSM Saúde, nos Estados Unidos; a Sociedade Missionária de São Columbano, baseada em Hong Kong e com presença em 14 países; e o Instituto das Filhas de Maria Auxiliadora, em Milão e Nápoles, na Itália.

         Os compromissos vão desde a retirada de investimentos em carvão, como é o caso da instituição SSM de Saúde dos Estados Unidos, até o redirecionamento dos fundos para energias limpas e renováveis, como a FOCSIV anunciou.

         A Diocese de Umuarama, instituição que integra a COESUSCoalizão Não Fracking Brasil pelo Clima, Água e Vida, se comprometeu a motivar seus fiéis a realizar uma vigília pelos refugiados e impactados pelas mudanças climáticas, a apresentar aos membros da Igreja propostas de ações para redução de atividades poluentes ligadas aos hidrocarbonetos, além de conscientizá-los sobre os impactos do aquecimento global e sobre a importância do incentivo às fontes renováveis de energia.

          Outras ações também estão previstas na proposta, como a elaboração, em conjunto com a 350.org, de um plano de eficiência energética, com autogeração de energia solar e geração de biogás através de resíduos orgânicos, a ser implementado nas edificações paroquiais e casas de formação; incentivo aos membros da Diocese e à comunidade a repetir o modelo de eficiência energética nas indústrias, comércios, escritórios e residências, visando a independência energética e a redução de emissões de gases do efeito estufa; e a formação e capacitação, por meio de workshops e treinamentos, para membros da Diocese, a fim de que esta e outras instituições católicas reduzam suas emissões de gás carbônico (CO2).

          “Como Bispo da Diocese de Umuarama, em comunhão com a Igreja Católica e atento aos apelos do Evangelho, compreendo com clareza as mensagens do Papa Francisco através da Encíclica Laudato Si, que nos convoca ao cuidado da Casa                   Comum por meio de iniciativas que defendam a vida como um todo. Não podemos nos acomodar e seguir permitindo que interesses econômicos que buscam o lucro antes do bem-estar das pessoas, destruindo a biodiversidade e os ecossistemas, continuem ditando nosso modelo energético, baseado nos combustíveis fósseis. Sabemos que o Brasil conta com fontes abundantes de energias limpas e renováveis que não agridem a nossa Casa Comum. Por isso, acredito que a proposta de tornar a Diocese de Umuarama de baixo carbono é um dos caminhos práticos para se alcançar o que propõe a Laudato Si”, defende Dom Frei João Mamede Filho, Bispo da Diocese de Umuarama.

           Dom Mamede é colaborador da campanha Não Fracking Brasil, coordenada pela 350.org Brasil e pela COESUS, tendo participado de ações no Paraná e internacionalmente. Recentemente, ele foi orador do evento ‘Perigos do Fracking para a América Latina’, encontro que aconteceu em Montevidéu, no Uruguai, e onde ocorreu o lançamento da Coalizão Latino-americana contra o Fracking pela Água, Clima e Agricultura Sustentável. Em setembro ele também esteve presente em um seminário organizado pela Diocese de Umuarama e Cáritas Paraná, que reuniu especialistas, ambientalistas, climatologistas, agentes da pastoral e gestores públicos para debater  mudanças climáticas e justiça social.

           “Como parte de um movimento global, não vamos admitir que a indústria do hidrocarboneto continue a colocar em risco as vidas de milhões de pessoas ao redor do mundo. Desinvestir dos combustíveis fósseis é o único caminho para conter as mudanças climáticas. Essa decisão conjunta é muito importante, pois mostra o compromisso das comunidades católicas com a segurança do planeta. Precisamos urgentemente diminuir as nossas emissões de CO2, e para isso, é fundamental o incentivo ao crescimento das energias renováveis”, afirma Juliano Bueno de Araujo, coordenador de campanhas climáticas da 350.org Brasil e fundador da COESUS.

             O movimento de desinvestimento dos combustíveis fósseis foi reconhecido pelo Papa Francisco durante a mensagem enviada aos fiéis, no dia 01 de setembro – Dia Mundial de Oração pelo Cuidado da Criação -,chamando-os a rezar pela criação. Em sua fala, ele afirma que “a pressão social – que inclui o boicote a certos produtos – pode forçar as empresas e o mercado a reverem sua pegada climática e seus padrões de produção. Esta lógica anima o movimento de desinvestimento dos combustíveis fósseis.”

             A campanha pelo desinvestimento dos combustíveis fósseis é a que apresenta mais rápido crescimento na história, de acordo com um relatório da Universidade de Oxford. Até esta data, cerca de 600 instituições, que juntas somam mais de US$ 3,4 trilhões, já anunciaram globalmente seus compromissos. “Nós celebramos o anúncio de hoje e esperamos que ele influencie pessoas de todos os credos e inspire ainda mais instituições católicas, incluindo o próprio Vaticano, a retirar seus fundos da indústria dos combustíveis fósseis”, reforçou Yossi Cadan, coordenador sênior da campanha do desinvestimento da 350.org.

             Segundo Tomás Insua, coordenador global do Movimento Católico Global pelo Clima, o redirecionamento das políticas de investimento anunciado pelas instituições católicas segue a orientação emitida pelos bispos de todo o mundo. “Em uma poderosa declaração no ano passado, todas as Conferências Episcopais do mundo fizeram um apelo ao ‘fim da era do combustível fóssil’”, afirmou.

Fonte – IHUSINOS

Policiais da SEIC apreenderam 18 celulares em uma cela do Cadeião do Diabo agora Unidade Ressocialização

             aldir

  Os ataques a coletivos e escolas públicas em São Luís são decorrentes de problemas sérios e graves dentro do Sistema Penitenciário e que se não forem rigorosamente corrigidos, a problemática tende a continuar com proporções inimagináveis. O elevado número de agentes prisionais recrutados através de seletivos com datas estabelecidas para o inicio e o término do contrato, com qualificação bastante precária, salários bastante reduzidos em relação a agentes e inspetores penitenciários e colocados para trabalhar em unidades prisionais, onde estão bandidos de elevados índices de periculosidades é uma espécie de bomba relógio que pode explodir a qualquer momento. Outro fato grave é que elementos que praticaram delitos graves quando eram terceirizados como monitores e que deveriam estar presos, retornaram ao Sistema Penitenciário através de seletivos e hoje exercem funções bem influentes dentro das unidades do Complexo Penitenciário de Pedrinhas.

               A diretoria do Sindicato dos Servidores do Sistema Penitenciário do Maranhão, durante reuniões com o Secretário de Administração Penitenciário e também solicitou ao governador Flavio Dino, a realização de concurso público para agentes e inspetores penitenciários, exemplos que foram seguidos por vários Estados e que conseguiram reduzir consideravelmente os problemas nos presídios.

               Por sucessivas vezes denunciei aqui a inoperância do Serviço de Inteligência do Complexo Penitenciário de Pedrinhas e um serviço de videomonitoramento, que não cobre todos locais das unidades e muitas celas, que justamente são as preferenciais dos periculosos  com articulações compactuadas. O que fica cada vez mais claro é que a direção da Secretaria de Administração Penitenciária vem fazendo uma série de maquiagens tentando mostrar para a população um sistema pacificado e até referência para unidades  da federação, tendo como  exemplo o Complexo Penitenciário de Pedrinhas, e com muita velocidade coloca na mídia para dar uma impressão de mudanças radicais e uma avançada ressocialização de presos, enquanto isso a criminalidade se organiza dentro das unidades prisionais para fazer o que estamos vendo em nossa cidade.

                  Delegado da SEIC faz grave denuncia

        Em entrevista a uma emissora de televisão no dia de ontem, o delegado Thiago Bardal, Superintendente Estadual de Investigações Criminais, manifestou-se bastante preocupado com a realidade do Complexo Penitenciário de Pedrinhas, onde o crime está instalado e organizado, quando destacou que em apenas em uma cela do Cadeião do Diabo, hoje transformado em Unidade de Ressocialização foram apreendidos 18 celulares. O Superintendente manifestou-se preocupado com o elevado número de bandidos com regalias e favorecimentos para ordens de dentro dos presídios.

        Com serviço de inteligência ineficaz, videomonitoramento inexpressivo, a maioria do pessoal que está dentro  das unidades sem capacidade técnica e as facilidades oferecidas aos bandidos principalmente com celulares, drogas e outras privilégios e as naturais recompensas, quando ocorre a ruptura, surge o que está acontecendo na cidade.

         O Sistema de Segurança Pública tem sido surpreendido com os fatos que emanam das unidades prisionais e encontram muitas dificuldades para o enfrentamento. Se o Serviço de Inteligência do Complexo de Pedrinhas funcionasse efetivamente e houvesse uma interação com a Secretaria de Segurança e a Policia Militar, a prevenção, a identificação e repressão  seriam possíveis, mas diante das facilidades e da disponibilidade para o crime se organizar em diversos pontos da cidade e aumentar os seus grupos em centenas de comunidades da cidade, o enfrentamento torna-se bastante difícil e demorado.

Procurador Geral da Assembleia não honra acordo feito com a justiça e o Portal do Poder Legislativo não saiu da promessa

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Através do Ofício nº 032/2016 – PGA de 03 de agosto, o Procurador Geral da Assembleia Legislativa do Maranhão, Luiz Felipe Rabelo Ribeiro, informou ao juiz de direito Douglas de Melo Martins, titular da Vara dos Interesses Difusos e Coletivos, que até o dia 01 de setembro do presente exercício estaria disponibilizado para consultas públicas, o Portal da Transparência da Assembleia Legislativa do Maranhão, registrando que ele seria nos moldes do adotado pela Câmara Federal.

      Diante das denúncias feitas pelo Sindicato dos Servidores da Assembleia Legislativa do Estado, sobre funcionários fantasmas e inúmeras outras irregularidades que existem no parlamento estadual, o procurador geral da Assembleia Legislativa garantiu ao magistrado que o Portal da Transparência  estaria disponibilizado a partir do primeiro dia de setembro, com informações importantes dentre as quais despesas de pessoal, como salários, subsídios, encargos, outras despesas, diárias e despesas de custeio e outras informações que até agora são mantidas em completo sigilo pelo Poder Legislativo.

     O procurador Luiz Felipe Rabelo Ribeiro destacou na correspondência, que seriam feitos esforços para que até o dia 01 de fevereiro de 2017, o Portal esteja funcionando integralmente com todas as informações exigidas pela Lei e pelo Ministério Público, mas pelo visto está bastante difícil.

     A Assembleia Legislativa do Estado tem uma pasta  na internet sem qualquer informação, apenas registrado que é um Portal. Será que eles pretendem demonstrar para a Justiça e para o Ministério Público, que o Portal do Poder Legislativo não tem nada a demonstrar? Eu não duvido.

Seminário discute políticas públicas e trabalho escravo no Maranhão

      aldir 

No Maranhão o trabalho escravo é uma vergonha e são muitos os políticos miseráveis que exploração os seres humanos.

Evento começa nesta quinta e é aberto ao público. O credenciamento poderá ser feito na hora, antes da abertura dos trabalhos.

 

          O Ministério Público do Trabalho (MPT) e a Organização Internacional do Trabalho (OIT), com o apoio do Tribunal Regional do Trabalho da 16ª Região, realizam, de 6 a 7 de outubro, o seminário “Direito e políticas públicas de prevenção e assistência às vítimas do trabalho escravo”. O evento ocorrerá na sede do TRT, na Areinha e é aberto ao público, inclusive estudantes. Não é necessário fazer pré-inscrição. O credenciamento será realizado na hora, antes da abertura dos trabalhos. Os participantes receberão certificados de 15 horas.

            O objetivo do evento é promover o debate a respeito do tema, considerando a importância das políticas públicas e iniciativas de prevenção e assistência às vítimas do trabalho escravo, bem como a relação do tema com os deveres e obrigações dos poderes públicos à luz do direito.

Dados do Ministério do Trabalho e Previdência Social (MTPS) mostram que desde 1995, quando o Governo Federal reconheceu a existência do trabalho escravo no Brasil, foram libertados aproximadamente 49 mil trabalhadores em todo o país. A escolha do local para realização do seminário levou em consideração o grande número de trabalhadores resgatados do trabalho escravo que têm como origem o Estado do Maranhão, como verificado no cotidiano das operações.

Programação

A programação inclui a realização de cinco painéis, quatro deles no dia 7. O primeiro momento, no dia 6, contará com o ministro do Tribunal Superior do Trabalho (TST) e membro do Conselho Nacional de Justiça, Lélio Bentes, que conduzirá a conferência inaugural sobre o tema “Poder Judiciário e as políticas públicas e iniciativas de prevenção e assistência às vítimas do trabalho escravo”, às 14h.

           Na sexta (7), será realizada a solenidade de abertura, às 8h30, com a presença do procurador-   geral do Trabalho, Ronaldo Fleury. O primeiro painel do dia será sobre o tema “21 anos de combate ao trabalho escravo contemporâneo no Brasil: resultados, desafios e estratégias de repressão e enfrentamento”. Participam o juiz Jônatas Andrade, da Vara do Trabalho de Marabá; o chefe da Divisão de Fiscalização para Erradicação do Trabalho Escravo (Detrae) do MTPS, André Roston; e o procurador do Trabalho Tiago Muniz Cavalcanti, coordenador nacional substituto da Conaete/MPT.

         Às 10h30, a assistente social no Centro de Defesa da Vida e dos Direitos Humanos Carmen Bascarán (CDVDH/CB) na Comissão para Erradicação do Trabalho Escravo (Coetrae) do Marahão, Brígida Rocha, e o secretário de Direitos Humanos e Participação Popular do Estado do Maranhão, Francisco Gonçalves da Conceição, falam sobre “A exploração do trabalho escravo no Brasil e o estado do Maranhão: contexto, características e perfil dos trabalhadores”.

Em seguida, às 14h, o assessor Especial da Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social do Estado da Bahia, Admar Fontes Júnior; o oficial de Projetos da OIT, Antônio Carlos de Mello; e o membro da Comissão Pastoral da Terra (CPT), Francisco Alan Santos conduzirão o painel “Iniciativas de prevenção e assistência às vítimas do trabalho escravo: experiências inovadoras”.

Por fim, às 16h, o procurador do Trabalho Thiago Gurjão, o presidente do Tribunal Regional do Trabalho da 16ª Região (TRT-MA), desembargador James Magno Araújo Farias; e o representante da OIT encerram o evento com o painel “Poder Judiciário e judicialização de políticas públicas: obrigações do poder público na implantação de políticas de prevenção e assistência às vítimas, o Protocolo Suplementar à Convenção 29 da OIT e a Recomendação no 203”.

Fonte – Ascom – MPT do Maranhão

População de Bequimão renova mandato de Zé Martins por mais 4 anos

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      Nem mesmo as tentativas feitas através de propostas de empregos nas obras da ponte sobre o rio Pericumã, conseguiram mudar o resultado do pleito. Zé  Martins e Magal foram os preferidos pela população

Se o slogan de campanha de Zé Martins dizia que o “Trabalho tem que continuar”, a população de Bequimão logo entendeu e mostrou nas urnas que o município tem um gestor de verdade. Aprovado por 51% do eleitorado bequimãoense, Zé Martins (PMDB) entrou para a história por ser o segundo prefeito reeleito em Bequimão.

        Tendo Magal (PT) como vice-prefeito eleito, Zé Martins renovou seu mandato com 7.048 votos, uma diferença de 333 votos para o segundo colocado, César Cantanhede (PSDB). Em 2012, o pmdbista foi eleito com 6.505 (49,21%) dos votos.

         O grito de vitória ecoou na cidade por volta das 19h, quando o Comitê Central lotou de guarás, como são conhecidos os eleitores de Martins, que se vestem de vermelho. O deputado estadual Zé Inácio (PT) participou da comemoração.

         Batizado pela população de Bequimão como prefeito trabalhador, o apelido se tornou a marca da campanha, coroada com a vitória neste domingo (2). Após a apuração, a Praça da Matriz ficou completamente lotada com correligionários de todos os povoados e bairros.

         Zé Martins fez questão de agradecer ao seu pai (o ex-prefeito Juca Martins), pelo momento feliz que passava. “Primeiramente, quero agradecer a Deus por este momento e, também, ao povo de Bequimão por acreditar no meu trabalho e renovar este mandato. A responsabilidade é ainda maior a partir de agora”, destacou o prefeito, que se emocionou ao agradecer pela confiança.

Fonte – João Filho

Renda do BB com tarifas sobe 12% e atinge R$ 6 bilhões

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O Banco do Brasil é apontado como um dos grandes exploradores de empregados

As rendas com tarifas do Banco do Brasil totalizaram R$ 6,063 bilhões no segundo trimestre, aumento de 12,8% em relação ao mesmo período do ano passado. No comparativo trimestral, esses ganhos cresceram 9,1%.

De abril a junho, o impulso para a expansão das receitas veio, principalmente, de rendas com o mercado de capitais, com avanço de 81,7% ante um ano, Tesouro Nacional e administração de fundos oficiais (aumento de 28,7%), conta corrente (elevação de 22,6%) e cartões (alta de 21,3%).

No trimestre, motivaram os ganhos mercado de capitais, seguros, Tesouro Nacional e administração de fundos oficiais, entre outros.

O BB destaca, em nota à imprensa, a reabertura do mercado de capitais internacional para o Brasil no segundo trimestre, quando cinco empresas emitiram um total de US$ 9,6 bilhões, das quais quatro o contrataram para atuar como lead-manager, emitindo US$ 9,1 bilhões.

Tal desempenho colocou o banco na segunda posição no Ranking Anbima de Emissões Externas.

“No que se refere a empresas estrangeiras, o BB atuou como co-manager em quatro transações, totalizando US$ 4,75 bilhões. Em junho, atuamos ainda como assessor de duas operações de recompra de títulos (Tender Offer), com volume negociado próximo a US$ 6,6 bilhões”, acrescenta a instituição.

No primeiro semestre, as rendas de tarifas do BB atingiram R$ 11,621 bilhões, alta de 7,6% na comparação com o mesmo período do ano anterior.

“Destaque para as tarifas relacionadas à conta corrente (+ R$ 576 milhões), influenciadas pela oferta de produtos e serviços diferenciados, e de administração de fundos (+ R$ 187 milhões), reflexo do aumento de 9,2% em 12 meses no montante de recursos administrados”, explica o BB, em relatório que acompanha suas demonstrações financeiras.

O banco lembra ainda, no documento, que o valor das tarifas referente ao primeiro semestre contempla parte das receitas de intercâmbio da Cateno, joint venture com a Cielo.

Desconsiderando essas receitas, a evolução das rendas de tarifas seria de 11,9%, de acordo com a instituição.

Segundo o presidente da instituição, Paulo Caffarelli, o BB não considera elevar suas tarifas para aumentar suas receitas de serviços.

“A tendência é que a linha de receitas de serviços tome um espaço maior por meio do encarteiramento de clientes, aumento de oferta de produtos e serviços. Temos um Universo imenso de rentabilização de clientes”, disse Caffarelli.

O vice-presidente de negócios de varejo do BB, Raul Moreira, destacou que o BB está focado em aumentar o consumo de produtos e serviços per capita por clientes. Conforme a relação do banco com o correntista aumenta, a oferta de produtos acompanha, possibilitando, assim, uma maior rentabilidade desse cliente.

“O BB adota essa estratégia de oferta de produtos competitiva em relação a preço. Oferecemos produtos com preços até mais vantajosos”, garantiu ele.

Cartões

O volume financeiro movimentado com cartões de crédito e débito do BB alcançou R$ 132,1 bilhões no primeiro semestre, crescimento de 10,9% sobre o mesmo período do ano anterior.

“Destaque para o crescimento de 22,6% das transações efetuadas com cartões de débito, cujo desempenho inclui os desembolsos para o agronegócio por meio do cartão”, destaca o BB.

Fonte – Ascom – SEEB-MA

Em quatro anos o PT perdeu 60% das prefeituras

       aldir

Como era esperado, o PT perdeu o comando de grande número de municípios nas eleições de 2016. Ao eleger 256 prefeitos no primeiro turno, o partido comandará no máximo 263 cidades a partir de 2017, caso vença nos sete municípios em que ainda participa da disputa, feito improvável na atual conjuntura.

A reportagem é de Miguel Martins e publicada por CartaCapital, 03-10-2016.

              É uma queda de 60% em comparação a 2012, quando o Partido dos Trabalhadores foi bem-sucedido em 638 candidaturas. Os despojos dividiram-se por uma miríade de siglas, sobretudo do campo conservador. Entre os principais partidos, o PSDB, o PSD, o PDT e o PCdoB tiveram um resultado superior ao das eleições passadas.

           A diminuição no número de eleitos foi amplificada por derrotas que simbolizaram o isolamento político e a dificuldade de articulação do partido, com destaque para a frustrada campanha de Fernando Haddad em São Paulo, onde João Dória, do PSDB, acabou eleito com 53% dos votos.

           Marcus Alexandre, único petista eleito no primeiro turno nas capitais, foi escolhido para mais um mandato em Rio Branco, no Acre, e recebeu 54% dos votos. No Recife, João Paulo segue na disputa com o atual prefeito Geraldo Julio, do PSB, que por pouco não foi eleito já neste domingo.

            Em 2012, o PT havia eleito quatro prefeitos nas capitais: além da capital paulista, a legenda conquistou os municípios de Rio Branco, Goiânia e João Pessoa.

            No Nordeste, o PT também perdeu espaço. Em 2012, a legenda conquistou 187 prefeituras na região. Neste ano, foram 116 até o momento. Na Bahia, governada pelo partido desde 2007 e um de seus redutos eleitorais mais relevantes, o PT caiu de 92 para 40 prefeituras.

            Enfraquecido pela debandada de candidatos e de prefeitos eleitos e pelo queda na participação em coligações, a diminuição no controle dos municípios era esperada antes mesmo da abertura das urnas. Um em cada cinco prefeitos eleitos pelo partido em 2012 pediu desfiliação ou foi expulso e quase um quarto dos candidatos do partido concorreu sem apoio de outros partidos.

            Prioridade da legenda, a campanha de Haddad demorou a decolar. O petista surgia em quarto lugar nas pesquisas durante boa parte da campanha. Terminou em segundo, à frente de Celso Russomanno (PRB) e Marta Suplicy (PMDB), com 16,7% dos votos. Sua votação foi pouco superior à soma de brancos e nulos no município, que chegou a 16,6%.

           Na Região Sul, o partido elegeu 69 prefeitos. Raul Pont despontava com chances de ir ao segundo turno em Porto Alegre, mas acabou ficando em terceiro lugar, com 16% dos votos.

            Assim como no Rio de Janeiro e São Paulo, o voto do campo progressista na capital gaúcha dividiu-se entre a candidatura do petista e a de Luciana Genro, do PSOL, que terminou em quinto lugar com 12%. Nas três capitais, o único candidato de esquerda ainda vivo na disputa é Marcelo Freixo, do PSOL.

           Os resultados nos municípios paulistas também foram negativos. A legenda elegeu apenas oito prefeitos. No máximo chegará a 10: disputa o segundo turno em Mauá, representada por Donisete Braga, e em Santo André, com Carlos Grana.

           Em São Bernardo do Campo, berço político do partido e do ex-presidente Lula, o petista Tarciso Secoli, candidato à sucessão de Luis Marinho, ficou em terceiro lugar, com 22,5% dos votos. Disputarão o segundo turno Orlando Morando, do PSDB, e Alex Manente, do PPS. Antes das eleições, quase metade dos prefeitos eleitos no estado de São Paulo havia deixado o partido.

           De acordo com o cientista político Cláudio Couto, professor da FGV-SP, o PT precisa passar por um processo profundo de autocrítica, o que não fez nos anos recentes. “Tem gente no partido, como o ex-governador Tarso Genro, do Rio Grande do Sul, que puxa essa discussão, mas a legenda está nas mãos de um conjunto de lideranças muito resistente a isso”, afirma. “Alguém consegue imaginar o Rui Falcão liderando um processo de autocrítica do PT?”.

           Couto observa que o segundo mandato do governo Dilma terminou de forma dramática, não apenas pelo desfecho do impeachment, mas também pelo fracasso na condução da política econômica e pela perda de base no Congresso. O maior problema para a imagem do PT, no entanto, diz respeito aos desvios éticos de integrantes do partido, que nunca foram objeto de sincero reconhecimento.

         “Sabemos que as instituições de investigação não são tão equânimes, mas o fato de não se investigar os outros não significa que não havia problemas também no caso do PT”.

Fonte – IHUSINOS

 

Povo de Caxias derrota a oligarquia e o coronelismo do deputado Humberto Coutinho

           aldir

  Com os expressivos apoios da presidência da Assembleia Legislativa e do Governo do Estado e em pleno exercício do mandato, o prefeito Leonardo Coutinho, de Caxias, que buscava a reeleição foi derrotado pelo candidato Fábio Gentil, com uma diferença superior a 1.200 votos. Segundo observadores políticos, a população caxiense cansou da oligarquia e do coronelismo dos Coutinhos, liderada pelo deputado estadual Humberto Coutinho, presidente do Poder Legislativo Estadual.

              A ostentação do poder econômico e a força das instituições públicas estaduais, não prevaleceram sobre a consciência da maioria do eleitorado caxiense, que deu plena demonstração de que precisa de mudança e acabar com a opressão e a necessidade do restabelecimento do respeito  aos direitos e a dignidade humana das pessoas.

              Há quem afirme, que uma das principais causas da derrota do prefeito Leonardo Coutinho, foi o caso das mais de 200 mortes de recém- nascidos na Maternidade Carmosina Coutinho e de 20 crianças que perderam a vista decorrente de problemas que vão desde a precariedade dos atendimentos as gestantes e os necessários acompanhamentos na casa de saúde.

              O caso foi tão vergonhoso e veio a público em rede nacional pela Record, que inclusive mostrou a displicência e a indiferença do prefeito Leonardo Coutinho para o sério e grave problema. À época comentou-se que teria sido instaurado inquérito policial para apurar os fatos e que o Ministério Público teria se posicionado para a instauração de procedimentos para a responsabilização da direção da maternidade e da prefeitura, mas se prosperou ninguém sabe.

               O que realmente houve foi a participação do Estado, não no sentido de apurar os fatos, mas através da Secretaria de Estado da Saúde para fazer convênios e investimentos como jogada politica e tentativa de contemporizar o grave problema que banalizou a vida de 200 crianças e 20 que ficaram cegas.

             O autoritarismo e o envolvimento do deputado Humberto Coutinho, presidente da Assembleia Legislativa do Estado, no caso dos funcionários fantasmas e a truculência com os servidores do quadro efetivo do Poder Legislativo foram bastante socializadas no município de Caxias, e segundo se informa refletiram negativamente perante a opinião pública ávida por mudanças.

             Um grande passo foi dado para dar um basta na oligarquia dos Coutinhos em Caxias e muito mais do que isso, dar um fim no coronelismo do quero, posso e mando, que com certeza vai encerrar o seu ciclo na respeitável cidade de Caxias, uma das importantes referências literárias do Maranhão.

Povo de São Luís renova em 45% a Câmara Municipal de São Luís

          aldir

A Câmara Municipal de São Luís terá na próxima legislatura uma renovação de 45% do seu atual quadro de vereadores. Seis dos atuais vereadores decidiram não concorrer à reeleição, sendo que 04 apostaram em projetos com candidaturas majoritárias, mas todos foram reprovados em suas pretensões e dois que substituíram as suas candidaturas por marido e filho, conseguiram as suas intenções e terão representação familiar no legislativo municipal.

           Dos 31 vereadores eleitos ontem, apenas 17 conseguiram renovar os seus mandatos, o que concorreu para uma renovação de 45% e consequentemente uma maior oxigenação de ideias, debates e construção de interesses coletivos.

          Mais uma vez a Câmara Municipal de São Luís terá um número bem reduzido de mulheres, sendo apenas duas: Barbara Soeiro, que renovou o seu mandato e Concita Pinto, que chega para o seu primeiro mandato.

           Quase todos os candidatos eleitos integraram coligações variando quanto ao  número de partidos, sendo que apenas o partido PSD concorreu sozinho e elegeu o vereador Cézar Bombeiro.

            Uma disputa bastante acirrada foi registrada para o campeão de votos, que ficou concentrada entre o atual presidente do legislativo municipal o vereador Astro de Ogum e o vereador Osmar Filho, tendo este último vencido por 106 votos, mas a consagração do primeiro mereceu enorme comemoração pelos seus partidários.

              Os 31 vereadores eleitos para a próxima legislatura da Câmara Municipal de São Luís, que terá inicio no dia primeiro de janeiro de 2017, são os seguintes:

               Osmar Filho – Astro de Ogum – Pavão Filho – Raimundo Penha – Marquinhos – Beto Castro – Aldir Júnior – Ivaldo Rodrigues – Marcelo Poeta – Fátima Araújo – Bárbara Soeiro – Ricardo Diniz – Pedro Lucas Fernandes – Marcial Lima – Concita Pinto – Nato Júnior – Estevão Aragão – Francisco Chaguinhas – Dr, Gutemberg Araújo – Umbelino Júnior – Josué Pinheiro – Honorato Fernandes – Edmilson Jansen – Professor Sá Marques – Edson Gaguinho – Chico Carvalho – Isaias Pereirinha – Genival Alves – Silvino Abreu – Afonso Manoel – Cézar Bombeiro